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conteúdo para comunicação interna

Conteúdo para Comunicação Interna: conheça as melhores práticas!

Toda equipe precisa ser informada sobre as ações da empresa, não é mesmo? Além disso, tem que ser constantemente lembrada sobre o funcionamento, os procedimentos, a missão, a visão e os valores da marca. Por isso, chegou o momento de falarmos de conteúdo para Comunicação Interna.

De que forma você está desenvolvendo o material que é divulgado para integrar os colaboradores? Quais os canais utilizados para estimular o fluxo dos processos dentro da organização? Hoje, é fundamental incentivar o diálogo e a troca de informações de um jeito simples e prático.

Pensando nisso, vamos mostrar a importância de elaborar conteúdo para os colaboradores, as melhores práticas para engajar o seu time e por que contratar uma agência é a escolha mais acertada. Continue a leitura para saber mais.

Entenda a importância de criar conteúdo para Comunicação Interna

Assim como o marketing externo precisa oferecer o conteúdo certo para o público certo, no Endomarketing acontece o mesmo: direcionar a mensagem com exclusividade é fundamental para atingir o alvo e alcançar um objetivo.

Afinal, geralmente, o responsável pela limpeza e o promotor de vendas não têm interesse nos mesmos assuntos dentro da organização, concorda? São pessoas diferentes com necessidades distintas.

Seguindo esse conceito, os materiais devem: passar por uma espécie de filtragem, ser personalizados e permanecer alinhados de acordo com os departamentos e seus respectivos membros. Além do tom de voz escolhido, adaptar a mensagem ao canal é fundamental.

Por exemplo, enquanto a parte visual é mais explorada em vídeos e outras peças que exigem a exploração de imagens, o e-mail depende de recursos textuais para deixar a leitura clara e objetiva. Também é essencial transformar a plataforma adotada em um facilitador para todos os envolvidos.

Manter o fluxo das informações, dar transparência aos processos e promover o orgulho de pertencimento são outros benefícios que resultam do investimento em materiais de divulgação apropriados e voltados aos profissionais que fazem parte da evolução do seu negócio.

Dessa forma, aumentam as oportunidades de se conversar na linguagem deles e mantê-los mais próximos, engajados, produtivos e informados sobre os direcionamentos da empresa. Além desse âmbito, a Comunicação Interna eficaz também influencia na melhoria dos resultados financeiros.

Conheça as melhores práticas para engajar o público interno

Estudar o perfil do público é o primeiro passo. A partir daí, você descobre como atrair a atenção do seu time para acompanhar o que foi produzido, participar das ações e dialogar sobre os acontecimentos e tomadas de decisão.

Confira outras dicas e escolha aquelas que mais combinam com o seu contexto:

Aposte na inovação quando a questão é Comunicação Interna

A cada dia que passa, novas tecnologias são desenvolvidas e outras aperfeiçoadas. Nesse cenário, é importante que você, como gestor de comunicação, se mantenha sempre antenado com as novidades a fim de promover inovação no ambiente interno.

Isso não significa abandonar os canais tradicionais como avisos, e-mail, newsletter ou outros, mas sim adotar novas abordagens que os tornarão mais atraentes. Em outras palavras, é preciso fugir do senso comum e fazer diferente para se destacar.

Utilize vídeos para engajar a equipe

Entre as tecnologias que estão transformando a maneira de se comunicar com os colaboradores, o formato audiovisual tem uma grande aceitação e representa uma excelente alternativa. Afinal de contas, ele oferece mais que um texto e as imagens ajudam a fixar a informação.

Por meio de vídeos, é possível tornar a comunicação mais humana, compreensível e rápida de ser assimilada, fato que evita mal-entendidos ou falsas interpretações. Eles podem ser inseridos na TV Corporativa, Intranet ou, até mesmo, em aplicativos. As opções são diversas.

Adote uma TV corporativa para atrair a sua audiência

O uso da TV corporativa também tem sido extremamente eficiente. Esse canal permite uma atualização rápida, além de ser rico em imagens e ilustrações, ágil, moderno e integrado — ideal para gerar valor e prestigiar o público que faz parte da organização com informações relevantes.

Para conquistar uma audiência completa, é importante escolher com cuidado os pontos onde os aparelhos serão instalados. Dê preferência aos locais que já são frequentados diariamente, como refeitórios, salas de descanso ou outros.

Invista em gamificação para envolver os colaboradores

A gamificação é um recurso que usa a mecânica dos jogos para alcançar um determinado objetivo, como: motivar a equipe, transmitir conhecimentos ou simplesmente despertar um senso de competição saudável entre as pessoas.

Esse método também é muito usado em treinamento de equipes. Além disso, favorece uma cultura de cooperação, proporciona desafios de forma divertida e motivação para o cumprimento de metas.

Saiba por que contratar uma agência

As ações de Comunicação Interna não podem acontecer de maneira aleatória. Primeiro de tudo, é recomendável analisar a realidade da empresa, a sua estrutura e o perfil do público interno antes de adequar as tendências do mercado.

Poder contar com o apoio de uma agência é ter mais segurança em delegar essa tarefa para alguém com expertise e conhecimento na área. Com essa parceria, é possível ter uma visão abrangente de oportunidades e pontos de melhoria.

Para desenvolver um plano de comunicação, nós da P3K, fazemos um Diagnóstico completo, com o objetivo de compreender a funcionalidade dos veículos de comunicação disponíveis, o tom de voz mais adequado e as mensagens-chave que precisam ser trabalhadas, para então propor o melhor formato de conteúdo para a sua empresa.

Trabalhamos com campanhas divididas em ondas com métodos de abordagem que mantêm a atenção do colaborador. É uma estratégia mais didática que traz a mensagem de um jeito mais leve capaz de despertar a curiosidade como, por exemplo: “o que mais tem por vir?”.

Como você viu, o conteúdo para Comunicação Interna é algo que merece ser planejado de acordo com o tipo de público, mensagem e objetivo. Fora isso, cada canal tem uma característica distinta e, na maioria das vezes, é preciso adaptar o material. Com essas dicas em prática, a sua equipe vai se sentir parte da vida orgânica da empresa. Pense nisso!

Somos profissionais apaixonados pela construção de narrativas estratégicas e criativas que contribuem para a felicidade das pessoas dentro das organizações. Entre em contato conosco agora mesmo e mostraremos como transformar isso em realidade.

desafios da comunicação interna

6 grandes desafios da Comunicação Interna e como superá-los

Com tantos departamentos, setores e profissionais diferentes, criar uma estratégia que seja capaz de alinhar a Comunicação Interna de uma companhia e torná-la eficiente pode ser um verdadeiro desafio.

Além de se ter um bom gerenciamento de crise, é importante que os gestores saibam como evitá-la. Identificar problemas e corrigi-los antes que se tornem verdadeiras complicações, entretanto, é mais simples do que pode parecer: basta estar atento à cadeia de processos e garantir que flua livremente.

Mas, e você, sabe como reconhecer os problemas na sua cadeia de processos? Para lhe auxiliar nesse sentido, apresentamos hoje os 6 grandes desafios da Comunicação Interna e como agir para superá-los de maneira eficaz. Acompanhe.

1. Falta de habilidade de comunicação do líder imediato

Fazer com que as lideranças se sintam ouvidas e incluídas nos processos de comunicação, criando ações integradas, é uma das principais dificuldades encontradas por empresas de todo o país.

Segundo estudo da International Associations of Business Comunicators (IABC), a percepção dos colaboradores quanto ao negócio como um todo se dá 55% a partir da liderança, 30% a partir de seus processos e apenas 15% por meio dos veículos formais.

Por isso, capacitar e engajar os líderes da chefia imediata para que sejam verdadeiros agentes de comunicação é uma tarefa que exige trabalho contínuo: assim, ele se torna um elo entre os colaboradores e a missão do negócio, além de servir de instrumento para que a comunicação flua livremente entre todas as suas partes.

2. Falta de participação estratégica

Grande parte dos gestores ainda não compreende a real importância de se investir na comunicação da equipe e contar com pessoal especializado em fortalecer os processos de sua empresa. Isso faz com que os demais colaboradores acabem sobrecarregados e não consigam focar em seu core business.

É claro que, em certos casos, é impossível contar com todo um time específico para a comunicação. No entanto, é essencial que o gestor invista em interação. Atitudes simples como conectar espaços físicos, criar espaços de reunião com representantes de todos os setores e pedir feedback já são suficientes para melhorar os processos de comunicação no negócio.

Nesse sentido, vale a pena acompanhar de perto e mensurar indicadores da Comunicação Interna, sendo que o gestor deve sempre optar por aqueles que estejam diretamente ligados aos objetivos estratégicos da companhia, definindo propósitos que vão além do simples “distribuir comunicados”.

A mensuração deve ter foco em resultados: o administrador deve preferir medir os impactos gerados por uma mensagem — no sentido de comportamento e atitude — a quantificar apenas o número de pessoas que abriram um e-mail enviado, por exemplo.

3. Falta de recursos e investimentos

Muitas vezes, o setor de comunicação de um empreendimento é deixado de lado e não ganha nenhum tipo de investimento. Isso acontece, sobretudo, em função da baixa percepção de valor por parte da chefia com cargos mais elevados.

Entretanto, não valorizar o poder das estratégias voltadas para a Comunicação Interna de um empreendimento pode deixar o time sobrecarregado, com mais tarefas do que pode suportar e com tecnologias completamente ultrapassadas para desenvolver suas atividades.

A tecnologia disponibilizada na empresa deve ser suficiente para garantir uma Comunicação Interna e externa fluida e segura, sendo responsabilidade dos gestores proporcionar as ferramentas adequadas para que os colaboradores possam trabalhar e o próprio negócio consiga ganhar em produtividade.

