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Aqui você encontra os principais temas do mundo da Comunicação Interna

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Como manter o engajamento nas organizações em períodos de mudanças?

Como manter o engajamento nas organizações em períodos de mudanças?

Poucas empresas escapam da necessidade de mudanças, principalmente com a constante introdução de novas tecnologias e com a inevitável remodelação causada por questões econômicas. Nesse contexto, contar com o engajamento nas organizações — com o objetivo de alcançar e sustentar as mudanças, de maneira mais prática — é essencial para obter sucesso.

Como comunicação corporativa encontra a tecnologia e a inovação?

Como comunicação corporativa encontra a tecnologia e a inovação?

A comunicação corporativa pode ser definida como uma troca de informações entre os colaboradores e os setores de uma empresa. Ela é fundamental para garantir uma boa relação inter-setorial e o sucesso da organização. Em grandes negócios, quando não há uma Comunicação Interna de qualidade, a tendência é que a competitividade no mercado diminua e impacte negativamente no clima organizacional e na cultura da empresa.

Branded content, endobranding e arquétipos: da ideia à prática

Branded content, endobranding e arquétipos: da ideia à prática

Nos tempos atuais, destacar-se no mercado é um desafio cada vez mais difícil. Por isso, é indispensável que as corporações conheçam e apliquem ferramentas capazes de atrair o público externo de maneira autêntica e criativa. Ademais, uma ideia que deve estar presente na mente dos gestores é a de que o público interno também é fundamental para que o sucesso da corporação aconteça.

O Employer Branding na prática e sua relação com a imagem interna

O Employer Branding na prática e sua relação com a imagem interna

O engajamento dos consumidores em torno da nossa marca é essencial para o sucesso do negócio. Para que isso ocorra, é necessário, em primeiro lugar, garantir o envolvimento de todos os colaboradores com as propostas de valor da empresa. Afinal, são essas pessoas que estão na linha de frente, materializando para os clientes os diferenciais da empresa, certo? É nesse contexto que surge o employer branding.

Qual é a relação entre cultura organizacional e liderança?

Contar com uma equipe engajada é essencial para toda empresa que queira aumentar seu alcance e conquistar espaço no mercado. Afinal, os colaboradores são os principais responsáveis pela entrega de um produto ou serviço de qualidade, ditando a produtividade do negócio.

Canais de Comunicação Interna: como mapear e melhorar o alcance?

Aumentar o alcance e engajar o próprio time é prioridade para toda instituição que deseja manter-se produtiva e relevante no mercado. Por isso, investir em boas estratégias de Comunicação Interna é indispensável para tornar os processos e entregas de tarefas mais coesos e funcionais.

ações de endomarketing

7 ações de endomarketing que aumentam o engajamento e a produtividade

Você já ouviu falar de endomarketing? Esse conceito está relacionado, basicamente, ao marketing interno de uma empresa. São as estratégias do marketing tradicional adaptadas e aplicadas no ambiente interno de uma instituição, voltadas para a satisfação dos colaboradores.

Apesar de ser muito importante, vários gestores ainda não reconhecem essa estratégia. No entanto, ela se mostra cada vez mais significativa para as empresas conquistarem o sucesso e melhorarem a imagem para o público externo. Portanto, em épocas de alta rotatividade de colaboradores, investir em ações de endomarketing se torna essencial, uma prioridade.

Pensando nisso, neste post abordaremos as ações nas quais sua empresa pode investir. Continue a leitura!

1. Pesquisa com colaboradores

O primeiro e mais importante passo para começar a se investir em ações de endomarketing é fazer uma pesquisa de clima organizacional e de satisfação com os profissionais. Essa etapa é realizada antes mesmo de planejar as ações propriamente ditas, pois os colaboradores são os que mais conhecem a empresa em que trabalham — e ninguém melhor do que eles para avaliar o ambiente da organização.

Dessa forma, é necessário descobrir se eles se sentem reconhecidos e motivados e saber quais os tipos de benefícios que gostariam de receber. É fundamental conhecer seus hábitos e preferências para só depois traçar ações que tenham a ver com o perfil da instituição. De nada adianta marcar um happy hour em um bar com o objetivo de integrar os membros do seu time se eles não consomem álcool, por exemplo.

