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Alerta: 5 sinais de que o ambiente de trabalho não está saudável

Os colaboradores são a chave de ouro para abrir os caminhos do sucesso e da eficiência. No entanto, isso só é possível quando o ambiente de trabalho é saudável. Normalmente, somente quando a produtividade começa a cair é que os gestores se dão conta de que há algo errado com as suas equipes.

Reconhecimento, qualidade de vida e outros fatores são partes comumente negligenciadas na gestão de talentos. Portanto, se você não quer cometer os mesmos erros de grande parte das empresas, confira este conteúdo. Descubra os principais sinais de que o ambiente de trabalho na sua empresa não vai bem!

1. Falta de comunicação

Uma comunicação saudável é fator indispensável para qualquer relacionamento. Não é diferente nas organizações. Portanto, um dos primeiros sinais perceptíveis de que algo não está certo com as suas equipes é a falta de comunicação entre as pessoas.

Nesse ponto, os colaboradores precisam ser ouvidos e considerados, receber feedbacks e estar a par de tudo o que acontece na organização, sejam mudanças pontuais ou seus próprios objetivos estratégicos.

Logo, a Comunicação Interna é um fator essencial para quem pretende manter ambientes saudáveis. Para isso, é importante realizar reuniões periódicas de atualização, assim como feedbacks individuais, que permitam que você gere uma devolutiva sobre o desempenho de cada um e escute o que todos têm a dizer.

Se você quer ir além, considere adotar um software de Comunicação Interna. Entre os vários benefícios que ele pode gerar, estão:

  • redução da distância física entre os membros da mesma equipe;
  • centralização das informações em um único canal;
  • eliminação de possíveis falhas de comunicação, como atraso de recebimento;
  • constante atualização dos colaboradores sobre as novidades da empresa;
  • facilidade de manter o ambiente limpo e organizado, sem comunicados impressos.

2. Colaboradores desmotivados

Além de ser um sinal de que o ambiente não está saudável, a desmotivação dos colaboradores é um problema que gera riscos para a organização. As pessoas passam a ser negligentes com suas funções, estabelecem uma baixa produtividade, aumentam os níveis de absenteísmo e de turnover.

Reconhecer esse sinal não é uma tarefa muito difícil. Além dos casos descritos acima, você perceberá:

  • colaboradores reclamando com mais frequência;
  • presença de conflitos e discussões;
  • falta de cooperação entre membros de uma mesma equipe;
  • excesso ou acúmulo de trabalho;
  • estagnação profissional em grande parte das equipes;
  • necessidade de um chefe presente para que as metas sejam cumpridas.

Ficou mais fácil identificar, não é mesmo? Agora, para resolver esse problema, você precisará tomar algumas atitudes. Se você quer melhorar a satisfação e a motivação das suas equipes de trabalho, considere:

  • inspirar por meio de um bom exemplo de liderança;
  • dar autonomia para que as pessoas se autoliderem;
  • remunerar de forma satisfatória e atrativa;
  • estimular a confiança, eliminando o microgerenciamento;
  • tornar a comunicação um canal livre e aberto entre os níveis hierárquicos;
  • contratar pessoas que tenham valores semelhantes aos da organização.

3. Equipe desunida

Provavelmente, se as suas equipes estiverem estabelecendo uma péssima comunicação, além de se sentirem desmotivadas, elas serão desunidas. Esse cenário deve ser consequência da falta de engajamento e da ausência do senso de pertencimento àquele grupo de trabalho

Isso pode gerar problemas ainda maiores. Individualmente, o colaborador pode sentir que os membros da sua equipe são, na verdade, seus rivais. E isso provoca um ambiente de trabalho hostil e destrutivo em muitos sentidos.

Você já deve saber que a força de um talento é potencializada quando ele é aproximado a outros talentos, não é mesmo? Por isso, se você quer promover o engajamento nas suas equipes, precisa estar disposto a realizar algumas mudanças.

Promover eventos de integração é uma das melhores soluções, nesse caso. Seja um lanche coletivo entre a equipe, um happy hour ou a comemoração do alcance de uma meta. O segredo é romper a ideia de que as pessoas tenham que competir entre si para obterem resultados melhores e fazer com que elas trabalhem juntas.

4. Excesso de trabalho

Outro forte fator de influência para um ambiente prejudicial são as altas cargas de trabalho, acompanhadas de falta de reconhecimento.

É comum que um colaborador precise desempenhar funções que vão além da sua obrigação ou faça horas extras. No entanto, isso não pode exceder os limites aceitáveis e legais. Além disso, quando se torna uma rotina, pode ser indício de um problema maior.

Talvez um determinado colaborador não esteja dando conta da demanda por várias razões, como:

  • volume muito grande de trabalho;
  • necessidade de realizar contratações adicionais;
  • inadaptação com a função;
  • necessidade de realocação.

O segredo é sempre buscar entender se é uma limitação do colaborador ou se a empresa está demandando muito trabalho. Nesses casos, a solução pode ser contratar um novo colaborador para aumentar a equipe ou substituir o atual.

5. Ausência de Marketing Interno

Essa é uma estratégia que visa à satisfação dos colaboradores de uma empresa. Quando ela deixa de olhar para o seu público interno como olha para os seus clientes, o ambiente de trabalho tende a deixar de ser saudável. Afinal, não tem ninguém responsável por “cuidar dele”.

Dessa forma, o Marketing Interno torna-se a solução de cuidado para com os colaboradores da organização. É ele que integra todas as demais atitudes já mencionadas para resolver os problemas apresentados em uma única estratégia de manutenção de um ambiente de trabalho saudável.

Portanto, são funções do Endomarketing, junto ao setor de Gestão de Pessoas:

  • oferecer um ambiente de trabalho limpo, confortável e salubre;
  • garantir a infraestrutura necessária para o bom desempenho das atividades;
  • respeitar e garantir os direitos trabalhistas;
  • manter canais de comunicação claros e abertos;
  • criar eventos para descontração, integração e relaxamento das equipes;
  • reconhecer e premiar os colaboradores que dão o seu melhor pela empresa.

Ainda é importante ressaltar que um dos melhores métodos de comunicar a realidade sobre uma marca empregadora é por meio do seu quadro de colaboradores. Isso significa que colaboradores insatisfeitos podem ser um risco para a companhia. Ao mesmo passo, uma equipe motivada e satisfeita pode ser a chave para melhorar a imagem da empresa no mercado!

Se você gostou desse conteúdo e quer ir além para identificar a real situação do ambiente de trabalho na sua empresa, leia este post: Pesquisa de clima organizacional: qual a importância e como fazer!

p3k e aberje comunicacao

P3K e Aberje juntos para demonstrar a paixão pela comunicação

Em uma ação de posicionamento de marca e relacionamento, a P3K Comunicação estará patrocinando os próximos coffees breaks dos cursos da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial). O projeto é uma extensão da parceria com a instituição que, desde 1967, fomenta o ensino, a pesquisa, o reconhecimento e o desenvolvimento de publicações voltadas para a área de comunicação corporativa.

Até agosto de 2018 o público que frequenta os cursos da Aberje poderá participar do sorteio de kits, conhecer um pouco mais sobre a P3K por meio do folder institucional e ainda declarar o seu amor pela área de comunicação por meio de um papertoy no formato de coração.

A iniciativa marca o lançamento da nova identidade visual da P3K, que em 2018 completa 10 anos de atuação. “Evoluímos e amadurecemos ao longo da nossa história. Estava na hora de transmitir isso para o mercado de uma forma abrangente e direta. Assim, reformulamos nossa identidade e fortalecemos o diálogo com o setor por meio da ação de patrocínio dos coffees dos cursos da Aberje”, explica Elizeo Karkoski, diretor executivo da P3K.

Diante da relevância da Aberje para o setor de comunicação corporativa, a P3K buscou estruturar uma estratégia de ativação que trouxesse visibilidade e conexão com o público. “Nosso compromisso é criar oportunidades para os associados, desde que isso ocasione um estímulo ao conhecimento, intercâmbio e inteligência da área de comunicação corporativa. O contexto da parceria entre Aberje e P3K se encaixa exatamente nesse raciocínio”, avalia Rodrigo Cogo, gerente de Desenvolvimento Associativo da Aberje.

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Funcionários #Lovers é tema de encontro no InovaBra Habitat

“Funcionários #Lovers – Estratégia para atrair e reter talentos” foi o tema apresentado pelo executivo da P3K Comunicação, Elizeo Karkoski, no último dia 29 de maio. O debate aconteceu no InovaBra Habitat – um espaço incrível da Organização Bradesco que tem o objetivo de disseminar o conhecimento entre empresas, startups, investidores, mentores e empreendedores, de maneira colaborativa.

Durante o evento, as relações humanas dentro do ambiente corporativo nortearam a discussão sobre a importância de se investir no clima organizacional e na felicidade dos funcionários. Segundo o palestrante, para as empresas que já entenderam que atualmente o diferencial competitivo está no Capital Humano, a cultura organizacional tem relevância igual ou até maior que as estratégias de negócio e de marketing.

“Vejo que o tema é uma necessidade preeminente em todas as organizações e a busca por um formato que traga o equilíbrio nas relações é fundamental para que as empresas possam ter um time em sinergia, com foco nos propósitos. Por trás de qualquer negócio há seres humanos – com suas necessidades, comportamentos e fisiologias – e ignorar isso pode definir o seu fim ou evolução”, acrescenta Karkoski. O impacto direto na saúde física e emocional dos indivíduos também foi citado por ele.

No final da palestra, houve um debate de uma hora em que o próprio público reafirmou que uma gestão horizontalizada e transparente, com objetivos e propósitos bem-definidos é a chave para manter-se no mercado competitivo. Seja nas Staturps ou nas empresas tradicionais, propagar uma imagem #Lover que envolva os funcionários com os valores e comportamentos esperados, tem sido uma meta a ser cumprida, antes mesmo da contratação.

diagnóstico de comunicação

Diagnóstico de Comunicação Interna: o que é, para o que serve e mais!

Elevar o status de uma organização é uma tarefa que exige uma boa estratégia. Há muito o que se fazer dentro e fora da empresa para alcançar esse objetivo. Mas, antes de mais nada, é preciso realizar um Diagnóstico de comunicação.