4. Não alinhar a missão e a cultura do negócio

Não raro, a missão e os valores da companhia estão descritos em crachás, cartazes e documentos em geral. Ainda assim, quando os colaboradores são questionados sobre esses conceitos, poucos conseguem falar sobre ou mesmo responder se concordam com eles, evidenciando que não estão enraizados à cultura organizacional do negócio.

É muito importante que os direcionamentos dos negócios estejam bem definidos e preestabelecidos, mas também é essencial que de tempos em tempos ele sejam repensados (sobretudo com sugestões dos colaboradores) e sejam possivelmente remodelados.

Isso porque uma diferença considerável entre modo de pensar do colaborador e aquilo o que a empresa realmente quer propor, pode trazer resultados ruins e baixa produtividade, além de criar um ambiente de trabalho desconfortável.

Por isso, vale a pena fazer uma divulgação sistematizada dos valores e objetivos do negócio (por meio de memorandos e mesmo pela intranet, por exemplo) já que, assim, todos podem internalizá-los e agregá-los em seu dia a dia.

5. Não engajar os colaboradores

O modelo de “torre de marfim” responsável por afastar colaboradores da chefia não é mais funcional para qualquer tipo de negócio nos dias de hoje: confinar diretores e presidentes em uma sala e blindá-los tem se mostrado cada vez mais contraproducente, já que vivemos em uma era de cultura global e interconectada, e os espaços físicos de trabalho devem refletir essa nova realidade.

Moldar o espaço físico priorizando a interação entre todos os colaboradores e a chefia é primordial, já que a comunicação é uma das melhores ferramentas organizacionais para se evitar que todos eles fiquem desanimados, confusos, isolados e estressados.

É importante, assim, investir na aproximação da equipe. Um almoço de comemoração no final do mês, presentes por metas alcançadas, lembranças pelo aniversário… Pequenas medidas são interessantes para mostrar que a empresa se preocupa com seus colaboradores — e não apenas em ocasiões como festas de fim de ano.

6. Não compartilhar resultados

De nada adianta garantir que a missão e os objetivos da empresa estejam alinhados com seus processos — permitindo que a comunicação transcorra livremente entre todos seus setores e colaboradores — e não compartilhar resultados e valorizar as conquistas do time.

Compartilhar os sucessos com o público interno é essencial, já que o ganho em performance e resultados positivos nada mais é que o resultado do esforço em conjunto de estratégias funcionais, colocadas em prática tanto pelos chefes quanto pelos colaboradores.

Agora que você já entendeu quais são os maiores desafios da Comunicação Interna das empresas e também já sabe como superá-los, que tal conhecer o nosso passo a passo para elaborar uma estratégia nesse setor, personalizada para o seu negócio? Até o próximo post!

sobre identidade corporativa

Guia: tudo o que você precisa saber sobre identidade corporativa

Existe um desafio antigo para as organizações: definir um propósito claro no mundo. No cenário empresarial, isso significa determinar a identidade corporativa, o que tem se tornado uma ação crucial para alavancar as vendas e alcançar o sucesso dos negócios.

Contudo, quando o assunto é a identidade de uma empresa, uma pergunta deve ser colocada como norte: Quem nós somos enquanto organização? A resposta para essa indagação envolve um conjunto de elementos inter-relacionados que devem estar de acordo com os seus valores e objetivos.

Acompanhe este post, saiba quais são esses elementos e entenda mais sobre a identidade corporativa. Boa leitura!

O que é identidade corporativa?

Algumas pessoas confundem identidade corporativa com a imagem que uma determinada empresa apresenta diante do seu público. Entretanto, o logotipo e as características visuais ou gráficas não representam a totalidade do que uma organização é.

Quando aplicada ao contexto mercadológico, observa-se que identidade corporativa se relaciona a atributos essenciais da empresa, como sua missão, suas crenças e seus valores. Em suma, são as características com as quais ela se identifica e se diferencia das companhias concorrentes.

A conduta de uma organização está relacionada com a sua cultura, mas vai além disso. O seu comportamento diante das mais variadas situações, o seu conjunto de propostas e a sua visão de mundo representam a sua identidade .

Entender essa distinção é de extrema importância, visto que a identidade corporativa, junto a mais algumas categorias, permite a identificação dos stakeholders com a corporação. E é a gestão dessa estratégia que possibilita a formação da imagem que a empresa deseja transmitir ao mercado, estabelecendo, assim, a sua reputação, conforme a interpretação dos usuários.

Estudos sobre a identidade corporativa fazem referência a três parâmetros, relacionados ao que é central, duradouro ou distintivo. O conjunto de crenças, normas e valores são considerados componentes centrais, e a essência da corporação está neles.

Já os fundamentos distintivos podem diferenciar uma empresa de outra a partir de sua filosofia, sua cultura organizacional, suas proposições ideológicas ou seus objetivos empresariais estratégicos. Por fim, os elementos duradouros são aqueles que se perpetuam, os que conferem a continuidade da organização.

Fazem parte desse elemento as ideias que os colaboradores de uma empresa têm sobre ela e que são compartilhadas entre os profissionais. Afirmações que não mudam ao longo do tempo e que, diferenciando a organização de outras companhias, são aplicáveis a diversas circunstâncias.

Qual é a diferença entre identidade e imagem?

É comum misturar e usar de maneira errônea, como sinônimos, os conceitos de identidade e imagem corporativas. No entanto, a diferença existe: a identidade se refere à realidade interna da empresa, enquanto a imagem se ocupa de sua percepção externa.

A identidade está relacionada à essência, reflete qualidades que perduram, tem a visão voltada para o futuro e está associada ao que se deseja construir. A imagem cuida da aparência, espelha as qualidades superficiais e faz associações com o que já existe.

A imagem transforma o código de conduta de uma empresa em algo visível, o que permite a criação de vínculo entre os indivíduos e a marca. Em um contexto ideal, ela reúne a promessa a ser cumprida e a identidade visual, formando a concepção que o público terá da companhia.

A identidade visual, por sua vez, é baseada em um conjunto de elementos que traduzem visualmente as concepções da empresa. De uma maneira sistematizada, ela apresenta nome, produto, ideia, serviço etc., ou seja, é a comunicação textual e visual, devendo ser expressiva, pois impactará no ponto de vista daqueles que se interessam pela marca.

Qual a importância da identidade numa empresa?

Desde a década de 1990, estudiosos vêm se ocupando em investigar a identidade no âmbito corporativo. Afinal, ela é uma poderosa ferramenta de integração entre as diferentes disciplinas e atividades fundamentais para a ascensão de um negócio.

Se bem gerenciada, ela pode promover a coesão necessária para que a Comunicação Interna e a externa sejam coerentes e tragam como resultado uma imagem consistente, com características e postura definidas pela empresa.

As pesquisas nessa área se justificam, em grande parte, pela crença de que uma boa gestão da identidade corporativa torna possível a aquisição de vantagens em um mercado cada vez mais competitivo.

Fidelidade do consumidor

Um dos benefícios obtidos por meio de uma identidade consistente é a fidelização do público. Um cliente precisa saber o que esperar da empresa. As pessoas se conectam a organizações por acreditarem que elas estejam em sintonia com a filosofia de vida delas.

Quando isso ocorre, é gerado um vínculo emocional, uma conexão baseada em visão e valores compartilhados. Ao manter e refletir o ethos (costumes e hábitos), a cultura, os princípios, as ambições futuras ou os objetivos visionários do negócio, a companhia tem maior probabilidade de estimular a lealdade de seus consumidores.

Experiências exclusivas com uma organização tendem a induzir os clientes em suas decisões de consumo. Uma identidade corporativa com impacto forte e positivo cria uma imagem mental favorável do negócio na psiquê do consumidor.

E quando estrategicamente planejada, além de construir uma mensagem sólida, que fala diretamente ao seu público-alvo, a identidade da corporação fornece um bom retorno em termos de referências e repetição de negócios.

Um exemplo de sucesso nesse setor é o Google, que, em 2017, ganhou o posto de empresa mais influente no Brasil. Segundo a pesquisa “The Most Influential Brands”, a companhia conquistou o primeiro lugar no ranking por gerar identificação e estabelecer uma relação emocional com o seu público.

Fidelidade do colaborador

Há algum tempo, salários mais altos, bônus e planos de benefícios vantajosos deixaram de ser os únicos motivos que fazem com que colaboradores permaneçam em um cargo. Os profissionais mais talentosos procuram se conectar às suas contratantes por outras vias.

O orgulho de ser parte de um time vem do senso de pertencimento gerado pelo compartilhamento de propósitos, bem como pelo fato de o colaborador se sentir valorizado por líderes e gestores nas funções que são desempenhadas.

Uma empresa que cuida da qualidade de vida da sua equipe e se mostra preocupada com o bem-estar do profissional e da comunidade na qual está inserida não só fortalece a sua imagem, como demonstra uma identidade competitiva, fidelizando também os seus colaboradores.

Discurso e prática

A modernidade trouxe para as pessoas a facilidade de comunicação e a consequente troca rápida de informações, que podem ser comprovadas com um clique. Nesse cenário, transparência e ética ganharam posições de destaque.

Assim sendo, o público desenvolveu a necessidade de confiar nas empresas com as quais ele tem alguma ligação. As pessoas passaram a exigir que as ações e as falas de tais organizações tenham conformidade entre si.

Por exemplo, uma empresa que se diz a favor da diversidade racial, cultural e de gênero, mas não tenha mulheres e/ou colaboradores negros em cargos estratégicos, perde a credibilidade do que prega.

