BLOG
Aqui você encontra os principais temas do mundo da Comunicação Interna

Mantenha-se informado com nossas notícias.

perfil de liderança

Profissionais com perfil de liderança: saiba como identificá-los

Não é novidade que o papel de um líder é fundamental para o desempenho de uma equipe e para manter um bom clima organizacional. No entanto, é preciso saber em qual área da empresa uma pessoa com perfil de liderança poderá desenvolver melhor as suas habilidades, levando consigo todo o seu time.

Para tanto, se faz necessária a correta identificação desses profissionais, pois cada estilo tem suas vantagens e desvantagens. Além disso, a influência que exercem no local de trabalho pode ser positiva ou negativa.

Neste post, preparamos uma lista com alguns perfis de liderança para que você possa identificá-los e utilizá-los para o sucesso da sua organização. Acompanhe!

Perfis de liderança mais comuns

Seja de forma inata ou desenvolvida ao longo dos anos, existem algumas características que todo líder deve ter. Entre elas estão o conhecimento técnico, a inteligência emocional, a inovação, o desejo de colaborar, a proatividade, o comprometimento etc.

Não é difícil elencar tais competências, mas saber reconhecê-las em um colaborador é tarefa para gestores que têm um olhar mais atento. Esse é um passo importante para a empresa que entende a relevância de ter uma equipe engajada para se consolidar no mercado.

Cada modelo de liderança tem seus prós e contras. Não há como definir qual é o melhor e qual é o pior para a empresa, pois isso depende do perfil comportamental dos profissionais que compõem a equipe, da tarefa a ser realizada, da atual necessidade da organização, entre outros.

Por isso, listamos alguns estilos para que você veja os principais aspectos de cada um e analise seus pontos fortes e fracos. Observe:

Coercitivo

Neste modelo de gestão, o que impera é a coerção. Ou seja, o ato de forçar pela intimidação; coagir. Ao invés de estimular uma colaboração espontânea, esse tipo de líder usa de sua força e poder para obrigar a sua equipe a fazer o que ele quer.

Os líderes coercitivos, geralmente, passam boa parte do expediente fazendo cobranças aos seus colaboradores, apontando erros e exercendo forte pressão psicológica. Como consequência, os trabalhadores podem se tornar mais tensos e estressados.

Um dos pontos fortes da liderança coercitiva é o fato de ela ser movida por resultados. Além disso, suas habilidades podem ser úteis para lidar com colaboradores problemáticos. Um dos seus pontos fracos é a tendência a dar feedbacks negativos em demasia, o que pode desmotivar algumas pessoas.

Autoritário

O líder autoritário pode também ser chamado de autocrático, pois uma de suas características mais marcantes é demandar sem ouvir a opinião dos outros colaboradores, dispensando participações nas tomadas de decisão.

Seu comando é firme e seu foco está na execução das tarefas e no seguimento de regras preestabelecidas. Esse líder pode ser inspirador quando cria uma reputação sólida, que é conquistada por causa da sua competência.

Um problema que pode surgir nesse tipo de liderança é o excesso de críticas a quem não apresenta resultados. Caso esse líder não tenha uma imagem sólida, inspirada, corre-se o risco da equipe se julgar mais competente que ele e, assim, questionar a sua autoridade.

Uma das vantagens que pode ser apresentada é a motivação dos colaboradores para fazer algo junto ao seu líder, pois a tendência dele é trazer uma nova visão e um ritmo constante de trabalho.

Democrático

Este modelo de líder encoraja a participação dos colaboradores, incentivando-os a manifestarem suas opiniões e sugestões. A liderança democrática busca facilitar a execução dos processos como um todo.

Ela tem uma grande habilidade para se comunicar e, geralmente, confia e apoia seus colaboradores por considerar que eles já têm maturidade e conhecimento para desenvolverem soluções.

Sua preocupação é dividida entre a realização do trabalho e a qualidade de vida e satisfação da sua equipe — o que gera um maior empenho por parte dos profissionais, favorece um bom clima organizacional e aumenta a produtividade.

Situações que exigem maior direção e resultados mais rápidos podem se tornar um problema para esse tipo de líder, pois precisará mudar a forma de atuação da equipe. Outro ponto a ser trabalhado são os feedbacks negativos, que podem ser erroneamente interpretados por seus liderados, fazendo com eles se sintam magoados.

Centralizador

Este estilo de liderança abarca para si todas as tarefas. A sua dificuldade está em delegar, ou seja, em dividir o trabalho entre os que deveriam ser coparticipantes em sua realização. Às vezes, ele pode levar a opinião dos outros em consideração, mas sua palavra é a que terá um peso maior.

Muitos acreditam que o líder centralizador é assim por causa da sua falta de confiança em seus liderados. Porém, a verdade pode estar no fato de ele ser muito apaixonado pelo que faz.

Alguns dos pontos fracos desse líder são a falta de paciência em ensinar e a ideia de que as pessoas não têm o conhecimento necessário para atender às demandas. Seus pontos fortes podem estar na firmeza em suas tomadas de decisão e em não suportar profissionais descomprometidos.

Visionário

O líder visionário mantém o seu olhar no futuro. Ele é empreendedor e está disposto a correr riscos. O otimismo é sua marca registrada. Por isso, ele cria projetos atraentes e construtivos para a organização, sempre visando o longo prazo.

Essa liderança tem facilidade em reconhecer talentos e um grande senso de oportunidade. Ela valoriza os colaboradores e busca obter resultados, motivando constantemente a equipe. Seu ponto fraco pode estar na dificuldade em realizar tarefas no curto prazo.

Marcador de ritmo

O líder marcador de ritmo sente a necessidade de estar no controle de tudo, durante todo o tempo. Seu foco está em estabelecer padrões elevados de desempenho, colocando a si mesmo como exemplo. Ele acredita que os resultados serão atingidos de forma mais rápida se agir dessa maneira.

O ponto fraco desse estilo de liderança é a impaciência, o que pode ocasionar cobranças excessivas para que seus liderados tenham o mesmo ritmo que o seu. Entretanto, em geral, cada pessoa tem a sua energia e isso pode gerar desconfortos no ambiente de trabalho.

Independentemente de qual seja o perfil de liderança, todo gestor deve ser confiante, acima da média, buscar novos conhecimentos e estar disponível para aprender e ensinar. Além disso, ele deve se empenhar para que cada liderado desenvolva o melhor de suas habilidades. Dessa forma, todos saem ganhando.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre alguns estilos de liderança, que tal saber como os colaboradores podem melhorar a imagem da empresa? Leia nosso post e descubra!

cultura startup

O que a cultura startup pode ensinar às corporações sobre inovação?

Quando se fala em cultura startup, alguns dos primeiros nomes que vêm à cabeça das pessoas são Google e Netflix. Essas empresas são pioneiras na implantação do conceito, mas muitas outras organizações estão adotando essa estrutura e modificando seu posicionamento no mercado.

Isso significa que tanto as empresas novas quanto as mais tradicionais estão se inspirando nessa cultura, e isso as têm levado a incorporar as suas melhores práticas aos seus modelos de gestão.

Quer saber um pouco mais sobre as startups e entender por que tais mudanças estão ocorrendo? Leia o post a seguir e descubra!

Estrutura e cultura startup

Lanches à vontade, dress code, salas de jogos, espaço para descanso etc. Esses elementos podem, sim, fazer parte do dia a dia de uma startup. No entanto, a essência dessa cultura vai muito além do seu visual e dos seus benefícios diferenciados.

Apesar de confundir as mentes mais ortodoxas — aquelas que prezam por regras e códigos de conduta rígidos —, toda a estrutura desse novo tipo de empresa é pensada para aumentar a qualidade de vida de seus colaboradores e melhorar os processos organizacionais.

Efeitos da cultura startup

Uma das definições atuais mais aceitas por especialistas diz que uma startup se refere a um grupo de pessoas que procuram um modelo de negócio repetível e escalável e que trabalham em condições de extrema incerteza.

Entretanto, o que se tem notado é que a principal consequência desse novo modelo de cultura organizacional é uma companhia diferenciada que cresce cada vez mais no mercado.

O que alguns podem encarar de forma negativa reflete, na verdade, um espírito de ousadia, pois implica apostar e trabalhar firmemente em ideias que não se sabe se darão certo ou não. Além disso, o modelo gera valor, transformando os esforços empreendidos em dinheiro.

Ao serem repetíveis, as startups se propõem a entregar o mesmo produto em escalas consideráveis, sem muitas adaptações ou customizações para cada cliente. Assim sendo, é possível oferecer o mesmo artefato a quem quiser pagar e ainda ter mais exemplares à disposição.

Quanto ao fato de serem escaláveis, significa que essas empresas são propensas ao crescimento rápido, mas não devem permitir que isso influencie na cultura e no modelo do negócio. Ou seja, podem aumentar a receita, mas devem permanecer com os mesmos custos, ou vê-los crescer de forma bem mais lenta.

Principal desafio

O maior desafio da cultura startup é escalar sem perder de vista os valores que fizeram com que tal ascensão fosse possível. Isso ocorre porque, quando se tem uma corporação de menor porte, em geral, a burocracia é menor, e controlá-la é mais fácil.

Contudo, o objetivo da maioria das empresas é se destacar, ser maior e melhor que as suas concorrentes. E é nesse cenário que surge a questão: como equilibrar o negócio para que o crescimento não prejudique a cultura criada ao longo do tempo?

Para responder a essa pergunta não existe uma fórmula mágica, pois a solução vai depender de cada empresa e do momento vivenciado por ela. Todavia, algumas ações podem servir para qualquer tamanho de negócio, e entre elas está a Comunicação Interna.

Comunicação Interna (CI)

Ao longo dos anos a CI e o Endomarketing têm ocupado cada vez mais espaço dentro das organizações, com um papel estratégico. A função desses setores, que também pode ser exercida por uma agência contratada, não só leva as informações necessárias aos colaboradores, como fortalece a cultura organizacional.

Por meio dos canais estabelecidos, é possível garantir que todos os profissionais de uma companhia sejam participantes ativos do modo como a empresa (como um todo) impõe o que sente, pensa, age e reage aos acontecimentos internos e externos.

Porém, isso só ocorre quando existe o entendimento, por parte de toda a equipe — incluindo a liderança —, de que a CI é inerente à cultura e tem potencial  transformador.

Lições das startups

Após conhecer um pouco mais sobre a cultura startup, não é difícil perceber por que ela vem ensinando algumas lições valiosas às empresas. E, para exemplificar melhor, listamos algumas delas, abaixo. Acompanhe!

Estrutura horizontal

Se uma organização deseja implementar alguns aspectos da cultura startup em seus processos, a sua estrutura de liderança é um dos pontos a ser considerado. Afinal, menos hierarquia e maior autonomia são marcas registradas desse novo modelo de empreendimento.

A liberdade rege as atividades desenvolvidas no cotidiano dos profissionais contratados por essas empresas. Por esse motivo, suas equipes são reduzidas e, normalmente, resolvem todos os problemas internamente.

Além disso, pessoas que trabalham em startups estão sempre em busca de aprendizado para serem melhores a cada dia. Com sua estrutura horizontal, o compartilhamento de conhecimento é muito mais incentivado e colocado em prática, trazendo maior evolução ao time.

Agilidade nos processos

Poucas coisas são tão eficientes para impedir a realização de um projeto quanto a imposição de vários processos burocráticos e a necessidade da aprovação de muitas pessoas. Além de retardar a execução da ideia, tais impedimentos podem desestimular muitos profissionais.

