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Campanha da P3K Comunicação é premiada nos Prémios Lusófonos de Criatividade

PRÉMIOS LUSÓFONOSA parceria entre P3K Comunicação e adidas Brasil ultrapassou as fronteiras brasileiras e foi reconhecida nos Prémios Lusófonos de Criatividade, festival internacional de criatividade, que aconteceu na última quarta-feira (28), em Lisboa, Portugal.

A agência foi premiada na categoria Relações Públicas – Comunicação Interna com a campanha Através do esporte, temos o poder de mudar vidas, que tinha como objetivo divulgar a crença central da adidas e engajar todos os colaboradores a vive-la.

De maio a setembro de 2017, os profissionais da P3K Comunicação se envolveram para entregar uma campanha que impactasse tanto os colaboradores do escritório, quanto do Centro de Distribuição e lojas de todo os Brasil. O resultado são peças digitais, ambientações, e até uma microssérie em que os próprios colaboradores da adidas do Brasil são os protagonistas.

Essa foi a primeira vez que a P3K participou do prêmio, que já acontece há cinco anos, com a missão de enaltecer os trabalhos realizados por agências, profissionais, estúdios e produtores em todos os países de língua portuguesa.

Vitor Matias e Paula Rodrigues foram os representantes da P3K, em Lisboa, na cerimônia de entrega dos prêmios.

A P3K Comunicação agradece a todos que participaram e fizeram essa campanha acontecer!

Manager Internal Communication: Corporate Communications adidas – Leticia Baumman

Planejamento e Redação: Jessica Machado

Apoio nos roteiros: Jésika Bassanezi

Diretor de Criação: Arthur Gomes

Diretores de Arte: Romulo Buracoff, Caio Chagas e Bárbara Bruno

Coordenação: Anna Carolina Neto

Gerência: Laryssa Martins

Diretor executivo: Elizeo Karkoski

Produtora parceira: Ventania Filmes

 

dicas pra resolver conflitos nas empresas

Confira 9 dicas para solucionar conflitos internos da sua empresa

Não há como negar que os conflitos de egos estão presentes nas organizações. É preciso encontrar estratégias efetivas para lidar com eles. Nesse processo, é possível extrair um bom aprendizado para o time e ainda desenvolver soluções em conjunto, de forma bastante construtiva.

Mas para isso, é importante seguir alguns passos que facilitarão a forma de lidar com esses problemas e tornar as ações mais efetivas. Quer umas dicas de como solucionar conflitos internos na empresa? Confira o nosso post!

1. Adote uma visão positiva dos conflitos

Conflitos são acontecimentos naturais onde há pessoas diferentes. Para que você tenha mais facilidade na resolução das divergências, é importante ter também uma visão positiva dessas questões. Afinal, elas mostram que os profissionais estão envolvidos e se esforçando para cumprir com o que é demandado.

Além disso, uma visão negativa de um desentendimento tende a só piorar a situação. As pessoas ficam desmotivadas e investem menos energia na proposição de soluções. Para evitar esses problemas, invista em uma perspectiva mais otimista dos conflitos na empresa.

2. Mantenha uma comunicação aberta

Ter uma comunicação aberta com a equipe permite a você evitar conflitos e otimizar os processos em geral. Com uma boa troca de informações, as questões ficam mais claras para os colaboradores, o que evita o surgimento de boa parte das divergências.

Além de reduzir o índice de confrontos, a abertura permite que as desavenças que surgem sejam solucionadas com mais facilidade. Isso decorre do fato de que é mais simples esclarecer a situação e encontrar uma solução quando já está instaurada uma política de diálogo na organização.

3. Crie atividades que promovam a integração da equipe

É importante realizar atividades que estimulem um melhor relacionamento entre os colaboradores. Fazer celebrações de aniversários, happy hours e encontros livres e descontraídos pode ser uma boa oportunidade para incentivar o fortalecimento de laços entre os colegas de trabalho.

Além disso, essas ocasiões também podem facilitar a resolução de problemas. Quando é possível criar meios para reduzir a tensão do trabalho, os profissionais têm mais facilidade de resolver as questões ao retomarem suas tarefas.

4. Aja no tempo certo

É importante ter discernimento para saber agir na hora certa quando acontecer algum confronto na empresa. Isso significa que não é bom postergar o problema até que ele se torne uma bola de neve. É importante tentar resolver a situação com precisão e no momento adequado.

Ao mesmo tempo, é necessário ter em mente que às vezes os envolvidos na divergência estão muito exaltados. Assim, dar uma pausa para os profissionais se acalmarem pode melhorar as condições de resolução do conflito. Dessa forma, após um pequeno intervalo de tempo, as questões podem ser retomadas em uma abordagem menos pessoal e mais direcionada para a solução da desavença.