Um bom clima organizacional é de fundamental importância para manter uma equipe engajada, motivada e com os propósitos alinhados aos da corporação. Porém, no ambiente empresarial, tal cenário nem sempre é o que se mostra.

Por isso, é preciso redobrar os esforços e trabalhar junto aos colaboradores. E essa é uma das funções da Comunicação Interna: explorar a relação entre empresa e profissional para atingir os melhores resultados para ambos.

Se você deseja saber o que é e como um Diagnóstico de comunicação pode ajudar a sua empresa a cumprir essa missão, acompanhe este post e descubra!

O que é Diagnóstico de Comunicação Interna?

Falando de uma forma geral, Diagnóstico é conhecimento. Ele é um valioso instrumento para levantar dados e, por meio deles, traçar um plano de ação que tenha chances reais de obter sucesso. Traduzindo tal conceito para a Comunicação Interna (CI) de uma organização, essa ferramenta disponibiliza informações cruciais à equipe do Recursos Humanos (RH) e ao pessoal do marketing.

O Diagnóstico de Comunicação Interna busca saber como os colaboradores de uma companhia a veem e qual é a percepção que eles têm dessa comunicação. Ele é o primeiro passo que uma empresa deve dar antes de pensar na implementação de um projeto, independentemente do resultado esperado.

O objetivo do plano pode ser: mudar a cultura organizacional, tornar o ambiente mais agradável, promover mais qualidade de vida no trabalho, eliminar as conversas de corredor, mudar a identidade da marca, fortalecer a missão, a visão e os valores, engajar os profissionais, entre outros.

Seja qual for a meta que se deseja alcançar, o Diagnóstico de Comunicação Interna detecta os motivos pelos quais a ação se faz necessária e avalia profundamente a condição da equipe, proporcionando, assim, uma direção no melhor caminho a ser seguido.

O que é a Comunicação Interna?

Para entender melhor o que é um Diagnóstico de CI, é preciso saber, primeiramente, o que é a comunicação dentro de uma companhia, não é mesmo? Pois bem, ela é um conjunto de ações que, quando bem estruturado, alinha informações entre colaboradores e empresa.

Mas não é apenas isso. Esse é um setor de alta relevância para organizações que prezam por seus profissionais e reconhecem a importância deles quando o assunto é alavancar a imagem da empresa e a sua lucratividade.

Afinal, ele é capaz de aprimorar as relações profissionais e garantir maior e melhor fluidez na disseminação dos conteúdos informativos. A boa comunicação transmite mensagens estratégicas de forma vertical e horizontal, nivelando discurso e prática.

Quando se fala em ações de comunicação, muitas pessoas pensam nas campanhas externas, que são direcionadas para os clientes. No entanto, com a inserção dos Millennials no mercado de trabalho e com a necessidade de trabalhar onde se gosta, o público interno passou a ser um foco maior.

Por essa razão, esse setor tem se fortalecido cada dia mais, uma vez que colaborador desinformado é, quase sempre, sinônimo de colaborador desmotivado e insatisfeito, o que interfere diretamente em sua produtividade.

Para que serve um Diagnóstico?

Não importa se é uma Comunicação Interna para PMES ou para uma empresa de grande porte — e nem mesmo o ramo em que está inserida. Mais cedo ou mais tarde, ela precisará de uma estratégia eficaz. Isso, é claro, se o seu objetivo for solidificar-se cada vez mais no mercado.

Inclusive, não existe uma receita única que seja válida para todas. Cada empresa deve avaliar quais são as suas necessidades e seus déficits para chegar à conclusão de quais meios são os melhores para implementar uma CI eficiente.

No entanto, o Diagnóstico de comunicação é o único ingrediente comum a todos os casos para alcançar essa meta. Por meio de questionamentos específicos, seu principal objetivo é desvendar as dificuldades e promover oportunidades que levem ao crescimento organizacional.

Muitas organizações negligenciam a CI, e ao fazê-lo, constantemente, se veem diante de sérios problemas. Uma comunicação ineficaz pode criar ruídos, gerar um clima de ameaça nas crises, promover conflitos internos na empresa, piorar o atendimento ao cliente, entre outros contratempos.

Resolver tais questões demanda tempo, energia e coragem. Primeiramente, é preciso reconhecer o problema a ser tratado. Depois, deve-se buscar os melhores meios para resolvê-lo. E, por último, trabalhar para que a situação se mantenha sob controle.

A relação que a companhia estabelece com os seus colaboradores é considerada, hoje, um fator-chave para o desenvolvimento de ambos. E não é uma simples conversa com alguns profissionais que trará efeitos consistentes. A CI é uma via de mão dupla, na qual, se não todos, a maioria dos envolvidos fala e é ouvida. Por isso, ela deve abranger de forma integral todos os setores e níveis hierárquicos da empresa.

O Diagnóstico zela por essa premissa, analisando e avaliando se essa troca está acontecendo, e se está ocorrendo de maneira adequada. O público interno sempre tem uma opinião e um sentimento em relação ao local em que trabalha, e são essas percepções que serão colhidas.

A pesquisa serve para apontar os problemas na comunicação, mensurar a qualidade das informações, seu alcance e sua adequação aos colaboradores, desde líderes aos profissionais de nível operacional.

Afinal, não basta propagar a mensagem. É preciso que ela seja recebida, compreendida e interpretada corretamente pelo seu interlocutor. Desse modo, é possível construir uma comunicação frutífera que garanta a integração de todo o universo empresarial.

Além de detectar os pontos citados, ao ouvir atentamente os colaboradores, o estudo busca entender o estado da equipe. Ele leva em consideração as suas expectativas em relação à empresa, à liderança e ao trabalho em si.

Também investiga se a política interna está de acordo com a cultura organizacional e se os veículos de informação utilizados são os mais apropriados para a CI. Assim, é possível identificar quais são os pontos fracos e os fortes do sistema atual.

Esse mapeamento é fundamental para entender se as ferramentas aplicadas, as campanhas, os programas e as ações, bem como a linguagem e a periodicidade estão em consonância com o público interno.

Por que um Diagnóstico de comunicação é importante?

Comunicação é o ato de transmitir e/ou receber uma mensagem. Contudo, o propósito dessa transmissão falha quando o interlocutor não recebe ou não entende a mensagem que foi passada. No contexto mercadológico, muitas campanhas de comunicação não obtêm o sucesso almejado por não definirem com clareza os seus objetivos ou por baseá-los em suposições, ou seja, por não se respaldarem em dados e em um bom plano.

O planejamento de uma campanha de comunicação deve ser dotado de qualidade, pois a sua execução estará limitada a esse fator. O Diagnóstico de CI auxilia nesse contexto, permitindo que sejam visualizadas as demandas do público-alvo com exatidão.

Ele também ajuda a esclarecer quais são as melhores formas de mensurar os resultados da ação, bem como as métricas que necessitam de acompanhamento. Para tanto, mais do que ter habilidades técnicas, é preciso uma estratégia coerente.

Para que todos os aspectos relevantes sejam observados em uma pesquisa, é importante que algumas metodologias de semiótica sejam aplicadas, pois nem toda informação é passada somente por meio das palavras.

Em outras palavras, isso quer dizer que a atenção dos profissionais que executarão o estudo deve estar voltada também para questões culturais. Faz-se necessário levar em consideração as ligações entre discurso verbal, imagens e comportamentos da equipe.

O resultado de uma análise mais cuidadosa é o sucesso da empresa, pois, ao colher as informações sobre a qualidade dos meios de Comunicação Interna, tendo como base a perspectiva dos próprios colaboradores e o seu nível de satisfação, são geradas informações que podem nortear e direcionar as próximas ações.

Dessa forma, é possível identificar o posicionamento dos veículos de comunicação, reestruturar os canais que não estão de acordo com a estratégia e priorizar aqueles que tenham boa aceitação, dando continuidade ao processo de melhoria do setor.

Como fazer um Diagnóstico?

Já dissemos aqui que o Diagnóstico de comunicação consiste em ouvir os profissionais de uma empresa. Afinal, eles são os consumidores da CI. Nessa etapa, é importante coletar dados como:

  • perfil do colaborador (idade, sexo, escolaridade, cargo, renda, assuntos corporativos de interesse etc.);
  • setor (financeiro, administrativo, TI, entre outros);
  • avaliação do colaborador sobre a CI;
  • quais veículos da comunicação disponíveis ele conhece e quais ele mais utiliza;
  • avaliação de cada canal de comunicação;
  • sugestões do que o colaborador gostaria de encontrar nos veículos de CI.

As pesquisas podem ser qualitativas e/ou quantitativas. Caso a escolha seja por pesquisa qualitativa, uma das opções de coleta de dados pode ser os Grupos Focais (Focus Group), ou Discussão em Grupo, como alguns preferem chamar.

Nesse tipo de metodologia, são verificadas não apenas as palavras que foram ditas, mas também são analisadas as expressões faciais, a linguagem corporal e outros estímulos, tanto positivos como negativos. Tudo é contabilizado como demonstração de satisfação ou insatisfação.

Um ponto fundamental a ser trabalhado no estudo é o anonimato dos participantes. Eles não podem se sentir constrangidos ou ameaçados ao exporem suas reais impressões sobre a Comunicação Interna, principalmente, se tiverem alguma crítica a fazer.

Analisar uma organização não é uma tarefa das mais simples. Portanto, para medir a eficiência e a satisfação com os canais internos de comunicação, é preciso fazer uma imersão na realidade da empresa. Isso garante um conhecimento completo do que ocorre dentro dela.

Após a análise, ao se decidir por realizar uma pesquisa, a organização deve estar preparada para receber e processar os comentários negativos. Todo retorno é válido e o que importa é saber como lidar com o que foi apreendido.

Por fim, depois de se obter as informações necessárias, independentemente do que for apurado, é crucial que tais resultados sejam compartilhados com a equipe. Garantir a transparência com os dados obtidos é essencial.

Assim, garante-se a confiança e a credibilidade dos participantes nos processos elaborados pela companhia. Eles ainda poderão contribuir com ideias e soluções para melhorar os pontos que necessitam de mais desenvolvimento.

O que é avaliado em um Diagnóstico?