Como em uma estrutura de startup há menos hierarquia e maior liberdade para as equipes, os colaboradores podem focar em suas metas e agir por conta própria, sem ter que dar justificativas a todo momento. Assim, a tomada de decisões ganha mais velocidade.

Engajamento dos colaboradores

Com as mudanças na sociedade e nas relações entre empresa e colaborador, as pessoas passaram a associar trabalho à qualidade de vida e à realização pessoal e profissional. Assim, o desejo da maioria é trabalhar em um lugar que a valorize e que ofereça oportunidades para o crescimento.

As startups promovem um ambiente no qual a confiança nos colaboradores prevalece. Até os escritórios são projetados para trazer maior interação entre eles, eliminando o isolamento e o status.

Isso facilita a comunicação, traz transparência às relações interpessoais e fomenta a troca de conhecimentos e de ideias. Em um clima como esse, fica mais fácil obter um maior engajamento de todos.

Ambiente de inovação

Sofás e puffs coloridos, grafites nas paredes, objetos pendurados pelo teto, biblioteca, áreas verdes para relaxamento… todos esses elementos ajudam a compor um ambiente mais descontraído, substituindo o tradicional escritório monocromático.

Em um local assim, não é difícil deixar a criatividade e a inovação fluírem. Outro fator relevante nesse quesito é a possibilidade de tentativa e erro. Nesse modelo de empresa, considera-se que a maior falha é não tentar. Os planejamentos devem ser rápidos para que, assim, seja possível experimentar sem medo.

Melhor custo-benefício

Fazer muito com poucos recursos: essa é uma das premissas mais importantes que as startups podem ensinar às corporações. Isso significa otimizar os processos existentes, eliminar desperdícios e definir as prioridades.

Alguns acreditam que é preciso ter grandes planejamentos, adquirir ferramentas específicas e fazer mais contratações para que um projeto dê certo. No entanto, se a intenção é crescer, o ideal é se adaptar ao momento e ao que se tem para então realizar o que for possível.

Ter colaboradores com mentalidade de dono, apaixonados pelo que fazem e pela empresa onde trabalham é a vontade de grande parte dos empreendedores. Para tanto, é necessária uma identificação dos valores e propósitos dos profissionais com os da organização.

É justamente isso que a cultura startup se esforça para promover. Sua intenção é oferecer uma nova experiência aos profissionais e incentivá-los a resolverem problemas reais das pessoas, melhorando suas vidas.

Comece, agora mesmo, a pensar como os profissionais superqualificados das startups! Siga-nos em nossas redes sociais (Facebook, Twitter, LinkedIn) e receba os melhores conteúdos para a evolução da sua empresa, em primeira mão!

identidade visual

Por que a sua empresa não deve ignorar a identidade visual?

Qual impressão a sua marca deseja passar? Como você quer que ela seja lembrada? As respostas para essas (e outras) perguntas, geralmente, são positivas. Por isso, é preciso entender que essas questões se relacionam intimamente à identidade visual de uma empresa.

A identidade deve ser feita com o intuito de se fixar no imaginário do público-alvo, gerando empatia e aproximação. O processo dessa criação é complexo, porque precisa atender um conjunto de requisitos como: ser atrativa visualmente e se relacionar com a personalidade da marca.

Se você deseja saber a importância de se ter uma identidade visual bem-definida e quais benefícios ela pode trazer a sua empresa, acompanhe o post a seguir!

Impactos gerados pela identidade visual

A identidade visual é o conjunto de elementos e símbolos, principalmente gráficos, que é idealizado para representar visualmente, diante do público, os valores, a missão e os ideais da organização. Esse conjunto pode ser composto por logotipo, tipografia e paleta de cores, entre outros.

Ela deve ser pensada para marcar o imaginário das pessoas. Um exemplo disso é a Coca-cola: independentemente do conteúdo e do tema do texto, ao ser utilizada a fonte e as cores da empresa de refrigerantes mais famosa do mundo, a primeira associação do leitor será com a marca em questão.

Identidade visual na Comunicação Interna

A identidade visual é também um dos principais componentes da identidade corporativa. Por esse motivo, ela deve estar em todos os materiais da empresa, como cartão de visita, envelope, papel timbrado, site, etc.

O desenvolvimento da imagem deve ser feito sob muito estudo e trabalho. Afinal, ela carregará em si a combinação adequada de elementos que, juntos, farão com que os colaboradores se atraiam pela marca e se identifiquem com a sua proposta.

Sendo assim, a identidade visual se torna também importante para que, dentro de uma empresa, diferentes tipos de comunicado sejam facilmente identificados e associados ao  seu tema/setor e à sua finalidade. Além disso, quando bem-feita, ela evita que os consumidores, que, no caso da CI, são os colaboradores, se confundam ou não entendam a mensagem que se quer transmitir.

A Comunicação Interna deve ter a cara da empresa. As necessidades da instituição devem ser levadas em consideração, e esse setor deve se preocupar em seguir as suas diretrizes para alcançar os melhores resultados. Para tanto, é possível, inclusive, criar um manual de identidade visual que servirá como um guia para os colaboradores.

Listamos, abaixo, alguns benefícios gerados por uma identidade visual bem-definida. Observe:

Percepção de valor da marca

A combinação de símbolos, letras e imagens cria um significado para a identidade visual. Esse significado não só diferencia uma marca de outra, como lhe acrescenta valor. Isso ocorre porque há a interpretação dos significados por parte dos consumidores, e esses projetam valores para a marca, dotando-a de personalidade.

O valor de uma marca pode ser percebido de quatro formas diferentes:

  • Experiência — o consumidor já conhece o produto/serviço.
  • Grupos de referência — o cliente compra porque alguém do seu círculo de confiança indica a marca. Isso inclui pessoas famosas representando a marca como garoto (a) propaganda.
  • Crença (ou senso comum) — o consumidor acredita que uma marca é mais eficaz que outra porque isso é apregoado na comunidade em que vive.
  • Aparência — o design da embalagem e dos produtos atraem os consumidores para a marca.

O marketing e o Endomarketing têm um papel fundamental na percepção de valor. A empresa que deseja se destacar precisa investir fortemente nesses setores. Caso contrário, seus esforços para se sobressair têm grandes chances de insucesso.

Posicionamento único para a empresa

Quando se trata de consolidar uma marca, não adianta “atirar para todos os lados”. Existem muitos perfis de clientes e de profissinais. Contudo, uma empresa deve saber exatamente com qual público deseja conversar e a quem ela quer atingir. Esse posicionamento deixa a empresa em sintonia com os seus consumidores.

Saber com quem se comunica definirá, consequentemente, o tipo de linguagem a ser utilizada e o comportamento a ser adotado nas peças de publicidade. O papel da comunicação visual é atrair o consumidor desde a primeira olhada. Ela mostrará, de imediato, o status e o valor agregado à marca.

Confiança do consumidor

É preciso que haja um vínculo entre consumidor e empresa, e a identidade visual o ajuda na hora da sua escolha. Isso se dá porque ela traz os estímulos necessários e tira o usuário da sua zona de conforto.

Criar uma identidade visual equilibrada e marcante faz com que o cliente veja estabilidade e dê credibilidade à imagem. Assim, ele se liga à marca ao ponto de se engajar e gerar um senso de pertencimento.

Confiança do colaborador

O mesmo se aplica quando se trata da CI. Ao ler um comunicado, um convite para algum evento corporativo, um relatório e assim por diante, o profissional a quem a informação é direcionada precisa criar uma ligação e se envolver com a notícia.

Isso dependerá da maneira como a mensagem é transmitida, do “tom de voz” utilizado e do conjunto de elementos que compõem o trabalho publicitário em questão. Desse modo, a confiança do colaborador em relação à empresa tem mais chances de ser estabelecida.

Reconhecimento

Nenhuma marca que tenha uma identidade visual forte se estabeleceu nessa posição da noite para o dia. A conquista de uma imagem consolidada se dá de maneira gradual. Para que uma empresa seja reconhecida, ela deve passar por um processo que utilize estratégias de divulgação adequadas — só então ganhará mais popularidade.

Quanto maior for a exposição da identidade visual, mais ela será reconhecida e mais próxima ela estará do seu público, seja ele interno ou externo. Com o passar do tempo, uma marca pode se estabelecer como um referencial de qualidade. Por isso, é importante que sua representação visual seja clara e tenha a essência da companhia.

Atração do público

Uma identidade visual bem-estruturada e sólida é sinônimo de economia, pois não se faz necessária a alteração do seu logotipo, ou de algum outro elemento, a cada lançamento de um novo produto/serviço. Se assim o fosse, as finanças da empresa sofreriam bastante.

Além disso, ter uma imagem sólida atrai o público, cria fidelidade e, consequentemente, aumenta os lucros. Ela transmite uma ideologia e uma promessa, e o seu consumidor identifica-se com essa identidade e espera pelo cumprimento do que foi proposto — o que gera impacto positivo na produtividade e nas vendas.

Algumas empresas não dão a devida atenção à representação visual. Não investem apropriadamente em sua elaboração e desenvolvimento e sofrem as consequências desse ato ao perderem visibilidade e clientes.

Assim sendo, convém contratar uma agência de Endomarketing e CI que mantenha seu foco no público-alvo. Os profissionais desse tipo de empresa são especializados e têm todo o aparato necessário para estudar o mercado. É a partir desses dados que eles criarão a identidade visual ideal para a organização.

Quer saber mais sobre como uma agência pode auxiliar sua empresa a ter uma imagem marcante? Então entre em contato conosco e mostraremos como!

premio criatividade

P3K leva Prémio Lusófono de Criatividade em Portugal

A P3K Comunicação foi a ganhadora do Prémio Lusófono de Criatividade na categoria AGÊNCIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS BRASILEIRA DO ANO + AGÊNCIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS LUSÓFONA DO ANO.Fomos ganhadores com os cases de Comunicação Interna adidas do Brasil –  Através do esporte, temos o poder de mudar vidas, e Laureate International Universities – Programa Liderança Positiva (em breve em nosso portfólio).

 

O prêmio reforça nosso propósito de ser uma agência com profissionais apaixonados pela construção de narrativas estratégicas e criativas dentro das empresas e que contribuem para a felicidade das pessoas!

A P3K Comunicação agradece a todos que participaram e fizeram essa campanha acontecer!

 

adidas do Brasil –  Através do esporte, temos o poder de mudar vidas

Manager Internal Communication: Corporate Communications adidas – Leticia Baumman

Planejamento e Redação: Jessica Machado

Apoio nos roteiros: Jésika Bassanezi

Diretor de Criação: Arthur Gomes

Diretores de Arte: Romulo Buracoff, Caio Chagas e Bárbara Bruno

Coordenação: Anna Carolina Neto

Gerência: Laryssa Martins

Diretor executivo: Elizeo Karkoski

Produtora parceira: Ventania Filmes

 

Laureate International Universities – Programa Liderança Positiva

Organizational Development Specialist- Human Resources: Nina Cotrim

Planejamento, Atendimento e Redação: Renata Braz

Revisão: Suzana Senegalia

Diretor de Arte: Bárbara Bruno

Designer: Bernardino Santos

Designer: Romulo Buracoff

Designer: Renato Souza

Designer: Larissa Barreto

Assistente de Criação: Dayane Francis

Coordenação: Anna Carolina Neto

Gerência: Laryssa Almeida

Diretor Executivo: Elizeo Karkoski

Produtora Parceira: Zull Comunicação

 

eventos corporativos

Descubra os benefícios dos eventos corporativos para a Comunicação Interna

As empresas são formadas por pessoas. E, para que o sucesso do negócio seja alcançado, é preciso que haja uma boa interação entre os membros das equipes que o constituem.