Com os resultados das pesquisas em mãos, fica mais fácil criar ações que trarão os resultados esperados. No entanto, atente-se em tornar essa pesquisa uma tarefa recorrente, com o objetivo de comparar os resultados e avaliar a eficiência das ações executadas.

2. Eventos para o público interno

Palestras, cafés da manhã, workshops, entre outros eventos motivacionais voltados para o público interno tendem a trazer ótimos resultados. Você pode, por exemplo, realizar um encontro mensal cujo assunto varia a cada edição. Selecione aqueles conteúdos que mais interessam o seu público interno e faça debates e dinâmicas com o objetivo de os colaboradores interagirem e pensarem “fora da caixa”.

Às vezes você nem precisa pensar em eventos de assuntos muito complexos, bastando escolher atividades que estimulem a criatividade para que os colaboradores se sintam mais engajados com as metas da empresa e motivados a trabalhar por bons resultados.

3. Comunicação Interna

Não importa o tamanho de sua empresa: é essencial que se tenha uma maneira estruturada de comunicação interna. Informações institucionais e avisos importantes precisam ser repassados de forma sistematizada para toda sua equipe.  Não importa o formato — seja jornal mural, e-mail, intranet, grupos de WhatsApp ou ferramentas de diálogo, como o Slack. É essencial que as pessoas saibam onde encontrarão informações sobre o local em que trabalham.

Além disso, quanto mais transparentes as informações, melhor. Deixe sua equipe ciente de tudo que está ocorrendo na empresa: se está atingindo as metas, se os resultados estão dentro do planejado e se as principais ações estratégicas de planejamento estão sendo eficientes, por exemplo.

 

Caso haja canais de comunicação bilaterais, melhor ainda. O colaborador deve saber como e onde se comunicar com sua empresa, para que direcione de maneira efetiva as perguntas e dúvidas, além de dar sugestões de melhoria e contar com a realização de sucesso do seu time.

4. Ações de integração

Ações de endomarketing que envolvem a integração do colaborador são muito eficientes para o sucesso dessa estratégia. Elas servem mais do que para apenas integrar os profissionais com a empresa, mas também entre eles próprios, aproximando e fortalecendo o espírito de equipe. Ou seja, faça happy hours, comemorações de aniversariantes do mês ou um almoço surpresa por alcançar determinada meta.

Caso seu time goste de assistir filme, leve-os ao cinema ou até mesmo promova uma sessão dentro da própria empresa. Se futebol for um tema constante nos intervalos da empresa, marque uma tarde no estádio ou uma reunião para assistir a um clássico.

Como dito, ritos para comemorar as conquistas são importantíssimos para a integração. Faturou uma conta difícil? A empresa ganhou um prêmio? Reúna a equipe e comemore com todos que ajudaram, direta ou indiretamente.

5. Política de benefícios

Você sabia que a política de benefícios de sua empresa pode ir muito além daqueles obrigatórios, como vale-refeição, vale-transporte e plano de saúde? É possível oferecer auxílio a cursos de capacitação, incentivar a prática de esportes, oferecer descontos em restaurantes e academias, além de estimular atividades culturais. Ofereça, também, dias de folgas e outros tipos de benefícios com o objetivo de engajar, motivar e reter os colaboradores.

No entanto, lembre-se que sempre é necessário consultar as leis trabalhistas, para que a política de benefícios adotada por você não esbarre em nenhum problema jurídico.

6. Colaborador destaque

Sabe aquele colaborador o que atingiu as metas, contribuiu para manter a equipe motivada e está sempre de bom humor, esforçando-se pelo melhor de sua empresa? Reconheça! Você pode fazer o destaque semanal, mensal ou trimestral, de acordo com a disponibilidade financeira de sua empresa.

Para o profissional que mais se destacou naquele período, ofereça bonificações com o objetivo de motivá-lo a sempre estar entre os melhores de sua equipe.