Uma pesquisa bem-feita e completa poderá servir como base para planejamentos no longo prazo. Para que isso ocorra, ela deverá ser iniciada com a pergunta certa. Uma abordagem eficaz para desenvolver um plano de Comunicação Interna não começa com “o que precisamos fazer?”, mas com “por que precisamos fazê-lo?”.

O uso de diagnósticos organizacionais na forma de auditoria costuma ser útil para o começo. Ela deve ajudar a responder a várias perguntas importantes, incluindo as que listamos a seguir:

  • os colaboradores estão recebendo informações precisas?
  • os colaboradores estão recebendo as informações que desejam e precisam?
  • os colaboradores estão recebendo informações regularmente?
  • qual a regularidade (diária, semanal, mensal, em tempo real)?
  • as mensagens são consistentes em toda a empresa?
  • os colaboradores entendem os objetivos e os resultados das comunicações?

Canais de comunicação

No cenário corporativo, podem existir vários veículos para levar as informações necessárias aos colaboradores. É possível fazer uso de jornais, folhetos, TV corporativa, mural, e-mail, intranet, rádio corporativo, redes sociais corporativas, entre outros.

Um dos itens passíveis de avaliação é o contexto de comunicação interna da companhia. A pesquisa torna evidente quais as ferramentas utilizadas surtem mais efeito e cumprem melhor o papel a que se propõem.

Uma dessas funções é adaptar e alinhar os valores da corporação, sua missão e sua visão à dos profissionais, bem como a troca de informações. A análise desses itens se destina a avaliar a sua estrutura e a sua força junto ao time.

Os resultados recentes obtidos com a Comunicação Interna apontam para suas falhas e/ou para o seu sucesso. Isso permite um maior direcionamento e melhor mapeamento das ações futuras a serem realizadas.

Níveis hierárquicos

Um dos maiores problemas encontrados em algumas organizações é a falta de um processo de comunicação que abranja todos os colaboradores. Essa carência cria barreiras entre os diferentes cargos e departamentos, impedindo a livre circulação de notícias importantes.

Eliminar tais empecilhos é um desafio, mas é fundamental, pois eles criam grupos isolados e facilitam a propagação de fofocas e inverdades dentro da corporação. Para tanto, é preciso desburocratizar e simplificar os diálogos. Não faz muito sentido que um colaborador tenha que preencher formulários ou agendar horários para poder conversar com o seu superior ou com um colega de outro setor. O caminho para essa comunicação deve ser livre.

Além disso, a simplicidade deve estar entre os requisitos básicos na CI. Não importa de qual profissional ou setor a mensagem venha, ela precisa ser recebida e compreendida por todos os destinatários. O Diagnóstico detecta problemas desse tipo e facilita a transformação na cultura de comunicação ou na sua implantação. A partir desse momento, todo o time é envolvido e cada colaborador assume a sua parcela de responsabilidade no processo.

Desse modo, as relações entre líderes, liderados e colegas do mesmo nível hierárquico se tornam mais estreitas e harmônicas. A troca de feedbacks — ingrediente fundamental para o bom funcionamento de uma empresa — é facilitada e faz-se habitual.

Esses mecanismos que geram cada vez mais benefícios, pois, ao se sentirem mais à vontade para conversar, os profissionais tendem a expor suas ideias e se sentir mais motivados. Essas melhorias podem ser comprovadas posteriormente, com a realização de uma pesquisa de clima organizacional.

Como usar os dados levantados no Diagnóstico para tomar decisões?

O planejamento é fundamental para dar início a mudanças estratégicas. A diferença entre as estratégias bem-sucedidas e as que não dão certo está no grau de detalhamento e no reconhecimento dos principais elementos a serem trabalhados em seu percurso.

A definição da estratégia é um elemento de sobrevivência básico para qualquer organização, e a fase final do Diagnóstico consiste exatamente em identificar os pontos mais críticos da CI e traçar planos de ação para resolver os problemas.

Antes da tomada de decisão, é preciso que haja o planejamento. Isso implica saber o que fazer e como fazer antes de agir. Entender todo o contexto leva à identificação dos caminhos mais adequados para atingir o objetivo.

No entanto, o planejamento não é um processo estático, engessado. Ele é um exercício que envolve intelectualidade e exige muita criatividade, interpretação e flexibilidade, buscando sempre o equilíbrio entre o que é proposto e a realidade do mercado.

Ele também serve como padrão de referência para as campanhas de comunicação, indica a necessidade de adaptação às prováveis transformações de mercado e mantém a consistência e a continuidade das ações.

Para materializar esse plano de ação, que se torna um verdadeiro instrumento de trabalho no cotidiano da equipe de CI, o Diagnóstico deve considerar o dinamismo e a complexidade, pois a sociedade atual também tem essas características.

Os dados coletados na pesquisa são tabulados e analisados a fundo. Por meio dessas informações, é possível indicar a necessidade de uma reformulação na maneira como alguns veículos de comunicação são apresentados ao público interno.

Em alguns casos, é recomendável até a exclusão de um determinado veículo. Ocorre, principalmente, com os canais que mostraram um resultado negativo, ou de insatisfação. Investir na melhoria de canais e a implantação de novos meios também são sugeridas.

Para que a evolução da CI seja plena, não se deve deixar de colocar prazos para resolver os problemas encontrados. A definição desse período para as modificações impede que questões importantes sejam adiadas. Como consequência dessas ações, há a equiparação entre como a empresa quer ser vista e como ela realmente é visualizada pelas pessoas e pelo mercado, fortalecendo a sua imagem e potencializando o negócio.

Por que contar com um serviço externo para esse trabalho?

Em um momento de crise, a pior atitude a se tomar é não fazer nada. Geralmente, problemas não se resolvem sozinhos. Muitas vezes, é preciso energia e coragem para enfrentá-los. Não ignorar os fatos e procurar as soluções necessárias é uma postura visionária.

No entanto, ainda que a empresa esteja em uma ótima fase, medidas contínuas de manutenção não só evitam o surgimento de maiores dificuldades como também proporcionam o crescimento constante da lucratividade e aumentam o destaque positivo diante dos seus stakeholders.

Nesses contextos, o Diagnóstico de Comunicação Interna se faz uma ferramenta indispensável. Ele mostra qual o melhor ponto de partida para o que precisa ser feito, auxiliando tanto no primeiro caso quanto no segundo. Para que isso seja realizado com sucesso, a pesquisa precisa ter uma estrutura embasada na realidade do mercado, alcançando todos os pontos técnicos e práticos por meio de uma visão holística e com sustentação científica.

Investir em Endomarketing e em Comunicação Interna, por vezes, implica a utilização dos serviços de profissionais qualificados, que entendam quais etapas devem ser seguidas, sabendo o que é melhor para se fazer em cada uma delas.

Muitas corporações se valem somente de seus diretores e gestores para essa função. No entanto, tais pessoas nem sempre têm o know-how necessário para suprir as demandas emergentes. Isso acarreta soluções superficiais e/ou ineficazes.

Esse quadro pode se agravar caso a empresa seja um negócio de família, passado de geração para geração. A comunicação em empresas familiares não raramente apresenta sérias falhas, o que gera muitos conflitos, por vezes coerentes, por vezes imaturos.

É nesse cenário que entra a contratação de uma empresa especializada em comunicação. Essa decisão é a mais acertada por vários motivos, pois os profissionais de tais agências têm competências e ferramentas diversas para atenderem às suas contratantes. Como têm um olhar externo, as empresas de comunicação conseguem enxergar questões-chave que comumente passam despercebidas pelos profissionais da companhia que as solicitou.

Ao identificar um obstáculo, após realizar um juízo de valor sobre uma situação equivocada, se faz necessário combatê-lo ou eliminá-lo. Assim, se torna possível propor e executar melhorias de processos de uma forma mais rápida e precisa, atingindo os pontos mais críticos com eficiência.

A Comunicação Interna eficaz é um meio para um fim, e não um fim em si mesma. A corporação que deseja uma equipe que veste a camisa deve ser autocrítica, transparente e reconhecer quando existem problemas nesse setor. Como consequência, seus profissionais terão uma nova perspectiva da empresa, abraçarão suas causas e se colocarão à disposição para encontrar soluções em conjunto com seus líderes.

Por meio de dados e métricas, o Diagnóstico de comunicação se presta a fortalecer o papel estratégico desse setor e comprovar o seu valor dentro da organização, estreitando os vínculos do profissional com a empresa.

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conteúdo para comunicação interna

Conteúdo para Comunicação Interna: conheça as melhores práticas!

Toda equipe precisa ser informada sobre as ações da empresa, não é mesmo? Além disso, tem que ser constantemente lembrada sobre o funcionamento, os procedimentos, a missão, a visão e os valores da marca. Por isso, chegou o momento de falarmos de conteúdo para Comunicação Interna.

De que forma você está desenvolvendo o material que é divulgado para integrar os colaboradores? Quais os canais utilizados para estimular o fluxo dos processos dentro da organização? Hoje, é fundamental incentivar o diálogo e a troca de informações de um jeito simples e prático.

Pensando nisso, vamos mostrar a importância de elaborar conteúdo para os colaboradores, as melhores práticas para engajar o seu time e por que contratar uma agência é a escolha mais acertada. Continue a leitura para saber mais.

Entenda a importância de criar conteúdo para Comunicação Interna

Assim como o marketing externo precisa oferecer o conteúdo certo para o público certo, no Endomarketing acontece o mesmo: direcionar a mensagem com exclusividade é fundamental para atingir o alvo e alcançar um objetivo.

Afinal, geralmente, o responsável pela limpeza e o promotor de vendas não têm interesse nos mesmos assuntos dentro da organização, concorda? São pessoas diferentes com necessidades distintas.

Seguindo esse conceito, os materiais devem: passar por uma espécie de filtragem, ser personalizados e permanecer alinhados de acordo com os departamentos e seus respectivos membros. Além do tom de voz escolhido, adaptar a mensagem ao canal é fundamental.

Por exemplo, enquanto a parte visual é mais explorada em vídeos e outras peças que exigem a exploração de imagens, o e-mail depende de recursos textuais para deixar a leitura clara e objetiva. Também é essencial transformar a plataforma adotada em um facilitador para todos os envolvidos.

Manter o fluxo das informações, dar transparência aos processos e promover o orgulho de pertencimento são outros benefícios que resultam do investimento em materiais de divulgação apropriados e voltados aos profissionais que fazem parte da evolução do seu negócio.