Ao mesmo tempo, essas são as principais propostas dos eventos corporativos: promover um bom relacionamento entre o público interno e garantir sua satisfação com a corporação.

Realizar tais eventos, portanto, é uma estratégia cujos frutos são perceptíveis no curto e no longo prazo. É possível verificar que as reuniões trazem aprendizados e favorecem o ambiente de trabalho, além de gerarem um bom retorno financeiro.

Quer saber mais sobre os eventos corporativos e entender como eles podem ajudar na Comunicação Interna de uma empresa? Continue a leitura!

O que são eventos corporativos?

Grande parte das pessoas, se questionada sobre o que são eventos corporativos, responderá que se tratam de festas de fim de ano promovidas pela empresa. Essa resposta não é 100% errada. Contudo, está longe de representar totalmente a realidade.

Os encontros promovidos por uma corporação têm tantas possibilidades e finalidades que os reduzir a uma reunião anual é desmerecer a relevância de cada um deles e demonstrar que pouco se conhece sobre o assunto.

Tais eventos são reconhecidos como parte do planejamento estratégico das organizações. Trata-se de uma importante ferramenta para atingir o público-alvo de maneira diferenciada, dando a esse relacionamento um significado especial.

Essas são ótimas oportunidades para que as empresas confirmem a aliança que têm com funcionários, consumidores e fornecedores. Quando bem-organizadas, podem trazer inúmeras vantagens, como a diminuição do turnover, a captação e a fidelização de clientes.

Uma das funções de um evento é facilitar a comunicação entre as pessoas e a companhia. É importante ressaltar que os eventos podem fortalecer a cultura organizacional, mas, para que isso ocorra, eles não devem acontecer de modo pontual, apenas em datas especiais para a empresa.

Criação de uma agenda de eventos internos

É necessário criar uma agenda de eventos internos. Isso se transforma em um movimento, um conjunto de ações nas quais diferentes departamentos podem se comunicar sem barreiras e em uma evolução constante.

Não importa o tamanho da organização: ao lançar mão dessa ferramenta, são garantidos benefícios insubstituíveis à interação humana, que incluem a construção de relacionamentos, confiança e intercâmbio de ideias.

Conversas iniciadas informalmente em um encontro dessa natureza podem render bons frutos ao dia a dia do ambiente empresarial, onde, por vezes, esse tipo de comunicação é escasso. As experiências proporcionadas pelos eventos são singulares e, portanto, improváveis de se repetirem em outro contexto.

Esse vínculo se destina a alcançar e a manter uma atitude positiva e lucrativa dos participantes em relação à companhia. Cria-se, dessa forma, uma vantagem competitiva.

Organização de um evento empresarial

O mercado de eventos vem crescendo bastante nos últimos anos. Isso se dá porque algumas empresas reconhecem o valor que essa ferramenta tem, pois, quanto maiores a crise e a pressão, maior a necessidade da promoção de momentos do tipo.

A realização de um evento envolve o anfitrião e os convidados reunidos em torno de algo especial. Alguns têm formatos padronizados e tradicionais, enquanto outros aderem a modelos mais descontraídos, com atrações de entretenimento.

Esse novo parâmetro pode contribuir, significativamente, para: o aumento da concentração dos participantes, a absorção de conhecimento e a aproximação entre a marca e o público.

A organização de um evento é algo que demanda investimento de tempo e dinheiro. Entretanto, independentemente do modelo escolhido, alguns passos devem ser seguidos para que os objetivos sejam alcançados.

Em primeiro lugar, é preciso que o objetivo esteja claro. Com isso em mente, é possível planejar as proporções do evento e ter um orçamento mais próximo da realidade. Em seguida, o foco deve voltar-se a sua criação, elaboração e realização.

Nessa fase, as contratações são fundamentais, pois definem a qualidade do local e dos serviços oferecidos.  Mas ainda há mais uma etapa a ser cumprida após a finalização da reunião: o acompanhamento.

Ele é essencial para conhecer os resultados do evento e mensurar a satisfação dos funcionários.  Saber quais foram os maiores acertos e erros permite um melhor planejamento futuro. Contudo, nos aprofundaremos nesse tema mais adiante.

Como os eventos corporativos ajudam a melhorar a Comunicação Interna da empresa?

Investir em Endomarketing e Comunicação Interna tem sido uma estratégia adotada por muitas empresas que perceberam o quanto essa ação é eficiente. Seja para atrair e reter talentos, mobilizar equipes ou melhorar o relacionamento com os funcionários, esse investimento justifica-se por seus ótimos resultados.

Nesse cenário, os diversos eventos corporativos se mostram como recursos muito úteis para auxiliar líderes e gestores. Eles ajudam tais profissionais a colocarem sua formação, expertise e criatividade em prática, fortalecendo os planejamentos estratégicos do marketing e do Endomarketing.

Os encontros promovidos pela companhia devem proporcionar experiências únicas a seus participantes e impactá-los positivamente. A abertura desses espaços precisa fomentar o compartilhamento de ideias, problemas e soluções, de maneira produtiva e sistemática.

A importância de tal entrosamento entre as equipes está na necessidade de intercâmbio e na criação de redes que estimulem o envolvimento, cada vez maior, das pessoas (umas com as outras e de todas com a empresa).

Os responsáveis pela CI entendem essa premissa e desenvolvem uma força de trabalho que ultrapassa as paredes da organização. Assim, os funcionários são alcançados onde quer que estejam.

Eventos como o Café com o Presidente permitem que relacionamentos verticais, nos quais a interação entre diretores e subordinados é quase inexistente, se tornem habituais. Dessa maneira, o funcionário tem uma nova visão em relação à liderança e à empresa como um todo.

Em relação às interações horizontais — entre funcionários de um mesmo nível hierárquico — a força do contato em eventos é transmitida para o cotidiano da corporação. Ao se verem em situações fora do ambiente de trabalho, eles se percebem mutuamente, se identificam uns com os outros e reforçam o senso de pertencimento ao grupo.

Com isso, as funções da Comunicação Interna de transmitir e divulgar as informações relevantes ao âmbito corporativo, alinhando os diversos setores da empresa, recebem um impulso extra, que garante seu cumprimento por completo.

Quais são os benefícios dos eventos corporativos para o clima organizacional?

clima organizacional de uma companhia está intimamente ligado à sua cultura e é favorecido (ou não) por vários elementos. Eles vão desde a infraestrutura até os relacionamentos estabelecidos entre os profissionais.

Uma boa atmosfera é fundamental para o cumprimento das metas e a melhoria do negócio em sua totalidade. A promoção de eventos auxilia a geração de uma série de benefícios que aperfeiçoam tal clima. Entre eles, estão:

Aumento da motivação

Quando uma organização se depara com um desânimo coletivo, pode haver quedas: na produtividade, nas vendas, na qualidade do atendimento ao cliente, e assim por diante. Porém, um evento bem-organizado é capaz de trazer a motivação necessária para que a equipe saia da inércia, supere a apatia e encare novos desafios em prol de um objetivo comum.

Inovação

Por vezes, uma empresa pode se encontrar estagnada no mercado, apegada a tradições que não trazem vantagens ou sem encontrar soluções que a façam crescer e evoluir. Eventos como conferências ou simpósios podem ser o melhor caminho para conhecer as atualidades mercadológicas e trazer inovação ao negócio.

Melhora do ambiente de trabalho

Um clima de trabalho pesado, no qual não haja parceria e comunicação livre, não só é capaz de diminuir significativamente a produtividade como pode levar uma empresa à instabilidade, em níveis críticos.

O comportamento dos funcionários é o grande responsável por trazer, ao local de trabalho, um clima positivo ou negativo. Nesse contexto, um evento realizado no intuito de melhorar a atmosfera da instituição pode mudar comportamentos indesejáveis e tornar o ambiente mais leve.

Reconhecimento

Para que uma meta seja alcançada, é preciso muito trabalho. Por vezes, a batalha é árdua e longa. Contudo, quando se atinge a linha de chegada, uma comemoração pode trazer o reconhecimento do qual a equipe necessita para ver que seus esforços são valorizados e, assim, recuperar o fôlego para enfrentar novos desafios.

Alinhamento de comportamentos

Para alcançar o sucesso, um time deve trabalhar em consonância. Pouco adianta se parte dele vai para um lado, e o restante para outro. Para garantir o êxito, é necessário que todos rumem para a mesma direção.

Uma palestra ou um treinamento podem transformar as atitudes individualistas em comportamentos que visem ao bem-estar da coletividade. Isso costuma ser essencial para o bom andamento de qualquer organização.

Reforço da identidade corporativa

identidade corporativa é mais do que a imagem que a empresa projeta para o mercado e seus stakeholders. Trata-se de um conjunto que traz, entre seus elementos, a missão, os valores, as crenças, os objetivos etc.

Um evento corporativo ajuda na construção e na manutenção dessa identidade, reforçando os principais conceitos que a estruturam. Funcionários que conhecem a fundo e se identificam com tais aspectos da organização tendem a permanecer nela, pois acreditam no que é praticado e defendido.

Comprovar os benefícios trazidos pelos eventos não é uma tarefa difícil. Eles servem tanto para resolver problemas pontuais, quanto para evitar situações complicadas e melhorar o clima corporativo como um todo. Basta que sejam detectados seus propósitos e que se escolha o evento ideal.

Quando promover um evento corporativo na empresa?

A definição das ocasiões ideais para os eventos depende, primeiramente, do motivo pelo qual se deseja realizá-los. As razões podem ser diversas, mas, geralmente, estão ligadas às necessidades do negócio. Isso nos permite separá-las entre os grupos abaixo.

Aprendizagem (formação)

Seja por meio de treinamentos ou jogos internos, por exemplo, o objetivo de tais eventos é aprimorar os conhecimentos do funcionário e capacitá-lo, tornando-o apto a conquistar, convencer e manter clientes. Como consequência dessa ação, espera-se a fidelidade aos produtos e serviços da marca.

Relacionamento (networking)

Um evento de relacionamento entre empresa, funcionários e familiares pode ser uma boa oportunidade para que todos se conheçam melhor, estreitem seus laços e fortifiquem o compromisso com a corporação.

Tais encontros podem ser promovidos semanalmente, apenas com os profissionais: em um happy hour, ou periodicamente, como no aniversário da empresa ou mesmo em uma comemoração por alguma conquista.

Motivação

De forma geral, uma das intenções desses encontros é envolver os profissionais e estimular a participação de cada um deles nas decisões da organização. Assim, é possível garantir a cumplicidade e o engajamento dos funcionários, que se sentirão parte do conjunto.

A transparência no relacionamento com o profissional é imprescindível para que esse objetivo seja alcançado. Afinal, quando a motivação é alicerçada em elementos verdadeiros e honestos, o funcionário não só tem vontade de comparecer ao evento como deseja que a companhia colha os resultados do investimento, trabalhando para que isso aconteça.

É possível que se consiga alcançar mais de um objetivo com um mesmo evento. Entretanto, a atenção deve se concentrar na meta principal, para que os resultados desejados sejam alcançados com mais eficácia.

Dia e hora do evento

Dois fatores que não devem ser negligenciados ao se pensar em um evento são o dia e a hora da sua realização. Portanto, alguns cuidados precisam ser tomados para garantir a adesão de todos.

É preciso pensar em meses nos quais a equipe não esteja em período de férias. Épocas de muito estresse para os funcionários devem ser evitadas — no final do mês, por exemplo, o desgaste costuma ser maior. A celebração de datas comemorativas, como o Natal, deve ser antecipada e devidamente comunicada.