7. Criar um ambiente inspirador

Estabelecer um ambiente inspirador é dever de todos os colaboradores, seja o gestor ou o estagiário. Planeje os espaços, a sinalização e a decoração da empresa de maneira que os colaboradores se sintam em um local acolhedor e motivador. Pense no que a empresa pode oferecer aos seus profissionais — área para descanso, salas de coaching e treinamento e locais para alimentação são alguns dos exemplos que motivam o dia a dia do colaborador.

Deixar a identidade visual da marca expressa nos ambientes da instituição também é fundamental. Assim, os colaboradores tendem a absorver a forma com que a empresa costuma se comunicar. Nos espaços de descanso, deixe as cores da empresa sempre em destaque, além de prêmios e fotos expostas.

Como você pôde perceber, investir em ações de endomarketing é esencial para o sucesso do engajamento de sua equipe. No entanto, é necessário se planejar e ter a consciência do que combina com o perfil de sua empresa e quais serão as atividades que mais contribuirão para o sucesso do profissional dentro da instituição.

O que achou deste conteúdo? Para se aprofundar um pouco mais sobre esse assunto, confira como o endomarketing favorece programas de desenvolvimento profissional neste nosso outro artigo. Boa leitura!

comunicação integrada

Qual é o peso da Comunicação Interna em uma comunicação integrada de sucesso?

A comunicação integrada é um dos melhores instrumentos de que uma empresa pode dispor: além de engajar o pessoal e criar um sentimento de pertencimento à equipe, ela também permite que os gestores economizem e ganhem em competitividade.

Assim, toda companhia deve contar com uma boa estratégia de comunicação para: firmar sua posição no mercado, unir as pessoas, transmitir informações e organizar as finanças, ou mesmo divulgar serviços e produtos..

Nesse sentido, integrar os setores do negócio e fazer com que cada funcionário conheça seu papel na cadeia de processos é a melhor maneira de criar fluxos de comunicação inteligentes, que aproveitem o potencial de cada profissional, e de passar uma imagem mais coesa e forte para os clientes.

Ainda não se convenceu? Entenda o peso da Comunicação Interna para uma comunicação integrada de sucesso e como fazê-la funcionar corretamente na sua empresa!

A Comunicação Interna nas empresas

A Comunicação Interna pode ser entendida como uma subárea da comunicação integrada que tem como principal objetivo monitorar o compartilhamento de informações e fortalecer as ações dos colaboradores no ambiente corporativo, de maneira estratégica.

As informações podem ter relação com mensagens de propagação da missão, visão e valores da companhia, e com estratégias de mercado e recomendações restritas a dado grupo de pessoas, como metas do setor ou feedbacks.

Dessa forma, a Comunicação Interna em uma comunicação integrada tem como objetivo principal eliminar ruídos e manter os colaboradores bem alinhados com as metas, discursos e valores da instituição, estabelecendo, para tanto, condutas que sejam condizentes com o que o negócio prega.

Tipos de Comunicação Interna nas empresas

Para que uma estratégia de comunicação integrada tenha sucesso, é essencial que os gestores revejam as estruturas já existentes e busquem unificar as mensagens, sejam elas do tipo que forem.

São cinco os tipos de comunicação presentes nas empresas. Tanto a comunicação verbal quanto a escrita já fazem parte do dia a dia das instituições há muito. No entanto, a busca por eficiência e celeridade nos processos tem causado o aumento do uso das demais nas estratégias das instituições.

Profissionais especializados no assunto são altamente indicados para quem busca resolver problemas e saber em qual tipo as ações devem focar. Entenda um pouco melhor sobre cada uma delas.

1. Comunicação escrita

Uma das campeãs de uso no ambiente corporativo, este tipo de comunicação compreende tudo aquilo que é transmitido aos colaboradores por escrito — os métodos mais comuns são por meio de mensagens (inclusive eletrônicas), jornais e murais.

2. Comunicação verbal

Compreende toda informação trocada dentro do ambiente corporativo utilizando a fala, mesmo que não oficialmente. Pode se propagar por meio de conversas, palestras, confraternizações e reuniões, por exemplo.

3. Comunicação vertical

A comunicação vertical diz respeito a toda troca e informações entre superiores e ocupantes de posições hierárquicas inferiores na companhia. É geralmente utilizada para o planejamento estratégico da instituição, como em reuniões ou apresentações.