5. Investigue melhor as causas

Investigar melhor as causas do desentendimento é uma medida necessária, pois quando os conflitos eclodem, muitas vezes as motivações apresentadas não representam o verdadeiro X da questão. As pessoas podem estar tão exaltadas e envolvidas na desavença que acabam apresentando uma visão distorcida do problema.

Assim, o gestor deve dialogar com os profissionais envolvidos, buscando esclarecer quais são as verdadeiras causas do desacordo. Assim, é possível construir uma solução mais efetiva.

6. Incentive os feedbacks diretos

Os feedbacks são um retorno sobre o trabalho realizado, que possuem a intenção de ajudar o profissional a se desenvolver de acordo com as normas da empresa. Os positivos buscam estimular o colaborador a continuar com determinado comportamento ou padrão produtivo. Já os negativos buscam fazer correções. Esses retornos são comunicados de uma forma clara, concisa e respeitosa, para que sejam uma experiência positiva para o profissional.

Com feedbacks diretos na equipe, as pessoas têm mais clareza de quais posturas adotadas são mais adequadas e quais são as atitudes que podem não contribuir tanto com o trabalho. Em situações de conflito, os feedbacks podem favorecer a comunicação e tornar a negociação de soluções mais ágil, pois erros e acertos serão identificados com mais facilidade.

7. Respeite as decisões em conjunto

A tomada de decisões em conjunto é um processo favorável para a organização, pois estimula o estabelecimento a ter um clima democrático e fortalece o senso de importância dos profissionais. Diante de conflitos, estimular que a equipe discuta as questões e tome decisões coletivamente pode ser uma ótima forma de estruturar acordos.

São mais pessoas refletindo sobre uma mesma problemática e mais pontos de vista em diálogo. Ou seja, é possível ter uma perspectiva mais ampla para a resolução das divergências.

8. Olhe para o problema de um ponto de vista profissional

Muitas vezes, as divergências ocorrem porque os envolvidos estão se sobrecarregando e misturando questões emocionais e afetivas com o trabalho. Problemas como rivalidades e necessidade de reconhecimento podem ser decisivos para a eclosão de um conflito.

Para uma resolução adequada em relação a desavenças, é importante que as dificuldades sejam focalizadas de um ponto de vista profissional. Assim, é possível avaliar as dificuldades com racionalidade e direcionar as medidas tomadas para as metas de trabalho.

9. Seja um facilitador da resolução do conflito

Quando há um conflito interno na empresa, o gestor deve desempenhar o papel de facilitador. Não é ele que resolve o problema, são os envolvidos que constroem uma solução.

Isso significa que as intervenções do gestor devem ser baseadas no estímulo à autonomia dos profissionais, mas de forma a facilitar a resolução da desavença. O líder funciona como um mediador. Ele auxilia as partes envolvidas a esclarecerem a questão, relembrarem o foco do projeto e a construírem soluções em conjunto.

Conflitos internos na organização são processos naturais, mas que podem trazer dificuldades para a execução das tarefas e projetos. Por isso, é importante ter as estratégias certas para lidar com essas situações. Neste post, você pôde conhecer uma série de alternativas para aplicar no seu empreendimento.

Dessa forma, um trabalho adequado para lidar com as desavenças pode facilitar o processo de pensamento, auxiliando o grupo a desenvolver soluções construtivas coletivamente.

E aí? Gostou de nossas dicas de como solucionar conflitos internos na empresa? Então confira também nosso post exclusivo sobre práticas de comunicação corporativa para continuar por dentro!

pesquisa de clima organizacional

Pesquisa de clima organizacional: qual a importância e como fazer?

Manter a produtividade e o engajamento em alta é um desafio para todo RH que busca se alinhar às novas tendências do mercado. Algumas estratégias podem ser aplicadas para que se obtenha um maior envolvimento das equipes com a empresa, e a pesquisa de clima organizacional é a ferramenta que possibilita definir em quais delas investir para alcançar este objetivo.

As impressões que os funcionários têm do local de trabalho são extremamente relevantes para o desempenho de suas funções. Afinal, se uma pessoa não estiver satisfeita com suas condições, é pouco provável que se dedique à realização de um bom resultado. Se você reconhece a importância em ter um bom ambiente de trabalho, continue lendo este post e saiba mais sobre a pesquisa de clima organizacional!

O que é clima organizacional?

Cada empresa é singular em seu ambiente e na forma de lidar com os funcionários. O clima organizacional é a maneira como esses profissionais percebem tais fatores. Ele é subjetivo, mas pode ser avaliado de uma perspectiva coletiva. Assim sendo, a cultura organizacional é uma grande influenciadora do âmbito empresarial.