Eventos em dias úteis, caso se estendam até tarde, podem comprometer o expediente do dia seguinte, tendo em vista que os participantes não terão o período de descanso ao qual estão acostumados. No entanto, eventos nos finais de semana costumam ter baixa adesão, pois são os dias de repouso e lazer de muitos. Escolher datas, considerando essas observações, pode ser mais oportuno.

Quais são os principais tipos de eventos corporativos?

Existem muitos modelos de eventos e escolher o mais adequado é fundamental para garantir que os próprios funcionários sejam os responsáveis por melhorar a imagem da empresa. Saber qual é o objetivo e o público-alvo do encontro que se pretende produzir facilita (e muito) a determinação do seu formato.

Listamos, abaixo, alguns dos tipos mais comuns para que você possa analisar e descobrir quais se encaixam melhor ao atual momento da organização. Acompanhe!

Congressos

Os congressos têm o prazo de uma semana, em média. Durante esse período, ocorre uma série de outras atividades, que são consideradas partes constituintes do evento. Assim, pode haver palestras, simpósios, debates, mesas redondas etc.

O principal objetivo é a promoção de conhecimento para enriquecer científica e culturalmente os participantes. Geralmente, a temática é única, para que se aborde o assunto de forma profunda. Um congresso pode ser regional, nacional ou internacional. Essa classificação está condicionada à participação de integrantes de outros estados ou países.

Palestras

As palestras costumam ter curta duração (algo em torno de uma a duas horas). O tema deve ser relevante para os participantes, mas não é necessário que tenha uma ligação direta com as funções desenvolvidas no dia a dia do trabalho. Podem ser abordadas questões como saúde e bem-estar, direitos e deveres, ética, práticas etc.

É bom que o palestrante seja um especialista, pois esse formato de evento permite que perguntas e debates sejam feitos no intuito de buscar mais conhecimento sobre o assunto abordado. Como complemento, a palestra ainda pode ter demonstrações ou exercícios de laboratório.

Treinamentos

Os treinamentos são processos nos quais o tempo de duração varia de acordo com o objetivo almejado e podem formar ou reciclar os conhecimentos dos funcionários. Em algumas empresas, são feitos com novos contratados e/ou profissionais que já estejam, há muito tempo, em suas funções.

Os temas abordados são específicos e visam ao desenvolvimento de habilidades ou atitudes que se relacionem com as tarefas executadas. Os treinamentos costumam envolver teoria e prática, exigindo certo conhecimento sobre o tema proposto.

Workshops

Os workshops são como cursos. A característica mais marcante desse modelo é a interação intensa dos participantes: inicia-se o evento com uma exposição do conteúdo e, depois, há uma discussão, uma prática em grupos e uma etapa para sua conclusão.

A vivência de uma oficina desse tipo contribui bastante para a absorção e fixação do conhecimento, pois a experiência conjunta é facilitadora do processo. Esse evento pode ter a duração de um ou dois períodos de 4 horas, por isso, é bom que o local de realização seja propício a pausas.

O que faz um evento corporativo ser bem-sucedido?

Independentemente do tipo de evento a ser realizado, alguns procedimentos e ações são indispensáveis. Uma boa estratégia de Comunicação Interna deve ser capaz de abranger cada detalhe e se preparar para os acontecimentos não programados (os chamados imprevistos).

Planejamento

O sucesso de um evento está condicionado a um bom planejamento. Uma pessoa ou uma equipe reduzida deve ser responsável por colocar no papel todas as etapas e tarefas a serem executadas para a realização do encontro, de forma cronológica e detalhada.

Orçamento

A definição do orçamento depende do número de convidados, da proposta do evento e dos custos com a mão de obra (recepcionistas, mestres de cerimônia, equipe de limpeza, palestrantes etc.). A partir desses dados, também são definidos o local, a quantidade de alimentos e bebidas, os equipamentos que serão utilizados para som e imagem, a mobília etc.

Fornecedores

A escolha dos fornecedores pode ser baseada em indicações de confiança e/ou em pesquisas no mercado, verificando-se possíveis reclamações e opiniões de outros clientes. Além disso, deve-se, por exemplo, realizar reuniões presenciais na sede da empresa fornecedora ou, até mesmo, ir a algum de seus eventos para ver de perto a qualidade dos serviços.

O contato com os fornecedores precisa ser uma prioridade, sendo que a escuta atenta é de suma importância para uma análise mais precisa das negociações. Dessa forma, é possível conseguir os melhores produtos e serviços por preços mais justos, além de prazos mais extensos para o pagamento.

Divulgação

Quem promove um evento espera que seus convidados compareçam na data e no local marcados, não é mesmo? Por isso, os organizadores precisam fazer a divulgação com antecedência, nos canais mais adequados, como e-mail, cartazes, panfletos etc. Assim, todos os interessados se planejarão e poderão garantir a presença no encontro.

Atrações

Para assegurar uma adesão em massa por parte dos convidados, a criatividade deve ser trazida para a organização do evento. Bandas, cabines de fotografia, brinquedos eletrônicos de última geração, quick massage, teatro de improviso e wokshops desportivos estão entre as formas de entretenimento mais utilizadas atualmente.

Contudo, é preciso conhecer bem o público e aliar as boas ideias aos recursos disponibilizados para o encontro. Assim, é possível oferecer atrações que se relacionem com o tema e envolvam os participantes.

Decoração

A decoração deve estar de acordo com o objetivo do evento. Uma comemoração é diferente de um simpósio, por exemplo. Ambos têm características peculiares — e isso é o que se deve observar antes de escolher adornos mais clássicos e elegantes ou elementos mais chamativos e divertidos.

Entretanto, nesse contexto, é fundamental que se priorize a identidade visual da marca. Isso faz com que ela seja reforçada e fixada de forma sutil no imaginário dos convidados.

Bons profissionais

Uma recepção atenciosa, auxiliares que deixam a toalete sempre limpa e abastecida, um apresentador carismático, garçons solícitos e simpáticos e palestrantes e/ou conferencistas, que demonstrem profundo conhecimento sobre o assunto abordado, são fundamentais.

Contar com bons profissionais para realizar um evento pode ser determinante para garantir a satisfação dos convidados. Esse fator é capaz de, inclusive, amenizar eventuais erros cometidos em outros pontos da produção.

Feedback

feedback tem se tornado cada vez mais comum às empresas que se preocupam com um crescimento sólido. No caso da realização de um evento, esse retorno por parte dos convidados é essencial.

É por meio dele que os organizadores saberão quais são os pontos positivos e os que necessitam de melhoria. Os dados coletados com os feedbacks ainda mostrarão se os objetivos foram alcançados ou não.

Qual a importância de contar com uma empresa especializada?

Ao ler os tópicos anteriores, é possível notar que criar e realizar um evento corporativo de sucesso não são tarefas fáceis. E perceba que não abordamos o assunto exaustivamente: trouxemos apenas alguns de seus aspectos mais importantes.

A indústria de eventos, percebendo sua relevância, tem crescido e se feito cada vez mais presente no mercado. Isso quer dizer que a oferta de buffets e demais serviços, necessários à produção de um encontro corporativo, também tem chegado a grandes proporções.

Em meio a esse cenário, a experiência na organização de tais eventos é um diferencial que pode agilizar o processo e garantir uma repercussão positiva do acontecimento. E nada melhor do que contar com uma agência especializada para tanto.

Esse tipo de empresa trabalha com especialistas preparados para lidar com todas as etapas da produção. Eles têm as competências necessárias para elevar a reunião a um nível profissional, pois assessoram o time idealizador do encontro, desde a identificação do objetivo até a avaliação dos resultados, passando pelo desenvolvimento do projeto e por sua execução.

O trabalho desses profissionais não foca apenas na logística e na estrutura, mas, por meio de um planejamento estratégico, também interliga o conceito do evento ao conteúdo apresentado.

Realizar eventos corporativos bem-sucedidos significa ter participantes engajados, que queiram realmente estar lá (e não que o façam apenas por obrigação). Para isso, é preciso que o planejamento contemple os gostos do público-alvo e os some a um ambiente agradável, que proporcione conforto e alegria.

Este artigo foi útil para você? Quer saber como uma empresa pode produzir um evento que marque a memória dos funcionários de forma positiva? Então, entre em contato conosco e descubra!

ambientação de área de trabalho

Descubra os efeitos estratégicos da ambientação da área de trabalho

Ao se falar de produtividade e aproveitamento do potencial dos colaboradores, o ambiente de trabalho, com certeza, é um dos principais fatores que podem afetar diretamente o desempenho dos profissionais. Uma boa ambientação da área de trabalho é capaz de torná-los mais engajados e motivados.

Muito mais do que questão de estética, uma boa ambientação imprime uma identidade impactante, sendo essencial para reforçar os valores e a cultura da empresa, afinal, se é lá que os colaboradores passam boa parte de seus dias, é importante que se sintam estimulados e satisfeitos nesse espaço.

E você, deseja investir na renovação da decoração do seu negócio para reforçar alguma mensagem e ainda não sabe por onde começar? Entenda de vez como uma ambientação pode dar novo fôlego ao seu pessoal e o que fazer para criar uma estratégia de sucesso nesse sentido!

Qual é papel estratégico da ambientação de área de trabalho?

É notável que o ambiente de trabalho tem grande impacto no bem-estar do colaborador, na sua motivação e no sentimento de pertencimento à empresa em que se encontra. Um espaço mais atraente é capaz de melhorar a Comunicação Interna entre os colaboradores, diminuir seu estresse e tornar processos mais dinâmicos.

Pensando nisso, muitas empresas têm apostado em uma ambientação criativa, alinhada aos seus objetivos internos para reafirmar seus valores, propósito e mensagens-chave.

As ambientações podem ser realizadas nas mais diversas situações, como para auxiliar na motivação dos colaboradores (que podem estar até mesmo “enjoados” da decoração), na criação de campanhas específicas (direta ou indiretamente ligadas a valores e propósito) ou mesmo na celebração de datas comemorativas, por exemplo.

Uma vez que designs ultrapassados podem não fazer jus à nova roupagem ou missão do negócio, mudanças simples em elementos utilizados pelos profissionais em seu cotidiano com frequência, geralmente já são o suficiente para que possam comungar da cultura organizacional da empresa e tenham seus ânimos elevados.

Como a P3K Comunicação cria estratégias personalizadas para cada tipo de negócio?

Para clientes que não contam com um guia de utilização da marca (o chamado guide) ou da campanha, que podem ser utilizados como base para a redefinição da ambientação da área de trabalho, a P3K Comunicação propõe uma linha visual de acordo com a cultura da companhia e com o que é propício ao seu ambiente, sempre levando em consideração a mensagem que precisa ser trabalhada.

Imagine, por exemplo, que uma empresa procura reforçar seus pilares estratégicos, porém seu público interno tem se queixado bastante do ambiente de trabalho, legando que seja muito sério e que, em geral, a instituição é pouco humanizada.

Em um caso como esse, a P3K Comunicação estuda a fundo como pode agir para tornar a área mais agradável, analisando oportunidades, mesmo que por meio de cores, e qual a melhor maneira de transmitir mensagens-chave de forma leve e natural para aproximar os colaboradores ao DNA da companhia.

Os profissionais da P3K Comunicação buscam sempre estudar profundamente a essência do cliente — compreendendo o que o público interno já considera favorável no ambiente e os problemas que enfrentam no dia a dia — a fim de otimizar o espaço e criar nele um orgulho de pertencimento

Quais os efeitos da ambientação da área de trabalho?

A ambientação vai muito além de cores e frases na parede. É possível otimizar o local de trabalho de forma estratégica de outros modos mais sutis e, em alguns casos, de forma mais eficiente.