4. Comunicação horizontal

Este tipo de comunicação compreende toda troca de informações que ocorre entre colaboradores, sem distinção quanto a posição hierárquica que ocupam, dentro da empresa. É muito comum em reuniões, por exemplo.

5. Comunicação diagonal

Diz respeito à comunicação que ocorre de maneira inter-hierárquica, quando diferentes gestores e equipes recebem o mesmo tipo de informação ou transmitem conceitos à áreas diversas. É ideal para informar o pessoal sobre novos projetos ou transmitir mensagens que todos devem conhecer, podendo ser propagada por e-mails, tv corporativa, etc.

A Comunicação Interna como parte fundamental do sucesso da estratégia integrada

A integração da comunicação como um todo nada mais é que o resultado de um processo constante de evolução dentro do mundo corporativo.

Hoje em dia, não faz sentido algum manter várias equipes distantes, dentro das organizações, ou mesmo não incentivar a comunicação vertical e horizontal, uma vez que todos devem colaborar de igual forma para atingir o resultado desejado.

Frente a um mercado cada vez mais complexo, instituições que desejam ganhar em competitividade devem manter suas equipes unidas e empenhadas na tentativa de obter resultados melhores e conter gastos.

Investir em Comunicação Interna é garantir que a estratégia integrada funcione, evite gargalos no fluxo de informações e engaje o pessoal como um todo. A melhoria do clima organizacional costuma ser certeira: os colaboradores internalizam a missão e os valores do negócio e desenvolvem o espírito de cooperação e os relacionamentos interpessoais.

Uma boa estratégia diminui a distância entre departamentos e faz com que cada pessoa se enxergue dentro do time, fortalecendo a sintonia entre os funcionários e criando um clima mais leve, de respeito e, principalmente, produtivo.

Dessa forma, a partir do momento em que as pessoas passam a se sentir confortáveis e envolvidas com a organização, é natural que se dediquem mais e apresentem resultados superiores àqueles que não se sentem parte do todo.

A melhoria da Comunicação Interna também facilita a integração de novos colaboradores ao time, já que quem chega por último já encontra uma equipe consistente e acolhedora. Consequentementre, diminui a rotatividade  de colaboradores na instituição, já que colaboradores com um sentimento de relevância tendem a ficar mais satisfeitos e permanecer mais tempo fazendo parte do quadro da empresa.

Investir no engajamento de funcionários para alavancar resultados

Por tudo que já falamos, fica bastante claro que apostar na integração e criar uma estratégia de Comunicação Interna personalizada é primordial para quem busca resultados acima da média, certo?

Investir no engajamento dos colaboradores, com uma boa Comunicação Interna, melhora o alinhamento de ideias entre o pessoal, traz um ganho significativo de tempo para cada um e celeridade na condução de processos, reduz a rivalidade entre equipes e os ruídos no fluxo de informações, e permite que se entregue um trabalho mais unificado.

Para tanto, é necessário adaptar o discurso direcionado aos colaboradores ao que chega aos clientes:  de nada adianta manter uma postura austera com sua própria equipe e adotar um tom descontraído com o público, já que isso acaba confundindo a todos e demonstra falta de coerência.

Como resultado, as boas práticas de CI podem reduzir gastos com ações ineficientes, reforçar o posicionamento da marca, e torná-la autoridade no mercado em seu segmento, conquistar a confiança do público e ter liderança nos negócios.

Agora que você já entendeu qual é o peso da Comunicação Interna em uma comunicação integrada de sucesso, que tal aprender a fazer um planejamento de Comunicação Interna?

cultura e clima organizacional

Cultura e clima organizacional: a relação entre potencial e engajamento interno

Ter uma equipe de alta performance é o que deseja a maioria das empresas. No entanto, vários fatores influenciam na obtenção dos melhores resultados. Entre eles, estão a cultura e o clima organizacional.

Uma gestão que enxerga o potencial dos colaboradores e investe em medidas que os promovam pode estar um passo à frente, já que, tanto fora quanto dentro da organização, tal reconhecimento é bastante valorizado.

Todavia, para ter essa imagem positiva no mercado, é preciso promover cultura e clima organizacional saudáveis. Acompanhe o post a seguir e veja como isso pode ser feito em sua empresa!

