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Canais de Comunicação Interna: como mapear e melhorar o alcance?

Aumentar o alcance e engajar o próprio time é prioridade para toda instituição que deseja manter-se produtiva e relevante no mercado. Por isso, investir em boas estratégias de Comunicação Interna é indispensável para tornar os processos e entregas de tarefas mais coesos e funcionais.

ações de endomarketing

7 ações de endomarketing que aumentam o engajamento e a produtividade

Você já ouviu falar de endomarketing? Esse conceito está relacionado, basicamente, ao marketing interno de uma empresa. São as estratégias do marketing tradicional adaptadas e aplicadas no ambiente interno de uma instituição, voltadas para a satisfação dos colaboradores.

Apesar de ser muito importante, vários gestores ainda não reconhecem essa estratégia. No entanto, ela se mostra cada vez mais significativa para as empresas conquistarem o sucesso e melhorarem a imagem para o público externo. Portanto, em épocas de alta rotatividade de colaboradores, investir em ações de endomarketing se torna essencial, uma prioridade.

Pensando nisso, neste post abordaremos as ações nas quais sua empresa pode investir. Continue a leitura!

1. Pesquisa com colaboradores

O primeiro e mais importante passo para começar a se investir em ações de endomarketing é fazer uma pesquisa de clima organizacional e de satisfação com os profissionais. Essa etapa é realizada antes mesmo de planejar as ações propriamente ditas, pois os colaboradores são os que mais conhecem a empresa em que trabalham — e ninguém melhor do que eles para avaliar o ambiente da organização.

Dessa forma, é necessário descobrir se eles se sentem reconhecidos e motivados e saber quais os tipos de benefícios que gostariam de receber. É fundamental conhecer seus hábitos e preferências para só depois traçar ações que tenham a ver com o perfil da instituição. De nada adianta marcar um happy hour em um bar com o objetivo de integrar os membros do seu time se eles não consomem álcool, por exemplo.

Com os resultados das pesquisas em mãos, fica mais fácil criar ações que trarão os resultados esperados. No entanto, atente-se em tornar essa pesquisa uma tarefa recorrente, com o objetivo de comparar os resultados e avaliar a eficiência das ações executadas.

2. Eventos para o público interno

Palestras, cafés da manhã, workshops, entre outros eventos motivacionais voltados para o público interno tendem a trazer ótimos resultados. Você pode, por exemplo, realizar um encontro mensal cujo assunto varia a cada edição. Selecione aqueles conteúdos que mais interessam o seu público interno e faça debates e dinâmicas com o objetivo de os colaboradores interagirem e pensarem “fora da caixa”.

Às vezes você nem precisa pensar em eventos de assuntos muito complexos, bastando escolher atividades que estimulem a criatividade para que os colaboradores se sintam mais engajados com as metas da empresa e motivados a trabalhar por bons resultados.

3. Comunicação Interna

Não importa o tamanho de sua empresa: é essencial que se tenha uma maneira estruturada de comunicação interna. Informações institucionais e avisos importantes precisam ser repassados de forma sistematizada para toda sua equipe.  Não importa o formato — seja jornal mural, e-mail, intranet, grupos de WhatsApp ou ferramentas de diálogo, como o Slack. É essencial que as pessoas saibam onde encontrarão informações sobre o local em que trabalham.

Além disso, quanto mais transparentes as informações, melhor. Deixe sua equipe ciente de tudo que está ocorrendo na empresa: se está atingindo as metas, se os resultados estão dentro do planejado e se as principais ações estratégicas de planejamento estão sendo eficientes, por exemplo.

 

Caso haja canais de comunicação bilaterais, melhor ainda. O colaborador deve saber como e onde se comunicar com sua empresa, para que direcione de maneira efetiva as perguntas e dúvidas, além de dar sugestões de melhoria e contar com a realização de sucesso do seu time.

4. Ações de integração

Ações de endomarketing que envolvem a integração do colaborador são muito eficientes para o sucesso dessa estratégia. Elas servem mais do que para apenas integrar os profissionais com a empresa, mas também entre eles próprios, aproximando e fortalecendo o espírito de equipe. Ou seja, faça happy hours, comemorações de aniversariantes do mês ou um almoço surpresa por alcançar determinada meta.

Caso seu time goste de assistir filme, leve-os ao cinema ou até mesmo promova uma sessão dentro da própria empresa. Se futebol for um tema constante nos intervalos da empresa, marque uma tarde no estádio ou uma reunião para assistir a um clássico.

Como dito, ritos para comemorar as conquistas são importantíssimos para a integração. Faturou uma conta difícil? A empresa ganhou um prêmio? Reúna a equipe e comemore com todos que ajudaram, direta ou indiretamente.

5. Política de benefícios

Você sabia que a política de benefícios de sua empresa pode ir muito além daqueles obrigatórios, como vale-refeição, vale-transporte e plano de saúde? É possível oferecer auxílio a cursos de capacitação, incentivar a prática de esportes, oferecer descontos em restaurantes e academias, além de estimular atividades culturais. Ofereça, também, dias de folgas e outros tipos de benefícios com o objetivo de engajar, motivar e reter os colaboradores.

No entanto, lembre-se que sempre é necessário consultar as leis trabalhistas, para que a política de benefícios adotada por você não esbarre em nenhum problema jurídico.

6. Colaborador destaque

Sabe aquele colaborador o que atingiu as metas, contribuiu para manter a equipe motivada e está sempre de bom humor, esforçando-se pelo melhor de sua empresa? Reconheça! Você pode fazer o destaque semanal, mensal ou trimestral, de acordo com a disponibilidade financeira de sua empresa.

Para o profissional que mais se destacou naquele período, ofereça bonificações com o objetivo de motivá-lo a sempre estar entre os melhores de sua equipe.

7. Criar um ambiente inspirador

Estabelecer um ambiente inspirador é dever de todos os colaboradores, seja o gestor ou o estagiário. Planeje os espaços, a sinalização e a decoração da empresa de maneira que os colaboradores se sintam em um local acolhedor e motivador. Pense no que a empresa pode oferecer aos seus profissionais — área para descanso, salas de coaching e treinamento e locais para alimentação são alguns dos exemplos que motivam o dia a dia do colaborador.

Deixar a identidade visual da marca expressa nos ambientes da instituição também é fundamental. Assim, os colaboradores tendem a absorver a forma com que a empresa costuma se comunicar. Nos espaços de descanso, deixe as cores da empresa sempre em destaque, além de prêmios e fotos expostas.

Como você pôde perceber, investir em ações de endomarketing é esencial para o sucesso do engajamento de sua equipe. No entanto, é necessário se planejar e ter a consciência do que combina com o perfil de sua empresa e quais serão as atividades que mais contribuirão para o sucesso do profissional dentro da instituição.

O que achou deste conteúdo? Para se aprofundar um pouco mais sobre esse assunto, confira como o endomarketing favorece programas de desenvolvimento profissional neste nosso outro artigo. Boa leitura!

comunicação integrada

Qual é o peso da Comunicação Interna em uma comunicação integrada de sucesso?

A comunicação integrada é um dos melhores instrumentos de que uma empresa pode dispor: além de engajar o pessoal e criar um sentimento de pertencimento à equipe, ela também permite que os gestores economizem e ganhem em competitividade.

Assim, toda companhia deve contar com uma boa estratégia de comunicação para: firmar sua posição no mercado, unir as pessoas, transmitir informações e organizar as finanças, ou mesmo divulgar serviços e produtos..

Nesse sentido, integrar os setores do negócio e fazer com que cada funcionário conheça seu papel na cadeia de processos é a melhor maneira de criar fluxos de comunicação inteligentes, que aproveitem o potencial de cada profissional, e de passar uma imagem mais coesa e forte para os clientes.

Ainda não se convenceu? Entenda o peso da Comunicação Interna para uma comunicação integrada de sucesso e como fazê-la funcionar corretamente na sua empresa!

A Comunicação Interna nas empresas

A Comunicação Interna pode ser entendida como uma subárea da comunicação integrada que tem como principal objetivo monitorar o compartilhamento de informações e fortalecer as ações dos colaboradores no ambiente corporativo, de maneira estratégica.

As informações podem ter relação com mensagens de propagação da missão, visão e valores da companhia, e com estratégias de mercado e recomendações restritas a dado grupo de pessoas, como metas do setor ou feedbacks.

Dessa forma, a Comunicação Interna em uma comunicação integrada tem como objetivo principal eliminar ruídos e manter os colaboradores bem alinhados com as metas, discursos e valores da instituição, estabelecendo, para tanto, condutas que sejam condizentes com o que o negócio prega.

Tipos de Comunicação Interna nas empresas

Para que uma estratégia de comunicação integrada tenha sucesso, é essencial que os gestores revejam as estruturas já existentes e busquem unificar as mensagens, sejam elas do tipo que forem.

São cinco os tipos de comunicação presentes nas empresas. Tanto a comunicação verbal quanto a escrita já fazem parte do dia a dia das instituições há muito. No entanto, a busca por eficiência e celeridade nos processos tem causado o aumento do uso das demais nas estratégias das instituições.

Profissionais especializados no assunto são altamente indicados para quem busca resolver problemas e saber em qual tipo as ações devem focar. Entenda um pouco melhor sobre cada uma delas.

1. Comunicação escrita

Uma das campeãs de uso no ambiente corporativo, este tipo de comunicação compreende tudo aquilo que é transmitido aos colaboradores por escrito — os métodos mais comuns são por meio de mensagens (inclusive eletrônicas), jornais e murais.

2. Comunicação verbal

Compreende toda informação trocada dentro do ambiente corporativo utilizando a fala, mesmo que não oficialmente. Pode se propagar por meio de conversas, palestras, confraternizações e reuniões, por exemplo.

3. Comunicação vertical

A comunicação vertical diz respeito a toda troca e informações entre superiores e ocupantes de posições hierárquicas inferiores na companhia. É geralmente utilizada para o planejamento estratégico da instituição, como em reuniões ou apresentações.

4. Comunicação horizontal

Este tipo de comunicação compreende toda troca de informações que ocorre entre colaboradores, sem distinção quanto a posição hierárquica que ocupam, dentro da empresa. É muito comum em reuniões, por exemplo.

5. Comunicação diagonal

Diz respeito à comunicação que ocorre de maneira inter-hierárquica, quando diferentes gestores e equipes recebem o mesmo tipo de informação ou transmitem conceitos à áreas diversas. É ideal para informar o pessoal sobre novos projetos ou transmitir mensagens que todos devem conhecer, podendo ser propagada por e-mails, tv corporativa, etc.