Dessa forma, aumentam as oportunidades de se conversar na linguagem deles e mantê-los mais próximos, engajados, produtivos e informados sobre os direcionamentos da empresa. Além desse âmbito, a Comunicação Interna eficaz também influencia na melhoria dos resultados financeiros.

Conheça as melhores práticas para engajar o público interno

Estudar o perfil do público é o primeiro passo. A partir daí, você descobre como atrair a atenção do seu time para acompanhar o que foi produzido, participar das ações e dialogar sobre os acontecimentos e tomadas de decisão.

Confira outras dicas e escolha aquelas que mais combinam com o seu contexto:

Aposte na inovação quando a questão é Comunicação Interna

A cada dia que passa, novas tecnologias são desenvolvidas e outras aperfeiçoadas. Nesse cenário, é importante que você, como gestor de comunicação, se mantenha sempre antenado com as novidades a fim de promover inovação no ambiente interno.

Isso não significa abandonar os canais tradicionais como avisos, e-mail, newsletter ou outros, mas sim adotar novas abordagens que os tornarão mais atraentes. Em outras palavras, é preciso fugir do senso comum e fazer diferente para se destacar.

Utilize vídeos para engajar a equipe

Entre as tecnologias que estão transformando a maneira de se comunicar com os colaboradores, o formato audiovisual tem uma grande aceitação e representa uma excelente alternativa. Afinal de contas, ele oferece mais que um texto e as imagens ajudam a fixar a informação.

Por meio de vídeos, é possível tornar a comunicação mais humana, compreensível e rápida de ser assimilada, fato que evita mal-entendidos ou falsas interpretações. Eles podem ser inseridos na TV Corporativa, Intranet ou, até mesmo, em aplicativos. As opções são diversas.

Adote uma TV corporativa para atrair a sua audiência

O uso da TV corporativa também tem sido extremamente eficiente. Esse canal permite uma atualização rápida, além de ser rico em imagens e ilustrações, ágil, moderno e integrado — ideal para gerar valor e prestigiar o público que faz parte da organização com informações relevantes.

Para conquistar uma audiência completa, é importante escolher com cuidado os pontos onde os aparelhos serão instalados. Dê preferência aos locais que já são frequentados diariamente, como refeitórios, salas de descanso ou outros.

Invista em gamificação para envolver os colaboradores

A gamificação é um recurso que usa a mecânica dos jogos para alcançar um determinado objetivo, como: motivar a equipe, transmitir conhecimentos ou simplesmente despertar um senso de competição saudável entre as pessoas.

Esse método também é muito usado em treinamento de equipes. Além disso, favorece uma cultura de cooperação, proporciona desafios de forma divertida e motivação para o cumprimento de metas.

Saiba por que contratar uma agência

As ações de Comunicação Interna não podem acontecer de maneira aleatória. Primeiro de tudo, é recomendável analisar a realidade da empresa, a sua estrutura e o perfil do público interno antes de adequar as tendências do mercado.

Poder contar com o apoio de uma agência é ter mais segurança em delegar essa tarefa para alguém com expertise e conhecimento na área. Com essa parceria, é possível ter uma visão abrangente de oportunidades e pontos de melhoria.

Para desenvolver um plano de comunicação, nós da P3K, fazemos um Diagnóstico completo, com o objetivo de compreender a funcionalidade dos veículos de comunicação disponíveis, o tom de voz mais adequado e as mensagens-chave que precisam ser trabalhadas, para então propor o melhor formato de conteúdo para a sua empresa.

Trabalhamos com campanhas divididas em ondas com métodos de abordagem que mantêm a atenção do colaborador. É uma estratégia mais didática que traz a mensagem de um jeito mais leve capaz de despertar a curiosidade como, por exemplo: “o que mais tem por vir?”.

Como você viu, o conteúdo para Comunicação Interna é algo que merece ser planejado de acordo com o tipo de público, mensagem e objetivo. Fora isso, cada canal tem uma característica distinta e, na maioria das vezes, é preciso adaptar o material. Com essas dicas em prática, a sua equipe vai se sentir parte da vida orgânica da empresa. Pense nisso!

Somos profissionais apaixonados pela construção de narrativas estratégicas e criativas que contribuem para a felicidade das pessoas dentro das organizações. Entre em contato conosco agora mesmo e mostraremos como transformar isso em realidade.

desafios da comunicação interna

6 grandes desafios da Comunicação Interna e como superá-los

Com tantos departamentos, setores e profissionais diferentes, criar uma estratégia que seja capaz de alinhar a Comunicação Interna de uma companhia e torná-la eficiente pode ser um verdadeiro desafio.

Além de se ter um bom gerenciamento de crise, é importante que os gestores saibam como evitá-la. Identificar problemas e corrigi-los antes que se tornem verdadeiras complicações, entretanto, é mais simples do que pode parecer: basta estar atento à cadeia de processos e garantir que flua livremente.

Mas, e você, sabe como reconhecer os problemas na sua cadeia de processos? Para lhe auxiliar nesse sentido, apresentamos hoje os 6 grandes desafios da Comunicação Interna e como agir para superá-los de maneira eficaz. Acompanhe.

1. Falta de habilidade de comunicação do líder imediato

Fazer com que as lideranças se sintam ouvidas e incluídas nos processos de comunicação, criando ações integradas, é uma das principais dificuldades encontradas por empresas de todo o país.

Segundo estudo da International Associations of Business Comunicators (IABC), a percepção dos colaboradores quanto ao negócio como um todo se dá 55% a partir da liderança, 30% a partir de seus processos e apenas 15% por meio dos veículos formais.

Por isso, capacitar e engajar os líderes da chefia imediata para que sejam verdadeiros agentes de comunicação é uma tarefa que exige trabalho contínuo: assim, ele se torna um elo entre os colaboradores e a missão do negócio, além de servir de instrumento para que a comunicação flua livremente entre todas as suas partes.

2. Falta de participação estratégica

Grande parte dos gestores ainda não compreende a real importância de se investir na comunicação da equipe e contar com pessoal especializado em fortalecer os processos de sua empresa. Isso faz com que os demais colaboradores acabem sobrecarregados e não consigam focar em seu core business.

É claro que, em certos casos, é impossível contar com todo um time específico para a comunicação. No entanto, é essencial que o gestor invista em interação. Atitudes simples como conectar espaços físicos, criar espaços de reunião com representantes de todos os setores e pedir feedback já são suficientes para melhorar os processos de comunicação no negócio.

Nesse sentido, vale a pena acompanhar de perto e mensurar indicadores da Comunicação Interna, sendo que o gestor deve sempre optar por aqueles que estejam diretamente ligados aos objetivos estratégicos da companhia, definindo propósitos que vão além do simples “distribuir comunicados”.

A mensuração deve ter foco em resultados: o administrador deve preferir medir os impactos gerados por uma mensagem — no sentido de comportamento e atitude — a quantificar apenas o número de pessoas que abriram um e-mail enviado, por exemplo.

3. Falta de recursos e investimentos

Muitas vezes, o setor de comunicação de um empreendimento é deixado de lado e não ganha nenhum tipo de investimento. Isso acontece, sobretudo, em função da baixa percepção de valor por parte da chefia com cargos mais elevados.

Entretanto, não valorizar o poder das estratégias voltadas para a Comunicação Interna de um empreendimento pode deixar o time sobrecarregado, com mais tarefas do que pode suportar e com tecnologias completamente ultrapassadas para desenvolver suas atividades.

A tecnologia disponibilizada na empresa deve ser suficiente para garantir uma Comunicação Interna e externa fluida e segura, sendo responsabilidade dos gestores proporcionar as ferramentas adequadas para que os colaboradores possam trabalhar e o próprio negócio consiga ganhar em produtividade.

4. Não alinhar a missão e a cultura do negócio

Não raro, a missão e os valores da companhia estão descritos em crachás, cartazes e documentos em geral. Ainda assim, quando os colaboradores são questionados sobre esses conceitos, poucos conseguem falar sobre ou mesmo responder se concordam com eles, evidenciando que não estão enraizados à cultura organizacional do negócio.

É muito importante que os direcionamentos dos negócios estejam bem definidos e preestabelecidos, mas também é essencial que de tempos em tempos ele sejam repensados (sobretudo com sugestões dos colaboradores) e sejam possivelmente remodelados.

Isso porque uma diferença considerável entre modo de pensar do colaborador e aquilo o que a empresa realmente quer propor, pode trazer resultados ruins e baixa produtividade, além de criar um ambiente de trabalho desconfortável.

Por isso, vale a pena fazer uma divulgação sistematizada dos valores e objetivos do negócio (por meio de memorandos e mesmo pela intranet, por exemplo) já que, assim, todos podem internalizá-los e agregá-los em seu dia a dia.

5. Não engajar os colaboradores

O modelo de “torre de marfim” responsável por afastar colaboradores da chefia não é mais funcional para qualquer tipo de negócio nos dias de hoje: confinar diretores e presidentes em uma sala e blindá-los tem se mostrado cada vez mais contraproducente, já que vivemos em uma era de cultura global e interconectada, e os espaços físicos de trabalho devem refletir essa nova realidade.

Moldar o espaço físico priorizando a interação entre todos os colaboradores e a chefia é primordial, já que a comunicação é uma das melhores ferramentas organizacionais para se evitar que todos eles fiquem desanimados, confusos, isolados e estressados.

É importante, assim, investir na aproximação da equipe. Um almoço de comemoração no final do mês, presentes por metas alcançadas, lembranças pelo aniversário… Pequenas medidas são interessantes para mostrar que a empresa se preocupa com seus colaboradores — e não apenas em ocasiões como festas de fim de ano.

6. Não compartilhar resultados

De nada adianta garantir que a missão e os objetivos da empresa estejam alinhados com seus processos — permitindo que a comunicação transcorra livremente entre todos seus setores e colaboradores — e não compartilhar resultados e valorizar as conquistas do time.

Compartilhar os sucessos com o público interno é essencial, já que o ganho em performance e resultados positivos nada mais é que o resultado do esforço em conjunto de estratégias funcionais, colocadas em prática tanto pelos chefes quanto pelos colaboradores.