A P3K Comunicação, por exemplo, trabalha com alternativas para a área de trabalho,  com trocas de mousepad, móbile, woobler, mural de comunicação, adesivo de espelho e até mesmo papertoys, quando interessante. Tudo depende da forma que será explorado o material.

Alguns casos de ambientação, nesse sentido, podem demandar que mensagens de campanhas específicas sejam trabalhadas, mas não necessariamente que se reforce os pilares estratégicos da empresa de forma direta (a exemplo do que a P3K Comunicação fez em parceria com a Adidas).

Lamá personalizado com layout atrativo (e por vezes interativo) também pode ser um excelente recurso para alinhar todo o canal de comunicação, funcionando como um reforço visual da campanha e, ao mesmo tempo, como ferramenta capaz de ambientar espaços internos de forma diferenciada.

Além disso, a P3K Comunicação tem em desenvolvimento projetos que buscam utilizar a tecnologia do QR Code para disponibilizar um canal interativo para aproximar os colaboradores: eles podem acessar por meio de seus smartphones a um ambiente com mensagens, quiz e vídeos desenvolvidos estrategicamente, de acordo com o local e etapa da campanha.

Para a BRK, por exemplo, a P3K Comunicação seguiu como estratégia o desenvolvimento de artigos de ambientação para reforçar a comunicação sobre o uso de uma nova plataforma e suas facilidades, com o intuito não só de informar, mas também para engajar os colaboradores a participarem dessa mudança.

Recursos de ambientação, em diversas situações, possuem o poder de alinhar, reforçar e engajar os colaboradores, tendo como ponto de partida as mensagens que devem ser aprofundadas e inseridas, de maneira direta ou indireta, ao cotidiano dos profissionais de uma instituição.

Como as boas ambientações promovem maior engajamento entre o pessoal?

A criação de uma boa ambientação geralmente pode demandar que os profissionais conheçam a história da empresa — o que ocorre mais comumente por meio de uma linha do tempo, que pode ser representada em seu formato tradicional ou contar com ilustrações, imagens e até mesmo objetos.

Na parceria com a Iscar, por exemplo, a P3K Comunicação optou por seguir uma ideia mais convencional ao estudar as referências institucionais e criar uma linha do tempo capaz de transmitir aos profissionais e clientes sua história, missão e valores.

As estratégias e abordagens são inúmeras e dependem da mensagem que a empresa deseja passar. Uma boa ambientação da área de trabalho é capaz de alinhar sua história, valores e pilares estratégicos, explicando aos colaboradores de onde veio e aonde pretende ir com sua ajuda, o que acaba engajando as equipes.

Agora que você já conhece os benefícios da ambientação de área de trabalho, que tal entrar em contato conosco e contar com o auxílio de profissionais qualificados para aumentar o engajamento do seu pessoal e otimizar resultados?

comunicação empresarial

Comunicação empresarial: quando e por que contar com o apoio externo?

A comunicação empresarial é um dos fatores mais importantes no que diz respeito à imagem que uma empresa transmite para todo o seu público. Por estar próxima à estratégia do negócio, a comunicação acaba sendo um fator de suporte ao seu crescimento e obtenção de resultados.

Se esse tema ainda parece um pouco confuso, não se preocupe. Neste artigo, vamos explicar o que é essa estratégia, qual a sua importância para a empresa, quais são seus principais desafios e como buscar ajuda para torná-la mais eficiente. Continue conosco e descubra tudo o que precisa para alavancar a comunicação empresarial do seu negócio!

O que é comunicação empresarial?

A comunicação empresarial é uma estratégia utilizada pela empresa para se comunicar com os seus públicos de interesse. Ela tem como característica a variação de acordo com o tempo e também com o comportamento dos indivíduos, exigindo diferentes esforços e linguagens.

A forma como nos comunicamos hoje, por exemplo, com agilidade e disponibilidade de informações, não tinha a mesma viabilidade há 10 anos. O modo como as pessoas consumiam também mudou. Da mesma forma, as demandas internas das empresas estão cada vez mais específicas.

Logo, o ideal é que a comunicação empresarial ande de mãos dadas com a visão da empresa, se entrelace à sua missão e aos seus valores. Isso vai garantir que ela atenda e acompanhe o planejamento estratégico, além de levar às pessoas as informações que elas precisam sobre o negócio.

Além disso, uma comunicação empresarial eficiente é munida de boas ferramentas. O plano de comunicação é a primeira delas, a partir do qual a empresa define os seus próximos passos em relação ao assunto.

Qual é a importância dela para a empresa?

Uma má comunicação pode causar diversos prejuízos a uma empresa. Portanto, esse é o ponto inicial pelo qual ela se faz extremamente necessária. Muitas vezes, equipes não conseguem atingir seus objetivos, as relações interpessoais andam de mal a pior e a própria direção da empresa não consegue se fazer entender.

Todos esses acontecimentos são consequências de uma comunicação ineficaz, provavelmente lenta e até distorcida. Mas, para entender melhor como esse processo funciona, é importante compreender o básico sobre uma comunicação bem-feita.

Comunicar não é o mesmo que falar

Uma boa comunicação não significa apenas falar sobre tudo aquilo que precisa ser abordado. Vai muito além disso. O primeiro passo para uma comunicação eficaz é conseguir emitir uma mensagem de tal forma que, ao final do processo, o receptor compreenda o que você tentou dizer.

Isso é muito diferente de simplesmente emitir uma frase sem se preocupar com a forma como as pessoas vão interpretá-la. Porém, nem só de fala é composta a comunicação. A maior parte dela é sobre a capacidade de ouvir e entender o que está sendo dito.

Desse modo, uma empresa que não consegue ouvir e compreender o feedback de seus colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros etc., não consegue se comunicar com eficácia. O grande trunfo da comunicação está na resposta que conseguimos obter com aquilo que falamos. Para isso, é preciso ouvir.

Portanto, quando o seu público não entende o que você está tentando comunicar, não é ele que está errando. Esse é um sinal de que a sua empresa não está sendo efetiva na forma de emitir suas mensagens. Por isso, uma comunicação empresarial eficaz é capaz de conquistar muitos benefícios.

Uma empresa que consegue provocar feedbacks produtivos de seu público e escutá-lo consegue:

  • desenvolver soluções de valor;
  • aproveitar oportunidades efetivas;
  • estabelecer relacionamentos pautados na confiança;
  • corrigir falhas de forma mais ágil;
  • conhecer melhor o mercado;
  • crescer de forma progressiva;
  • melhorar seu faturamento.

Portanto, com uma comunicação empresarial alinhada às estratégias da empresa, é possível conquistar melhores resultados. Mesmo assim, existem pontos que merecem atenção redobrada, como você verá no próximo tópico.

Quais são os principais desafios enfrentados?

Assim como qualquer outra área, a comunicação empresarial também tem seus desafios a serem superados. Eles podem surgir de diferentes formas, em vários momentos. No entanto, separamos os principais para que você os conheça:

Descomplicar o óbvio

Muitas empresas querem apostar em sistemas robustos de comunicação, com tecnologias complexas e uma linguagem rebuscada, tomando exatamente o rumo oposto ao objetivo da comunicação empresarial.

Nesse caso, quanto mais simples, transparente e intuitiva for a comunicação e suas plataformas, mais fácil será transmitir a mensagem desejada.

Engajar a equipe

Confiança e engajamento são coisas a serem conquistadas e, para isso, é preciso reduzir ao máximo os ruídos da Comunicação Interna. Para isso, procure não deixar espaço para interpretações dúbias: seja específico e direto.

Alinhar com a estratégia

A estratégia do negócio precisa ser bem comunicada e, para isso, é preciso alinhar a comunicação empresarial a ela para otimizar os resultados. É importante estabelecer metas claras e investir em um canal de comunicação eficaz.

Por que contar com uma empresa especializada?

A maior parte das empresas que consegue atingir sucesso é dotada de um público interno satisfeito. O segredo? Produtividade e um bom clima organizacional — boa parte disso, responsabilidade de uma comunicação empresarial eficiente.

Porém, nem sempre a empresa tem condições de realizar esse processo internamente. Portanto, para acompanhar as mudanças e as inovações do mercado, busca uma solução com empresas especializadas.

Quando buscar ajuda externa?

Uma empresa especializada normalmente é bem-vinda quando o objetivo é alcançar uma comunicação leve, efetiva, com estratégias criativas, dinamismo e muita interatividade. Nesses casos, fica difícil a própria empresa conseguir implantar tudo isso sem um setor específico voltado para o objetivo. Sinal de que é hora de buscar ajuda externa!

Além disso, a própria situação da empresa passa a emitir sinais de que a comunicação não vai bem, como:

  • clima organizacional desestabilizado, com frequentes conflitos e discussões;
  • profissionais desmotivados, estressados e desanimados;
  • dificuldade em lidar com crises (financeiras, produtivas etc.);
  • produtividade insatisfatória;
  • falta de entendimento na emissão e recepção de informações.

Portanto, em termos de custos, agilidade e expertise de mercado, a melhor opção é procurar uma empresa especializada.

Como escolher a empresa certa?

A escolha da empresa certa vai exigir a observação de diversos fatores, entre eles:

  • habilidades técnicas pelas quais a empresa é conhecida;
  • casos de sucesso que a empresa já alcançou;
  • clientes que a empresa tem e os depoimentos gerados por eles;
  • saúde financeira do negócio (situação junto ao Sintegra, Sefa etc.);
  • comparação entre o preço do serviço e a entrega acordada.

Quais são os benefícios?

Nós sabemos que contratar uma empresa especializada em comunicação empresarial resulta em um investimento significativo. No entanto, o custo-benefício é realmente atrativo. Veja só:

Multidisciplinaridade

Uma empresa especializada geralmente investe em ferramentas, ações e treinamentos integrados a diversas áreas, conta com experiência com diferentes tipos de empreendimentos e busca ideias combinadas que compõem soluções inovadoras.

Clareza

Se a sua empresa já apresenta alguma falha na Comunicação Interna, provavelmente será difícil superá-la com as mesmas abordagens de sempre. Portanto, uma equipe com um olhar externo pode contribuir muito para gerar clareza sobre a situação atual do negócio.

Domínio da tecnologia

A tecnologia é um elemento que pode tomar muito tempo caso a sua empresa não contrate um especialista — que têm domínio de diversas ferramentas atualizadas, como TV corporativa, blog, chatbots, canal de vídeos etc..

Como vimos, é importante contar com alguém que saiba o suficiente sobre Comunicação Interna, que tenha experiências de outros negócios e, por isso, uma visão mais ampla. Além disso, que domine ferramentas capazes de gerar inovação para o processo. Com isso, sua empresa só tem a ganhar!

Você ficou com alguma dúvida sobre comunicação empresarial? Entre em contato conosco e deixe-nos ajudar a levar essa solução para a sua empresa!​

integração de novos colaboradores

Como fazer integração de novos colaboradores corretamente?

Chegar a um local onde não se conhece ninguém é uma situação delicada para a grande maioria das pessoas. No entanto, ser bem-recebido e sentir-se acolhido pelos indivíduos daquele lugar pode transformar insegurança em bem-estar. É exatamente essa a função de uma boa integração de novos colaboradores!

Esse processo auxilia o estabelecimento da confiança nas relações do novo contratado com a equipe e também com a empresa. É uma etapa tão importante que pode diminuir significativamente o índice de turnover.

Se você deseja saber como realizar, de forma correta, o processo de integração, acompanhe este post e descubra!

Por que fazer a integração de novos colaboradores?