A Comunicação Interna como parte fundamental do sucesso da estratégia integrada

A integração da comunicação como um todo nada mais é que o resultado de um processo constante de evolução dentro do mundo corporativo.

Hoje em dia, não faz sentido algum manter várias equipes distantes, dentro das organizações, ou mesmo não incentivar a comunicação vertical e horizontal, uma vez que todos devem colaborar de igual forma para atingir o resultado desejado.

Frente a um mercado cada vez mais complexo, instituições que desejam ganhar em competitividade devem manter suas equipes unidas e empenhadas na tentativa de obter resultados melhores e conter gastos.

Investir em Comunicação Interna é garantir que a estratégia integrada funcione, evite gargalos no fluxo de informações e engaje o pessoal como um todo. A melhoria do clima organizacional costuma ser certeira: os colaboradores internalizam a missão e os valores do negócio e desenvolvem o espírito de cooperação e os relacionamentos interpessoais.

Uma boa estratégia diminui a distância entre departamentos e faz com que cada pessoa se enxergue dentro do time, fortalecendo a sintonia entre os funcionários e criando um clima mais leve, de respeito e, principalmente, produtivo.

Dessa forma, a partir do momento em que as pessoas passam a se sentir confortáveis e envolvidas com a organização, é natural que se dediquem mais e apresentem resultados superiores àqueles que não se sentem parte do todo.

A melhoria da Comunicação Interna também facilita a integração de novos colaboradores ao time, já que quem chega por último já encontra uma equipe consistente e acolhedora. Consequentementre, diminui a rotatividade  de colaboradores na instituição, já que colaboradores com um sentimento de relevância tendem a ficar mais satisfeitos e permanecer mais tempo fazendo parte do quadro da empresa.

Investir no engajamento de funcionários para alavancar resultados

Por tudo que já falamos, fica bastante claro que apostar na integração e criar uma estratégia de Comunicação Interna personalizada é primordial para quem busca resultados acima da média, certo?

Investir no engajamento dos colaboradores, com uma boa Comunicação Interna, melhora o alinhamento de ideias entre o pessoal, traz um ganho significativo de tempo para cada um e celeridade na condução de processos, reduz a rivalidade entre equipes e os ruídos no fluxo de informações, e permite que se entregue um trabalho mais unificado.

Para tanto, é necessário adaptar o discurso direcionado aos colaboradores ao que chega aos clientes:  de nada adianta manter uma postura austera com sua própria equipe e adotar um tom descontraído com o público, já que isso acaba confundindo a todos e demonstra falta de coerência.

Como resultado, as boas práticas de CI podem reduzir gastos com ações ineficientes, reforçar o posicionamento da marca, e torná-la autoridade no mercado em seu segmento, conquistar a confiança do público e ter liderança nos negócios.

Agora que você já entendeu qual é o peso da Comunicação Interna em uma comunicação integrada de sucesso, que tal aprender a fazer um planejamento de Comunicação Interna?

cultura e clima organizacional

Cultura e clima organizacional: a relação entre potencial e engajamento interno

Ter uma equipe de alta performance é o que deseja a maioria das empresas. No entanto, vários fatores influenciam na obtenção dos melhores resultados. Entre eles, estão a cultura e o clima organizacional.

Uma gestão que enxerga o potencial dos colaboradores e investe em medidas que os promovam pode estar um passo à frente, já que, tanto fora quanto dentro da organização, tal reconhecimento é bastante valorizado.

Todavia, para ter essa imagem positiva no mercado, é preciso promover cultura e clima organizacional saudáveis. Acompanhe o post a seguir e veja como isso pode ser feito em sua empresa!

Cultura e clima organizacional

Quando se fala em cultura e clima organizacional, muitos profissionais confundem os dois termos e/ou acreditam que sejam a mesma coisa. Entretanto, apesar de um influenciar diretamente o outro, existem muitas diferenças entre seus conceitos.

A cultura organizacional está ligada à identidade corporativa. É o seu conjunto de normas, a sua missão e seus valores. Ela é bem-resistente a mudanças e tem a ver com a forma como a organização conduz os seus negócios.

Quando se faz parte do dia a dia de uma empresa ou quando se tem um contato mais próximo com os seus processos, pode-se perceber a presença de certos hábitos e padrões de comportamento. E esses elementos é que formam a sua cultura.

Geralmente, quem não segue esses modelos em seu modo de agir pode não se enquadrar ao restante da equipe e gerar problemas para a gestão. Por isso, desde o processo seletivo, os perfis comportamentais são avaliados, pois esse é o primeiro passo para garantir um alinhamento entre o novo colaborador e a corporação.

O clima organizacional, por sua vez, está relacionado ao ambiente da empresa. Ele tem a ver com o nível de motivação e de engajamento dos colaboradores. Alguns fatores, como as condições de trabalho, as políticas de benefícios e recompensas, a liderança etc., afetam, de forma direta, o clima da organização.

Ele pode ser tido como um termômetro da companhia, pois reflete a percepção dos profissionais de uma empresa sobre ela. Muitos acontecimentos, como a demissão de um líder, as modificações nas ferramentas e nos processos etc., podem alterar essa visão.

Ao perceberem essa realidade, muitos gestores implantam pesquisas periódicas para avaliar os níveis de satisfação dos colaboradores. Dessa forma, é possível promover melhorias antes que a produtividade seja atingida negativamente.

A maior diferença entre o clima e a cultura organizacional está na maleabilidade de cada um. O primeiro é suscetível à mudança e pode sofrer alterações em curtos espaços de tempo, pois está exposto a fatores que nem sempre estão sob o controle das lideranças.

Tem origem nas escalas mais altas e sólidas da hierarquia e é difundida entre os colaboradores que, por sua vez, devem segui-la. Tais regras e hábitos são adquiridos de forma rápida e passam de profissional para profissional, tornando, assim, a cultura cada vez mais sólida.

Importância da cultura organizacional

A cultura é a essência da empresa e mantê-la ativa e fortalecida pode gerar um sentimento de pertencimento em seus colaboradores. Por isso, tão importante quanto ter uma cultura bem definida é promovê-la adequadamente dentro da organização.

Essa estratégia pode ser desenvolvida junto à Comunicação Interna (CI) e ao Endomarketing. Seja por meio de um setor específico, seja por uma agência contratada, as práticas de divulgação devem levar em consideração o público-alvo (os colaboradores), envolver a liderança e alinhar os diversos canais a serem utilizados.

Quando feita de forma correta, a CI cumpre o seu papel de disseminar as crenças e os valores da corporação. E isso é capaz de fazer com que os colaboradores se identifiquem e se esforcem para praticá-los no dia a dia.

Assim, é possível moldar comportamentos de acordo com o desejado. Pode-se fomentar, por exemplo, a maneira mais apropriada de se tratar um cliente, a forma mais eficaz de dar (e receber) feedbacks, uma cultura de hábitos saudáveis, de solidariedade ou, ainda, com foco em resultados.

Com um trabalho intenso, uma equipe especializada pode criar os melhores materiais informativos para alcançar os objetivos almejados. É preciso, inclusive, reforçar o discurso entre os líderes e gestores para que ele faça sentido dentro da organização.

Para realizar tal comunicação e obter maiores repercussões, os canais devem ser adequados e a linguagem precisa conversar diretamente com quem se deseja falar. Dentre os meios disponíveis, estão os murais, as redes sociais corporativas, os e-mails, os jornais, a TV corporativa etc.

Cuidar desse aspecto de uma companhia é lidar com o seu maior capital — o humano. Por isso, essas ações têm a capacidade de impactar todos os processos da empresa. Isso quer dizer que não só a produtividade poderá ser afetada, como também os índices de absenteísmo, de turnover e de retenção de talentos.

Relação entre cultura e engajamento

Diante dos elementos citados, não há como negar que existe uma sólida relação de interdependência entre o desenvolvimento do potencial dos colaboradores e uma forte cultura organizacional. Mudar alguns arquétipos não é uma tarefa fácil.

Mas, ainda que seja uma organização familiar e que sua cultura tenha sido estabelecida ao longo de vários anos, há a possibilidade de evoluir a maneira de se comunicar com os colaboradores e modificar padrões nocivos à saúde do negócio. Afinal, o comprometimento com a companhia pode levar a uma maior dedicação e a um maior engajamento.

Para tanto, todos devem trabalhar com o mesmo propósito, desde os estagiários aos líderes. Quando um time se envolve por completo, fica mais fácil realizar as mudanças necessárias e o sucesso da empresa se torna tangível.

Isso se dá porque as pessoas ampliam a visão que têm da companhia, o que proporciona a cada colaborador a possibilidade de assumir a sua parte no processo e transformá-la em um objetivo pessoal e profissional. Esse é o fundamento do novo conceito de “colaboradores lovers” que vem sendo propagado atualmente no mercado.

Investir na cultura e clima organizacional é dar atenção às relações humanas no ambiente corporativo. As empresas que atentam para essa discussão conquistam seus profissionais, melhoram a qualidade de vida deles e, em troca, ganham a sua fidelidade. Essa é uma necessidade em todas as organizações, e buscar o equilíbrio para saná-la é fundamental para aumentar a sinergia do time e o foco nos objetivos.

Agora que você já sabe o que o fortalecimento da cultura organizacional pode fazer por sua empresa, leia nosso post sobre integração de novos colaboradores e descubra por que essa etapa é tão importante!

perfil de liderança

Profissionais com perfil de liderança: saiba como identificá-los

Não é novidade que o papel de um líder é fundamental para o desempenho de uma equipe e para manter um bom clima organizacional. No entanto, é preciso saber em qual área da empresa uma pessoa com perfil de liderança poderá desenvolver melhor as suas habilidades, levando consigo todo o seu time.

Para tanto, se faz necessária a correta identificação desses profissionais, pois cada estilo tem suas vantagens e desvantagens. Além disso, a influência que exercem no local de trabalho pode ser positiva ou negativa.

Neste post, preparamos uma lista com alguns perfis de liderança para que você possa identificá-los e utilizá-los para o sucesso da sua organização. Acompanhe!

Perfis de liderança mais comuns

Seja de forma inata ou desenvolvida ao longo dos anos, existem algumas características que todo líder deve ter. Entre elas estão o conhecimento técnico, a inteligência emocional, a inovação, o desejo de colaborar, a proatividade, o comprometimento etc.