Agora que você já entendeu quais são os maiores desafios da Comunicação Interna das empresas e também já sabe como superá-los, que tal conhecer o nosso passo a passo para elaborar uma estratégia nesse setor, personalizada para o seu negócio? Até o próximo post!

sobre identidade corporativa

Guia: tudo o que você precisa saber sobre identidade corporativa

Existe um desafio antigo para as organizações: definir um propósito claro no mundo. No cenário empresarial, isso significa determinar a identidade corporativa, o que tem se tornado uma ação crucial para alavancar as vendas e alcançar o sucesso dos negócios.

Contudo, quando o assunto é a identidade de uma empresa, uma pergunta deve ser colocada como norte: Quem nós somos enquanto organização? A resposta para essa indagação envolve um conjunto de elementos inter-relacionados que devem estar de acordo com os seus valores e objetivos.

Acompanhe este post, saiba quais são esses elementos e entenda mais sobre a identidade corporativa. Boa leitura!

O que é identidade corporativa?

Algumas pessoas confundem identidade corporativa com a imagem que uma determinada empresa apresenta diante do seu público. Entretanto, o logotipo e as características visuais ou gráficas não representam a totalidade do que uma organização é.

Quando aplicada ao contexto mercadológico, observa-se que identidade corporativa se relaciona a atributos essenciais da empresa, como sua missão, suas crenças e seus valores. Em suma, são as características com as quais ela se identifica e se diferencia das companhias concorrentes.

A conduta de uma organização está relacionada com a sua cultura, mas vai além disso. O seu comportamento diante das mais variadas situações, o seu conjunto de propostas e a sua visão de mundo representam a sua identidade .

Entender essa distinção é de extrema importância, visto que a identidade corporativa, junto a mais algumas categorias, permite a identificação dos stakeholders com a corporação. E é a gestão dessa estratégia que possibilita a formação da imagem que a empresa deseja transmitir ao mercado, estabelecendo, assim, a sua reputação, conforme a interpretação dos usuários.

Estudos sobre a identidade corporativa fazem referência a três parâmetros, relacionados ao que é central, duradouro ou distintivo. O conjunto de crenças, normas e valores são considerados componentes centrais, e a essência da corporação está neles.

Já os fundamentos distintivos podem diferenciar uma empresa de outra a partir de sua filosofia, sua cultura organizacional, suas proposições ideológicas ou seus objetivos empresariais estratégicos. Por fim, os elementos duradouros são aqueles que se perpetuam, os que conferem a continuidade da organização.

Fazem parte desse elemento as ideias que os colaboradores de uma empresa têm sobre ela e que são compartilhadas entre os profissionais. Afirmações que não mudam ao longo do tempo e que, diferenciando a organização de outras companhias, são aplicáveis a diversas circunstâncias.

Qual é a diferença entre identidade e imagem?

É comum misturar e usar de maneira errônea, como sinônimos, os conceitos de identidade e imagem corporativas. No entanto, a diferença existe: a identidade se refere à realidade interna da empresa, enquanto a imagem se ocupa de sua percepção externa.

A identidade está relacionada à essência, reflete qualidades que perduram, tem a visão voltada para o futuro e está associada ao que se deseja construir. A imagem cuida da aparência, espelha as qualidades superficiais e faz associações com o que já existe.

A imagem transforma o código de conduta de uma empresa em algo visível, o que permite a criação de vínculo entre os indivíduos e a marca. Em um contexto ideal, ela reúne a promessa a ser cumprida e a identidade visual, formando a concepção que o público terá da companhia.

A identidade visual, por sua vez, é baseada em um conjunto de elementos que traduzem visualmente as concepções da empresa. De uma maneira sistematizada, ela apresenta nome, produto, ideia, serviço etc., ou seja, é a comunicação textual e visual, devendo ser expressiva, pois impactará no ponto de vista daqueles que se interessam pela marca.

Qual a importância da identidade numa empresa?

Desde a década de 1990, estudiosos vêm se ocupando em investigar a identidade no âmbito corporativo. Afinal, ela é uma poderosa ferramenta de integração entre as diferentes disciplinas e atividades fundamentais para a ascensão de um negócio.

Se bem gerenciada, ela pode promover a coesão necessária para que a Comunicação Interna e a externa sejam coerentes e tragam como resultado uma imagem consistente, com características e postura definidas pela empresa.

As pesquisas nessa área se justificam, em grande parte, pela crença de que uma boa gestão da identidade corporativa torna possível a aquisição de vantagens em um mercado cada vez mais competitivo.

Fidelidade do consumidor

Um dos benefícios obtidos por meio de uma identidade consistente é a fidelização do público. Um cliente precisa saber o que esperar da empresa. As pessoas se conectam a organizações por acreditarem que elas estejam em sintonia com a filosofia de vida delas.

Quando isso ocorre, é gerado um vínculo emocional, uma conexão baseada em visão e valores compartilhados. Ao manter e refletir o ethos (costumes e hábitos), a cultura, os princípios, as ambições futuras ou os objetivos visionários do negócio, a companhia tem maior probabilidade de estimular a lealdade de seus consumidores.

Experiências exclusivas com uma organização tendem a induzir os clientes em suas decisões de consumo. Uma identidade corporativa com impacto forte e positivo cria uma imagem mental favorável do negócio na psiquê do consumidor.

E quando estrategicamente planejada, além de construir uma mensagem sólida, que fala diretamente ao seu público-alvo, a identidade da corporação fornece um bom retorno em termos de referências e repetição de negócios.

Um exemplo de sucesso nesse setor é o Google, que, em 2017, ganhou o posto de empresa mais influente no Brasil. Segundo a pesquisa “The Most Influential Brands”, a companhia conquistou o primeiro lugar no ranking por gerar identificação e estabelecer uma relação emocional com o seu público.

Fidelidade do colaborador

Há algum tempo, salários mais altos, bônus e planos de benefícios vantajosos deixaram de ser os únicos motivos que fazem com que colaboradores permaneçam em um cargo. Os profissionais mais talentosos procuram se conectar às suas contratantes por outras vias.

O orgulho de ser parte de um time vem do senso de pertencimento gerado pelo compartilhamento de propósitos, bem como pelo fato de o colaborador se sentir valorizado por líderes e gestores nas funções que são desempenhadas.

Uma empresa que cuida da qualidade de vida da sua equipe e se mostra preocupada com o bem-estar do profissional e da comunidade na qual está inserida não só fortalece a sua imagem, como demonstra uma identidade competitiva, fidelizando também os seus colaboradores.

Discurso e prática

A modernidade trouxe para as pessoas a facilidade de comunicação e a consequente troca rápida de informações, que podem ser comprovadas com um clique. Nesse cenário, transparência e ética ganharam posições de destaque.

Assim sendo, o público desenvolveu a necessidade de confiar nas empresas com as quais ele tem alguma ligação. As pessoas passaram a exigir que as ações e as falas de tais organizações tenham conformidade entre si.

Por exemplo, uma empresa que se diz a favor da diversidade racial, cultural e de gênero, mas não tenha mulheres e/ou colaboradores negros em cargos estratégicos, perde a credibilidade do que prega.

Outro caso de falta de congruência entre discurso e prática ocorre com aquela organização que divulga ser a favor da sustentabilidade, mas utiliza insumos reconhecidamente poluidores do meio ambiente ou faz parcerias com empresas que desenvolvem atividades ecologicamente incorretas.

As contradições nesses e em outros casos são completamente nocivas para a companhia, pois estimulam uma evasão massiva de clientes e provocam manchas de reputação que podem ser irreparáveis. O ideal é que se busque um diálogo o mais honesto e realista possível com o mercado.

Estratégias de crescimento

Algumas organizações concentram seus esforços na tentativa de desenvolver identidades fortes, porém, apesar de investirem em estratégias e passarem por várias mudanças organizacionais, acabam sem sucesso.

Isso acontece porque, em vez de responderem questões fundamentais sobre como podem criar valor para seus clientes, elas tentam acompanhar o mercado procurando uma multiplicidade de formas de progresso que são, geralmente, desconectadas.

Nesses casos, a incoerência é o problema. Em sua busca pelo crescimento, as empresas frequentemente acabam servindo a muitos segmentos diferentes de clientes, cada qual com suas necessidades. E isso torna impossível definir o que a companhia realmente quer.

Embora essas organizações possam estar certas em muitas coisas ou terem sido bem-sucedidas em um ponto de sua evolução, a falta de foco trava uma batalha que as impedem de alcançar a excelência em longo prazo.

Identidade no meio digital

Uma área que vem crescendo largamente é o e-commerce. Com o acesso à internet sendo massificado pelos dispositivos móveis, a importância da identidade de uma empresa se faz presente também no âmbito digital, pois auxilia na consolidação da marca.

A criação de lojas virtuais, redes sociais, sites e blogs com conteúdos de marketing impulsiona as vendas. Entretanto, a identidade desses meios não dispensa uma relação com a empresa de origem — pelo contrário, ela reafirma os conceitos e a imagem preexistente.

Como identificar a identidade corporativa?

Para identificar a identidade de uma organização, é necessário ampliar o olhar e enxergá-la na totalidade, já que ela se manifesta de várias maneiras. Está presente na marca gráfica, na forma como a empresa se comunica com o seu público interno e externo, no atendimento, em seus materiais impressos e até em seu site e/ou blog.

Entretanto, há dois conceitos que são bastante relevantes no momento dessa identificação. Eles são denominados de atributos essenciais e atributos acidentais. Essas características expressam a personalidade da companhia, tornando-a única.

Os atributos essenciais são aqueles que se relacionam com a finalidade da organização. São formados pelos seus princípios mais sólidos, os que a direcionam em suas relações com o mercado, investidores e clientes.

Conforme o próprio nome diz, esses traços têm a essência da empresa. E assim sendo, os seus atributos essenciais mudam muito pouco. Se a administração é verdadeiramente honesta, poucas são as chances de isso ser diferente com o passar dos anos.

Se uma organização é ética, respeita a sua equipe e o seu consumidor, se é conservadora (ou da vanguarda), independentemente do que aconteça, das influências externas ou internas, esses fatores não mudarão com facilidade.

Já os atributos acidentais ajudam a entender uma empresa e os seus processos, mas até certo ponto. Eles são relacionados aos momentos pelos quais uma corporação passa, no entanto, sem defini-la.