Outro caso de falta de congruência entre discurso e prática ocorre com aquela organização que divulga ser a favor da sustentabilidade, mas utiliza insumos reconhecidamente poluidores do meio ambiente ou faz parcerias com empresas que desenvolvem atividades ecologicamente incorretas.

As contradições nesses e em outros casos são completamente nocivas para a companhia, pois estimulam uma evasão massiva de clientes e provocam manchas de reputação que podem ser irreparáveis. O ideal é que se busque um diálogo o mais honesto e realista possível com o mercado.

Estratégias de crescimento

Algumas organizações concentram seus esforços na tentativa de desenvolver identidades fortes, porém, apesar de investirem em estratégias e passarem por várias mudanças organizacionais, acabam sem sucesso.

Isso acontece porque, em vez de responderem questões fundamentais sobre como podem criar valor para seus clientes, elas tentam acompanhar o mercado procurando uma multiplicidade de formas de progresso que são, geralmente, desconectadas.

Nesses casos, a incoerência é o problema. Em sua busca pelo crescimento, as empresas frequentemente acabam servindo a muitos segmentos diferentes de clientes, cada qual com suas necessidades. E isso torna impossível definir o que a companhia realmente quer.

Embora essas organizações possam estar certas em muitas coisas ou terem sido bem-sucedidas em um ponto de sua evolução, a falta de foco trava uma batalha que as impedem de alcançar a excelência em longo prazo.

Identidade no meio digital

Uma área que vem crescendo largamente é o e-commerce. Com o acesso à internet sendo massificado pelos dispositivos móveis, a importância da identidade de uma empresa se faz presente também no âmbito digital, pois auxilia na consolidação da marca.

A criação de lojas virtuais, redes sociais, sites e blogs com conteúdos de marketing impulsiona as vendas. Entretanto, a identidade desses meios não dispensa uma relação com a empresa de origem — pelo contrário, ela reafirma os conceitos e a imagem preexistente.

Como identificar a identidade corporativa?

Para identificar a identidade de uma organização, é necessário ampliar o olhar e enxergá-la na totalidade, já que ela se manifesta de várias maneiras. Está presente na marca gráfica, na forma como a empresa se comunica com o seu público interno e externo, no atendimento, em seus materiais impressos e até em seu site e/ou blog.

Entretanto, há dois conceitos que são bastante relevantes no momento dessa identificação. Eles são denominados de atributos essenciais e atributos acidentais. Essas características expressam a personalidade da companhia, tornando-a única.

Os atributos essenciais são aqueles que se relacionam com a finalidade da organização. São formados pelos seus princípios mais sólidos, os que a direcionam em suas relações com o mercado, investidores e clientes.

Conforme o próprio nome diz, esses traços têm a essência da empresa. E assim sendo, os seus atributos essenciais mudam muito pouco. Se a administração é verdadeiramente honesta, poucas são as chances de isso ser diferente com o passar dos anos.

Se uma organização é ética, respeita a sua equipe e o seu consumidor, se é conservadora (ou da vanguarda), independentemente do que aconteça, das influências externas ou internas, esses fatores não mudarão com facilidade.

Já os atributos acidentais ajudam a entender uma empresa e os seus processos, mas até certo ponto. Eles são relacionados aos momentos pelos quais uma corporação passa, no entanto, sem defini-la.

Pode-se citar, como exemplo, uma organização que, ao atravessar um período de crise econômica, demite vários colaboradores, gerando, assim, um clima de insegurança. Todavia, essa ação não faz parte da sua cultura organizacional, e, com o tempo, as atividades voltarão ao normal.

Identidade forte

Em um mundo marcado pela grande quantidade de estímulos, as pessoas estão diante de uma diversidade crescente de serviços e produtos. Por isso, a utilização de critérios claros é um agente facilitador na hora da escolha entre uma marca e outra.

Definir suas características-chave tornou-se uma imposição para que empresas se destaquem e se diferenciem. Mas isso não basta. É preciso satisfazer as necessidades do mercado para que tais organizações sejam consideradas confiáveis e tenham continuidade.

Um design de qualidade pode disfarçar a falta de substância e uma identidade deficiente, mas não é capaz de substituí-las. E nada é mais frustrante para um cliente do que uma expectativa não realizada.

Em contrapartida, quando uma empresa gera comoção positiva no público, ela pode aproveitar a oportunidade e agir de modo estratégico, mantendo sua identidade e desenvolvendo uma série de novas possibilidades que poderão surgir.

Nada inspira mais confiança do que o cumprimento de uma promessa. As marcas que conseguem transmitir uma ideia clara e atingir um determinado objetivo, prestando atenção em detalhes técnicos e racionais, conectam-se aos valores dos indivíduos.

Um caso de sucesso nesse quesito é a empresa Apple. Apesar de passar por sérias crises e quase decretar falência, a companhia conseguiu reformular sua história ao tomar ações inteligentes e corajosas, fortalecendo a identidade e expressando o DNA empresarial em tudo o que faz.

Quais as características subjetivas da identidade?

Algumas práticas podem fortalecer o posicionamento de uma organização no mercado e aprimorar a comunicação com os diversos clientes com os quais ela dialogará. Uma dessas ações é estabelecer uma estratégia de identidade corporativa.

Esse passo parece simples em seu conceito, mas pode ser bastante desafiador. Independentemente do tamanho de uma empresa, sua estratégia de identidade precisa ser expressa de maneira simples e convincente.

Para desenvolver a marca, deve-se, em primeiro lugar, identificar os seus objetivos. É preciso que haja um alinhamento interno para garantir que todos os setores responsáveis se movam na mesma direção.

Uma vez alcançada essa orientação, haverá maior clareza e relevância nas comunicações, o que, como consequência, leva a mais apelo do público. Uma empresa que identifica seus objetivos estratégicos tem mais foco em sua missão e maior impacto no mercado.

Ao longo dos anos, algumas diretrizes de identidade corporativa foram desenvolvidas. Assim, descobriu-se quatro principais requisitos de marca que são fundamentais para uma estratégia de identidade corporativa bem-sucedida. São eles:

1. Diferenciação

Uma empresa que deseja se manter ativa precisa se reinventar a todo instante. Assim como os atletas em uma competição esportiva, só permanecem na disputa aquelas organizações que são capazes de buscar o seu alvo com afinco.

É preciso que a companhia tenha uma clara definição de sua razão de ser e que demonstre isso com atitudes diferenciadas. Para causar uma boa impressão e ser a escolhida, ela deve ter vantagens sobre as suas concorrentes.

2. Relevância

Como já dissemos, o público precisa estabelecer uma conexão com a marca de uma organização. Entender o que os clientes desejam e proporcionar uma experiência que satisfaça os anseios deles são prioridades para as empresas que constroem uma forte identidade.

Ter relevância é ser condizente com o que busca o consumidor. Como exemplo, pode-se citar uma loja de roupas que vende para um público mais maduro. Tanto sua proposta e sua linguagem quanto seus produtos devem oferecer conforto, segurança e qualidade.

3. Coerência

Preservar a ligação entre a identidade e a atuação de um negócio evita contradição e gera confiabilidade. Além disso, atuar com sinceridade perante o mercado demonstra a transparência e a ética do empreendimento, fortalecendo a sua imagem corporativa.

Para garantir credibilidade junto ao público, a marca deve ser coerente no que diz e faz. As mensagens e comunicações de marketing e a produção precisam ficar juntas e somarem algo significativo.

4. Reputação

Marcas diferenciadas, relevantes e coerentes são aquelas que valorizam tanto o público interno quanto o externo. Estima é a reputação que determinada marca conquistou ao executar com clareza a experiência prometida.

Esse item é consequência dos outros já mencionados e também é um dos mais preciosos bens que uma organização é capaz de ter. A reputação é reflexo do respeito e da atenção que uma empresa demonstra para com seus concorrentes, clientes e profissionais.

Requisito bônus

Atualmente, um quinto requisito tem se tornado evidente nas estratégias de desenvolvimento da identidade de uma empresa: estamos falando da Responsabilidade Social Corporativa (RSC).

Questões como a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente se mostram valiosas diante da expansão das indústrias e do crescimento populacional no mundo. Ter ações voltadas para esse nicho também conta muitos pontos positivos para uma companhia.

Quais os principais elementos de identificação?

Para impactar o público e conquistar uma posição de destaque no mercado, uma empresa deve estar atenta a cada detalhe da divulgação de sua marca. Alguns elementos são indispensáveis para que se tenha uma forte identidade corporativa.

Abaixo, elencamos os três principais pontos que precisam ser considerados:

1. Identidade Visual

identidade visual de uma marca representa, por meio do seu design, o que a empresa deseja transmitir. Seja com frases, símbolos, cores ou cenários, esse é o universo no qual o conceito da organização é trabalhado.

Quando é adequado, esse conjunto de elementos traduz a identidade corporativa. Podemos citar alguns casos de sucesso nesse item, como Coca-Cola e Starbucks. Essas companhias são fortes mundialmente e têm um poderoso traço em comum: dispensam apresentações, pois suas identidades visuais já são amplamente reconhecidas.

Veja alguns componentes que fazem parte desse elemento:

  • logotipo: é o símbolo que representa a empresa. Criado para um reconhecimento imediato do público, ele contém a personalidade da organização e é uma das representações da marca;
  • tipografia: é basicamente a fonte que será usada em todo o material digital e impresso da marca. A maioria das empresas opta por fontes simples e convencionais, que já têm maior aceitação entre o público;
  • paleta de cores: é um quesito que opera como fator decisivo, devendo ser escolhido de modo bem acurado. O foco, no momento da definição, precisa estar voltado para os fatores culturais e regionais. As cores têm de ser harmônicas e transmitir a exata mensagem que a organização deseja.