Não é difícil elencar tais competências, mas saber reconhecê-las em um colaborador é tarefa para gestores que têm um olhar mais atento. Esse é um passo importante para a empresa que entende a relevância de ter uma equipe engajada para se consolidar no mercado.

Cada modelo de liderança tem seus prós e contras. Não há como definir qual é o melhor e qual é o pior para a empresa, pois isso depende do perfil comportamental dos profissionais que compõem a equipe, da tarefa a ser realizada, da atual necessidade da organização, entre outros.

Por isso, listamos alguns estilos para que você veja os principais aspectos de cada um e analise seus pontos fortes e fracos. Observe:

Coercitivo

Neste modelo de gestão, o que impera é a coerção. Ou seja, o ato de forçar pela intimidação; coagir. Ao invés de estimular uma colaboração espontânea, esse tipo de líder usa de sua força e poder para obrigar a sua equipe a fazer o que ele quer.

Os líderes coercitivos, geralmente, passam boa parte do expediente fazendo cobranças aos seus colaboradores, apontando erros e exercendo forte pressão psicológica. Como consequência, os trabalhadores podem se tornar mais tensos e estressados.

Um dos pontos fortes da liderança coercitiva é o fato de ela ser movida por resultados. Além disso, suas habilidades podem ser úteis para lidar com colaboradores problemáticos. Um dos seus pontos fracos é a tendência a dar feedbacks negativos em demasia, o que pode desmotivar algumas pessoas.

Autoritário

O líder autoritário pode também ser chamado de autocrático, pois uma de suas características mais marcantes é demandar sem ouvir a opinião dos outros colaboradores, dispensando participações nas tomadas de decisão.

Seu comando é firme e seu foco está na execução das tarefas e no seguimento de regras preestabelecidas. Esse líder pode ser inspirador quando cria uma reputação sólida, que é conquistada por causa da sua competência.

Um problema que pode surgir nesse tipo de liderança é o excesso de críticas a quem não apresenta resultados. Caso esse líder não tenha uma imagem sólida, inspirada, corre-se o risco da equipe se julgar mais competente que ele e, assim, questionar a sua autoridade.

Uma das vantagens que pode ser apresentada é a motivação dos colaboradores para fazer algo junto ao seu líder, pois a tendência dele é trazer uma nova visão e um ritmo constante de trabalho.

Democrático

Este modelo de líder encoraja a participação dos colaboradores, incentivando-os a manifestarem suas opiniões e sugestões. A liderança democrática busca facilitar a execução dos processos como um todo.

Ela tem uma grande habilidade para se comunicar e, geralmente, confia e apoia seus colaboradores por considerar que eles já têm maturidade e conhecimento para desenvolverem soluções.

Sua preocupação é dividida entre a realização do trabalho e a qualidade de vida e satisfação da sua equipe — o que gera um maior empenho por parte dos profissionais, favorece um bom clima organizacional e aumenta a produtividade.

Situações que exigem maior direção e resultados mais rápidos podem se tornar um problema para esse tipo de líder, pois precisará mudar a forma de atuação da equipe. Outro ponto a ser trabalhado são os feedbacks negativos, que podem ser erroneamente interpretados por seus liderados, fazendo com eles se sintam magoados.

Centralizador

Este estilo de liderança abarca para si todas as tarefas. A sua dificuldade está em delegar, ou seja, em dividir o trabalho entre os que deveriam ser coparticipantes em sua realização. Às vezes, ele pode levar a opinião dos outros em consideração, mas sua palavra é a que terá um peso maior.

Muitos acreditam que o líder centralizador é assim por causa da sua falta de confiança em seus liderados. Porém, a verdade pode estar no fato de ele ser muito apaixonado pelo que faz.

Alguns dos pontos fracos desse líder são a falta de paciência em ensinar e a ideia de que as pessoas não têm o conhecimento necessário para atender às demandas. Seus pontos fortes podem estar na firmeza em suas tomadas de decisão e em não suportar profissionais descomprometidos.

Visionário

O líder visionário mantém o seu olhar no futuro. Ele é empreendedor e está disposto a correr riscos. O otimismo é sua marca registrada. Por isso, ele cria projetos atraentes e construtivos para a organização, sempre visando o longo prazo.

Essa liderança tem facilidade em reconhecer talentos e um grande senso de oportunidade. Ela valoriza os colaboradores e busca obter resultados, motivando constantemente a equipe. Seu ponto fraco pode estar na dificuldade em realizar tarefas no curto prazo.

Marcador de ritmo

O líder marcador de ritmo sente a necessidade de estar no controle de tudo, durante todo o tempo. Seu foco está em estabelecer padrões elevados de desempenho, colocando a si mesmo como exemplo. Ele acredita que os resultados serão atingidos de forma mais rápida se agir dessa maneira.

O ponto fraco desse estilo de liderança é a impaciência, o que pode ocasionar cobranças excessivas para que seus liderados tenham o mesmo ritmo que o seu. Entretanto, em geral, cada pessoa tem a sua energia e isso pode gerar desconfortos no ambiente de trabalho.

Independentemente de qual seja o perfil de liderança, todo gestor deve ser confiante, acima da média, buscar novos conhecimentos e estar disponível para aprender e ensinar. Além disso, ele deve se empenhar para que cada liderado desenvolva o melhor de suas habilidades. Dessa forma, todos saem ganhando.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre alguns estilos de liderança, que tal saber como os colaboradores podem melhorar a imagem da empresa? Leia nosso post e descubra!

cultura startup

O que a cultura startup pode ensinar às corporações sobre inovação?

Quando se fala em cultura startup, alguns dos primeiros nomes que vêm à cabeça das pessoas são Google e Netflix. Essas empresas são pioneiras na implantação do conceito, mas muitas outras organizações estão adotando essa estrutura e modificando seu posicionamento no mercado.

Isso significa que tanto as empresas novas quanto as mais tradicionais estão se inspirando nessa cultura, e isso as têm levado a incorporar as suas melhores práticas aos seus modelos de gestão.

Quer saber um pouco mais sobre as startups e entender por que tais mudanças estão ocorrendo? Leia o post a seguir e descubra!

Estrutura e cultura startup

Lanches à vontade, dress code, salas de jogos, espaço para descanso etc. Esses elementos podem, sim, fazer parte do dia a dia de uma startup. No entanto, a essência dessa cultura vai muito além do seu visual e dos seus benefícios diferenciados.

Apesar de confundir as mentes mais ortodoxas — aquelas que prezam por regras e códigos de conduta rígidos —, toda a estrutura desse novo tipo de empresa é pensada para aumentar a qualidade de vida de seus colaboradores e melhorar os processos organizacionais.

Efeitos da cultura startup

Uma das definições atuais mais aceitas por especialistas diz que uma startup se refere a um grupo de pessoas que procuram um modelo de negócio repetível e escalável e que trabalham em condições de extrema incerteza.

Entretanto, o que se tem notado é que a principal consequência desse novo modelo de cultura organizacional é uma companhia diferenciada que cresce cada vez mais no mercado.

O que alguns podem encarar de forma negativa reflete, na verdade, um espírito de ousadia, pois implica apostar e trabalhar firmemente em ideias que não se sabe se darão certo ou não. Além disso, o modelo gera valor, transformando os esforços empreendidos em dinheiro.

Ao serem repetíveis, as startups se propõem a entregar o mesmo produto em escalas consideráveis, sem muitas adaptações ou customizações para cada cliente. Assim sendo, é possível oferecer o mesmo artefato a quem quiser pagar e ainda ter mais exemplares à disposição.

Quanto ao fato de serem escaláveis, significa que essas empresas são propensas ao crescimento rápido, mas não devem permitir que isso influencie na cultura e no modelo do negócio. Ou seja, podem aumentar a receita, mas devem permanecer com os mesmos custos, ou vê-los crescer de forma bem mais lenta.

Principal desafio

O maior desafio da cultura startup é escalar sem perder de vista os valores que fizeram com que tal ascensão fosse possível. Isso ocorre porque, quando se tem uma corporação de menor porte, em geral, a burocracia é menor, e controlá-la é mais fácil.

Contudo, o objetivo da maioria das empresas é se destacar, ser maior e melhor que as suas concorrentes. E é nesse cenário que surge a questão: como equilibrar o negócio para que o crescimento não prejudique a cultura criada ao longo do tempo?

Para responder a essa pergunta não existe uma fórmula mágica, pois a solução vai depender de cada empresa e do momento vivenciado por ela. Todavia, algumas ações podem servir para qualquer tamanho de negócio, e entre elas está a Comunicação Interna.

Comunicação Interna (CI)

Ao longo dos anos a CI e o Endomarketing têm ocupado cada vez mais espaço dentro das organizações, com um papel estratégico. A função desses setores, que também pode ser exercida por uma agência contratada, não só leva as informações necessárias aos colaboradores, como fortalece a cultura organizacional.

Por meio dos canais estabelecidos, é possível garantir que todos os profissionais de uma companhia sejam participantes ativos do modo como a empresa (como um todo) impõe o que sente, pensa, age e reage aos acontecimentos internos e externos.

Porém, isso só ocorre quando existe o entendimento, por parte de toda a equipe — incluindo a liderança —, de que a CI é inerente à cultura e tem potencial  transformador.

Lições das startups

Após conhecer um pouco mais sobre a cultura startup, não é difícil perceber por que ela vem ensinando algumas lições valiosas às empresas. E, para exemplificar melhor, listamos algumas delas, abaixo. Acompanhe!

Estrutura horizontal

Se uma organização deseja implementar alguns aspectos da cultura startup em seus processos, a sua estrutura de liderança é um dos pontos a ser considerado. Afinal, menos hierarquia e maior autonomia são marcas registradas desse novo modelo de empreendimento.

A liberdade rege as atividades desenvolvidas no cotidiano dos profissionais contratados por essas empresas. Por esse motivo, suas equipes são reduzidas e, normalmente, resolvem todos os problemas internamente.

Além disso, pessoas que trabalham em startups estão sempre em busca de aprendizado para serem melhores a cada dia. Com sua estrutura horizontal, o compartilhamento de conhecimento é muito mais incentivado e colocado em prática, trazendo maior evolução ao time.

Agilidade nos processos

Poucas coisas são tão eficientes para impedir a realização de um projeto quanto a imposição de vários processos burocráticos e a necessidade da aprovação de muitas pessoas. Além de retardar a execução da ideia, tais impedimentos podem desestimular muitos profissionais.