O ambiente organizacional é composto por vários elementos e cada empresa tem um modo exclusivo de operar. A integração serve para que um novo contratado entenda e se adapte a esse jeito de forma mais rápida.

Por mais que o profissional tenha estudado sobre a empresa em seu processo seletivo, a realidade é que há muito mais a saber além do que está exposto na internet. Isso inclui desde os jargões e estilo de linguagem utilizados nos setores, até as hierarquias estabelecidas, formal e informalmente.

Realizar ou não uma integração de novos contratados é uma escolha. A depender da organização e do cargo, esse processo pode durar algumas horas, alguns dias ou algumas semanas. Contudo, os benefícios de fazê-la são perceptíveis em longo prazo.

No entanto, ao se decidir pela sua execução, é necessário que algumas ações sejam priorizadas. Veja quais são elas a seguir:

Execute um processo de onboarding fácil

O termo em inglês onboarding significa precisamente “embarcar”. No cenário empresarial ele é utilizado para nomear o conjunto de procedimentos que visam a capacitação e a integração dos profissionais recém-chegados a uma organização, à sua cultura.

Isso vai além de uma simples orientação. Seu foco é mergulhar o colaborador no contexto da empresa e levá-lo a atingir o seu pleno potencial em um menor espaço de tempo. Portanto, quanto mais simples for essa introdução, melhor.

Um processo de onboarding no qual o profissional tem de preencher uma pilha de formulários cria, já de início, uma certa rejeição. Então, por que não enviar por e-mail, antecipadamente, alguns documentos legais como a proposta formal de contratação?

Também é possível anexar um manual do colaborador, com dados relevantes sobre a empresa, de maneira didática. Dessa forma, não haverá um bombardeamento de informações logo no primeiro dia, que já será repleto de novidades.

Faça treinamentos de qualidade

Os treinamentos são fundamentais para o desenvolvimento dos colaboradores em qualquer estágio da carreira. Entretanto, para o novo contratado essa qualificação tem um peso especial.

Para realizar um treinamento que gere resultados eficazes, o primeiro passo é elaborar um plano de ação. Ele será uma espécie de roteiro no qual deverá constar o planejamento das atividades necessárias para a realização do projeto.

O treinamento deve conter um apanhado geral sobre a história, os fundadores, a filosofia, a missão, os valores e os objetivos da companhia. Isso é crucial para gerar um senso de pertencimento e pode melhorar a produtividade do novato. Afinal, quanto mais afinidade ele tiver com esses aspectos, maior será a sua motivação.

Além disso, é importante que haja aulas teóricas sobre as funções a serem desempenhadas pelo colaborador e aulas práticas para o aprimoramento das suas habilidades. O desenvolvimento das competências desejadas pela empresa também deve ser um tópico abordado.

Um dos objetivos do treinamento é familiarizar o novo integrante com a rotina da organização. Para tanto, a teoria deve estar sempre aliada à prática. Ele deve ser apresentado aos seus colegas e líderes, bem como conhecer as funções exercidas por cada um.

Apresente-lhe a estrutura da empresa, departamentos, organogramas etc. Além disso, não deixe de falar sobre os seus direitos e deveres como colaborador da empresa e os métodos utilizados para a avaliação de desempenho.

Todos esses conhecimentos devem ser reforçados periodicamente para que não caiam no esquecimento. Manter o desenvolvimento de maneira contínua garantirá uma alta performance e mais produtividade por parte dos colaboradores.

Deixe claro as metas

Só caminha na direção certa quem sabe aonde quer chegar, não é mesmo? Estabelecer metas é necessário em toda e qualquer área da vida. São elas que nos movem e nos impulsionam ao crescimento.

Porém, muitas empresas falham ao não estabelecer metas e objetivos a um recém-chegado. Sem tal alinhamento, as expectativas geradas na contratação podem ser totalmente frustradas. Afinal, faltará a ele um norte a seguir.

Ainda que se estabeleçam objetivos para o curto prazo, é importante que sua performance seja acompanhada de perto e que as pequenas vitórias sejam reconhecidas. Isso aumentará a autoconfiança do profissional e o ajudará a desempenhar o seu trabalho cada vez melhor e mais rápido.

Envolva todos no processo

Acreditar que o processo de integração de novos colaboradores é responsabilidade apenas do RH é um engano. Ele deve ser uma função não só de um setor, mas da gestão, do marketing e especialmente dos profissionais mais antigos de casa.

Sem uma cultura de boas-vindas, todo o esforço feito pode ser desperdiçado. Os profissionais da organização devem estar preparados e acostumados a receber os novos colegas, demonstrando sempre um bom comportamento.

Uma equipe harmônica e engajada é semelhante a uma família que, apesar de encontrar obstáculos e dificuldades, permanece unida em prol de alcançar um objetivo maior. No caso de uma organização, esse propósito é o crescimento dos profissionais e da companhia.

Selecione um mentor

Um mentor é alguém que ficará responsável pela integração do novo funcionário em seu dia a dia. Esse padrinho, como alguns preferem chamar, deverá apresentar a empresa na prática, sendo um elo entre o novato e a organização.

Além de lhe mostrar as dependências da empresa, como refeitório, banheiros, copa para o café etc., essa pessoa deverá responder às suas dúvidas, ajudar em suas necessidades e apresentar o novo contratado às pessoas dos diversos departamentos.

Os mentores são um apoio a mais no processo e servem também como exemplos a serem seguidos. Por isso, a escolha de tal profissional deve ser cautelosa. Ele deve ter empatia e simpatia, assim, a criação de vínculos será favorecida.

Um processo de integração de novos colaboradores começa na divulgação da imagem de uma empresa. Ele está intimamente ligado à identidade corporativa. Isso quer dizer que o profissional tanto foi escolhido para fazer parte da equipe quanto escolheu ser parte dela. Portanto, o trabalho deve ser contínuo e feito para confirmar que tal escolha foi a mais acertada para todos os envolvidos.

Este post foi útil para você? Então, continue aprendendo sobre o assunto com o nosso texto sobre o manual de boas-vindas!

ambiente de trabalho

Alerta: 5 sinais de que o ambiente de trabalho não está saudável

Os colaboradores são a chave de ouro para abrir os caminhos do sucesso e da eficiência. No entanto, isso só é possível quando o ambiente de trabalho é saudável. Normalmente, somente quando a produtividade começa a cair é que os gestores se dão conta de que há algo errado com as suas equipes.

Reconhecimento, qualidade de vida e outros fatores são partes comumente negligenciadas na gestão de talentos. Portanto, se você não quer cometer os mesmos erros de grande parte das empresas, confira este conteúdo. Descubra os principais sinais de que o ambiente de trabalho na sua empresa não vai bem!

1. Falta de comunicação

Uma comunicação saudável é fator indispensável para qualquer relacionamento. Não é diferente nas organizações. Portanto, um dos primeiros sinais perceptíveis de que algo não está certo com as suas equipes é a falta de comunicação entre as pessoas.

Nesse ponto, os colaboradores precisam ser ouvidos e considerados, receber feedbacks e estar a par de tudo o que acontece na organização, sejam mudanças pontuais ou seus próprios objetivos estratégicos.

Logo, a Comunicação Interna é um fator essencial para quem pretende manter ambientes saudáveis. Para isso, é importante realizar reuniões periódicas de atualização, assim como feedbacks individuais, que permitam que você gere uma devolutiva sobre o desempenho de cada um e escute o que todos têm a dizer.

Se você quer ir além, considere adotar um software de Comunicação Interna. Entre os vários benefícios que ele pode gerar, estão:

  • redução da distância física entre os membros da mesma equipe;
  • centralização das informações em um único canal;
  • eliminação de possíveis falhas de comunicação, como atraso de recebimento;
  • constante atualização dos colaboradores sobre as novidades da empresa;
  • facilidade de manter o ambiente limpo e organizado, sem comunicados impressos.

2. Colaboradores desmotivados

Além de ser um sinal de que o ambiente não está saudável, a desmotivação dos colaboradores é um problema que gera riscos para a organização. As pessoas passam a ser negligentes com suas funções, estabelecem uma baixa produtividade, aumentam os níveis de absenteísmo e de turnover.

Reconhecer esse sinal não é uma tarefa muito difícil. Além dos casos descritos acima, você perceberá:

  • colaboradores reclamando com mais frequência;
  • presença de conflitos e discussões;
  • falta de cooperação entre membros de uma mesma equipe;
  • excesso ou acúmulo de trabalho;
  • estagnação profissional em grande parte das equipes;
  • necessidade de um chefe presente para que as metas sejam cumpridas.

Ficou mais fácil identificar, não é mesmo? Agora, para resolver esse problema, você precisará tomar algumas atitudes. Se você quer melhorar a satisfação e a motivação das suas equipes de trabalho, considere:

  • inspirar por meio de um bom exemplo de liderança;
  • dar autonomia para que as pessoas se autoliderem;
  • remunerar de forma satisfatória e atrativa;
  • estimular a confiança, eliminando o microgerenciamento;
  • tornar a comunicação um canal livre e aberto entre os níveis hierárquicos;
  • contratar pessoas que tenham valores semelhantes aos da organização.

3. Equipe desunida

Provavelmente, se as suas equipes estiverem estabelecendo uma péssima comunicação, além de se sentirem desmotivadas, elas serão desunidas. Esse cenário deve ser consequência da falta de engajamento e da ausência do senso de pertencimento àquele grupo de trabalho

Isso pode gerar problemas ainda maiores. Individualmente, o colaborador pode sentir que os membros da sua equipe são, na verdade, seus rivais. E isso provoca um ambiente de trabalho hostil e destrutivo em muitos sentidos.

Você já deve saber que a força de um talento é potencializada quando ele é aproximado a outros talentos, não é mesmo? Por isso, se você quer promover o engajamento nas suas equipes, precisa estar disposto a realizar algumas mudanças.

Promover eventos de integração é uma das melhores soluções, nesse caso. Seja um lanche coletivo entre a equipe, um happy hour ou a comemoração do alcance de uma meta. O segredo é romper a ideia de que as pessoas tenham que competir entre si para obterem resultados melhores e fazer com que elas trabalhem juntas.

4. Excesso de trabalho

Outro forte fator de influência para um ambiente prejudicial são as altas cargas de trabalho, acompanhadas de falta de reconhecimento.

É comum que um colaborador precise desempenhar funções que vão além da sua obrigação ou faça horas extras. No entanto, isso não pode exceder os limites aceitáveis e legais. Além disso, quando se torna uma rotina, pode ser indício de um problema maior.

Talvez um determinado colaborador não esteja dando conta da demanda por várias razões, como:

  • volume muito grande de trabalho;
  • necessidade de realizar contratações adicionais;
  • inadaptação com a função;
  • necessidade de realocação.

O segredo é sempre buscar entender se é uma limitação do colaborador ou se a empresa está demandando muito trabalho. Nesses casos, a solução pode ser contratar um novo colaborador para aumentar a equipe ou substituir o atual.

5. Ausência de Marketing Interno

Essa é uma estratégia que visa à satisfação dos colaboradores de uma empresa. Quando ela deixa de olhar para o seu público interno como olha para os seus clientes, o ambiente de trabalho tende a deixar de ser saudável. Afinal, não tem ninguém responsável por “cuidar dele”.

Dessa forma, o Marketing Interno torna-se a solução de cuidado para com os colaboradores da organização. É ele que integra todas as demais atitudes já mencionadas para resolver os problemas apresentados em uma única estratégia de manutenção de um ambiente de trabalho saudável.