2. Branding

O branding é um elemento crucial para a elaboração de uma identidade corporativa, estando relacionado à gerência da marca. Suas ações são multidisciplinares e buscam fortalecer a imagem da empresa por meio de soluções que integram a visibilidade e o posicionamento no mercado.

Ele está fortemente conectado com as estratégias de marketing e envolve desde a escolha do nome até a relação do cliente com a marca. Abrange a história e a identidade da empresa, alcançando também a identidade dos indivíduos que se conectam a ela de alguma forma.

Esse elemento é complexo e vai além de um bom logotipo com tipografia e paleta de cores ideais. Engloba um bom planejamento estratégico e uma gestão que perpassa por vários pontos, como confiança do mercado, valor da marca, entre outros.

Por ter ligação com os interesses e necessidades do público-alvo, o branding também pode ser considerado como a percepção dos clientes sobre uma marca, e não apenas a visão que os administradores têm a respeito dela.

A empresa Unilever mostrou saber bastante sobre o poder do branding ao reposicionar sua marca no mercado. Por meio de suas ações de marketing, a organização aumentou o nível de conhecimento de seu nome entre os consumidores de 7%, em 2000, para 73%, em 2009.

A organização se baseou em conceitos como governança, sustentabilidade, transparência e responsabilidade social para alcançar o público. O seu logo atual é composto por elementos que refletem a missão da companhia. E o conjunto de ações trouxe os resultados esperados.

3. Manual de Identidade Corporativa

Esse documento consiste em uma compilação das normas técnicas e recomendações específicas para a forma correta de utilização da identidade de marca. Com ele, a empresa preserva suas características visuais em todos os veículos de comunicação.

Empresas que possuem uma variedade de materiais, como cartões de visita, sites, blogs, papel timbrado, uniforme, etc., precisam de um manual para facilitar o reconhecimento e a memorização de sua marca.

Com base nas informações contidas nele, é possível preservar a cultura organizacional e manter a qualidade identitária. O manual pode conter a política, a visão, os procedimentos, os conceitos fundamentais e os valores básicos da organização.

Em vista das constantes transformações no mundo, as empresas podem apresentar a necessidade de atualização de sua identidade corporativa, de modo que consigam atender às mudanças de perfil do consumidor.

Os profissionais de marketing podem ajudar com logotipos e materiais que atraiam a atenção. Todavia, se a empresa se posicionar com coragem para declarar qual valor é capaz de criar e para quem, ela se comprometerá em um caminho que a levará à grandeza.

Ter uma identidade corporativa não é só uma estratégia vencedora para alcançar resultados financeiros, é também um fator que motiva o engajamento dos colaboradores, que alcançam um melhor desempenho quando estão conscientes de suas funções dentro de um objetivo maior.

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Dia das Mães: Campanha #ReceitasdeFamiliaP3K

A Campanha de Dia das Mães aqui na agência foi sinônimo de emoções e engajamento. Nomeada de #ReceitasdeFamiliaP3K, a campanha inspirou os colaboradores a compartilharem as receitas de suas famílias, acompanhadas de suas histórias e fotos. O resultado foi o nosso primeiro Livro de Receitas.

Além disso, as mamães da agência receberam uma cesta com ingredientes para preparar: Espaguete ao sugo e Brigadeiro branco, de sobremesa. O objetivo do presente personalizado foi inspirar as mães a cozinharem com os seus filhos, para que neste dia especial eles ficassem bem juntinhos.

Durante os sete dias de campanha, os colaboradores que contribuíram puderam relembrar algo especial e, além dos nomes das mães, conhecemos e nos divertimos com as lembranças de cada um.

No total, o livro ficou recheado com 28 receitas, que disponibilizamos para download no LabHour, assim os colaboradores puderam compartilhar esse presente com as suas mães, via WhatsApp ou e-mail. De uma forma simples, encontramos um jeito de proporcionar um retorno às raízes do afeto familiar, por meio das memórias gastronômicas.

Clique aqui e baixe nosso livro.

#ReceitasDeFamiliaP3K

 

SIPAT

Como implementar a SIPAT na sua empresa?

Acidentes de trabalho são muito problemáticos para os profissionais e para as corporações. Há risco de sequelas, o clima organizacional é prejudicado e a equipe fica mais insegura e tensa com essas situações. Manter o time protegido contra essas ocorrências é fundamental para que os processos no negócio sejam desenvolvidos com sucesso.

Além disso, é importante investir também em medidas de conscientização sobre cuidados com a saúde para que os colaboradores possam ter mais qualidade de vida. A Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (conhecida pela sigla SIPAT) é um evento exigido por lei e organizado pelas empresas com foco em orientações e reflexões sobre a saúde, a segurança e a redução de riscos para o profissional.

Quer entender melhor a SIPAT e saber como implementá-la na sua companhia? Confira o nosso post e saiba mais sobre o tema!

O que é a SIPAT?

A Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho é um evento exigido para todas as corporações que possuem Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), de acordo com a letra “O” da Norma Regulamentadora 5 (NR-5). A SIPAT deve ser organizada pela CIPA em conjunto com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT).

A duração do evento é de uma semana. Ele pode envolver palestras, apresentações, seminários e gincanas sobre temáticas ligadas à saúde e segurança no trabalho. É possível também disponibilizar serviços de verificação de pressão, pesagem, análise de índice glicêmico e orientação nutricional.

A proposta é promover uma conscientização dos colaboradores sobre temas importantes ligados à qualidade de vida e à proteção no ambiente de trabalho.

Por que a SIPAT é importante?

A SIPAT é muito importante para os empreendimentos porque ela permite à corporação fazer um trabalho preventivo com relação aos riscos e acidentes. Muitos problemas podem ser evitados se os profissionais estiverem atentos e utilizando os equipamentos de segurança necessários. Na SIPAT, é possível tornar o time consciente dessa realidade e mostrar as vantagens que ele consegue ao investir em proteção individual.

Além disso, o evento permite que os colaboradores e gestores possam interagir e dialogar, o que diminui barreiras entre eles e estimula a melhoria do clima organizacional. A equipe se sente mais segura no ambiente laboral, o que influencia positivamente no bem-estar, engajamento e motivação durante o expediente.

Outro fator que demonstra a importância da SIPAT é que ela promove a redução dos índices de acidentes e de afastamentos por doenças ocupacionais. Isso porque a SIPAT estimula a tomada de atitudes que promovem a saúde, como a prática de atividades físicas, a manutenção de uma alimentação saudável e a realização de um bom acompanhamento médico.

Como implementar a SIPAT na empresa?

Para realizar a SIPAT com sucesso no seu empreendimento, siga os passos que apontaremos adiante!

Crie uma reunião entre a CIPA, SESMT e RH

O papel dessa primeira reunião é a realização de uma discussão geral sobre como será o evento e a nomeação de uma equipe responsável pela SIPAT. É importante demarcar quem será o coordenador da SIPAT e definir papéis dentro do grupo de trabalho, distribuindo adequadamente as tarefas. Além disso, é necessário indicar prazos e demarcar um cronograma para as ações.

Outra questão a ser abordada é a escolha de quais consultorias serão contratadas. As reuniões devem ser registradas em atas, com assinatura de lista de presença. Esses registros podem ser usados junto ao Ministério do Trabalho como comprovante dos esforços da empresa na gestão e programação da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

Selecione os temas

Na legislação, não há temas obrigatórios para a SIPAT. O que a organização deve estar atenta é para o fato de que as questões discutidas devem estar ligadas à saúde e à segurança do trabalhador.

As normas trabalhistas exigem que as empresas tenham uma conscientização anual sobre a AIDS com os colaboradores, mas isso pode acontecer em qualquer momento do ano. O que muitas corporações fazem é aproveitar a oportunidade da SIPAT para expor conteúdos sobre a doença e, dessa forma, já cumprir com essa exigência.

A companhia pode adotar temas diversos na SIPAT, como a importância da prática de atividade física, alimentação saudável, alcoolismo, prevenção e combate a incêndios, primeiros socorros, importância do uso de equipamentos de proteção individual, doenças ocupacionais, sustentabilidade e planejamento familiar.

Organize uma programação

Nesse momento, é preciso fazer um cronograma das atividades e separar quais serão os programas de cada dia. Aqui, é importante observar como as temáticas escolhidas serão abordadas, se haverá práticas lúdicas e qual o tempo de atividade por dia.

A SIPAT deve durar uma semana, mas as ações não precisam ocupar o dia todo. Duas horas de atividade por dia já é um excelente referencial, lembrando do fato de que as práticas devem acontecer durante o expediente. Além disso, é preciso definir também se o empreendimento vai fazer um revezamento e manter o trabalho ou se as atividades laborais serão interrompidas para a realização do evento.

Faça a divulgação com antecedência

Divulgar a SIPAT com antecedência é fundamental para incentivar a participação dos colaboradores. Assim, os profissionais podem programar suas agendas para comparecer no ciclo de atividades.

Utilize todos os canais de Comunicação Interna que a empresa dispõe. Anúncios na TV corporativa, cartazes, e-mails e folhetos são boas alternativas para tornar o time ciente da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

A SIPAT é um evento exigido na legislação que objetiva divulgar ideias e incentivar a promoção da saúde e segurança no ambiente de trabalho. A proposta é promover a conscientização da equipe e minimizar problemas ligados a proteção dos profissionais no ambiente laboral, além de incentivar hábitos direcionados à qualidade de vida.

É importante nomear uma comissão responsável pela SIPAT e registrar todas as reuniões antecedentes e programas realizados na semana, fazendo inclusive lista de presença. Isso é necessário para ter comprovações para apresentar ao Ministério do Trabalho em caso de fiscalização.