Como em uma estrutura de startup há menos hierarquia e maior liberdade para as equipes, os colaboradores podem focar em suas metas e agir por conta própria, sem ter que dar justificativas a todo momento. Assim, a tomada de decisões ganha mais velocidade.

Engajamento dos colaboradores

Com as mudanças na sociedade e nas relações entre empresa e colaborador, as pessoas passaram a associar trabalho à qualidade de vida e à realização pessoal e profissional. Assim, o desejo da maioria é trabalhar em um lugar que a valorize e que ofereça oportunidades para o crescimento.

As startups promovem um ambiente no qual a confiança nos colaboradores prevalece. Até os escritórios são projetados para trazer maior interação entre eles, eliminando o isolamento e o status.

Isso facilita a comunicação, traz transparência às relações interpessoais e fomenta a troca de conhecimentos e de ideias. Em um clima como esse, fica mais fácil obter um maior engajamento de todos.

Ambiente de inovação

Sofás e puffs coloridos, grafites nas paredes, objetos pendurados pelo teto, biblioteca, áreas verdes para relaxamento… todos esses elementos ajudam a compor um ambiente mais descontraído, substituindo o tradicional escritório monocromático.

Em um local assim, não é difícil deixar a criatividade e a inovação fluírem. Outro fator relevante nesse quesito é a possibilidade de tentativa e erro. Nesse modelo de empresa, considera-se que a maior falha é não tentar. Os planejamentos devem ser rápidos para que, assim, seja possível experimentar sem medo.

Melhor custo-benefício

Fazer muito com poucos recursos: essa é uma das premissas mais importantes que as startups podem ensinar às corporações. Isso significa otimizar os processos existentes, eliminar desperdícios e definir as prioridades.

Alguns acreditam que é preciso ter grandes planejamentos, adquirir ferramentas específicas e fazer mais contratações para que um projeto dê certo. No entanto, se a intenção é crescer, o ideal é se adaptar ao momento e ao que se tem para então realizar o que for possível.

Ter colaboradores com mentalidade de dono, apaixonados pelo que fazem e pela empresa onde trabalham é a vontade de grande parte dos empreendedores. Para tanto, é necessária uma identificação dos valores e propósitos dos profissionais com os da organização.

É justamente isso que a cultura startup se esforça para promover. Sua intenção é oferecer uma nova experiência aos profissionais e incentivá-los a resolverem problemas reais das pessoas, melhorando suas vidas.

Comece, agora mesmo, a pensar como os profissionais superqualificados das startups! Siga-nos em nossas redes sociais (Facebook, Twitter, LinkedIn) e receba os melhores conteúdos para a evolução da sua empresa, em primeira mão!

identidade visual

Por que a sua empresa não deve ignorar a identidade visual?

Qual impressão a sua marca deseja passar? Como você quer que ela seja lembrada? As respostas para essas (e outras) perguntas, geralmente, são positivas. Por isso, é preciso entender que essas questões se relacionam intimamente à identidade visual de uma empresa.

A identidade deve ser feita com o intuito de se fixar no imaginário do público-alvo, gerando empatia e aproximação. O processo dessa criação é complexo, porque precisa atender um conjunto de requisitos como: ser atrativa visualmente e se relacionar com a personalidade da marca.

Se você deseja saber a importância de se ter uma identidade visual bem-definida e quais benefícios ela pode trazer a sua empresa, acompanhe o post a seguir!

Impactos gerados pela identidade visual

A identidade visual é o conjunto de elementos e símbolos, principalmente gráficos, que é idealizado para representar visualmente, diante do público, os valores, a missão e os ideais da organização. Esse conjunto pode ser composto por logotipo, tipografia e paleta de cores, entre outros.

Ela deve ser pensada para marcar o imaginário das pessoas. Um exemplo disso é a Coca-cola: independentemente do conteúdo e do tema do texto, ao ser utilizada a fonte e as cores da empresa de refrigerantes mais famosa do mundo, a primeira associação do leitor será com a marca em questão.

Identidade visual na Comunicação Interna

A identidade visual é também um dos principais componentes da identidade corporativa. Por esse motivo, ela deve estar em todos os materiais da empresa, como cartão de visita, envelope, papel timbrado, site, etc.

O desenvolvimento da imagem deve ser feito sob muito estudo e trabalho. Afinal, ela carregará em si a combinação adequada de elementos que, juntos, farão com que os colaboradores se atraiam pela marca e se identifiquem com a sua proposta.

Sendo assim, a identidade visual se torna também importante para que, dentro de uma empresa, diferentes tipos de comunicado sejam facilmente identificados e associados ao  seu tema/setor e à sua finalidade. Além disso, quando bem-feita, ela evita que os consumidores, que, no caso da CI, são os colaboradores, se confundam ou não entendam a mensagem que se quer transmitir.

A Comunicação Interna deve ter a cara da empresa. As necessidades da instituição devem ser levadas em consideração, e esse setor deve se preocupar em seguir as suas diretrizes para alcançar os melhores resultados. Para tanto, é possível, inclusive, criar um manual de identidade visual que servirá como um guia para os colaboradores.

Listamos, abaixo, alguns benefícios gerados por uma identidade visual bem-definida. Observe:

Percepção de valor da marca

A combinação de símbolos, letras e imagens cria um significado para a identidade visual. Esse significado não só diferencia uma marca de outra, como lhe acrescenta valor. Isso ocorre porque há a interpretação dos significados por parte dos consumidores, e esses projetam valores para a marca, dotando-a de personalidade.

O valor de uma marca pode ser percebido de quatro formas diferentes:

  • Experiência — o consumidor já conhece o produto/serviço.
  • Grupos de referência — o cliente compra porque alguém do seu círculo de confiança indica a marca. Isso inclui pessoas famosas representando a marca como garoto (a) propaganda.
  • Crença (ou senso comum) — o consumidor acredita que uma marca é mais eficaz que outra porque isso é apregoado na comunidade em que vive.
  • Aparência — o design da embalagem e dos produtos atraem os consumidores para a marca.

O marketing e o Endomarketing têm um papel fundamental na percepção de valor. A empresa que deseja se destacar precisa investir fortemente nesses setores. Caso contrário, seus esforços para se sobressair têm grandes chances de insucesso.

Posicionamento único para a empresa

Quando se trata de consolidar uma marca, não adianta “atirar para todos os lados”. Existem muitos perfis de clientes e de profissinais. Contudo, uma empresa deve saber exatamente com qual público deseja conversar e a quem ela quer atingir. Esse posicionamento deixa a empresa em sintonia com os seus consumidores.

Saber com quem se comunica definirá, consequentemente, o tipo de linguagem a ser utilizada e o comportamento a ser adotado nas peças de publicidade. O papel da comunicação visual é atrair o consumidor desde a primeira olhada. Ela mostrará, de imediato, o status e o valor agregado à marca.

Confiança do consumidor

É preciso que haja um vínculo entre consumidor e empresa, e a identidade visual o ajuda na hora da sua escolha. Isso se dá porque ela traz os estímulos necessários e tira o usuário da sua zona de conforto.

Criar uma identidade visual equilibrada e marcante faz com que o cliente veja estabilidade e dê credibilidade à imagem. Assim, ele se liga à marca ao ponto de se engajar e gerar um senso de pertencimento.

Confiança do colaborador

O mesmo se aplica quando se trata da CI. Ao ler um comunicado, um convite para algum evento corporativo, um relatório e assim por diante, o profissional a quem a informação é direcionada precisa criar uma ligação e se envolver com a notícia.

Isso dependerá da maneira como a mensagem é transmitida, do “tom de voz” utilizado e do conjunto de elementos que compõem o trabalho publicitário em questão. Desse modo, a confiança do colaborador em relação à empresa tem mais chances de ser estabelecida.

Reconhecimento

Nenhuma marca que tenha uma identidade visual forte se estabeleceu nessa posição da noite para o dia. A conquista de uma imagem consolidada se dá de maneira gradual. Para que uma empresa seja reconhecida, ela deve passar por um processo que utilize estratégias de divulgação adequadas — só então ganhará mais popularidade.

Quanto maior for a exposição da identidade visual, mais ela será reconhecida e mais próxima ela estará do seu público, seja ele interno ou externo. Com o passar do tempo, uma marca pode se estabelecer como um referencial de qualidade. Por isso, é importante que sua representação visual seja clara e tenha a essência da companhia.

Atração do público

Uma identidade visual bem-estruturada e sólida é sinônimo de economia, pois não se faz necessária a alteração do seu logotipo, ou de algum outro elemento, a cada lançamento de um novo produto/serviço. Se assim o fosse, as finanças da empresa sofreriam bastante.

Além disso, ter uma imagem sólida atrai o público, cria fidelidade e, consequentemente, aumenta os lucros. Ela transmite uma ideologia e uma promessa, e o seu consumidor identifica-se com essa identidade e espera pelo cumprimento do que foi proposto — o que gera impacto positivo na produtividade e nas vendas.

Algumas empresas não dão a devida atenção à representação visual. Não investem apropriadamente em sua elaboração e desenvolvimento e sofrem as consequências desse ato ao perderem visibilidade e clientes.

Assim sendo, convém contratar uma agência de Endomarketing e CI que mantenha seu foco no público-alvo. Os profissionais desse tipo de empresa são especializados e têm todo o aparato necessário para estudar o mercado. É a partir desses dados que eles criarão a identidade visual ideal para a organização.

Quer saber mais sobre como uma agência pode auxiliar sua empresa a ter uma imagem marcante? Então entre em contato conosco e mostraremos como!

premio criatividade

P3K leva Prémio Lusófono de Criatividade em Portugal

A P3K Comunicação foi a ganhadora do Prémio Lusófono de Criatividade na categoria AGÊNCIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS BRASILEIRA DO ANO + AGÊNCIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS LUSÓFONA DO ANO.Fomos ganhadores com os cases de Comunicação Interna adidas do Brasil –  Através do esporte, temos o poder de mudar vidas, e Laureate International Universities – Programa Liderança Positiva (em breve em nosso portfólio).

 

O prêmio reforça nosso propósito de ser uma agência com profissionais apaixonados pela construção de narrativas estratégicas e criativas dentro das empresas e que contribuem para a felicidade das pessoas!

A P3K Comunicação agradece a todos que participaram e fizeram essa campanha acontecer!