Cultura e clima organizacional

Quando se fala em cultura e clima organizacional, muitos profissionais confundem os dois termos e/ou acreditam que sejam a mesma coisa. Entretanto, apesar de um influenciar diretamente o outro, existem muitas diferenças entre seus conceitos.

A cultura organizacional está ligada à identidade corporativa. É o seu conjunto de normas, a sua missão e seus valores. Ela é bem-resistente a mudanças e tem a ver com a forma como a organização conduz os seus negócios.

Quando se faz parte do dia a dia de uma empresa ou quando se tem um contato mais próximo com os seus processos, pode-se perceber a presença de certos hábitos e padrões de comportamento. E esses elementos é que formam a sua cultura.

Geralmente, quem não segue esses modelos em seu modo de agir pode não se enquadrar ao restante da equipe e gerar problemas para a gestão. Por isso, desde o processo seletivo, os perfis comportamentais são avaliados, pois esse é o primeiro passo para garantir um alinhamento entre o novo colaborador e a corporação.

O clima organizacional, por sua vez, está relacionado ao ambiente da empresa. Ele tem a ver com o nível de motivação e de engajamento dos colaboradores. Alguns fatores, como as condições de trabalho, as políticas de benefícios e recompensas, a liderança etc., afetam, de forma direta, o clima da organização.

Ele pode ser tido como um termômetro da companhia, pois reflete a percepção dos profissionais de uma empresa sobre ela. Muitos acontecimentos, como a demissão de um líder, as modificações nas ferramentas e nos processos etc., podem alterar essa visão.

Ao perceberem essa realidade, muitos gestores implantam pesquisas periódicas para avaliar os níveis de satisfação dos colaboradores. Dessa forma, é possível promover melhorias antes que a produtividade seja atingida negativamente.

A maior diferença entre o clima e a cultura organizacional está na maleabilidade de cada um. O primeiro é suscetível à mudança e pode sofrer alterações em curtos espaços de tempo, pois está exposto a fatores que nem sempre estão sob o controle das lideranças.

Tem origem nas escalas mais altas e sólidas da hierarquia e é difundida entre os colaboradores que, por sua vez, devem segui-la. Tais regras e hábitos são adquiridos de forma rápida e passam de profissional para profissional, tornando, assim, a cultura cada vez mais sólida.

Importância da cultura organizacional

A cultura é a essência da empresa e mantê-la ativa e fortalecida pode gerar um sentimento de pertencimento em seus colaboradores. Por isso, tão importante quanto ter uma cultura bem definida é promovê-la adequadamente dentro da organização.

Essa estratégia pode ser desenvolvida junto à Comunicação Interna (CI) e ao Endomarketing. Seja por meio de um setor específico, seja por uma agência contratada, as práticas de divulgação devem levar em consideração o público-alvo (os colaboradores), envolver a liderança e alinhar os diversos canais a serem utilizados.

Quando feita de forma correta, a CI cumpre o seu papel de disseminar as crenças e os valores da corporação. E isso é capaz de fazer com que os colaboradores se identifiquem e se esforcem para praticá-los no dia a dia.

Assim, é possível moldar comportamentos de acordo com o desejado. Pode-se fomentar, por exemplo, a maneira mais apropriada de se tratar um cliente, a forma mais eficaz de dar (e receber) feedbacks, uma cultura de hábitos saudáveis, de solidariedade ou, ainda, com foco em resultados.

Com um trabalho intenso, uma equipe especializada pode criar os melhores materiais informativos para alcançar os objetivos almejados. É preciso, inclusive, reforçar o discurso entre os líderes e gestores para que ele faça sentido dentro da organização.

Para realizar tal comunicação e obter maiores repercussões, os canais devem ser adequados e a linguagem precisa conversar diretamente com quem se deseja falar. Dentre os meios disponíveis, estão os murais, as redes sociais corporativas, os e-mails, os jornais, a TV corporativa etc.

Cuidar desse aspecto de uma companhia é lidar com o seu maior capital — o humano. Por isso, essas ações têm a capacidade de impactar todos os processos da empresa. Isso quer dizer que não só a produtividade poderá ser afetada, como também os índices de absenteísmo, de turnover e de retenção de talentos.