Portanto, são funções do Endomarketing, junto ao setor de Gestão de Pessoas:

  • oferecer um ambiente de trabalho limpo, confortável e salubre;
  • garantir a infraestrutura necessária para o bom desempenho das atividades;
  • respeitar e garantir os direitos trabalhistas;
  • manter canais de comunicação claros e abertos;
  • criar eventos para descontração, integração e relaxamento das equipes;
  • reconhecer e premiar os colaboradores que dão o seu melhor pela empresa.

Ainda é importante ressaltar que um dos melhores métodos de comunicar a realidade sobre uma marca empregadora é por meio do seu quadro de colaboradores. Isso significa que colaboradores insatisfeitos podem ser um risco para a companhia. Ao mesmo passo, uma equipe motivada e satisfeita pode ser a chave para melhorar a imagem da empresa no mercado!

Se você gostou desse conteúdo e quer ir além para identificar a real situação do ambiente de trabalho na sua empresa, leia este post: Pesquisa de clima organizacional: qual a importância e como fazer!

p3k e aberje comunicacao

P3K e Aberje juntos para demonstrar a paixão pela comunicação

Em uma ação de posicionamento de marca e relacionamento, a P3K Comunicação estará patrocinando os próximos coffees breaks dos cursos da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial). O projeto é uma extensão da parceria com a instituição que, desde 1967, fomenta o ensino, a pesquisa, o reconhecimento e o desenvolvimento de publicações voltadas para a área de comunicação corporativa.

Até agosto de 2018 o público que frequenta os cursos da Aberje poderá participar do sorteio de kits, conhecer um pouco mais sobre a P3K por meio do folder institucional e ainda declarar o seu amor pela área de comunicação por meio de um papertoy no formato de coração.

A iniciativa marca o lançamento da nova identidade visual da P3K, que em 2018 completa 10 anos de atuação. “Evoluímos e amadurecemos ao longo da nossa história. Estava na hora de transmitir isso para o mercado de uma forma abrangente e direta. Assim, reformulamos nossa identidade e fortalecemos o diálogo com o setor por meio da ação de patrocínio dos coffees dos cursos da Aberje”, explica Elizeo Karkoski, diretor executivo da P3K.

Diante da relevância da Aberje para o setor de comunicação corporativa, a P3K buscou estruturar uma estratégia de ativação que trouxesse visibilidade e conexão com o público. “Nosso compromisso é criar oportunidades para os associados, desde que isso ocasione um estímulo ao conhecimento, intercâmbio e inteligência da área de comunicação corporativa. O contexto da parceria entre Aberje e P3K se encaixa exatamente nesse raciocínio”, avalia Rodrigo Cogo, gerente de Desenvolvimento Associativo da Aberje.

funcionários #lovers

Funcionários #Lovers é tema de encontro no InovaBra Habitat

“Funcionários #Lovers – Estratégia para atrair e reter talentos” foi o tema apresentado pelo executivo da P3K Comunicação, Elizeo Karkoski, no último dia 29 de maio. O debate aconteceu no InovaBra Habitat – um espaço incrível da Organização Bradesco que tem o objetivo de disseminar o conhecimento entre empresas, startups, investidores, mentores e empreendedores, de maneira colaborativa.

Durante o evento, as relações humanas dentro do ambiente corporativo nortearam a discussão sobre a importância de se investir no clima organizacional e na felicidade dos funcionários. Segundo o palestrante, para as empresas que já entenderam que atualmente o diferencial competitivo está no Capital Humano, a cultura organizacional tem relevância igual ou até maior que as estratégias de negócio e de marketing.

“Vejo que o tema é uma necessidade preeminente em todas as organizações e a busca por um formato que traga o equilíbrio nas relações é fundamental para que as empresas possam ter um time em sinergia, com foco nos propósitos. Por trás de qualquer negócio há seres humanos – com suas necessidades, comportamentos e fisiologias – e ignorar isso pode definir o seu fim ou evolução”, acrescenta Karkoski. O impacto direto na saúde física e emocional dos indivíduos também foi citado por ele.

No final da palestra, houve um debate de uma hora em que o próprio público reafirmou que uma gestão horizontalizada e transparente, com objetivos e propósitos bem-definidos é a chave para manter-se no mercado competitivo. Seja nas Staturps ou nas empresas tradicionais, propagar uma imagem #Lover que envolva os funcionários com os valores e comportamentos esperados, tem sido uma meta a ser cumprida, antes mesmo da contratação.

diagnóstico de comunicação

Diagnóstico de Comunicação Interna: o que é, para o que serve e mais!

Elevar o status de uma organização é uma tarefa que exige uma boa estratégia. Há muito o que se fazer dentro e fora da empresa para alcançar esse objetivo. Mas, antes de mais nada, é preciso realizar um Diagnóstico de comunicação.

Um bom clima organizacional é de fundamental importância para manter uma equipe engajada, motivada e com os propósitos alinhados aos da corporação. Porém, no ambiente empresarial, tal cenário nem sempre é o que se mostra.

Por isso, é preciso redobrar os esforços e trabalhar junto aos colaboradores. E essa é uma das funções da Comunicação Interna: explorar a relação entre empresa e profissional para atingir os melhores resultados para ambos.

Se você deseja saber o que é e como um Diagnóstico de comunicação pode ajudar a sua empresa a cumprir essa missão, acompanhe este post e descubra!

O que é Diagnóstico de Comunicação Interna?

Falando de uma forma geral, Diagnóstico é conhecimento. Ele é um valioso instrumento para levantar dados e, por meio deles, traçar um plano de ação que tenha chances reais de obter sucesso. Traduzindo tal conceito para a Comunicação Interna (CI) de uma organização, essa ferramenta disponibiliza informações cruciais à equipe do Recursos Humanos (RH) e ao pessoal do marketing.

O Diagnóstico de Comunicação Interna busca saber como os colaboradores de uma companhia a veem e qual é a percepção que eles têm dessa comunicação. Ele é o primeiro passo que uma empresa deve dar antes de pensar na implementação de um projeto, independentemente do resultado esperado.

O objetivo do plano pode ser: mudar a cultura organizacional, tornar o ambiente mais agradável, promover mais qualidade de vida no trabalho, eliminar as conversas de corredor, mudar a identidade da marca, fortalecer a missão, a visão e os valores, engajar os profissionais, entre outros.

Seja qual for a meta que se deseja alcançar, o Diagnóstico de Comunicação Interna detecta os motivos pelos quais a ação se faz necessária e avalia profundamente a condição da equipe, proporcionando, assim, uma direção no melhor caminho a ser seguido.

O que é a Comunicação Interna?

Para entender melhor o que é um Diagnóstico de CI, é preciso saber, primeiramente, o que é a comunicação dentro de uma companhia, não é mesmo? Pois bem, ela é um conjunto de ações que, quando bem estruturado, alinha informações entre colaboradores e empresa.

Mas não é apenas isso. Esse é um setor de alta relevância para organizações que prezam por seus profissionais e reconhecem a importância deles quando o assunto é alavancar a imagem da empresa e a sua lucratividade.

Afinal, ele é capaz de aprimorar as relações profissionais e garantir maior e melhor fluidez na disseminação dos conteúdos informativos. A boa comunicação transmite mensagens estratégicas de forma vertical e horizontal, nivelando discurso e prática.

Quando se fala em ações de comunicação, muitas pessoas pensam nas campanhas externas, que são direcionadas para os clientes. No entanto, com a inserção dos Millennials no mercado de trabalho e com a necessidade de trabalhar onde se gosta, o público interno passou a ser um foco maior.

Por essa razão, esse setor tem se fortalecido cada dia mais, uma vez que colaborador desinformado é, quase sempre, sinônimo de colaborador desmotivado e insatisfeito, o que interfere diretamente em sua produtividade.

Para que serve um Diagnóstico?

Não importa se é uma Comunicação Interna para PMES ou para uma empresa de grande porte — e nem mesmo o ramo em que está inserida. Mais cedo ou mais tarde, ela precisará de uma estratégia eficaz. Isso, é claro, se o seu objetivo for solidificar-se cada vez mais no mercado.

Inclusive, não existe uma receita única que seja válida para todas. Cada empresa deve avaliar quais são as suas necessidades e seus déficits para chegar à conclusão de quais meios são os melhores para implementar uma CI eficiente.

No entanto, o Diagnóstico de comunicação é o único ingrediente comum a todos os casos para alcançar essa meta. Por meio de questionamentos específicos, seu principal objetivo é desvendar as dificuldades e promover oportunidades que levem ao crescimento organizacional.

Muitas organizações negligenciam a CI, e ao fazê-lo, constantemente, se veem diante de sérios problemas. Uma comunicação ineficaz pode criar ruídos, gerar um clima de ameaça nas crises, promover conflitos internos na empresa, piorar o atendimento ao cliente, entre outros contratempos.

Resolver tais questões demanda tempo, energia e coragem. Primeiramente, é preciso reconhecer o problema a ser tratado. Depois, deve-se buscar os melhores meios para resolvê-lo. E, por último, trabalhar para que a situação se mantenha sob controle.

A relação que a companhia estabelece com os seus colaboradores é considerada, hoje, um fator-chave para o desenvolvimento de ambos. E não é uma simples conversa com alguns profissionais que trará efeitos consistentes. A CI é uma via de mão dupla, na qual, se não todos, a maioria dos envolvidos fala e é ouvida. Por isso, ela deve abranger de forma integral todos os setores e níveis hierárquicos da empresa.

O Diagnóstico zela por essa premissa, analisando e avaliando se essa troca está acontecendo, e se está ocorrendo de maneira adequada. O público interno sempre tem uma opinião e um sentimento em relação ao local em que trabalha, e são essas percepções que serão colhidas.

A pesquisa serve para apontar os problemas na comunicação, mensurar a qualidade das informações, seu alcance e sua adequação aos colaboradores, desde líderes aos profissionais de nível operacional.

Afinal, não basta propagar a mensagem. É preciso que ela seja recebida, compreendida e interpretada corretamente pelo seu interlocutor. Desse modo, é possível construir uma comunicação frutífera que garanta a integração de todo o universo empresarial.

Além de detectar os pontos citados, ao ouvir atentamente os colaboradores, o estudo busca entender o estado da equipe. Ele leva em consideração as suas expectativas em relação à empresa, à liderança e ao trabalho em si.

Também investiga se a política interna está de acordo com a cultura organizacional e se os veículos de informação utilizados são os mais apropriados para a CI. Assim, é possível identificar quais são os pontos fracos e os fortes do sistema atual.

Esse mapeamento é fundamental para entender se as ferramentas aplicadas, as campanhas, os programas e as ações, bem como a linguagem e a periodicidade estão em consonância com o público interno.

Por que um Diagnóstico de comunicação é importante?

Comunicação é o ato de transmitir e/ou receber uma mensagem. Contudo, o propósito dessa transmissão falha quando o interlocutor não recebe ou não entende a mensagem que foi passada. No contexto mercadológico, muitas campanhas de comunicação não obtêm o sucesso almejado por não definirem com clareza os seus objetivos ou por baseá-los em suposições, ou seja, por não se respaldarem em dados e em um bom plano.

O planejamento de uma campanha de comunicação deve ser dotado de qualidade, pois a sua execução estará limitada a esse fator. O Diagnóstico de CI auxilia nesse contexto, permitindo que sejam visualizadas as demandas do público-alvo com exatidão.

Ele também ajuda a esclarecer quais são as melhores formas de mensurar os resultados da ação, bem como as métricas que necessitam de acompanhamento. Para tanto, mais do que ter habilidades técnicas, é preciso uma estratégia coerente.

Para que todos os aspectos relevantes sejam observados em uma pesquisa, é importante que algumas metodologias de semiótica sejam aplicadas, pois nem toda informação é passada somente por meio das palavras.