 

adidas do Brasil –  Através do esporte, temos o poder de mudar vidas

Manager Internal Communication: Corporate Communications adidas – Leticia Baumman

Planejamento e Redação: Jessica Machado

Apoio nos roteiros: Jésika Bassanezi

Diretor de Criação: Arthur Gomes

Diretores de Arte: Romulo Buracoff, Caio Chagas e Bárbara Bruno

Coordenação: Anna Carolina Neto

Gerência: Laryssa Martins

Diretor executivo: Elizeo Karkoski

Produtora parceira: Ventania Filmes

 

Laureate International Universities – Programa Liderança Positiva

Organizational Development Specialist- Human Resources: Nina Cotrim

Planejamento, Atendimento e Redação: Renata Braz

Revisão: Suzana Senegalia

Diretor de Arte: Bárbara Bruno

Designer: Bernardino Santos

Designer: Romulo Buracoff

Designer: Renato Souza

Designer: Larissa Barreto

Assistente de Criação: Dayane Francis

Coordenação: Anna Carolina Neto

Gerência: Laryssa Almeida

Diretor Executivo: Elizeo Karkoski

Produtora Parceira: Zull Comunicação

 

eventos corporativos

Descubra os benefícios dos eventos corporativos para a Comunicação Interna

As empresas são formadas por pessoas. E, para que o sucesso do negócio seja alcançado, é preciso que haja uma boa interação entre os membros das equipes que o constituem.

Ao mesmo tempo, essas são as principais propostas dos eventos corporativos: promover um bom relacionamento entre o público interno e garantir sua satisfação com a corporação.

Realizar tais eventos, portanto, é uma estratégia cujos frutos são perceptíveis no curto e no longo prazo. É possível verificar que as reuniões trazem aprendizados e favorecem o ambiente de trabalho, além de gerarem um bom retorno financeiro.

Quer saber mais sobre os eventos corporativos e entender como eles podem ajudar na Comunicação Interna de uma empresa? Continue a leitura!

O que são eventos corporativos?

Grande parte das pessoas, se questionada sobre o que são eventos corporativos, responderá que se tratam de festas de fim de ano promovidas pela empresa. Essa resposta não é 100% errada. Contudo, está longe de representar totalmente a realidade.

Os encontros promovidos por uma corporação têm tantas possibilidades e finalidades que os reduzir a uma reunião anual é desmerecer a relevância de cada um deles e demonstrar que pouco se conhece sobre o assunto.

Tais eventos são reconhecidos como parte do planejamento estratégico das organizações. Trata-se de uma importante ferramenta para atingir o público-alvo de maneira diferenciada, dando a esse relacionamento um significado especial.

Essas são ótimas oportunidades para que as empresas confirmem a aliança que têm com funcionários, consumidores e fornecedores. Quando bem-organizadas, podem trazer inúmeras vantagens, como a diminuição do turnover, a captação e a fidelização de clientes.

Uma das funções de um evento é facilitar a comunicação entre as pessoas e a companhia. É importante ressaltar que os eventos podem fortalecer a cultura organizacional, mas, para que isso ocorra, eles não devem acontecer de modo pontual, apenas em datas especiais para a empresa.

Criação de uma agenda de eventos internos

É necessário criar uma agenda de eventos internos. Isso se transforma em um movimento, um conjunto de ações nas quais diferentes departamentos podem se comunicar sem barreiras e em uma evolução constante.

Não importa o tamanho da organização: ao lançar mão dessa ferramenta, são garantidos benefícios insubstituíveis à interação humana, que incluem a construção de relacionamentos, confiança e intercâmbio de ideias.

Conversas iniciadas informalmente em um encontro dessa natureza podem render bons frutos ao dia a dia do ambiente empresarial, onde, por vezes, esse tipo de comunicação é escasso. As experiências proporcionadas pelos eventos são singulares e, portanto, improváveis de se repetirem em outro contexto.

Esse vínculo se destina a alcançar e a manter uma atitude positiva e lucrativa dos participantes em relação à companhia. Cria-se, dessa forma, uma vantagem competitiva.

Organização de um evento empresarial

O mercado de eventos vem crescendo bastante nos últimos anos. Isso se dá porque algumas empresas reconhecem o valor que essa ferramenta tem, pois, quanto maiores a crise e a pressão, maior a necessidade da promoção de momentos do tipo.

A realização de um evento envolve o anfitrião e os convidados reunidos em torno de algo especial. Alguns têm formatos padronizados e tradicionais, enquanto outros aderem a modelos mais descontraídos, com atrações de entretenimento.

Esse novo parâmetro pode contribuir, significativamente, para: o aumento da concentração dos participantes, a absorção de conhecimento e a aproximação entre a marca e o público.

A organização de um evento é algo que demanda investimento de tempo e dinheiro. Entretanto, independentemente do modelo escolhido, alguns passos devem ser seguidos para que os objetivos sejam alcançados.

Em primeiro lugar, é preciso que o objetivo esteja claro. Com isso em mente, é possível planejar as proporções do evento e ter um orçamento mais próximo da realidade. Em seguida, o foco deve voltar-se a sua criação, elaboração e realização.

Nessa fase, as contratações são fundamentais, pois definem a qualidade do local e dos serviços oferecidos.  Mas ainda há mais uma etapa a ser cumprida após a finalização da reunião: o acompanhamento.

Ele é essencial para conhecer os resultados do evento e mensurar a satisfação dos funcionários.  Saber quais foram os maiores acertos e erros permite um melhor planejamento futuro. Contudo, nos aprofundaremos nesse tema mais adiante.

Como os eventos corporativos ajudam a melhorar a Comunicação Interna da empresa?

Investir em Endomarketing e Comunicação Interna tem sido uma estratégia adotada por muitas empresas que perceberam o quanto essa ação é eficiente. Seja para atrair e reter talentos, mobilizar equipes ou melhorar o relacionamento com os funcionários, esse investimento justifica-se por seus ótimos resultados.

Nesse cenário, os diversos eventos corporativos se mostram como recursos muito úteis para auxiliar líderes e gestores. Eles ajudam tais profissionais a colocarem sua formação, expertise e criatividade em prática, fortalecendo os planejamentos estratégicos do marketing e do Endomarketing.

Os encontros promovidos pela companhia devem proporcionar experiências únicas a seus participantes e impactá-los positivamente. A abertura desses espaços precisa fomentar o compartilhamento de ideias, problemas e soluções, de maneira produtiva e sistemática.

A importância de tal entrosamento entre as equipes está na necessidade de intercâmbio e na criação de redes que estimulem o envolvimento, cada vez maior, das pessoas (umas com as outras e de todas com a empresa).

Os responsáveis pela CI entendem essa premissa e desenvolvem uma força de trabalho que ultrapassa as paredes da organização. Assim, os funcionários são alcançados onde quer que estejam.

Eventos como o Café com o Presidente permitem que relacionamentos verticais, nos quais a interação entre diretores e subordinados é quase inexistente, se tornem habituais. Dessa maneira, o funcionário tem uma nova visão em relação à liderança e à empresa como um todo.

Em relação às interações horizontais — entre funcionários de um mesmo nível hierárquico — a força do contato em eventos é transmitida para o cotidiano da corporação. Ao se verem em situações fora do ambiente de trabalho, eles se percebem mutuamente, se identificam uns com os outros e reforçam o senso de pertencimento ao grupo.

Com isso, as funções da Comunicação Interna de transmitir e divulgar as informações relevantes ao âmbito corporativo, alinhando os diversos setores da empresa, recebem um impulso extra, que garante seu cumprimento por completo.

Quais são os benefícios dos eventos corporativos para o clima organizacional?

clima organizacional de uma companhia está intimamente ligado à sua cultura e é favorecido (ou não) por vários elementos. Eles vão desde a infraestrutura até os relacionamentos estabelecidos entre os profissionais.

Uma boa atmosfera é fundamental para o cumprimento das metas e a melhoria do negócio em sua totalidade. A promoção de eventos auxilia a geração de uma série de benefícios que aperfeiçoam tal clima. Entre eles, estão:

Aumento da motivação

Quando uma organização se depara com um desânimo coletivo, pode haver quedas: na produtividade, nas vendas, na qualidade do atendimento ao cliente, e assim por diante. Porém, um evento bem-organizado é capaz de trazer a motivação necessária para que a equipe saia da inércia, supere a apatia e encare novos desafios em prol de um objetivo comum.

Inovação

Por vezes, uma empresa pode se encontrar estagnada no mercado, apegada a tradições que não trazem vantagens ou sem encontrar soluções que a façam crescer e evoluir. Eventos como conferências ou simpósios podem ser o melhor caminho para conhecer as atualidades mercadológicas e trazer inovação ao negócio.

Melhora do ambiente de trabalho

Um clima de trabalho pesado, no qual não haja parceria e comunicação livre, não só é capaz de diminuir significativamente a produtividade como pode levar uma empresa à instabilidade, em níveis críticos.

O comportamento dos funcionários é o grande responsável por trazer, ao local de trabalho, um clima positivo ou negativo. Nesse contexto, um evento realizado no intuito de melhorar a atmosfera da instituição pode mudar comportamentos indesejáveis e tornar o ambiente mais leve.

Reconhecimento

Para que uma meta seja alcançada, é preciso muito trabalho. Por vezes, a batalha é árdua e longa. Contudo, quando se atinge a linha de chegada, uma comemoração pode trazer o reconhecimento do qual a equipe necessita para ver que seus esforços são valorizados e, assim, recuperar o fôlego para enfrentar novos desafios.

Alinhamento de comportamentos

Para alcançar o sucesso, um time deve trabalhar em consonância. Pouco adianta se parte dele vai para um lado, e o restante para outro. Para garantir o êxito, é necessário que todos rumem para a mesma direção.

Uma palestra ou um treinamento podem transformar as atitudes individualistas em comportamentos que visem ao bem-estar da coletividade. Isso costuma ser essencial para o bom andamento de qualquer organização.

Reforço da identidade corporativa

identidade corporativa é mais do que a imagem que a empresa projeta para o mercado e seus stakeholders. Trata-se de um conjunto que traz, entre seus elementos, a missão, os valores, as crenças, os objetivos etc.

Um evento corporativo ajuda na construção e na manutenção dessa identidade, reforçando os principais conceitos que a estruturam. Funcionários que conhecem a fundo e se identificam com tais aspectos da organização tendem a permanecer nela, pois acreditam no que é praticado e defendido.

Comprovar os benefícios trazidos pelos eventos não é uma tarefa difícil. Eles servem tanto para resolver problemas pontuais, quanto para evitar situações complicadas e melhorar o clima corporativo como um todo. Basta que sejam detectados seus propósitos e que se escolha o evento ideal.

Quando promover um evento corporativo na empresa?