Relação entre cultura e engajamento

Diante dos elementos citados, não há como negar que existe uma sólida relação de interdependência entre o desenvolvimento do potencial dos colaboradores e uma forte cultura organizacional. Mudar alguns arquétipos não é uma tarefa fácil.

Mas, ainda que seja uma organização familiar e que sua cultura tenha sido estabelecida ao longo de vários anos, há a possibilidade de evoluir a maneira de se comunicar com os colaboradores e modificar padrões nocivos à saúde do negócio. Afinal, o comprometimento com a companhia pode levar a uma maior dedicação e a um maior engajamento.

Para tanto, todos devem trabalhar com o mesmo propósito, desde os estagiários aos líderes. Quando um time se envolve por completo, fica mais fácil realizar as mudanças necessárias e o sucesso da empresa se torna tangível.

Isso se dá porque as pessoas ampliam a visão que têm da companhia, o que proporciona a cada colaborador a possibilidade de assumir a sua parte no processo e transformá-la em um objetivo pessoal e profissional. Esse é o fundamento do novo conceito de “colaboradores lovers” que vem sendo propagado atualmente no mercado.

Investir na cultura e clima organizacional é dar atenção às relações humanas no ambiente corporativo. As empresas que atentam para essa discussão conquistam seus profissionais, melhoram a qualidade de vida deles e, em troca, ganham a sua fidelidade. Essa é uma necessidade em todas as organizações, e buscar o equilíbrio para saná-la é fundamental para aumentar a sinergia do time e o foco nos objetivos.

Agora que você já sabe o que o fortalecimento da cultura organizacional pode fazer por sua empresa, leia nosso post sobre integração de novos colaboradores e descubra por que essa etapa é tão importante!

perfil de liderança

Profissionais com perfil de liderança: saiba como identificá-los

Não é novidade que o papel de um líder é fundamental para o desempenho de uma equipe e para manter um bom clima organizacional. No entanto, é preciso saber em qual área da empresa uma pessoa com perfil de liderança poderá desenvolver melhor as suas habilidades, levando consigo todo o seu time.

Para tanto, se faz necessária a correta identificação desses profissionais, pois cada estilo tem suas vantagens e desvantagens. Além disso, a influência que exercem no local de trabalho pode ser positiva ou negativa.

Neste post, preparamos uma lista com alguns perfis de liderança para que você possa identificá-los e utilizá-los para o sucesso da sua organização. Acompanhe!

Perfis de liderança mais comuns

Seja de forma inata ou desenvolvida ao longo dos anos, existem algumas características que todo líder deve ter. Entre elas estão o conhecimento técnico, a inteligência emocional, a inovação, o desejo de colaborar, a proatividade, o comprometimento etc.

Não é difícil elencar tais competências, mas saber reconhecê-las em um colaborador é tarefa para gestores que têm um olhar mais atento. Esse é um passo importante para a empresa que entende a relevância de ter uma equipe engajada para se consolidar no mercado.

Cada modelo de liderança tem seus prós e contras. Não há como definir qual é o melhor e qual é o pior para a empresa, pois isso depende do perfil comportamental dos profissionais que compõem a equipe, da tarefa a ser realizada, da atual necessidade da organização, entre outros.

Por isso, listamos alguns estilos para que você veja os principais aspectos de cada um e analise seus pontos fortes e fracos. Observe:

Coercitivo

Neste modelo de gestão, o que impera é a coerção. Ou seja, o ato de forçar pela intimidação; coagir. Ao invés de estimular uma colaboração espontânea, esse tipo de líder usa de sua força e poder para obrigar a sua equipe a fazer o que ele quer.

Os líderes coercitivos, geralmente, passam boa parte do expediente fazendo cobranças aos seus colaboradores, apontando erros e exercendo forte pressão psicológica. Como consequência, os trabalhadores podem se tornar mais tensos e estressados.

Um dos pontos fortes da liderança coercitiva é o fato de ela ser movida por resultados. Além disso, suas habilidades podem ser úteis para lidar com colaboradores problemáticos. Um dos seus pontos fracos é a tendência a dar feedbacks negativos em demasia, o que pode desmotivar algumas pessoas.