Pode-se citar, como exemplo, uma organização que, ao atravessar um período de crise econômica, demite vários colaboradores, gerando, assim, um clima de insegurança. Todavia, essa ação não faz parte da sua cultura organizacional, e, com o tempo, as atividades voltarão ao normal.

Identidade forte

Em um mundo marcado pela grande quantidade de estímulos, as pessoas estão diante de uma diversidade crescente de serviços e produtos. Por isso, a utilização de critérios claros é um agente facilitador na hora da escolha entre uma marca e outra.

Definir suas características-chave tornou-se uma imposição para que empresas se destaquem e se diferenciem. Mas isso não basta. É preciso satisfazer as necessidades do mercado para que tais organizações sejam consideradas confiáveis e tenham continuidade.

Um design de qualidade pode disfarçar a falta de substância e uma identidade deficiente, mas não é capaz de substituí-las. E nada é mais frustrante para um cliente do que uma expectativa não realizada.

Em contrapartida, quando uma empresa gera comoção positiva no público, ela pode aproveitar a oportunidade e agir de modo estratégico, mantendo sua identidade e desenvolvendo uma série de novas possibilidades que poderão surgir.

Nada inspira mais confiança do que o cumprimento de uma promessa. As marcas que conseguem transmitir uma ideia clara e atingir um determinado objetivo, prestando atenção em detalhes técnicos e racionais, conectam-se aos valores dos indivíduos.

Um caso de sucesso nesse quesito é a empresa Apple. Apesar de passar por sérias crises e quase decretar falência, a companhia conseguiu reformular sua história ao tomar ações inteligentes e corajosas, fortalecendo a identidade e expressando o DNA empresarial em tudo o que faz.

Quais as características subjetivas da identidade?

Algumas práticas podem fortalecer o posicionamento de uma organização no mercado e aprimorar a comunicação com os diversos clientes com os quais ela dialogará. Uma dessas ações é estabelecer uma estratégia de identidade corporativa.

Esse passo parece simples em seu conceito, mas pode ser bastante desafiador. Independentemente do tamanho de uma empresa, sua estratégia de identidade precisa ser expressa de maneira simples e convincente.

Para desenvolver a marca, deve-se, em primeiro lugar, identificar os seus objetivos. É preciso que haja um alinhamento interno para garantir que todos os setores responsáveis se movam na mesma direção.

Uma vez alcançada essa orientação, haverá maior clareza e relevância nas comunicações, o que, como consequência, leva a mais apelo do público. Uma empresa que identifica seus objetivos estratégicos tem mais foco em sua missão e maior impacto no mercado.

Ao longo dos anos, algumas diretrizes de identidade corporativa foram desenvolvidas. Assim, descobriu-se quatro principais requisitos de marca que são fundamentais para uma estratégia de identidade corporativa bem-sucedida. São eles:

1. Diferenciação

Uma empresa que deseja se manter ativa precisa se reinventar a todo instante. Assim como os atletas em uma competição esportiva, só permanecem na disputa aquelas organizações que são capazes de buscar o seu alvo com afinco.

É preciso que a companhia tenha uma clara definição de sua razão de ser e que demonstre isso com atitudes diferenciadas. Para causar uma boa impressão e ser a escolhida, ela deve ter vantagens sobre as suas concorrentes.

2. Relevância

Como já dissemos, o público precisa estabelecer uma conexão com a marca de uma organização. Entender o que os clientes desejam e proporcionar uma experiência que satisfaça os anseios deles são prioridades para as empresas que constroem uma forte identidade.

Ter relevância é ser condizente com o que busca o consumidor. Como exemplo, pode-se citar uma loja de roupas que vende para um público mais maduro. Tanto sua proposta e sua linguagem quanto seus produtos devem oferecer conforto, segurança e qualidade.

3. Coerência

Preservar a ligação entre a identidade e a atuação de um negócio evita contradição e gera confiabilidade. Além disso, atuar com sinceridade perante o mercado demonstra a transparência e a ética do empreendimento, fortalecendo a sua imagem corporativa.

Para garantir credibilidade junto ao público, a marca deve ser coerente no que diz e faz. As mensagens e comunicações de marketing e a produção precisam ficar juntas e somarem algo significativo.

4. Reputação

Marcas diferenciadas, relevantes e coerentes são aquelas que valorizam tanto o público interno quanto o externo. Estima é a reputação que determinada marca conquistou ao executar com clareza a experiência prometida.

Esse item é consequência dos outros já mencionados e também é um dos mais preciosos bens que uma organização é capaz de ter. A reputação é reflexo do respeito e da atenção que uma empresa demonstra para com seus concorrentes, clientes e profissionais.

Requisito bônus

Atualmente, um quinto requisito tem se tornado evidente nas estratégias de desenvolvimento da identidade de uma empresa: estamos falando da Responsabilidade Social Corporativa (RSC).

Questões como a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente se mostram valiosas diante da expansão das indústrias e do crescimento populacional no mundo. Ter ações voltadas para esse nicho também conta muitos pontos positivos para uma companhia.

Quais os principais elementos de identificação?

Para impactar o público e conquistar uma posição de destaque no mercado, uma empresa deve estar atenta a cada detalhe da divulgação de sua marca. Alguns elementos são indispensáveis para que se tenha uma forte identidade corporativa.

Abaixo, elencamos os três principais pontos que precisam ser considerados:

1. Identidade Visual

identidade visual de uma marca representa, por meio do seu design, o que a empresa deseja transmitir. Seja com frases, símbolos, cores ou cenários, esse é o universo no qual o conceito da organização é trabalhado.

Quando é adequado, esse conjunto de elementos traduz a identidade corporativa. Podemos citar alguns casos de sucesso nesse item, como Coca-Cola e Starbucks. Essas companhias são fortes mundialmente e têm um poderoso traço em comum: dispensam apresentações, pois suas identidades visuais já são amplamente reconhecidas.

Veja alguns componentes que fazem parte desse elemento:

  • logotipo: é o símbolo que representa a empresa. Criado para um reconhecimento imediato do público, ele contém a personalidade da organização e é uma das representações da marca;
  • tipografia: é basicamente a fonte que será usada em todo o material digital e impresso da marca. A maioria das empresas opta por fontes simples e convencionais, que já têm maior aceitação entre o público;
  • paleta de cores: é um quesito que opera como fator decisivo, devendo ser escolhido de modo bem acurado. O foco, no momento da definição, precisa estar voltado para os fatores culturais e regionais. As cores têm de ser harmônicas e transmitir a exata mensagem que a organização deseja.

2. Branding

O branding é um elemento crucial para a elaboração de uma identidade corporativa, estando relacionado à gerência da marca. Suas ações são multidisciplinares e buscam fortalecer a imagem da empresa por meio de soluções que integram a visibilidade e o posicionamento no mercado.

Ele está fortemente conectado com as estratégias de marketing e envolve desde a escolha do nome até a relação do cliente com a marca. Abrange a história e a identidade da empresa, alcançando também a identidade dos indivíduos que se conectam a ela de alguma forma.

Esse elemento é complexo e vai além de um bom logotipo com tipografia e paleta de cores ideais. Engloba um bom planejamento estratégico e uma gestão que perpassa por vários pontos, como confiança do mercado, valor da marca, entre outros.

Por ter ligação com os interesses e necessidades do público-alvo, o branding também pode ser considerado como a percepção dos clientes sobre uma marca, e não apenas a visão que os administradores têm a respeito dela.

A empresa Unilever mostrou saber bastante sobre o poder do branding ao reposicionar sua marca no mercado. Por meio de suas ações de marketing, a organização aumentou o nível de conhecimento de seu nome entre os consumidores de 7%, em 2000, para 73%, em 2009.

A organização se baseou em conceitos como governança, sustentabilidade, transparência e responsabilidade social para alcançar o público. O seu logo atual é composto por elementos que refletem a missão da companhia. E o conjunto de ações trouxe os resultados esperados.

3. Manual de Identidade Corporativa

Esse documento consiste em uma compilação das normas técnicas e recomendações específicas para a forma correta de utilização da identidade de marca. Com ele, a empresa preserva suas características visuais em todos os veículos de comunicação.

Empresas que possuem uma variedade de materiais, como cartões de visita, sites, blogs, papel timbrado, uniforme, etc., precisam de um manual para facilitar o reconhecimento e a memorização de sua marca.

Com base nas informações contidas nele, é possível preservar a cultura organizacional e manter a qualidade identitária. O manual pode conter a política, a visão, os procedimentos, os conceitos fundamentais e os valores básicos da organização.

Em vista das constantes transformações no mundo, as empresas podem apresentar a necessidade de atualização de sua identidade corporativa, de modo que consigam atender às mudanças de perfil do consumidor.

Os profissionais de marketing podem ajudar com logotipos e materiais que atraiam a atenção. Todavia, se a empresa se posicionar com coragem para declarar qual valor é capaz de criar e para quem, ela se comprometerá em um caminho que a levará à grandeza.

Ter uma identidade corporativa não é só uma estratégia vencedora para alcançar resultados financeiros, é também um fator que motiva o engajamento dos colaboradores, que alcançam um melhor desempenho quando estão conscientes de suas funções dentro de um objetivo maior.

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Dia das Mães: Campanha #ReceitasdeFamiliaP3K

A Campanha de Dia das Mães aqui na agência foi sinônimo de emoções e engajamento. Nomeada de #ReceitasdeFamiliaP3K, a campanha inspirou os colaboradores a compartilharem as receitas de suas famílias, acompanhadas de suas histórias e fotos. O resultado foi o nosso primeiro Livro de Receitas.

Além disso, as mamães da agência receberam uma cesta com ingredientes para preparar: Espaguete ao sugo e Brigadeiro branco, de sobremesa. O objetivo do presente personalizado foi inspirar as mães a cozinharem com os seus filhos, para que neste dia especial eles ficassem bem juntinhos.

Durante os sete dias de campanha, os colaboradores que contribuíram puderam relembrar algo especial e, além dos nomes das mães, conhecemos e nos divertimos com as lembranças de cada um.