A definição das ocasiões ideais para os eventos depende, primeiramente, do motivo pelo qual se deseja realizá-los. As razões podem ser diversas, mas, geralmente, estão ligadas às necessidades do negócio. Isso nos permite separá-las entre os grupos abaixo.

Aprendizagem (formação)

Seja por meio de treinamentos ou jogos internos, por exemplo, o objetivo de tais eventos é aprimorar os conhecimentos do funcionário e capacitá-lo, tornando-o apto a conquistar, convencer e manter clientes. Como consequência dessa ação, espera-se a fidelidade aos produtos e serviços da marca.

Relacionamento (networking)

Um evento de relacionamento entre empresa, funcionários e familiares pode ser uma boa oportunidade para que todos se conheçam melhor, estreitem seus laços e fortifiquem o compromisso com a corporação.

Tais encontros podem ser promovidos semanalmente, apenas com os profissionais: em um happy hour, ou periodicamente, como no aniversário da empresa ou mesmo em uma comemoração por alguma conquista.

Motivação

De forma geral, uma das intenções desses encontros é envolver os profissionais e estimular a participação de cada um deles nas decisões da organização. Assim, é possível garantir a cumplicidade e o engajamento dos funcionários, que se sentirão parte do conjunto.

A transparência no relacionamento com o profissional é imprescindível para que esse objetivo seja alcançado. Afinal, quando a motivação é alicerçada em elementos verdadeiros e honestos, o funcionário não só tem vontade de comparecer ao evento como deseja que a companhia colha os resultados do investimento, trabalhando para que isso aconteça.

É possível que se consiga alcançar mais de um objetivo com um mesmo evento. Entretanto, a atenção deve se concentrar na meta principal, para que os resultados desejados sejam alcançados com mais eficácia.

Dia e hora do evento

Dois fatores que não devem ser negligenciados ao se pensar em um evento são o dia e a hora da sua realização. Portanto, alguns cuidados precisam ser tomados para garantir a adesão de todos.

É preciso pensar em meses nos quais a equipe não esteja em período de férias. Épocas de muito estresse para os funcionários devem ser evitadas — no final do mês, por exemplo, o desgaste costuma ser maior. A celebração de datas comemorativas, como o Natal, deve ser antecipada e devidamente comunicada.

Eventos em dias úteis, caso se estendam até tarde, podem comprometer o expediente do dia seguinte, tendo em vista que os participantes não terão o período de descanso ao qual estão acostumados. No entanto, eventos nos finais de semana costumam ter baixa adesão, pois são os dias de repouso e lazer de muitos. Escolher datas, considerando essas observações, pode ser mais oportuno.

Quais são os principais tipos de eventos corporativos?

Existem muitos modelos de eventos e escolher o mais adequado é fundamental para garantir que os próprios funcionários sejam os responsáveis por melhorar a imagem da empresa. Saber qual é o objetivo e o público-alvo do encontro que se pretende produzir facilita (e muito) a determinação do seu formato.

Listamos, abaixo, alguns dos tipos mais comuns para que você possa analisar e descobrir quais se encaixam melhor ao atual momento da organização. Acompanhe!

Congressos

Os congressos têm o prazo de uma semana, em média. Durante esse período, ocorre uma série de outras atividades, que são consideradas partes constituintes do evento. Assim, pode haver palestras, simpósios, debates, mesas redondas etc.

O principal objetivo é a promoção de conhecimento para enriquecer científica e culturalmente os participantes. Geralmente, a temática é única, para que se aborde o assunto de forma profunda. Um congresso pode ser regional, nacional ou internacional. Essa classificação está condicionada à participação de integrantes de outros estados ou países.

Palestras

As palestras costumam ter curta duração (algo em torno de uma a duas horas). O tema deve ser relevante para os participantes, mas não é necessário que tenha uma ligação direta com as funções desenvolvidas no dia a dia do trabalho. Podem ser abordadas questões como saúde e bem-estar, direitos e deveres, ética, práticas etc.

É bom que o palestrante seja um especialista, pois esse formato de evento permite que perguntas e debates sejam feitos no intuito de buscar mais conhecimento sobre o assunto abordado. Como complemento, a palestra ainda pode ter demonstrações ou exercícios de laboratório.

Treinamentos

Os treinamentos são processos nos quais o tempo de duração varia de acordo com o objetivo almejado e podem formar ou reciclar os conhecimentos dos funcionários. Em algumas empresas, são feitos com novos contratados e/ou profissionais que já estejam, há muito tempo, em suas funções.

Os temas abordados são específicos e visam ao desenvolvimento de habilidades ou atitudes que se relacionem com as tarefas executadas. Os treinamentos costumam envolver teoria e prática, exigindo certo conhecimento sobre o tema proposto.

Workshops

Os workshops são como cursos. A característica mais marcante desse modelo é a interação intensa dos participantes: inicia-se o evento com uma exposição do conteúdo e, depois, há uma discussão, uma prática em grupos e uma etapa para sua conclusão.

A vivência de uma oficina desse tipo contribui bastante para a absorção e fixação do conhecimento, pois a experiência conjunta é facilitadora do processo. Esse evento pode ter a duração de um ou dois períodos de 4 horas, por isso, é bom que o local de realização seja propício a pausas.

O que faz um evento corporativo ser bem-sucedido?

Independentemente do tipo de evento a ser realizado, alguns procedimentos e ações são indispensáveis. Uma boa estratégia de Comunicação Interna deve ser capaz de abranger cada detalhe e se preparar para os acontecimentos não programados (os chamados imprevistos).

Planejamento

O sucesso de um evento está condicionado a um bom planejamento. Uma pessoa ou uma equipe reduzida deve ser responsável por colocar no papel todas as etapas e tarefas a serem executadas para a realização do encontro, de forma cronológica e detalhada.

Orçamento

A definição do orçamento depende do número de convidados, da proposta do evento e dos custos com a mão de obra (recepcionistas, mestres de cerimônia, equipe de limpeza, palestrantes etc.). A partir desses dados, também são definidos o local, a quantidade de alimentos e bebidas, os equipamentos que serão utilizados para som e imagem, a mobília etc.

Fornecedores

A escolha dos fornecedores pode ser baseada em indicações de confiança e/ou em pesquisas no mercado, verificando-se possíveis reclamações e opiniões de outros clientes. Além disso, deve-se, por exemplo, realizar reuniões presenciais na sede da empresa fornecedora ou, até mesmo, ir a algum de seus eventos para ver de perto a qualidade dos serviços.

O contato com os fornecedores precisa ser uma prioridade, sendo que a escuta atenta é de suma importância para uma análise mais precisa das negociações. Dessa forma, é possível conseguir os melhores produtos e serviços por preços mais justos, além de prazos mais extensos para o pagamento.

Divulgação

Quem promove um evento espera que seus convidados compareçam na data e no local marcados, não é mesmo? Por isso, os organizadores precisam fazer a divulgação com antecedência, nos canais mais adequados, como e-mail, cartazes, panfletos etc. Assim, todos os interessados se planejarão e poderão garantir a presença no encontro.

Atrações

Para assegurar uma adesão em massa por parte dos convidados, a criatividade deve ser trazida para a organização do evento. Bandas, cabines de fotografia, brinquedos eletrônicos de última geração, quick massage, teatro de improviso e wokshops desportivos estão entre as formas de entretenimento mais utilizadas atualmente.

Contudo, é preciso conhecer bem o público e aliar as boas ideias aos recursos disponibilizados para o encontro. Assim, é possível oferecer atrações que se relacionem com o tema e envolvam os participantes.

Decoração

A decoração deve estar de acordo com o objetivo do evento. Uma comemoração é diferente de um simpósio, por exemplo. Ambos têm características peculiares — e isso é o que se deve observar antes de escolher adornos mais clássicos e elegantes ou elementos mais chamativos e divertidos.

Entretanto, nesse contexto, é fundamental que se priorize a identidade visual da marca. Isso faz com que ela seja reforçada e fixada de forma sutil no imaginário dos convidados.

Bons profissionais

Uma recepção atenciosa, auxiliares que deixam a toalete sempre limpa e abastecida, um apresentador carismático, garçons solícitos e simpáticos e palestrantes e/ou conferencistas, que demonstrem profundo conhecimento sobre o assunto abordado, são fundamentais.

Contar com bons profissionais para realizar um evento pode ser determinante para garantir a satisfação dos convidados. Esse fator é capaz de, inclusive, amenizar eventuais erros cometidos em outros pontos da produção.

Feedback

feedback tem se tornado cada vez mais comum às empresas que se preocupam com um crescimento sólido. No caso da realização de um evento, esse retorno por parte dos convidados é essencial.

É por meio dele que os organizadores saberão quais são os pontos positivos e os que necessitam de melhoria. Os dados coletados com os feedbacks ainda mostrarão se os objetivos foram alcançados ou não.

Qual a importância de contar com uma empresa especializada?

Ao ler os tópicos anteriores, é possível notar que criar e realizar um evento corporativo de sucesso não são tarefas fáceis. E perceba que não abordamos o assunto exaustivamente: trouxemos apenas alguns de seus aspectos mais importantes.

A indústria de eventos, percebendo sua relevância, tem crescido e se feito cada vez mais presente no mercado. Isso quer dizer que a oferta de buffets e demais serviços, necessários à produção de um encontro corporativo, também tem chegado a grandes proporções.

Em meio a esse cenário, a experiência na organização de tais eventos é um diferencial que pode agilizar o processo e garantir uma repercussão positiva do acontecimento. E nada melhor do que contar com uma agência especializada para tanto.

Esse tipo de empresa trabalha com especialistas preparados para lidar com todas as etapas da produção. Eles têm as competências necessárias para elevar a reunião a um nível profissional, pois assessoram o time idealizador do encontro, desde a identificação do objetivo até a avaliação dos resultados, passando pelo desenvolvimento do projeto e por sua execução.

O trabalho desses profissionais não foca apenas na logística e na estrutura, mas, por meio de um planejamento estratégico, também interliga o conceito do evento ao conteúdo apresentado.

Realizar eventos corporativos bem-sucedidos significa ter participantes engajados, que queiram realmente estar lá (e não que o façam apenas por obrigação). Para isso, é preciso que o planejamento contemple os gostos do público-alvo e os some a um ambiente agradável, que proporcione conforto e alegria.