Em outras palavras, isso quer dizer que a atenção dos profissionais que executarão o estudo deve estar voltada também para questões culturais. Faz-se necessário levar em consideração as ligações entre discurso verbal, imagens e comportamentos da equipe.

O resultado de uma análise mais cuidadosa é o sucesso da empresa, pois, ao colher as informações sobre a qualidade dos meios de Comunicação Interna, tendo como base a perspectiva dos próprios colaboradores e o seu nível de satisfação, são geradas informações que podem nortear e direcionar as próximas ações.

Dessa forma, é possível identificar o posicionamento dos veículos de comunicação, reestruturar os canais que não estão de acordo com a estratégia e priorizar aqueles que tenham boa aceitação, dando continuidade ao processo de melhoria do setor.

Como fazer um Diagnóstico?

Já dissemos aqui que o Diagnóstico de comunicação consiste em ouvir os profissionais de uma empresa. Afinal, eles são os consumidores da CI. Nessa etapa, é importante coletar dados como:

  • perfil do colaborador (idade, sexo, escolaridade, cargo, renda, assuntos corporativos de interesse etc.);
  • setor (financeiro, administrativo, TI, entre outros);
  • avaliação do colaborador sobre a CI;
  • quais veículos da comunicação disponíveis ele conhece e quais ele mais utiliza;
  • avaliação de cada canal de comunicação;
  • sugestões do que o colaborador gostaria de encontrar nos veículos de CI.

As pesquisas podem ser qualitativas e/ou quantitativas. Caso a escolha seja por pesquisa qualitativa, uma das opções de coleta de dados pode ser os Grupos Focais (Focus Group), ou Discussão em Grupo, como alguns preferem chamar.

Nesse tipo de metodologia, são verificadas não apenas as palavras que foram ditas, mas também são analisadas as expressões faciais, a linguagem corporal e outros estímulos, tanto positivos como negativos. Tudo é contabilizado como demonstração de satisfação ou insatisfação.

Um ponto fundamental a ser trabalhado no estudo é o anonimato dos participantes. Eles não podem se sentir constrangidos ou ameaçados ao exporem suas reais impressões sobre a Comunicação Interna, principalmente, se tiverem alguma crítica a fazer.

Analisar uma organização não é uma tarefa das mais simples. Portanto, para medir a eficiência e a satisfação com os canais internos de comunicação, é preciso fazer uma imersão na realidade da empresa. Isso garante um conhecimento completo do que ocorre dentro dela.

Após a análise, ao se decidir por realizar uma pesquisa, a organização deve estar preparada para receber e processar os comentários negativos. Todo retorno é válido e o que importa é saber como lidar com o que foi apreendido.

Por fim, depois de se obter as informações necessárias, independentemente do que for apurado, é crucial que tais resultados sejam compartilhados com a equipe. Garantir a transparência com os dados obtidos é essencial.

Assim, garante-se a confiança e a credibilidade dos participantes nos processos elaborados pela companhia. Eles ainda poderão contribuir com ideias e soluções para melhorar os pontos que necessitam de mais desenvolvimento.

O que é avaliado em um Diagnóstico?

Uma pesquisa bem-feita e completa poderá servir como base para planejamentos no longo prazo. Para que isso ocorra, ela deverá ser iniciada com a pergunta certa. Uma abordagem eficaz para desenvolver um plano de Comunicação Interna não começa com “o que precisamos fazer?”, mas com “por que precisamos fazê-lo?”.

O uso de diagnósticos organizacionais na forma de auditoria costuma ser útil para o começo. Ela deve ajudar a responder a várias perguntas importantes, incluindo as que listamos a seguir:

  • os colaboradores estão recebendo informações precisas?
  • os colaboradores estão recebendo as informações que desejam e precisam?
  • os colaboradores estão recebendo informações regularmente?
  • qual a regularidade (diária, semanal, mensal, em tempo real)?
  • as mensagens são consistentes em toda a empresa?
  • os colaboradores entendem os objetivos e os resultados das comunicações?

Canais de comunicação

No cenário corporativo, podem existir vários veículos para levar as informações necessárias aos colaboradores. É possível fazer uso de jornais, folhetos, TV corporativa, mural, e-mail, intranet, rádio corporativo, redes sociais corporativas, entre outros.

Um dos itens passíveis de avaliação é o contexto de comunicação interna da companhia. A pesquisa torna evidente quais as ferramentas utilizadas surtem mais efeito e cumprem melhor o papel a que se propõem.

Uma dessas funções é adaptar e alinhar os valores da corporação, sua missão e sua visão à dos profissionais, bem como a troca de informações. A análise desses itens se destina a avaliar a sua estrutura e a sua força junto ao time.

Os resultados recentes obtidos com a Comunicação Interna apontam para suas falhas e/ou para o seu sucesso. Isso permite um maior direcionamento e melhor mapeamento das ações futuras a serem realizadas.

Níveis hierárquicos

Um dos maiores problemas encontrados em algumas organizações é a falta de um processo de comunicação que abranja todos os colaboradores. Essa carência cria barreiras entre os diferentes cargos e departamentos, impedindo a livre circulação de notícias importantes.

Eliminar tais empecilhos é um desafio, mas é fundamental, pois eles criam grupos isolados e facilitam a propagação de fofocas e inverdades dentro da corporação. Para tanto, é preciso desburocratizar e simplificar os diálogos. Não faz muito sentido que um colaborador tenha que preencher formulários ou agendar horários para poder conversar com o seu superior ou com um colega de outro setor. O caminho para essa comunicação deve ser livre.

Além disso, a simplicidade deve estar entre os requisitos básicos na CI. Não importa de qual profissional ou setor a mensagem venha, ela precisa ser recebida e compreendida por todos os destinatários. O Diagnóstico detecta problemas desse tipo e facilita a transformação na cultura de comunicação ou na sua implantação. A partir desse momento, todo o time é envolvido e cada colaborador assume a sua parcela de responsabilidade no processo.

Desse modo, as relações entre líderes, liderados e colegas do mesmo nível hierárquico se tornam mais estreitas e harmônicas. A troca de feedbacks — ingrediente fundamental para o bom funcionamento de uma empresa — é facilitada e faz-se habitual.

Esses mecanismos que geram cada vez mais benefícios, pois, ao se sentirem mais à vontade para conversar, os profissionais tendem a expor suas ideias e se sentir mais motivados. Essas melhorias podem ser comprovadas posteriormente, com a realização de uma pesquisa de clima organizacional.

Como usar os dados levantados no Diagnóstico para tomar decisões?

O planejamento é fundamental para dar início a mudanças estratégicas. A diferença entre as estratégias bem-sucedidas e as que não dão certo está no grau de detalhamento e no reconhecimento dos principais elementos a serem trabalhados em seu percurso.

A definição da estratégia é um elemento de sobrevivência básico para qualquer organização, e a fase final do Diagnóstico consiste exatamente em identificar os pontos mais críticos da CI e traçar planos de ação para resolver os problemas.

Antes da tomada de decisão, é preciso que haja o planejamento. Isso implica saber o que fazer e como fazer antes de agir. Entender todo o contexto leva à identificação dos caminhos mais adequados para atingir o objetivo.

No entanto, o planejamento não é um processo estático, engessado. Ele é um exercício que envolve intelectualidade e exige muita criatividade, interpretação e flexibilidade, buscando sempre o equilíbrio entre o que é proposto e a realidade do mercado.

Ele também serve como padrão de referência para as campanhas de comunicação, indica a necessidade de adaptação às prováveis transformações de mercado e mantém a consistência e a continuidade das ações.

Para materializar esse plano de ação, que se torna um verdadeiro instrumento de trabalho no cotidiano da equipe de CI, o Diagnóstico deve considerar o dinamismo e a complexidade, pois a sociedade atual também tem essas características.

Os dados coletados na pesquisa são tabulados e analisados a fundo. Por meio dessas informações, é possível indicar a necessidade de uma reformulação na maneira como alguns veículos de comunicação são apresentados ao público interno.

Em alguns casos, é recomendável até a exclusão de um determinado veículo. Ocorre, principalmente, com os canais que mostraram um resultado negativo, ou de insatisfação. Investir na melhoria de canais e a implantação de novos meios também são sugeridas.

Para que a evolução da CI seja plena, não se deve deixar de colocar prazos para resolver os problemas encontrados. A definição desse período para as modificações impede que questões importantes sejam adiadas. Como consequência dessas ações, há a equiparação entre como a empresa quer ser vista e como ela realmente é visualizada pelas pessoas e pelo mercado, fortalecendo a sua imagem e potencializando o negócio.

Por que contar com um serviço externo para esse trabalho?

Em um momento de crise, a pior atitude a se tomar é não fazer nada. Geralmente, problemas não se resolvem sozinhos. Muitas vezes, é preciso energia e coragem para enfrentá-los. Não ignorar os fatos e procurar as soluções necessárias é uma postura visionária.

No entanto, ainda que a empresa esteja em uma ótima fase, medidas contínuas de manutenção não só evitam o surgimento de maiores dificuldades como também proporcionam o crescimento constante da lucratividade e aumentam o destaque positivo diante dos seus stakeholders.

Nesses contextos, o Diagnóstico de Comunicação Interna se faz uma ferramenta indispensável. Ele mostra qual o melhor ponto de partida para o que precisa ser feito, auxiliando tanto no primeiro caso quanto no segundo. Para que isso seja realizado com sucesso, a pesquisa precisa ter uma estrutura embasada na realidade do mercado, alcançando todos os pontos técnicos e práticos por meio de uma visão holística e com sustentação científica.

Investir em Endomarketing e em Comunicação Interna, por vezes, implica a utilização dos serviços de profissionais qualificados, que entendam quais etapas devem ser seguidas, sabendo o que é melhor para se fazer em cada uma delas.

Muitas corporações se valem somente de seus diretores e gestores para essa função. No entanto, tais pessoas nem sempre têm o know-how necessário para suprir as demandas emergentes. Isso acarreta soluções superficiais e/ou ineficazes.

Esse quadro pode se agravar caso a empresa seja um negócio de família, passado de geração para geração. A comunicação em empresas familiares não raramente apresenta sérias falhas, o que gera muitos conflitos, por vezes coerentes, por vezes imaturos.

É nesse cenário que entra a contratação de uma empresa especializada em comunicação. Essa decisão é a mais acertada por vários motivos, pois os profissionais de tais agências têm competências e ferramentas diversas para atenderem às suas contratantes. Como têm um olhar externo, as empresas de comunicação conseguem enxergar questões-chave que comumente passam despercebidas pelos profissionais da companhia que as solicitou.

Ao identificar um obstáculo, após realizar um juízo de valor sobre uma situação equivocada, se faz necessário combatê-lo ou eliminá-lo. Assim, se torna possível propor e executar melhorias de processos de uma forma mais rápida e precisa, atingindo os pontos mais críticos com eficiência.

A Comunicação Interna eficaz é um meio para um fim, e não um fim em si mesma. A corporação que deseja uma equipe que veste a camisa deve ser autocrítica, transparente e reconhecer quando existem problemas nesse setor. Como consequência, seus profissionais terão uma nova perspectiva da empresa, abraçarão suas causas e se colocarão à disposição para encontrar soluções em conjunto com seus líderes.

Por meio de dados e métricas, o Diagnóstico de comunicação se presta a fortalecer o papel estratégico desse setor e comprovar o seu valor dentro da organização, estreitando os vínculos do profissional com a empresa.

Este post foi útil para você? Então, assine a nossa newsletter e receba os melhores conteúdos sobre comunicação e marketing em primeira mão!