Autoritário

O líder autoritário pode também ser chamado de autocrático, pois uma de suas características mais marcantes é demandar sem ouvir a opinião dos outros colaboradores, dispensando participações nas tomadas de decisão.

Seu comando é firme e seu foco está na execução das tarefas e no seguimento de regras preestabelecidas. Esse líder pode ser inspirador quando cria uma reputação sólida, que é conquistada por causa da sua competência.

Um problema que pode surgir nesse tipo de liderança é o excesso de críticas a quem não apresenta resultados. Caso esse líder não tenha uma imagem sólida, inspirada, corre-se o risco da equipe se julgar mais competente que ele e, assim, questionar a sua autoridade.

Uma das vantagens que pode ser apresentada é a motivação dos colaboradores para fazer algo junto ao seu líder, pois a tendência dele é trazer uma nova visão e um ritmo constante de trabalho.

Democrático

Este modelo de líder encoraja a participação dos colaboradores, incentivando-os a manifestarem suas opiniões e sugestões. A liderança democrática busca facilitar a execução dos processos como um todo.

Ela tem uma grande habilidade para se comunicar e, geralmente, confia e apoia seus colaboradores por considerar que eles já têm maturidade e conhecimento para desenvolverem soluções.

Sua preocupação é dividida entre a realização do trabalho e a qualidade de vida e satisfação da sua equipe — o que gera um maior empenho por parte dos profissionais, favorece um bom clima organizacional e aumenta a produtividade.

Situações que exigem maior direção e resultados mais rápidos podem se tornar um problema para esse tipo de líder, pois precisará mudar a forma de atuação da equipe. Outro ponto a ser trabalhado são os feedbacks negativos, que podem ser erroneamente interpretados por seus liderados, fazendo com eles se sintam magoados.

Centralizador

Este estilo de liderança abarca para si todas as tarefas. A sua dificuldade está em delegar, ou seja, em dividir o trabalho entre os que deveriam ser coparticipantes em sua realização. Às vezes, ele pode levar a opinião dos outros em consideração, mas sua palavra é a que terá um peso maior.

Muitos acreditam que o líder centralizador é assim por causa da sua falta de confiança em seus liderados. Porém, a verdade pode estar no fato de ele ser muito apaixonado pelo que faz.

Alguns dos pontos fracos desse líder são a falta de paciência em ensinar e a ideia de que as pessoas não têm o conhecimento necessário para atender às demandas. Seus pontos fortes podem estar na firmeza em suas tomadas de decisão e em não suportar profissionais descomprometidos.

Visionário

O líder visionário mantém o seu olhar no futuro. Ele é empreendedor e está disposto a correr riscos. O otimismo é sua marca registrada. Por isso, ele cria projetos atraentes e construtivos para a organização, sempre visando o longo prazo.

Essa liderança tem facilidade em reconhecer talentos e um grande senso de oportunidade. Ela valoriza os colaboradores e busca obter resultados, motivando constantemente a equipe. Seu ponto fraco pode estar na dificuldade em realizar tarefas no curto prazo.

Marcador de ritmo

O líder marcador de ritmo sente a necessidade de estar no controle de tudo, durante todo o tempo. Seu foco está em estabelecer padrões elevados de desempenho, colocando a si mesmo como exemplo. Ele acredita que os resultados serão atingidos de forma mais rápida se agir dessa maneira.

O ponto fraco desse estilo de liderança é a impaciência, o que pode ocasionar cobranças excessivas para que seus liderados tenham o mesmo ritmo que o seu. Entretanto, em geral, cada pessoa tem a sua energia e isso pode gerar desconfortos no ambiente de trabalho.

Independentemente de qual seja o perfil de liderança, todo gestor deve ser confiante, acima da média, buscar novos conhecimentos e estar disponível para aprender e ensinar. Além disso, ele deve se empenhar para que cada liderado desenvolva o melhor de suas habilidades. Dessa forma, todos saem ganhando.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre alguns estilos de liderança, que tal saber como os colaboradores podem melhorar a imagem da empresa? Leia nosso post e descubra!