Com os cuidados adequados, é possível desenvolver uma Semana Interna envolvente e interessante, estimulando a participação do time nas ações. Gostou de conhecer a SIPAT e de saber como implementá-la na corporação? Aproveite e compartilhe este conteúdo com seus colegas nas redes sociais!

Aberje Trends: fique por dentro das tendências da comunicação

No final do mês de abril aconteceu o Aberje Trends – Tendências em Comunicação 3ª Edição, evento que reúne anualmente especialistas para discutir tendências da comunicação e concretizar as relações e relevância do tema para as empresas.

O Diretor Executivo da P3K, Elizeo Karkoski, participou de forma mais aprofundada da conferência e painel de cases que teve como tema central a Transformação digital e comunicação com empregados.

Como moderador, ele conduziu debates sobre a importância da cultura, da liderança exemplar nas empresas e do protagonismo das pessoas, em especial, em momentos de transição, como avanços da comunicação através da tecnologia.

Pontos como descentralização e horizontalização da informação também tiveram grande destaque na conversa, o que reforçou o uso da comunicação interna como pilar estratégico, ressaltando que tendências digitais são novas ferramentas que possibilitam novos resultados, mas que o exercício da crença e do propósito é a base para que o crescimento seja realmente positivo.

Ainda sobre resultados, a importância da mensuração de retorno de investimentos na comunicação foi debatida com a apresentação de estratégias e novas ferramentas que auxiliam nessa etapa de conclusão de projetos.

Foram também abordados temas relevantes da atualidade, como lobby e os caminhos para as relações governamentais e institucionais no Brasil, inovação de ferramentas, a diversidade corporativa, compliance na comunicação, jornalismo de dados, fake news e branded content.

A participação no evento, através de seu Diretor Executivo, reforça o posicionamento da P3K como embaixadora da Comunicação Interna no Brasil.

 

Resultados de sucesso de clientes P3K Comunicação

Uma boa comunicação corporativa é primordial para qualquer negócio que valoriza o seu capital humano e pretende ser rentável: apenas com uma cultura organizacional eficiente que permita que processos fluam naturalmente e uma equipe bem alinhada, é capaz de resolver problemas com tranquilidade e rapidez.

Empresas especializadas em Comunicação Interna são a melhor opção para quem quer criar estratégias personalizadas e mantê-las vigentes dentro da companhia com o passar do tempo. A P3K Comunicação, referência absoluta no segmento, conta com 10 anos de experiência e know-how para auxiliar qualquer companhia a alcançar sua melhor performance por meio da CI e do Endomarketing.

Ainda não sabe como o auxílio da P3K pode revolucionar a cultura organizacional do seu empreendimento e fazê-lo prosperar? Conheça alguns trabalhos de sucesso da agência e entenda o que ela pode ser capaz de fazer pela sua companhia!

Diagnóstico Restoque S.A.

O primeiro passo tomado pela P3K para a implementação de estratégias que promovessem a melhoria da Comunicação Interna da Restoque S.A durante o processo de compra da Dudalina foi realizar um Diagnóstico completo do negócio e identificar gaps que pudessem prejudicar seu bom funcionamento.

Metodologia de investigação

Para fazer um book de Diagnóstico plenamente funcional, a P3K tomou medidas, como a realização de entrevistas individuais com os gestores das áreas da empresa para entender o cenário de CI, focus group com pessoas de diferentes cargos e envio de e-mails para que a equipe de loja também pudesse opinar.

Após uma análise, descobriu-se que a Restoque não possuía uma estrutura de Comunicação Interna estruturada, já a Dudalina tinha um processo de comunicação que já fazia parte da rotina das pessoas, compondo sua cultura. Esse cenário trouxe dificuldades para a integração das empresas.

Criação de planos de ação

O desafio da P3K era proporcionar a integração dos públicos e mostrar que faziam parte da mesma companhia, com uma comunicação abrangente, usando ferramentas de uso comum a todos nas diversas regiões demográficas.

Com um Diagnóstico completo, foi possível identificar o tom de voz da comunicação da Restoque S.A. e os dois melhores meios para falar com o público: mural, portal  e-mail marketing. A partir dessas ferramentas, foi possível instaurar a Comunicação Interna na companhia de uma maneira estratégica e, principalmente, de forma unificada.

Uma das principais resoluções tomadas foi a implantação de templates de comunicados. Com eles, cada colaborador sabe quando o comunicado é para toda a empresa e quando ele veio de um gestor específico ou, até mesmo, do presidente.

Outra medida que revolucionou o modo como a Restoque se comunica foi a reformulação da identidade visual e navegabilidade da intranet. Ela se tornou mais atrativa e, consequentemente, mais acessada pelos colaboradores, se transformando no principal canal para aquisição de conhecimento sobre a companhia.

adidas – Vivendo o esporte

Como empresa líder no mercado esportivo, a crença central da adidas é que “através do esporte, temos o poder de mudar vidas”. Sua missão e seus valores são tão fortes que a instituição deseja que todos os colaboradores sintam e vivam tal crença.

A adidas decidiu reforçar a cultura do esporte entre seus profissionais, estabelecendo uma maior conexão entre sua equipe e atletas que carregavam consigo a marca. Com isso em mente, contou com o auxílio da P3K Comunicação para promover essa crença central dentro da cultura organizacional.

Para proporcionar a todos os profissionais a vivência do esporte, a P3K Comunicação desenvolveu ainda dinâmicas que davam espaço para que os colaboradores pudessem sentir e mostrar o poder transformador do esporte na vida das pessoas.

Profissionais selecionados (por meio do engajamento nas ações promovidas) tiveram a oportunidade de gravar um vídeo profissional contando a sua história e se tornaram embaixadores da crença central ao longo da campanha. Ao final, foram seis histórias contadas em formato de microssérie.

Com tudo isso, foi possível alcançar o objetivo de manter os colaboradores alinhados e conectados aos assuntos que são relevantes e mais estratégicos para toda adidas do Brasil, a nível regional e global.

Aproximando os colaboradores da companhia

De quinze em quinze dias, desde setembro de 2015, a P3K Comunicação produz uma newsletter chamada Three Stripes Times, com a curadoria dos assuntos que foram destaque na companhia, e esse é principal canal de comunicação da adidas do Brasil com os seus colaboradores.

Enviada por e-mail, em HTML, e com um layout atrativo, a newsletter facilita o acesso às informações e diminui os gaps de comunicação na companhia. Todas as matérias ficam hospedadas na intranet, a qual recebe cerca de 1.000 acessos mensais. Quem não tem acesso ao computador recebe a versão mural.

CASC S.A. (Cargill)

Como falar com mais de 7.000 pessoas, em três idiomas e com 11 países com culturas diferentes? Esse foi o desafio que a P3K Comunicação recebeu da Cargill para desenvolver a campanha de comunicação do CASC SA — programa da empresa direcionado a todos os colaboradores da América Latina sobre a reformulação do modelo de negócio da empresa.

A campanha teve como principal objetivo informar, engajar e integrar os profissionais às mudanças, fazendo com que todos entendessem as suas responsabilidades, conhecessem suas lideranças e trabalhassem dentro do modelo que é praticado em âmbito global.

O tom utilizado na campanha foi leve e com vocabulário simples, objetivo e claro para atender todos os públicos e peças de fácil adaptação a qualquer unidade do negócio, seja escritório, fábricas, porto ou mesmo campo. Para facilitar o acesso e assimilação, todas as informações foram distribuídas em 8 fases, cada uma com o foco em um objetivo:

·         Fase 1: liderança;

·         Fase 2: a Cargill;

·         Fase 3 :o CASC;

·         Fase 4: criação de estratégias;

·         Fase 5: como promover a segurança;

·         Fase 6: criação de organograma;

·         Fase 7: divulgação de produtos;

·         Fase 8: serviços e clientes do negócio.

Dentro de cada etapa as ferramentas utilizadas foram cartazes, e-mail marketing, learning map, adesivos, conference call, vídeos e apresentações em PPT. Para o encerramento, um vídeo com a colaboração de todas as unidades abrangidas na campanha foi criado para promover a união de todos os participantes da estratégia.

Se sentiu inspirado pelos resultados de sucesso da P3K Comunicação? Entre em contato conosco e saiba como o auxílio de profissionais renomados no mercado pode melhorar a Comunicação Interna do seu time e otimizar os processos no seu negócio!

imagem da empresa

Entenda como os colaboradores podem ajudar a melhorar a imagem da empresa

Toda organização busca manter uma imagem positiva no mercado, não é mesmo? Passar uma boa impressão diante da sociedade é fundamental para atrair mais clientes e ter uma boa popularidade. Isso é resultado de vários esforços por parte da companhia em um conjunto de estratégias de marketing.

O que muitos gestores começaram a perceber nos últimos tempos é que investir também no marketing interno se tornou algo primordial e que os colaboradores são fundamentais na propagação de uma boa imagem da empresa.

Quer saber como os profissionais contribuem para melhorar a impressão que o empreendimento passa ao público? Confira o nosso post e entenda!

Qual é a importância de uma cultura de Endomarketing para a empresa?

Uma cultura de Endomarketing para a empresa contribui para que os colaboradores fiquem mais motivados no negócio e, assim, desenvolvam suas atividades de maneira mais efetiva e com mais qualidade. Dessa forma, o time fica mais produtivo e obtém melhores resultados no desempenho das tarefas.

Além disso, com o grupo de trabalho mais satisfeito com a corporação, o clima organizacional melhora, pois as pessoas ficam mais bem-humoradas e tendem a construir interações mais positivas. O profissional também encontra mais motivos para ser compromissado com o negócio, pois o trabalho proporciona experiências positivas, gratificantes e benéficas.