No total, o livro ficou recheado com 28 receitas, que disponibilizamos para download no LabHour, assim os colaboradores puderam compartilhar esse presente com as suas mães, via WhatsApp ou e-mail. De uma forma simples, encontramos um jeito de proporcionar um retorno às raízes do afeto familiar, por meio das memórias gastronômicas.

Clique aqui e baixe nosso livro.

#ReceitasDeFamiliaP3K

 

SIPAT

Como implementar a SIPAT na sua empresa?

Acidentes de trabalho são muito problemáticos para os profissionais e para as corporações. Há risco de sequelas, o clima organizacional é prejudicado e a equipe fica mais insegura e tensa com essas situações. Manter o time protegido contra essas ocorrências é fundamental para que os processos no negócio sejam desenvolvidos com sucesso.

Além disso, é importante investir também em medidas de conscientização sobre cuidados com a saúde para que os colaboradores possam ter mais qualidade de vida. A Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (conhecida pela sigla SIPAT) é um evento exigido por lei e organizado pelas empresas com foco em orientações e reflexões sobre a saúde, a segurança e a redução de riscos para o profissional.

Quer entender melhor a SIPAT e saber como implementá-la na sua companhia? Confira o nosso post e saiba mais sobre o tema!

O que é a SIPAT?

A Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho é um evento exigido para todas as corporações que possuem Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), de acordo com a letra “O” da Norma Regulamentadora 5 (NR-5). A SIPAT deve ser organizada pela CIPA em conjunto com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT).

A duração do evento é de uma semana. Ele pode envolver palestras, apresentações, seminários e gincanas sobre temáticas ligadas à saúde e segurança no trabalho. É possível também disponibilizar serviços de verificação de pressão, pesagem, análise de índice glicêmico e orientação nutricional.

A proposta é promover uma conscientização dos colaboradores sobre temas importantes ligados à qualidade de vida e à proteção no ambiente de trabalho.

Por que a SIPAT é importante?

A SIPAT é muito importante para os empreendimentos porque ela permite à corporação fazer um trabalho preventivo com relação aos riscos e acidentes. Muitos problemas podem ser evitados se os profissionais estiverem atentos e utilizando os equipamentos de segurança necessários. Na SIPAT, é possível tornar o time consciente dessa realidade e mostrar as vantagens que ele consegue ao investir em proteção individual.

Além disso, o evento permite que os colaboradores e gestores possam interagir e dialogar, o que diminui barreiras entre eles e estimula a melhoria do clima organizacional. A equipe se sente mais segura no ambiente laboral, o que influencia positivamente no bem-estar, engajamento e motivação durante o expediente.

Outro fator que demonstra a importância da SIPAT é que ela promove a redução dos índices de acidentes e de afastamentos por doenças ocupacionais. Isso porque a SIPAT estimula a tomada de atitudes que promovem a saúde, como a prática de atividades físicas, a manutenção de uma alimentação saudável e a realização de um bom acompanhamento médico.

Como implementar a SIPAT na empresa?

Para realizar a SIPAT com sucesso no seu empreendimento, siga os passos que apontaremos adiante!

Crie uma reunião entre a CIPA, SESMT e RH

O papel dessa primeira reunião é a realização de uma discussão geral sobre como será o evento e a nomeação de uma equipe responsável pela SIPAT. É importante demarcar quem será o coordenador da SIPAT e definir papéis dentro do grupo de trabalho, distribuindo adequadamente as tarefas. Além disso, é necessário indicar prazos e demarcar um cronograma para as ações.

Outra questão a ser abordada é a escolha de quais consultorias serão contratadas. As reuniões devem ser registradas em atas, com assinatura de lista de presença. Esses registros podem ser usados junto ao Ministério do Trabalho como comprovante dos esforços da empresa na gestão e programação da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

Selecione os temas

Na legislação, não há temas obrigatórios para a SIPAT. O que a organização deve estar atenta é para o fato de que as questões discutidas devem estar ligadas à saúde e à segurança do trabalhador.

As normas trabalhistas exigem que as empresas tenham uma conscientização anual sobre a AIDS com os colaboradores, mas isso pode acontecer em qualquer momento do ano. O que muitas corporações fazem é aproveitar a oportunidade da SIPAT para expor conteúdos sobre a doença e, dessa forma, já cumprir com essa exigência.

A companhia pode adotar temas diversos na SIPAT, como a importância da prática de atividade física, alimentação saudável, alcoolismo, prevenção e combate a incêndios, primeiros socorros, importância do uso de equipamentos de proteção individual, doenças ocupacionais, sustentabilidade e planejamento familiar.

Organize uma programação

Nesse momento, é preciso fazer um cronograma das atividades e separar quais serão os programas de cada dia. Aqui, é importante observar como as temáticas escolhidas serão abordadas, se haverá práticas lúdicas e qual o tempo de atividade por dia.

A SIPAT deve durar uma semana, mas as ações não precisam ocupar o dia todo. Duas horas de atividade por dia já é um excelente referencial, lembrando do fato de que as práticas devem acontecer durante o expediente. Além disso, é preciso definir também se o empreendimento vai fazer um revezamento e manter o trabalho ou se as atividades laborais serão interrompidas para a realização do evento.

Faça a divulgação com antecedência

Divulgar a SIPAT com antecedência é fundamental para incentivar a participação dos colaboradores. Assim, os profissionais podem programar suas agendas para comparecer no ciclo de atividades.

Utilize todos os canais de Comunicação Interna que a empresa dispõe. Anúncios na TV corporativa, cartazes, e-mails e folhetos são boas alternativas para tornar o time ciente da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

A SIPAT é um evento exigido na legislação que objetiva divulgar ideias e incentivar a promoção da saúde e segurança no ambiente de trabalho. A proposta é promover a conscientização da equipe e minimizar problemas ligados a proteção dos profissionais no ambiente laboral, além de incentivar hábitos direcionados à qualidade de vida.

É importante nomear uma comissão responsável pela SIPAT e registrar todas as reuniões antecedentes e programas realizados na semana, fazendo inclusive lista de presença. Isso é necessário para ter comprovações para apresentar ao Ministério do Trabalho em caso de fiscalização.

Com os cuidados adequados, é possível desenvolver uma Semana Interna envolvente e interessante, estimulando a participação do time nas ações. Gostou de conhecer a SIPAT e de saber como implementá-la na corporação? Aproveite e compartilhe este conteúdo com seus colegas nas redes sociais!

Aberje Trends: fique por dentro das tendências da comunicação

No final do mês de abril aconteceu o Aberje Trends – Tendências em Comunicação 3ª Edição, evento que reúne anualmente especialistas para discutir tendências da comunicação e concretizar as relações e relevância do tema para as empresas.

O Diretor Executivo da P3K, Elizeo Karkoski, participou de forma mais aprofundada da conferência e painel de cases que teve como tema central a Transformação digital e comunicação com empregados.

Como moderador, ele conduziu debates sobre a importância da cultura, da liderança exemplar nas empresas e do protagonismo das pessoas, em especial, em momentos de transição, como avanços da comunicação através da tecnologia.

Pontos como descentralização e horizontalização da informação também tiveram grande destaque na conversa, o que reforçou o uso da comunicação interna como pilar estratégico, ressaltando que tendências digitais são novas ferramentas que possibilitam novos resultados, mas que o exercício da crença e do propósito é a base para que o crescimento seja realmente positivo.

Ainda sobre resultados, a importância da mensuração de retorno de investimentos na comunicação foi debatida com a apresentação de estratégias e novas ferramentas que auxiliam nessa etapa de conclusão de projetos.

Foram também abordados temas relevantes da atualidade, como lobby e os caminhos para as relações governamentais e institucionais no Brasil, inovação de ferramentas, a diversidade corporativa, compliance na comunicação, jornalismo de dados, fake news e branded content.

A participação no evento, através de seu Diretor Executivo, reforça o posicionamento da P3K como embaixadora da Comunicação Interna no Brasil.

 

Resultados de sucesso de clientes P3K Comunicação

Uma boa comunicação corporativa é primordial para qualquer negócio que valoriza o seu capital humano e pretende ser rentável: apenas com uma cultura organizacional eficiente que permita que processos fluam naturalmente e uma equipe bem alinhada, é capaz de resolver problemas com tranquilidade e rapidez.

Empresas especializadas em Comunicação Interna são a melhor opção para quem quer criar estratégias personalizadas e mantê-las vigentes dentro da companhia com o passar do tempo. A P3K Comunicação, referência absoluta no segmento, conta com 10 anos de experiência e know-how para auxiliar qualquer companhia a alcançar sua melhor performance por meio da CI e do Endomarketing.

Ainda não sabe como o auxílio da P3K pode revolucionar a cultura organizacional do seu empreendimento e fazê-lo prosperar? Conheça alguns trabalhos de sucesso da agência e entenda o que ela pode ser capaz de fazer pela sua companhia!

Diagnóstico Restoque S.A.

O primeiro passo tomado pela P3K para a implementação de estratégias que promovessem a melhoria da Comunicação Interna da Restoque S.A durante o processo de compra da Dudalina foi realizar um Diagnóstico completo do negócio e identificar gaps que pudessem prejudicar seu bom funcionamento.

Metodologia de investigação

Para fazer um book de Diagnóstico plenamente funcional, a P3K tomou medidas, como a realização de entrevistas individuais com os gestores das áreas da empresa para entender o cenário de CI, focus group com pessoas de diferentes cargos e envio de e-mails para que a equipe de loja também pudesse opinar.

Após uma análise, descobriu-se que a Restoque não possuía uma estrutura de Comunicação Interna estruturada, já a Dudalina tinha um processo de comunicação que já fazia parte da rotina das pessoas, compondo sua cultura. Esse cenário trouxe dificuldades para a integração das empresas.

Criação de planos de ação

O desafio da P3K era proporcionar a integração dos públicos e mostrar que faziam parte da mesma companhia, com uma comunicação abrangente, usando ferramentas de uso comum a todos nas diversas regiões demográficas.

Com um Diagnóstico completo, foi possível identificar o tom de voz da comunicação da Restoque S.A. e os dois melhores meios para falar com o público: mural, portal  e-mail marketing. A partir dessas ferramentas, foi possível instaurar a Comunicação Interna na companhia de uma maneira estratégica e, principalmente, de forma unificada.