Este artigo foi útil para você? Quer saber como uma empresa pode produzir um evento que marque a memória dos funcionários de forma positiva? Então, entre em contato conosco e descubra!

ambientação de área de trabalho

Descubra os efeitos estratégicos da ambientação da área de trabalho

Ao se falar de produtividade e aproveitamento do potencial dos colaboradores, o ambiente de trabalho, com certeza, é um dos principais fatores que podem afetar diretamente o desempenho dos profissionais. Uma boa ambientação da área de trabalho é capaz de torná-los mais engajados e motivados.

Muito mais do que questão de estética, uma boa ambientação imprime uma identidade impactante, sendo essencial para reforçar os valores e a cultura da empresa, afinal, se é lá que os colaboradores passam boa parte de seus dias, é importante que se sintam estimulados e satisfeitos nesse espaço.

E você, deseja investir na renovação da decoração do seu negócio para reforçar alguma mensagem e ainda não sabe por onde começar? Entenda de vez como uma ambientação pode dar novo fôlego ao seu pessoal e o que fazer para criar uma estratégia de sucesso nesse sentido!

Qual é papel estratégico da ambientação de área de trabalho?

É notável que o ambiente de trabalho tem grande impacto no bem-estar do colaborador, na sua motivação e no sentimento de pertencimento à empresa em que se encontra. Um espaço mais atraente é capaz de melhorar a Comunicação Interna entre os colaboradores, diminuir seu estresse e tornar processos mais dinâmicos.

Pensando nisso, muitas empresas têm apostado em uma ambientação criativa, alinhada aos seus objetivos internos para reafirmar seus valores, propósito e mensagens-chave.

As ambientações podem ser realizadas nas mais diversas situações, como para auxiliar na motivação dos colaboradores (que podem estar até mesmo “enjoados” da decoração), na criação de campanhas específicas (direta ou indiretamente ligadas a valores e propósito) ou mesmo na celebração de datas comemorativas, por exemplo.

Uma vez que designs ultrapassados podem não fazer jus à nova roupagem ou missão do negócio, mudanças simples em elementos utilizados pelos profissionais em seu cotidiano com frequência, geralmente já são o suficiente para que possam comungar da cultura organizacional da empresa e tenham seus ânimos elevados.

Como a P3K Comunicação cria estratégias personalizadas para cada tipo de negócio?

Para clientes que não contam com um guia de utilização da marca (o chamado guide) ou da campanha, que podem ser utilizados como base para a redefinição da ambientação da área de trabalho, a P3K Comunicação propõe uma linha visual de acordo com a cultura da companhia e com o que é propício ao seu ambiente, sempre levando em consideração a mensagem que precisa ser trabalhada.

Imagine, por exemplo, que uma empresa procura reforçar seus pilares estratégicos, porém seu público interno tem se queixado bastante do ambiente de trabalho, legando que seja muito sério e que, em geral, a instituição é pouco humanizada.

Em um caso como esse, a P3K Comunicação estuda a fundo como pode agir para tornar a área mais agradável, analisando oportunidades, mesmo que por meio de cores, e qual a melhor maneira de transmitir mensagens-chave de forma leve e natural para aproximar os colaboradores ao DNA da companhia.

Os profissionais da P3K Comunicação buscam sempre estudar profundamente a essência do cliente — compreendendo o que o público interno já considera favorável no ambiente e os problemas que enfrentam no dia a dia — a fim de otimizar o espaço e criar nele um orgulho de pertencimento

Quais os efeitos da ambientação da área de trabalho?

A ambientação vai muito além de cores e frases na parede. É possível otimizar o local de trabalho de forma estratégica de outros modos mais sutis e, em alguns casos, de forma mais eficiente.

A P3K Comunicação, por exemplo, trabalha com alternativas para a área de trabalho,  com trocas de mousepad, móbile, woobler, mural de comunicação, adesivo de espelho e até mesmo papertoys, quando interessante. Tudo depende da forma que será explorado o material.

Alguns casos de ambientação, nesse sentido, podem demandar que mensagens de campanhas específicas sejam trabalhadas, mas não necessariamente que se reforce os pilares estratégicos da empresa de forma direta (a exemplo do que a P3K Comunicação fez em parceria com a Adidas).

Lamá personalizado com layout atrativo (e por vezes interativo) também pode ser um excelente recurso para alinhar todo o canal de comunicação, funcionando como um reforço visual da campanha e, ao mesmo tempo, como ferramenta capaz de ambientar espaços internos de forma diferenciada.

Além disso, a P3K Comunicação tem em desenvolvimento projetos que buscam utilizar a tecnologia do QR Code para disponibilizar um canal interativo para aproximar os colaboradores: eles podem acessar por meio de seus smartphones a um ambiente com mensagens, quiz e vídeos desenvolvidos estrategicamente, de acordo com o local e etapa da campanha.

Para a BRK, por exemplo, a P3K Comunicação seguiu como estratégia o desenvolvimento de artigos de ambientação para reforçar a comunicação sobre o uso de uma nova plataforma e suas facilidades, com o intuito não só de informar, mas também para engajar os colaboradores a participarem dessa mudança.

Recursos de ambientação, em diversas situações, possuem o poder de alinhar, reforçar e engajar os colaboradores, tendo como ponto de partida as mensagens que devem ser aprofundadas e inseridas, de maneira direta ou indireta, ao cotidiano dos profissionais de uma instituição.

Como as boas ambientações promovem maior engajamento entre o pessoal?

A criação de uma boa ambientação geralmente pode demandar que os profissionais conheçam a história da empresa — o que ocorre mais comumente por meio de uma linha do tempo, que pode ser representada em seu formato tradicional ou contar com ilustrações, imagens e até mesmo objetos.

Na parceria com a Iscar, por exemplo, a P3K Comunicação optou por seguir uma ideia mais convencional ao estudar as referências institucionais e criar uma linha do tempo capaz de transmitir aos profissionais e clientes sua história, missão e valores.

As estratégias e abordagens são inúmeras e dependem da mensagem que a empresa deseja passar. Uma boa ambientação da área de trabalho é capaz de alinhar sua história, valores e pilares estratégicos, explicando aos colaboradores de onde veio e aonde pretende ir com sua ajuda, o que acaba engajando as equipes.

Agora que você já conhece os benefícios da ambientação de área de trabalho, que tal entrar em contato conosco e contar com o auxílio de profissionais qualificados para aumentar o engajamento do seu pessoal e otimizar resultados?

comunicação empresarial

Comunicação empresarial: quando e por que contar com o apoio externo?

A comunicação empresarial é um dos fatores mais importantes no que diz respeito à imagem que uma empresa transmite para todo o seu público. Por estar próxima à estratégia do negócio, a comunicação acaba sendo um fator de suporte ao seu crescimento e obtenção de resultados.

Se esse tema ainda parece um pouco confuso, não se preocupe. Neste artigo, vamos explicar o que é essa estratégia, qual a sua importância para a empresa, quais são seus principais desafios e como buscar ajuda para torná-la mais eficiente. Continue conosco e descubra tudo o que precisa para alavancar a comunicação empresarial do seu negócio!

O que é comunicação empresarial?

A comunicação empresarial é uma estratégia utilizada pela empresa para se comunicar com os seus públicos de interesse. Ela tem como característica a variação de acordo com o tempo e também com o comportamento dos indivíduos, exigindo diferentes esforços e linguagens.

A forma como nos comunicamos hoje, por exemplo, com agilidade e disponibilidade de informações, não tinha a mesma viabilidade há 10 anos. O modo como as pessoas consumiam também mudou. Da mesma forma, as demandas internas das empresas estão cada vez mais específicas.

Logo, o ideal é que a comunicação empresarial ande de mãos dadas com a visão da empresa, se entrelace à sua missão e aos seus valores. Isso vai garantir que ela atenda e acompanhe o planejamento estratégico, além de levar às pessoas as informações que elas precisam sobre o negócio.

Além disso, uma comunicação empresarial eficiente é munida de boas ferramentas. O plano de comunicação é a primeira delas, a partir do qual a empresa define os seus próximos passos em relação ao assunto.

Qual é a importância dela para a empresa?

Uma má comunicação pode causar diversos prejuízos a uma empresa. Portanto, esse é o ponto inicial pelo qual ela se faz extremamente necessária. Muitas vezes, equipes não conseguem atingir seus objetivos, as relações interpessoais andam de mal a pior e a própria direção da empresa não consegue se fazer entender.

Todos esses acontecimentos são consequências de uma comunicação ineficaz, provavelmente lenta e até distorcida. Mas, para entender melhor como esse processo funciona, é importante compreender o básico sobre uma comunicação bem-feita.

Comunicar não é o mesmo que falar

Uma boa comunicação não significa apenas falar sobre tudo aquilo que precisa ser abordado. Vai muito além disso. O primeiro passo para uma comunicação eficaz é conseguir emitir uma mensagem de tal forma que, ao final do processo, o receptor compreenda o que você tentou dizer.

Isso é muito diferente de simplesmente emitir uma frase sem se preocupar com a forma como as pessoas vão interpretá-la. Porém, nem só de fala é composta a comunicação. A maior parte dela é sobre a capacidade de ouvir e entender o que está sendo dito.

Desse modo, uma empresa que não consegue ouvir e compreender o feedback de seus colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros etc., não consegue se comunicar com eficácia. O grande trunfo da comunicação está na resposta que conseguimos obter com aquilo que falamos. Para isso, é preciso ouvir.

Portanto, quando o seu público não entende o que você está tentando comunicar, não é ele que está errando. Esse é um sinal de que a sua empresa não está sendo efetiva na forma de emitir suas mensagens. Por isso, uma comunicação empresarial eficaz é capaz de conquistar muitos benefícios.

Uma empresa que consegue provocar feedbacks produtivos de seu público e escutá-lo consegue:

  • desenvolver soluções de valor;
  • aproveitar oportunidades efetivas;
  • estabelecer relacionamentos pautados na confiança;
  • corrigir falhas de forma mais ágil;
  • conhecer melhor o mercado;
  • crescer de forma progressiva;
  • melhorar seu faturamento.

Portanto, com uma comunicação empresarial alinhada às estratégias da empresa, é possível conquistar melhores resultados. Mesmo assim, existem pontos que merecem atenção redobrada, como você verá no próximo tópico.

Quais são os principais desafios enfrentados?

Assim como qualquer outra área, a comunicação empresarial também tem seus desafios a serem superados. Eles podem surgir de diferentes formas, em vários momentos. No entanto, separamos os principais para que você os conheça:

Descomplicar o óbvio

Muitas empresas querem apostar em sistemas robustos de comunicação, com tecnologias complexas e uma linguagem rebuscada, tomando exatamente o rumo oposto ao objetivo da comunicação empresarial.