O maior contentamento da equipe contribui para a redução da rotatividade, uma vez que as vantagens do negócio ganham destaque e passam a ser um incentivo a mais para que o colaborador queira permanecer em seu emprego.

Com esse conjunto de fatores, a companhia consegue manter a equipe mais disposta e engajada. Assim, as pessoas realizam um atendimento de qualidade para o público, o que contribui para a promoção de uma imagem positiva para o empreendimento diante do mercado.

Quais ações contribuem para melhorar a imagem da empresa diante do público interno?

Há uma série de ações que a empresa pode realizar para melhorar a sua imagem diante do público interno, o que contribui para promover uma impressão positiva do empreendimento no mercado. Acompanhe mais a seguir!

Escute a sua equipe

Uma ótima forma de deixar claro para os colaboradores o quanto a participação deles é importante para a organização é pedir a opinião de cada um sobre o que pode ser mudado. Nesse momento, é fundamental também dar abertura para sugestões.

Ao realizar essa atividade, registre as ideias que eles propõem e ofereça feedbacks sobre as alternativas dadas. Quando alguma ideia for adotada, lembre-se de dar ao autor da proposta o crédito merecido.

Essa medida traz um sentimento de gratificação para o profissional e estimula o senso de pertencimento ao meio corporativo. Com isso, o time fica satisfeito com a organização e percebe que a empresa realmente valoriza e se preocupa com as ideias de suas equipes.

Ofereça benefícios

Não é somente o salário que convence um talento a permanecer em um emprego. As oportunidades de ter mais qualidade de vida também são importantes fatores de fidelização de um profissional. Oferecer benefícios é um excelente atrativo para o colaborador, pois isso permite que cada membro da equipe tenha mais conforto.

Planos de saúde e odontológicos, vale-cultura, vale-alimentação, descontos em academias são apenas algumas alternativas que podem proporcionar mais comodidade para a equipe e fazer ela se sentir valorizada. Além disso, o benefício também oferece mais tranquilidade para a família do colaborador, o que contribui para que ele seja agradecido à empresa pela vantagem obtida.

Invista em premiações e bonificações

Ver seus esforços serem recompensados é realmente gratificante, não é mesmo? Ter uma política meritocrática no empreendimento contribui para que os profissionais vejam os resultados positivos de seu trabalho, o que aumenta o sentimento de gratificação.

Investir em premiações e bonificações para quem se destaca no desempenho das atividades permite que a corporação tenha uma imagem positiva diante dos colaboradores. Assim, quem se esforçar mais terá vantagens pela sua dedicação e trabalho duro. Os liderados terão um incentivo para investir sua energia em serem mais produtivos e para desempenharem suas tarefas com qualidade.

Aposte em treinamentos

A equipe fica mais envolvida e engajada quando percebe que a companhia investe nela. Assim, oferecer treinos e capacitações é uma proposta muito positiva. Os colaboradores se tornam mais qualificados para o desempenho das tarefas e, com isso, alcançam melhores resultados. Isso traz motivação e estimula o compartilhamento de conhecimento e a cooperação.

Além disso, uma capacitação é um item que pode melhorar a credibilidade do currículo do profissional, o que é altamente motivador. Aprimorar os conhecimentos é uma oportunidade única e os liderados aproveitam bem essa chance. Assim, eles se sentem valorizados pela organização e percebem que os gestores estão preocupados em oferecer boas oportunidades para seus times.

Promova ações de integração na empresa

Promover práticas para que os colaboradores possam interagir é importante para a formação de laços entre os profissionais e para a humanização das relações de trabalho. Isso melhora o bem-estar na corporação e mostra que a empresa se preocupa em proporcionar momentos de convivência saudável para a equipe.

A organização pode fazer happy hours, grupos de estudo, grupos para a prática de atividade física, comemorações quando metas são alcançadas ou em datas especiais e uma série de outras atividades.

A medida promove bem-estar no trabalho e permite que a convivência do pessoal seja mais sadia. Com isso, os liderados desenvolvem uma impressão positiva do empreendimento.

Os profissionais são figuras muito importantes na construção da imagem da empresa. Se a equipe tem uma boa visão da companhia, ela trabalha melhor, é mais produtiva e realiza um atendimento com mais eficiência. Isso garante mais satisfação para o consumidor, promovendo a fidelização de clientes e o aumento da lucratividade.

Para que os colaboradores tenham uma impressão positiva da corporação, invista em medidas que promovem o bem-estar do time e que estimulam a participação e a valorização de cada membro da equipe.

Realize práticas que demonstrem para os membros do time o quanto eles são fundamentais para que o negócio tenha sucesso. Neste post, você pôde conferir uma série de ações de Endomarketing que podem trazer muitos benefícios para a companhia.

E então? Gostou de saber como os profissionais podem ajudar a melhorar a imagem da empresa? Confira também o nosso artigo sobre tendências em Comunicação Interna e Endomarketing e informe-se mais sobre o assunto!

como dar feedback

Afinal, como dar feedback de forma eficaz?

A boa comunicação é uma forma de arte. Saber como dar feedback proporciona um ambiente de transparência em que todos se sentem corresponsáveis pelo crescimento um dos outros e da empresa.

No entanto, não é preciso ter nascido com um dom para ter esta habilidade social. Saber ouvir e conhecer a maneira certa de falar são virtudes que podem ser desenvolvidas por meio de treino e prática.

Ter um diálogo claro com os funcionários nem sempre é uma tarefa fácil, mas investir nessa cultura é tão benéfico para ambas as partes que vale a pena se esforçar para colocar essa prática em ação.

Quer saber mais sobre feedback? Então, acompanhe o post a seguir e veja como potencializar esse recurso no seu dia a dia!

O que é feedback?

Para falar melhor sobre essa técnica, começaremos pontuando o que ele não é. Saber isso é crucial para que se possa discernir um comportamento do outro e obter os melhores resultados.

Ao contrário do que muitos pensam, o momento do feedback não é, necessariamente, a hora em que um líder dá uma bronca em seu funcionário. Essa prática também não deve ser comparada a uma queixa, a um conselho e nem mesmo a lições de moral.

Ele é uma ferramenta de bastante relevância para o desenvolvimento de times e que garante uma alta performance. Constitui-se de uma conversa franca na qual são apontadas sugestões e críticas, sejam essas positivas ou não.

Existem três tipos de feedback:

  1. feedback construtivo: descreve o comportamento da pessoa, dando a ela informações relevantes que facilitem o desenvolvimento de suas tarefas.
  2. feedback positivo: informa o profissional que suas metas foram alcançadas e reforça o comportamento adequado.
  3. feedback negativo: pontua um comportamento inapropriado, desencoraja sua continuação e estimula uma mudança.

Um bom feedback vai além do preenchimento de formulários e programas de pontuação. É uma atitude que representa a consideração e o respeito pelo ser humano. Pode diminuir incertezas e ansiedades de quem o recebe.

É uma técnica que cria oportunidades, reconhece talentos e supera dificuldades por salientar a troca de informações e promover a saúde empresarial por meio do engajamento e do convívio harmonioso entre os funcionários.

Qual a importância do feedback?

O principal objetivo do feedback é identificar os pontos fortes e os que necessitam de ajustes, visando sempre a evolução do profissional, o alinhamento das equipes e o alcance dos resultados pretendidos pela organização.

Quando feito corretamente, ele funciona como uma bússola que dá a melhor direção a seguir. Ele é um instrumento de aprimoramento e aprendizado pelo qual busca-se alcançar o melhor desempenho nas funções exercidas.

Implantar uma cultura de feedback exige uma certa adaptação. É preciso avaliar o contexto organizacional, fazer um Diagnóstico para que se entenda o ambiente e saiba qual a técnica mais indicada para que ocorra a sua implantação.

Esses retornos devem ser dados de forma contínua, com uma revisão periódica dos métodos utilizados. Algumas empresas estipulam datas para dar um retorno aos funcionários, o que pode ocorrer semestral ou anualmente. Porém, o que gera o melhor resultado é o feedback dado de maneira espontânea, natural e rotineira.

Geração Millenials

A geração Millenials (também chamada de geração Y) está dominando cada vez mais o mercado. Ela tem muitas vantagens em relação aos seus pais e avós, e uma delas é o seu forte vínculo com a inovação a com a tecnologia.

Contudo, esses jovens necessitam de muita atenção e pedem por feedbacks constantes. Eles têm a necessidade de serem aprovados e, com isso, se sentem impelidos a melhorar suas habilidades.

Portanto, uma corporação que quer se manter atualizada e reter os seus talentos precisa desenvolver uma cultura que supra às necessidades desse novo modelo de profissionais.

Feedback vertical e horizontal

É importante que, ao implantar essa cultura, deixe claro que é uma via de mão dupla. Tanto gestores podem fazê-lo, quanto liderados podem se sentir à vontade para se dirigirem a seus líderes e dizer o que está bom e o que pode ser melhorado. Isso é o que se chama de feedback vertical.

Ainda é possível incentivar a troca de feedbacks entre colegas — esse é o horizontal. Fazer isso da forma correta não só une o time como garante a efetividade no cumprimento das metas e dos objetivos da empresa.

Oferecer treinamentos que auxiliem na promoção de boas práticas na hora de dar e de receber feedbacks pode evitar situações constrangedoras para todos os envolvidos. Um dos pontos a ser trabalhado é a empatia genuína, diminuindo o risco de algum profissional fazer a outro o que ele não gostaria que fizessem com ele.

Como dar feedback?