Uma das principais resoluções tomadas foi a implantação de templates de comunicados. Com eles, cada colaborador sabe quando o comunicado é para toda a empresa e quando ele veio de um gestor específico ou, até mesmo, do presidente.

Outra medida que revolucionou o modo como a Restoque se comunica foi a reformulação da identidade visual e navegabilidade da intranet. Ela se tornou mais atrativa e, consequentemente, mais acessada pelos colaboradores, se transformando no principal canal para aquisição de conhecimento sobre a companhia.

adidas – Vivendo o esporte

Como empresa líder no mercado esportivo, a crença central da adidas é que “através do esporte, temos o poder de mudar vidas”. Sua missão e seus valores são tão fortes que a instituição deseja que todos os colaboradores sintam e vivam tal crença.

A adidas decidiu reforçar a cultura do esporte entre seus profissionais, estabelecendo uma maior conexão entre sua equipe e atletas que carregavam consigo a marca. Com isso em mente, contou com o auxílio da P3K Comunicação para promover essa crença central dentro da cultura organizacional.

Para proporcionar a todos os profissionais a vivência do esporte, a P3K Comunicação desenvolveu ainda dinâmicas que davam espaço para que os colaboradores pudessem sentir e mostrar o poder transformador do esporte na vida das pessoas.

Profissionais selecionados (por meio do engajamento nas ações promovidas) tiveram a oportunidade de gravar um vídeo profissional contando a sua história e se tornaram embaixadores da crença central ao longo da campanha. Ao final, foram seis histórias contadas em formato de microssérie.

Com tudo isso, foi possível alcançar o objetivo de manter os colaboradores alinhados e conectados aos assuntos que são relevantes e mais estratégicos para toda adidas do Brasil, a nível regional e global.

Aproximando os colaboradores da companhia

De quinze em quinze dias, desde setembro de 2015, a P3K Comunicação produz uma newsletter chamada Three Stripes Times, com a curadoria dos assuntos que foram destaque na companhia, e esse é principal canal de comunicação da adidas do Brasil com os seus colaboradores.

Enviada por e-mail, em HTML, e com um layout atrativo, a newsletter facilita o acesso às informações e diminui os gaps de comunicação na companhia. Todas as matérias ficam hospedadas na intranet, a qual recebe cerca de 1.000 acessos mensais. Quem não tem acesso ao computador recebe a versão mural.

CASC S.A. (Cargill)

Como falar com mais de 7.000 pessoas, em três idiomas e com 11 países com culturas diferentes? Esse foi o desafio que a P3K Comunicação recebeu da Cargill para desenvolver a campanha de comunicação do CASC SA — programa da empresa direcionado a todos os colaboradores da América Latina sobre a reformulação do modelo de negócio da empresa.

A campanha teve como principal objetivo informar, engajar e integrar os profissionais às mudanças, fazendo com que todos entendessem as suas responsabilidades, conhecessem suas lideranças e trabalhassem dentro do modelo que é praticado em âmbito global.

O tom utilizado na campanha foi leve e com vocabulário simples, objetivo e claro para atender todos os públicos e peças de fácil adaptação a qualquer unidade do negócio, seja escritório, fábricas, porto ou mesmo campo. Para facilitar o acesso e assimilação, todas as informações foram distribuídas em 8 fases, cada uma com o foco em um objetivo:

·         Fase 1: liderança;

·         Fase 2: a Cargill;

·         Fase 3 :o CASC;

·         Fase 4: criação de estratégias;

·         Fase 5: como promover a segurança;

·         Fase 6: criação de organograma;

·         Fase 7: divulgação de produtos;

·         Fase 8: serviços e clientes do negócio.

Dentro de cada etapa as ferramentas utilizadas foram cartazes, e-mail marketing, learning map, adesivos, conference call, vídeos e apresentações em PPT. Para o encerramento, um vídeo com a colaboração de todas as unidades abrangidas na campanha foi criado para promover a união de todos os participantes da estratégia.

Se sentiu inspirado pelos resultados de sucesso da P3K Comunicação? Entre em contato conosco e saiba como o auxílio de profissionais renomados no mercado pode melhorar a Comunicação Interna do seu time e otimizar os processos no seu negócio!

imagem da empresa

Entenda como os colaboradores podem ajudar a melhorar a imagem da empresa

Toda organização busca manter uma imagem positiva no mercado, não é mesmo? Passar uma boa impressão diante da sociedade é fundamental para atrair mais clientes e ter uma boa popularidade. Isso é resultado de vários esforços por parte da companhia em um conjunto de estratégias de marketing.

O que muitos gestores começaram a perceber nos últimos tempos é que investir também no marketing interno se tornou algo primordial e que os colaboradores são fundamentais na propagação de uma boa imagem da empresa.

Quer saber como os profissionais contribuem para melhorar a impressão que o empreendimento passa ao público? Confira o nosso post e entenda!

Qual é a importância de uma cultura de Endomarketing para a empresa?

Uma cultura de Endomarketing para a empresa contribui para que os colaboradores fiquem mais motivados no negócio e, assim, desenvolvam suas atividades de maneira mais efetiva e com mais qualidade. Dessa forma, o time fica mais produtivo e obtém melhores resultados no desempenho das tarefas.

Além disso, com o grupo de trabalho mais satisfeito com a corporação, o clima organizacional melhora, pois as pessoas ficam mais bem-humoradas e tendem a construir interações mais positivas. O profissional também encontra mais motivos para ser compromissado com o negócio, pois o trabalho proporciona experiências positivas, gratificantes e benéficas.

O maior contentamento da equipe contribui para a redução da rotatividade, uma vez que as vantagens do negócio ganham destaque e passam a ser um incentivo a mais para que o colaborador queira permanecer em seu emprego.

Com esse conjunto de fatores, a companhia consegue manter a equipe mais disposta e engajada. Assim, as pessoas realizam um atendimento de qualidade para o público, o que contribui para a promoção de uma imagem positiva para o empreendimento diante do mercado.

Quais ações contribuem para melhorar a imagem da empresa diante do público interno?

Há uma série de ações que a empresa pode realizar para melhorar a sua imagem diante do público interno, o que contribui para promover uma impressão positiva do empreendimento no mercado. Acompanhe mais a seguir!

Escute a sua equipe

Uma ótima forma de deixar claro para os colaboradores o quanto a participação deles é importante para a organização é pedir a opinião de cada um sobre o que pode ser mudado. Nesse momento, é fundamental também dar abertura para sugestões.

Ao realizar essa atividade, registre as ideias que eles propõem e ofereça feedbacks sobre as alternativas dadas. Quando alguma ideia for adotada, lembre-se de dar ao autor da proposta o crédito merecido.

Essa medida traz um sentimento de gratificação para o profissional e estimula o senso de pertencimento ao meio corporativo. Com isso, o time fica satisfeito com a organização e percebe que a empresa realmente valoriza e se preocupa com as ideias de suas equipes.

Ofereça benefícios

Não é somente o salário que convence um talento a permanecer em um emprego. As oportunidades de ter mais qualidade de vida também são importantes fatores de fidelização de um profissional. Oferecer benefícios é um excelente atrativo para o colaborador, pois isso permite que cada membro da equipe tenha mais conforto.

Planos de saúde e odontológicos, vale-cultura, vale-alimentação, descontos em academias são apenas algumas alternativas que podem proporcionar mais comodidade para a equipe e fazer ela se sentir valorizada. Além disso, o benefício também oferece mais tranquilidade para a família do colaborador, o que contribui para que ele seja agradecido à empresa pela vantagem obtida.

Invista em premiações e bonificações

Ver seus esforços serem recompensados é realmente gratificante, não é mesmo? Ter uma política meritocrática no empreendimento contribui para que os profissionais vejam os resultados positivos de seu trabalho, o que aumenta o sentimento de gratificação.

Investir em premiações e bonificações para quem se destaca no desempenho das atividades permite que a corporação tenha uma imagem positiva diante dos colaboradores. Assim, quem se esforçar mais terá vantagens pela sua dedicação e trabalho duro. Os liderados terão um incentivo para investir sua energia em serem mais produtivos e para desempenharem suas tarefas com qualidade.

Aposte em treinamentos

A equipe fica mais envolvida e engajada quando percebe que a companhia investe nela. Assim, oferecer treinos e capacitações é uma proposta muito positiva. Os colaboradores se tornam mais qualificados para o desempenho das tarefas e, com isso, alcançam melhores resultados. Isso traz motivação e estimula o compartilhamento de conhecimento e a cooperação.

Além disso, uma capacitação é um item que pode melhorar a credibilidade do currículo do profissional, o que é altamente motivador. Aprimorar os conhecimentos é uma oportunidade única e os liderados aproveitam bem essa chance. Assim, eles se sentem valorizados pela organização e percebem que os gestores estão preocupados em oferecer boas oportunidades para seus times.

Promova ações de integração na empresa

Promover práticas para que os colaboradores possam interagir é importante para a formação de laços entre os profissionais e para a humanização das relações de trabalho. Isso melhora o bem-estar na corporação e mostra que a empresa se preocupa em proporcionar momentos de convivência saudável para a equipe.

A organização pode fazer happy hours, grupos de estudo, grupos para a prática de atividade física, comemorações quando metas são alcançadas ou em datas especiais e uma série de outras atividades.

A medida promove bem-estar no trabalho e permite que a convivência do pessoal seja mais sadia. Com isso, os liderados desenvolvem uma impressão positiva do empreendimento.

Os profissionais são figuras muito importantes na construção da imagem da empresa. Se a equipe tem uma boa visão da companhia, ela trabalha melhor, é mais produtiva e realiza um atendimento com mais eficiência. Isso garante mais satisfação para o consumidor, promovendo a fidelização de clientes e o aumento da lucratividade.

Para que os colaboradores tenham uma impressão positiva da corporação, invista em medidas que promovem o bem-estar do time e que estimulam a participação e a valorização de cada membro da equipe.

Realize práticas que demonstrem para os membros do time o quanto eles são fundamentais para que o negócio tenha sucesso. Neste post, você pôde conferir uma série de ações de Endomarketing que podem trazer muitos benefícios para a companhia.

E então? Gostou de saber como os profissionais podem ajudar a melhorar a imagem da empresa? Confira também o nosso artigo sobre tendências em Comunicação Interna e Endomarketing e informe-se mais sobre o assunto!