O clima pode ser baseado no modo como os gestores lidam com as situações corriqueiras e também com as dificuldades enfrentadas pelas equipes. Porém, vários outros elementos podem — e devem — ser considerados no momento de analisa-lo, entre eles estão:

  • as condições de trabalho;
  • integração entre os funcionários e os diversos departamentos;
  • salário e o plano de benefícios;
  • Comunicação Interna;
  • plano de carreira;
  • oportunidades de desenvolvimento profissional;
  • estabilidade;
  • relação da empresa com os funcionários;
  • processos gerenciais, etc.

Tais fatores atuam direta ou indiretamente na visão que as pessoas têm da corporação. Essa percepção, por sua vez, influencia em sua motivação e desempenho no dia a dia de trabalho.

A satisfação de ser parte do quadro de funcionários de uma empresa está relacionada ao fato de ter ou não suas necessidades atendidas. Abraham Maslow (1908 – 1970), um importante psicólogo norte-americano, propôs uma hierarquia para tais carências humanas:

  1. fisiológicas básicas;
  2. segurança;
  3. sociais;
  4. autoestima;
  5. autorrealização.

Essa ordem pode ser alterada dependendo da situação em que o sujeito se encontra. No entanto, caso a corporação atenda a maior parte dessas necessidades, a avaliação do clima organizacional será mais positiva.

Quais os benefícios de fazer uma pesquisa de clima organizacional?

Para que uma empresa cresça, é preciso que suas práticas gerenciais sejam renovadas e modificadas com frequência. As pessoas não são estáticas, elas aprimoram os seus conhecimentos, reinventam suas formas de agir e mudam suas maneiras de pensar a todo instante. Uma organização deve acompanhar essa evolução. Afinal, um CNPJ não é uma empresa e, sim, os funcionários que trabalham para que ela se solidifique no mercado.

A pesquisa de clima serve para aperfeiçoar o âmbito organizacional. Ela é fundamental para saber o que os funcionários pensam e como sentem-se em relação à organização. Além disso, por meio desta pesquisa, é possível estabelecer um Diagnóstico que permitirá ações mais estratégicas e que resultem em melhorias reais para a corporação.

A importância da pesquisa está em seus resultados. Quando o processo é realizado da forma correta, os benefícios podem ser facilmente mensurados. Abaixo, listamos alguns deles:

Mapeamento da satisfação do time

Para que um funcionário se sinta feliz em suas funções, salário não é mais o único fator preponderante. Hoje, a qualidade de vida e as condições de trabalho são determinantes na hora de avaliar uma empresa.

Boa parte das organizações deseja um time satisfeito, mas poucas promovem ações que atraiam esse resultado. Com a realização da pesquisa de clima organizacional, é possível mapear os níveis de satisfação e trabalhar para que eles sejam mantidos ou elevados.

Identificação dos problemas

Toda organização tem suas deficiências e seus pontos fortes. Saber reconhecê-los é primordial para colocar em prática ações mais direcionadas. No entanto, ninguém melhor do que quem vivencia o cotidiano empresarial para apontar o que necessita ser aprimorado.

A análise dos resultados da pesquisa proporciona a identificação dos problemas, prevê possíveis crises e permite intervenções com maiores chances de sucesso, por serem embasadas em dados reais.

Verificação dos planos de ação para melhorias

Não é fácil encontrar a melhor estratégia para alavancar a produtividade de um time. Contudo, por meio da pesquisa de clima, é possível traçar planos que sejam mais alinhados com os propósitos da gestão. Dessa forma, saber quais decisões tomar e a quais projetos aderir se torna menos complicado.

Aumento da motivação da equipe

A motivação é intrínseca a cada um. Entretanto, é possível fornecer subsídios para que os funcionários de uma empresa tenham motivos, além das contas a pagar, para se levantar da cama e realizarem o melhor trabalho possível na organização pela qual são contratados.

A grande maioria das pessoas gostam de ser ouvidas. Elas se sentem valorizadas quando isso acontece, pois percebem que contribuíram em benefício da corporação. Uma pesquisa que visa entender o profissional e atender a suas demandas, gera razões para que ele queira permanecer na instituição e dar o seu melhor por ela.

Melhor posicionamento da empresa no mercado

A imagem de uma organização, tanto para seu público interno quanto para o externo, interfere bastante na posição que ela ocupa na comunidade em que está inserida. Tal projeção determina, inclusive, se talentos se candidatarão às suas vagas em aberto ou não.

Funcionários que indicam a empresa em que trabalham têm grande poder de influência em futuros candidatos. Porém, o contrário também acontece. Profissionais insatisfeitos não só contaminam àqueles com quem trabalham, como denigrem a imagem da empresa para quem está de fora.

A pesquisa de clima tem como um de seus principais objetivos impedir que a segunda situação aconteça. Seu intuito é trazer melhorias para que as metas e objetivos da empresa sejam alcançados, trazendo, assim, os melhores resultados para o negócio.