Como uma forma de comunicação, o feedback eficaz é aquele que consegue atingir o seu interlocutor, e a compreensão do que foi enunciado é uma de suas consequências. Para que isso ocorra, deve-se privilegiar uma fala bem descritiva, clara e direta, que não deixe margens para dúvidas ou interpretações errôneas.

A maioria das pessoas se sentem constrangidas ao receber um retorno, pois têm dificuldade em aceitar as próprias imperfeições.

Por esse motivo, uma das premissas da cartilha do feedback é o fato de que não se deve levar o que foi dito para o lado pessoal. Evitar falar do caráter e das características pessoais do profissional é uma boa opção para que isso não aconteça.

O êxito dessa prática é pautado em uma relação de confiança mútua. Isso promove um ambiente de colaboração, no qual o funcionário se sente acolhido e reconhecido. Outro fator fundamental é a segurança de que a conversa é em prol do crescimento e não uma forma de ameaça.

Algumas ações podem evitar que haja rejeição por parte dos funcionários no momento de receberem os feedbacks, o que impediria o amadurecimento e o desenvolvimento da equipe e do próprio líder. Veja algumas:

  • escolher um ambiente neutro que ajude a minimizar a tensão;
  • refletir cautelosamente sobre o que se pretende dizer;
  • destacar as qualidades do ouvinte antes de pontuar o ponto negativo ou de cobrar algo;
  • ouvir com atenção o que o outro tem a dizer;
  • dar o feedback imediatamente e não quinze dias ou um mês após o ocorrido.

Quando o assunto tratar de condutas impróprias, os feedbacks não devem ser dados na presença de terceiros, mas somente em conversas individuais. O simples fato de alguém estar ouvindo pode gerar uma resistência no funcionário, o que fará com que ele receba as informações de forma inadequada ou ignore.

As conversas devem ser, de preferência, pessoalmente. Telefone e e-mail devem ser riscados da lista se o que se deseja é uma conversa produtiva. Afinal, nada substitui o bom e velho olho no olho.

Durante uma conversa franca, é preciso ficar atento à clareza das informações passadas. Ao finalizar, é importante ter a garantia de que o ouvinte entendeu o que lhe foi passado. Sugira, ainda, estratégias para que ele consiga alcançar as melhorias necessárias.

Um ponto que não deve ser ignorado é o reconhecimento do funcionário que aceitou o feedback e se esforçou para colocar em prática as sugestões dadas. Saber como dar um retorno é fundamental, mas avaliar as mudanças e dar um retorno positivo mostra ao profissional que ele tem valor para sua liderança.

Agora que você já sabe como dar feedback de maneira eficaz, que tal descobrir como lidar com os conflitos dentro da sua empresa? Acesse nosso post sobre o assunto e veja algumas dicas!

comunicação interna para PMEs

Comunicação Interna para PMEs: qual o segredo?

Durante muito tempo a Comunicação Interna para PMEs foi negligenciada por boa parte dos gestores. Acontece que, de uns anos para cá, muitos perceberam a importância que ela tem para o desenvolvimento de pessoas e a melhoria de processos.

Afinal, os colaboradores podem ser os melhores embaixadores da marca. No entanto, para construir defensores fortes, autênticos e duradouros, é preciso ter um plano estratégico bem definido e estruturado.

Pensando nisso, vamos abordar como trabalhar os conflitos, a necessidade do Diagnóstico, os principais erros cometidos na comunicação, as melhores práticas e outras dicas.

Como identificar gargalos e pontos de melhoria na Comunicação Interna para PMEs?

Na própria rotina de trabalho, você vai lidar com diferentes situações que favorecem a visualização de problemas e, assim, ser capaz de pensar em pontos de melhoria. Entretanto, só observar não é o bastante para descobrir os mais variados entraves que prejudicam a comunicação.

Por isso, alguns recursos são fundamentais, como:

  • Diagnóstico de canais;
  • pesquisa de Comunicação Interna;
  • entrevistas com lideranças;
  • pesquisa com público em geral;
  • análise dos canais já existentes e suas relações com o público interno;
  • pesquisas de clima (para as empresas maiores).

Essas ações são bastante oportunas para manter o foco nos objetivos de qualquer estratégia, além de permitir mais poder na tomada de decisão e facilitar uma visão mais abrangente sobre o cenário atual do seu negócio.

Por que um Diagnóstico é necessário e como fazê-lo?

A realização do Diagnóstico é fundamental para entender as carências de Endomarketing e Comunicação Interna da companhia. Sem uma imersão completa no universo da empresa, é impossível executar um bom trabalho.

Para isso, são feitas pesquisas, entrevistas, análise e Diagnóstico de canais, focus group (entrevistas de grupo focal), entre outras práticas. Dessa forma, é possível identificar as características do público interno: sexo, idade, escolaridade, renda, assuntos de interesse e outros.

O próximo passo é criar um plano para melhorar a percepção dos colaboradores sobre a comunicação exercida. Não existe uma fórmula pronta: cada empresa é analisada isoladamente por meio do perfil social, comportamento da liderança, rotina diária etc.

Como propor uma melhoria nessa comunicação e quais as melhores práticas?

Antes de tudo, para propor melhorias é preciso conhecer o universo da empresa para entender a melhor forma de colocar as ações de Comunicação Interna e Endomarketing em prática.

Mas você deve estar se perguntando: quais práticas são essas? Conheça algumas!

Implantar uma gestão estratégica

Tenha objetivos claros e determine uma estratégia capaz de transformá-los em realidade. Feito isso, você vai ser capaz de direcionar a visão dos colaboradores, alinhar a interação da equipe com todos os departamentos e desenvolver a cultura organizacional.

Incluir a liderança

Os líderes não devem ser vistos como pessoas inacessíveis. Muito pelo contrário. Eles precisam se mostrar abertos ao diálogo cara a cara. A ideia é fazer com que todos se sintam livres para manifestar suas ideias dentro de um espaço coletivo.

Escolher os canais adequados

Existe uma série de fatores que influenciam a escolha dos melhores canais, como: área de atuação, conteúdo da mensagem, tamanho da empresa, quantidade de colaboradores etc. Muitas organizações utilizam mais de um e, ainda assim, não conseguem atingir os objetivos.

Mensurar os resultados

O sucesso de uma estratégia depende de análise constante para ser aprimorado continuamente. Faça isso com uma frequência certa para conferir se os resultados propostos estão sendo alcançados de maneira satisfatória.

Quais são os principais erros na Comunicação Interna que muitas PMEs cometem e como evitá-los?

Falta de investimento

É comum que a causa da falta de investimento seja a baixa percepção sobre a importância da Comunicação Interna. Isso acontece na sua empresa? O resultado disso é uma equipe desmotivada, sobrecarregada e improdutiva. Sem contar o uso de tecnologias ultrapassadas que não ajudam em absolutamente nada.

Responsabilidade apenas de um gestor

Comunicação eficiente não é uma via de mão única. Ou seja, o gestor sozinho não pode fazer milagres. Todos os setores da empresa (Marketing, Recursos Humanos etc) precisam dialogar entre si, saber ouvir os colaboradores e interagir.

É importante levar em conta que cada um exerce papel essencial na construção e no desenvolvimento do negócio. Portanto, o espírito de equipe é indispensável.

Falta de planejamento e ações estratégicas

Um dos maiores erros é achar que as ações de Endomarketing podem ser feitas aleatoriamente. Assim como é relevante conhecer tudo sobre o cliente externo, é preciso também identificar o perfil do cliente interno.

Só depois da etapa de Diagnóstico é possível desenvolver um planejamento coerente com as necessidades da empresa. Como por exemplo, premiar os colaboradores com uma viagem de férias sem antes estudar a melhor maneira de interagir com ele é perda de tempo e dinheiro.

Encarar a Comunicação Interna como gasto e não investimento

Outro grande equívoco é considerar que o investimento não vai acrescentar nenhuma vantagem para os resultados da empresa. Nesse sentido, o colaborador percebe a diferença entre ser premiado uma vez ou outra e ser reconhecido continuamente pelo bom trabalho. Jamais subestime o poder das ações de Endomarketing.

Não medir a efetividade das ações

Toda estratégia deve ser acompanhada, medida, analisada e melhorada sempre que for necessário. O nível de satisfação dos colaboradores é o combustível para você ter uma equipe de pessoas felizes, amigáveis, produtivas. Por isso, utilize métricas e indicadores de desempenho para medir os resultados.

Quais são as principais ações de Endomarketing e Comunicação Interna que as PMEs devem considerar implementar?

As ações dependem muito de cada cultura, mas podemos citar os 3 momentos principais do papel da comunicação dentro das empresas:

1. Informar

É estabelecer um processo de comunicação que mantenha as pessoas alinhadas. Isso significa ter mais transparência e fazer com que todos participem das mesmas informações sobre a empresa.

2. Comemorar

Comemorar é a essência do engajamento entre as pessoas. O Endomarketing celebra esses acontecimentos que podem ser por meio de uma festa, lembrança ou apenas com atitudes simples, como um protetor de tela especial ou e-mail marketing.

3. Reconhecer

Mérito pelo tempo de serviço, aniversário, destaque profissional, enfim, a comunicação pode estar envolvida nas cerimônias da empresa, fazendo de tudo para que os colaboradores se sintam privilegiados por estarem ali.

Como a P3K atua para ajudar os clientes com necessidades nessa área?

Somos uma agência que atende grandes corporações há mais de 10 anos. Estamos sempre prontos a ajudar pequenas e médias empresas a superarem as expectativas com o sucesso da Comunicação Interna.

Temos como missão promover soluções estratégicas e criativas alinhadas aos objetivos do cliente, fazendo com que ele seja referência em ambiente corporativo. Acreditamos que toda e qualquer comunicação com os colaboradores influencia positivamente no crescimento do negócio.