Nesse caso, quanto mais simples, transparente e intuitiva for a comunicação e suas plataformas, mais fácil será transmitir a mensagem desejada.

Engajar a equipe

Confiança e engajamento são coisas a serem conquistadas e, para isso, é preciso reduzir ao máximo os ruídos da Comunicação Interna. Para isso, procure não deixar espaço para interpretações dúbias: seja específico e direto.

Alinhar com a estratégia

A estratégia do negócio precisa ser bem comunicada e, para isso, é preciso alinhar a comunicação empresarial a ela para otimizar os resultados. É importante estabelecer metas claras e investir em um canal de comunicação eficaz.

Por que contar com uma empresa especializada?

A maior parte das empresas que consegue atingir sucesso é dotada de um público interno satisfeito. O segredo? Produtividade e um bom clima organizacional — boa parte disso, responsabilidade de uma comunicação empresarial eficiente.

Porém, nem sempre a empresa tem condições de realizar esse processo internamente. Portanto, para acompanhar as mudanças e as inovações do mercado, busca uma solução com empresas especializadas.

Quando buscar ajuda externa?

Uma empresa especializada normalmente é bem-vinda quando o objetivo é alcançar uma comunicação leve, efetiva, com estratégias criativas, dinamismo e muita interatividade. Nesses casos, fica difícil a própria empresa conseguir implantar tudo isso sem um setor específico voltado para o objetivo. Sinal de que é hora de buscar ajuda externa!

Além disso, a própria situação da empresa passa a emitir sinais de que a comunicação não vai bem, como:

  • clima organizacional desestabilizado, com frequentes conflitos e discussões;
  • profissionais desmotivados, estressados e desanimados;
  • dificuldade em lidar com crises (financeiras, produtivas etc.);
  • produtividade insatisfatória;
  • falta de entendimento na emissão e recepção de informações.

Portanto, em termos de custos, agilidade e expertise de mercado, a melhor opção é procurar uma empresa especializada.

Como escolher a empresa certa?

A escolha da empresa certa vai exigir a observação de diversos fatores, entre eles:

  • habilidades técnicas pelas quais a empresa é conhecida;
  • casos de sucesso que a empresa já alcançou;
  • clientes que a empresa tem e os depoimentos gerados por eles;
  • saúde financeira do negócio (situação junto ao Sintegra, Sefa etc.);
  • comparação entre o preço do serviço e a entrega acordada.

Quais são os benefícios?

Nós sabemos que contratar uma empresa especializada em comunicação empresarial resulta em um investimento significativo. No entanto, o custo-benefício é realmente atrativo. Veja só:

Multidisciplinaridade

Uma empresa especializada geralmente investe em ferramentas, ações e treinamentos integrados a diversas áreas, conta com experiência com diferentes tipos de empreendimentos e busca ideias combinadas que compõem soluções inovadoras.

Clareza

Se a sua empresa já apresenta alguma falha na Comunicação Interna, provavelmente será difícil superá-la com as mesmas abordagens de sempre. Portanto, uma equipe com um olhar externo pode contribuir muito para gerar clareza sobre a situação atual do negócio.

Domínio da tecnologia

A tecnologia é um elemento que pode tomar muito tempo caso a sua empresa não contrate um especialista — que têm domínio de diversas ferramentas atualizadas, como TV corporativa, blog, chatbots, canal de vídeos etc..

Como vimos, é importante contar com alguém que saiba o suficiente sobre Comunicação Interna, que tenha experiências de outros negócios e, por isso, uma visão mais ampla. Além disso, que domine ferramentas capazes de gerar inovação para o processo. Com isso, sua empresa só tem a ganhar!

Você ficou com alguma dúvida sobre comunicação empresarial? Entre em contato conosco e deixe-nos ajudar a levar essa solução para a sua empresa!​

integração de novos colaboradores

Como fazer integração de novos colaboradores corretamente?

Chegar a um local onde não se conhece ninguém é uma situação delicada para a grande maioria das pessoas. No entanto, ser bem-recebido e sentir-se acolhido pelos indivíduos daquele lugar pode transformar insegurança em bem-estar. É exatamente essa a função de uma boa integração de novos colaboradores!

Esse processo auxilia o estabelecimento da confiança nas relações do novo contratado com a equipe e também com a empresa. É uma etapa tão importante que pode diminuir significativamente o índice de turnover.

Se você deseja saber como realizar, de forma correta, o processo de integração, acompanhe este post e descubra!

Por que fazer a integração de novos colaboradores?

O ambiente organizacional é composto por vários elementos e cada empresa tem um modo exclusivo de operar. A integração serve para que um novo contratado entenda e se adapte a esse jeito de forma mais rápida.

Por mais que o profissional tenha estudado sobre a empresa em seu processo seletivo, a realidade é que há muito mais a saber além do que está exposto na internet. Isso inclui desde os jargões e estilo de linguagem utilizados nos setores, até as hierarquias estabelecidas, formal e informalmente.

Realizar ou não uma integração de novos contratados é uma escolha. A depender da organização e do cargo, esse processo pode durar algumas horas, alguns dias ou algumas semanas. Contudo, os benefícios de fazê-la são perceptíveis em longo prazo.

No entanto, ao se decidir pela sua execução, é necessário que algumas ações sejam priorizadas. Veja quais são elas a seguir:

Execute um processo de onboarding fácil

O termo em inglês onboarding significa precisamente “embarcar”. No cenário empresarial ele é utilizado para nomear o conjunto de procedimentos que visam a capacitação e a integração dos profissionais recém-chegados a uma organização, à sua cultura.

Isso vai além de uma simples orientação. Seu foco é mergulhar o colaborador no contexto da empresa e levá-lo a atingir o seu pleno potencial em um menor espaço de tempo. Portanto, quanto mais simples for essa introdução, melhor.

Um processo de onboarding no qual o profissional tem de preencher uma pilha de formulários cria, já de início, uma certa rejeição. Então, por que não enviar por e-mail, antecipadamente, alguns documentos legais como a proposta formal de contratação?

Também é possível anexar um manual do colaborador, com dados relevantes sobre a empresa, de maneira didática. Dessa forma, não haverá um bombardeamento de informações logo no primeiro dia, que já será repleto de novidades.

Faça treinamentos de qualidade

Os treinamentos são fundamentais para o desenvolvimento dos colaboradores em qualquer estágio da carreira. Entretanto, para o novo contratado essa qualificação tem um peso especial.

Para realizar um treinamento que gere resultados eficazes, o primeiro passo é elaborar um plano de ação. Ele será uma espécie de roteiro no qual deverá constar o planejamento das atividades necessárias para a realização do projeto.

O treinamento deve conter um apanhado geral sobre a história, os fundadores, a filosofia, a missão, os valores e os objetivos da companhia. Isso é crucial para gerar um senso de pertencimento e pode melhorar a produtividade do novato. Afinal, quanto mais afinidade ele tiver com esses aspectos, maior será a sua motivação.

Além disso, é importante que haja aulas teóricas sobre as funções a serem desempenhadas pelo colaborador e aulas práticas para o aprimoramento das suas habilidades. O desenvolvimento das competências desejadas pela empresa também deve ser um tópico abordado.

Um dos objetivos do treinamento é familiarizar o novo integrante com a rotina da organização. Para tanto, a teoria deve estar sempre aliada à prática. Ele deve ser apresentado aos seus colegas e líderes, bem como conhecer as funções exercidas por cada um.

Apresente-lhe a estrutura da empresa, departamentos, organogramas etc. Além disso, não deixe de falar sobre os seus direitos e deveres como colaborador da empresa e os métodos utilizados para a avaliação de desempenho.

Todos esses conhecimentos devem ser reforçados periodicamente para que não caiam no esquecimento. Manter o desenvolvimento de maneira contínua garantirá uma alta performance e mais produtividade por parte dos colaboradores.

Deixe claro as metas

Só caminha na direção certa quem sabe aonde quer chegar, não é mesmo? Estabelecer metas é necessário em toda e qualquer área da vida. São elas que nos movem e nos impulsionam ao crescimento.

Porém, muitas empresas falham ao não estabelecer metas e objetivos a um recém-chegado. Sem tal alinhamento, as expectativas geradas na contratação podem ser totalmente frustradas. Afinal, faltará a ele um norte a seguir.

Ainda que se estabeleçam objetivos para o curto prazo, é importante que sua performance seja acompanhada de perto e que as pequenas vitórias sejam reconhecidas. Isso aumentará a autoconfiança do profissional e o ajudará a desempenhar o seu trabalho cada vez melhor e mais rápido.

Envolva todos no processo

Acreditar que o processo de integração de novos colaboradores é responsabilidade apenas do RH é um engano. Ele deve ser uma função não só de um setor, mas da gestão, do marketing e especialmente dos profissionais mais antigos de casa.

Sem uma cultura de boas-vindas, todo o esforço feito pode ser desperdiçado. Os profissionais da organização devem estar preparados e acostumados a receber os novos colegas, demonstrando sempre um bom comportamento.

Uma equipe harmônica e engajada é semelhante a uma família que, apesar de encontrar obstáculos e dificuldades, permanece unida em prol de alcançar um objetivo maior. No caso de uma organização, esse propósito é o crescimento dos profissionais e da companhia.

Selecione um mentor

Um mentor é alguém que ficará responsável pela integração do novo funcionário em seu dia a dia. Esse padrinho, como alguns preferem chamar, deverá apresentar a empresa na prática, sendo um elo entre o novato e a organização.

Além de lhe mostrar as dependências da empresa, como refeitório, banheiros, copa para o café etc., essa pessoa deverá responder às suas dúvidas, ajudar em suas necessidades e apresentar o novo contratado às pessoas dos diversos departamentos.

Os mentores são um apoio a mais no processo e servem também como exemplos a serem seguidos. Por isso, a escolha de tal profissional deve ser cautelosa. Ele deve ter empatia e simpatia, assim, a criação de vínculos será favorecida.

Um processo de integração de novos colaboradores começa na divulgação da imagem de uma empresa. Ele está intimamente ligado à identidade corporativa. Isso quer dizer que o profissional tanto foi escolhido para fazer parte da equipe quanto escolheu ser parte dela. Portanto, o trabalho deve ser contínuo e feito para confirmar que tal escolha foi a mais acertada para todos os envolvidos.

Este post foi útil para você? Então, continue aprendendo sobre o assunto com o nosso texto sobre o manual de boas-vindas!