Utilizamos diversas metodologias, dentre elas Design Thinking, em que abordamos problemas com análise de informações, aprendemos com erros e acertos, desenvolvemos soluções de acordo com as diretrizes da empresa e seus líderes e levamos em consideração o sentimento comum entre os colaboradores.

Como você viu, a comunicação interna para PMEs não é um bicho de sete cabeças. Ao mesmo tempo, é preciso ter conhecimento técnico e as habilidades necessárias para desenvolver um projeto capaz de apresentar resultados concretos.

Que tal implementar processos de comunicação estratégica com os colaboradores e ter mais tempo livre para cuidar de outras demandas? Entre em contato com a gente agora mesmo!

novos clientes P3K

P3K fecha o 1º trimestre de 2018 com 6 novos clientes e alcança importantes segmentos da economia

Novos clientes da agência são referências no agronegócio, varejo e aviação.

O ano mal começou e já são muitos novos clientes/parceiros para alcançar objetivos estratégicos contando com a atuação da P3K Comunicação.

A P3K é a agência escolhida para atuar na comunicação interna da Cargill, Torra Torra e BRK Ambiental. Os novos clientes são marcas consolidadas em seus respectivos setores e buscam estruturar e fortalecer ainda mais o diálogo com seus colaboradores. A P3K é a responsável pelo desenvolvimento de campanhas, ações de engajamento, projeto editorial para canais de comunicação interna, além de exercer um papel de consultoria no dia a dia dessas organizações.

“A comunicação com empregados, para estas organizações, já tem uma posição de destaque na estratégia de negócios, onde de forma geral visam o engajamento e transparência no processo de disseminação da cultura e objetivos estratégicos e que impactam diretamente nos resultados, como por exemplo na retenção e atração de talentos, ou ainda, em resultados mais pragmáticos como redução de despesas e treinamento”, Elizeo Karkoski – Diretor executivo da P3K Comunicação.

O primeiro trimestre de 2018 marca também a conquista de projetos de comunicação interna para a Laureate, Latam e Scopus. 

Com uma equipe de mais de 40 profissionais, a P3K possui expertise para auxiliar os novos e atuais clientes em seus desafios comunicacionais. “Nossa preocupação é o alinhamento estratégico e a disseminação de cultura dentro das empresas. Esses são pontos chave, que impactam diretamente no desempenho das organizações no mercado. Por isso defendemos uma atuação cada vez mais estratégica da comunicação interna. Em nossas entregas os clientes podem perceber essa postura da P3K”, comenta Laryssa Almeida – Gerente de Planejamento e Estratégia da P3K

Com as perspectivas de mudanças na configuração do trabalho, humanização das relações e a constante preocupação das empresas em criar o senso de pertencimento entre seus colaboradores, a área de comunicação interna deve conquistar cada vez mais espaço nas organizações. O cenário favorece o aumento do escopo de atuação e atividades da área.

 

slack, redes sociais corporativas

Redes sociais corporativas: conheça 3 ferramentas para melhorar a Comunicação Interna

Há alguns anos, as redes sociais vêm ganhando espaço no dia a dia dos indivíduos. O sucesso é tanto que elas se renovam a todo instante para satisfazer as necessidades e os desejos dos usuários. No entanto, essa nova forma de comunicação não se limita a vida pessoal.

Hoje diversas empresas já adotaram as redes sociais corporativas e estão transformando a maneira como os profissionais interagem. Elas são o reflexo da inovação que ocorre na sociedade. São fruto da busca por estratégias para melhorar o convívio entre profissionais, bem como propagar informações de maneira mais eficiente e aumentar a produtividade.

Acompanhe o post e conheça algumas das redes que têm causado impactos positivos no cotidiano das corporações! Boa leitura!

O que são redes sociais corporativas?

As redes (ou mídias) sociais receberam esse nome porque têm como principal objetivo conectar pessoas com os mesmos objetivos e valores. São plataformas on-line e, dentro desse domínio, é possível conversar e compartilhar informações, ainda que os outros participantes estejam a milhas de distância.

Na esfera pessoal, elas fomentam, até certo ponto, o convívio social e o contato com pessoas que, por um motivo ou outro, se interligam. O modo de operar uma rede social corporativa é semelhante: a diferença está no tipo de conteúdo, que é alinhado aos objetivos da empresa.

Além disso, elas podem ser exclusivamente compostas pelo público interno ou podem expandir o acesso a fornecedores, clientes e parceiros. Trata-se de um canal versátil de comunicação, por meio do qual é possível disseminar dados e garantir que cada profissional ou setor receba o comunicado em tempo hábil e com a linguagem adequada ao seu perfil.

Com isso, garantem-se a adoção, a integração e o engajamento por parte das equipes. Cada profissional pode ter um perfil de usuário na ferramenta e, assim, é possível publicar vídeos, fotos, notícias, promover debates, criar e fortalecer vínculos com profissionais de diferentes departamentos e assim por diante.

Todas essas ações giram em torno dos interesses da corporação e têm grande valor estratégico de Comunicação Interna e de Endomarketing, o que facilita o atingimento das metas. Veja, a seguir, três dessas redes e conheça um pouco melhor as suas vantagens!

1. Workplace

Esta rede social exclusiva para empresas é um lançamento do Facebook. Está em desenvolvimento desde de 2015 e, no início, foi chamada de Facebook at Work — só depois teve seu nome modificado para Workplace.

Tem interface muito semelhante à do Facebook, mas sem publicidade e com a possibilidade de se interligar a sistemas de Tecnologia da Informação (TI) das organizações que a adotam. Inclui recursos (como métricas para análises internas das empresas) e dashboards.

Em 2016, já havia atraído mais de mil empresas ao redor do mundo, incluindo organizações não governamentais (ONGs). O Workplace tem as principais funções do Facebook, como transmissão de vídeos ao vivo, criação de grupos e chats.

Além disso, tem feed de notícias, trending topics e possibilidade de reações às publicações. Já o Multi-Company Groups é um recurso que permite a criação de grupos compartilhados entre organizações. Com ele, empresas que têm interesses em comum ou trabalham em conjunto podem compartilhar conteúdos.

A plataforma está disponível para iOS e Android, funciona de modo totalmente independente do Facebook e permite bloquear formas de distração (como jogos do tipo Candy Crush). Com todos esses recursos, a ferramenta não é gratuita: o preço varia de US$ 1 a US$ 3 mensais por usuário, de acordo com a quantidade de funcionários da empresa ativos na rede social.

2. Yammer

O Yammer pertence à Microsoft. Foi comprado pela empresa em 2012 e vem recebendo diversas atualizações desde então. É uma plataforma que também pode ser usada por estudantes e está disponível para smartphones com Windows Phone, iOS e Android, além de computadores Windows e Mac.

A rede vem com o pacote Office 365 ou pode ser baixada diretamente do site oficial do Microsoft Office. O cadastro pode ser feito gratuitamente (mas requer um e-mail corporativo) e a rede apresenta anúncios aos usuários.

Tem interface simples e similar à de outras redes sociais. Nela, é possível publicar posts, curtir as publicações de outras pessoas, respondê-las e compartilhá-las. A rede permite a criação de grupos fechados — dessa maneira, podem-se separar equipes e abordar temas mais específicos.

O Yammer tem milhões de usuários. Por isso, a Microsoft investe cada vez mais em seus recursos: já incluiu, por exemplo, GIFs, que podem ser enviados em chats, conversas individuais e posts públicos. Um dos recusos são elogios que os líderes podem fazer tanto para equipes quanto individualmente.

3. Slack

A promessa do Slack é acabar com os e-mails na Comunicação Interna das empresas. Nele, qualquer usuário pode criar salas de bate-papo com assuntos distintos e para diferentes grupos. Além disso, há canais para conversas privadas ou podem-se marcar usuários específicos em conversas coletivas.

Lá, é possível trocar mensagens de texto e voz, bem como compartilhar fotos, vídeos e documentos. Tudo fica arquivado e o mecanismo de busca permite encontrar, facilmente, trechos de conversas anteriores. Isso ocorre porque o Slack organiza e estrutura as mensagens de maneira eficiente.

A plataforma mantém a confidencialidade, pois as conversas são vistas apenas pelos participantes das equipes e há a possibilidade de saber quem já visualizou a publicação. Não existem limites de usuários nos grupos e ainda é possível fazer marcações dando destaque às mensagens mais importantes.

As chamadas de voz e de vídeo permitem a participação de mais de 15 usuários, com notificações em tempo real. A plataforma tem a vantagem de se integrar a outras ferramentas bastante utilizadas pelas empresas, como Dropbox, Hangouts, Zendesk, Asana e Twitter. Isso facilita o gerenciamento de tarefas e a organização de documentos.

A rede pode ser baixada via iOS e Android. Para quem deseja acessar pelo computador, ela está disponível para Windows. Não há custos até que se atinja o limite de 10 mil mensagens enviadas nos grupos. Para quem alcançar o limite, há planos anuais que podem ser de US$ 80 a US$ 150 por pessoa.

Antes de escolher uma opção para ser utilizada por sua empresa, vale a pena fazer testes em pequenas equipes. Ao se decidir por uma rede, é de extrema importância que os líderes participem nessa estratégia.

Com isso, todo o grupo se sentirá mais motivado a participar. Esse tipo de ferramenta traz benefícios para a empresa — como a diminuição do turnover, uma vez que aumenta o senso de pertencimento dos profissionais. Isso acontece porque as redes sociais corporativas aproximam os funcionários, melhoram suas relações interpessoais e otimizam o dia a dia das empresas.

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