Como fazer uma pesquisa de clima organizacional?

Geralmente, o RH é o setor encarregado por promover as pesquisas. Muitos profissionais são capazes de desenvolver e estruturar os questionários. No entanto, o ideal é que uma empresa especializada externa seja contratada para realizar os procedimentos. Desse modo, garante-se maior imparcialidade nos resultados, evitando que fatores internos interfiram no processo.

Nenhuma organização tem o mesmo funcionamento que outra. Por esse motivo, as perguntas e a forma de aplicação da pesquisa devem se adequar ao perfil dos funcionários e da própria empresa que será pesquisada. Profissionais especializados podem determinar quais as estratégias mais qualificadas para que se obtenham os melhores resultados com a ação.

É importante ressaltar que todas as etapas devem ser cumpridas: a elaboração dos formulários, comunicação e aplicação, e enfim a apuração dos dados, produção dos relatórios e edificação do plano de ação. Outra questão fundamental é a garantia do anonimato dos participantes, para que eles se sintam livres para responder às questões de forma sincera, sem medo de represálias.

Para que a pesquisa de clima organizacional tenha os efeitos esperados, é preciso colocar em prática medidas que busquem solucionar os problemas encontrados, devendo ser refeita periodicamente para que se avalie as consequências das intervenções. Além disso, deve-se promover ações continuadas em favor de um maior envolvimento dos funcionários.

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endomarketing

Por que a qualidade de vida no trabalho otimiza os resultados do Endomarketing?

Pensar no sucesso de um negócio implica refletir sobre as relações estabelecidas com os funcionários. Propiciar uma boa qualidade de vida no trabalho é fundamental e fortalece o importante papel do Endomarketing.

O marketing interno tem a missão de melhorar a imagem da empresa junto aos seus empregados. Sendo assim, promover intervenções que demonstrem aos profissionais que eles são parte integrante da organização, e que ela se preocupa com o bem-estar deles, é essencial.

Para tanto, as ações promovidas precisam encontrar consistência em sua divulgação para que surtam os efeitos desejados. Caso contrário, serão investimentos que dificilmente terão retorno.

Se você quer saber como otimizar os resultados do Endomarketing proporcionando maior qualidade de vida no trabalho, acompanhe este post!

A importância do Endomarketing

O Endomarketing é um conceito vindo da Administração. O termo significa, em suma, o marketing voltado para o público interno da empresa, ou seja, o funcionário. Os maiores responsáveis por ele são o RH, o setor de Comunicação Interna e a própria equipe de marketing.

Sua principal função é melhorar o desempenho das equipes, gerando engajamento e motivação por meio da interação entre a organização e o funcionário. No entanto, o trabalho do Endomarketing precisa ser incisivo e, ao mesmo tempo, sutil.

Suas ações exigem um planejamento estratégico acurado. Elas envolvem a criação de programas que fortaleçam a marca da empresa de forma tangível, saindo do campo das palavras e das ideias e suprindo as carências reais dos empregados. Sempre objetivando os melhores resultados para a corporação.

A importância da qualidade de vida no trabalho

Atualmente, o salário e os benefícios exigidos por lei não são mais os protagonistas na hora de escolher uma vaga de emprego para se candidatar. Os profissionais têm buscado organizações que reconheçam o papel dos seus funcionários, oferecendo a eles incentivos extras.

Isso se dá porque, se antes as empresas ocupavam a posição de detentora da decisão final, agora, com a globalização e o consequente aumento de formação e informação dos indivíduos, eles também podem escolher onde querem trabalhar.

Dessa forma, para atrair e reter verdadeiros talentos é preciso reformular a maneira como os funcionários são tratados e abrir mão de uma gestão que não valorize o público interno da corporação.

A qualidade de vida no trabalho entra nesta equação, pois com a grande oferta de oportunidades do mercado, empresas que proporcionam subsídios para que o trabalhador se desenvolva pessoal e profissionalmente ganham lugar de destaque na disputa por bons profissionais.

Felicidade no trabalho

Pesquisas vêm demonstrando que a saúde — física e mental — está diretamente ligada ao fato de se sentir realizado profissionalmente. Trabalhar apenas para pagar contas é algo que está cada vez mais distante da realidade das pessoas. E esse é um dos motivos pelos quais os indivíduos têm buscado a completude profissional.

Tal procura é norteada pelo fazer o que se gosta, em um ambiente harmônico e acolhedor, com oportunidades reais de crescimento e remuneração satisfatória. Esses são elementos básicos para que haja uma dedicação absoluta do funcionário.

É muito pouco provável que alguém se entregue integralmente às suas funções se não se sentir pertencente àquele ambiente. Afinal, a produtividade está diretamente associada à felicidade.

Benefícios que podem ser ofertados

Oferecer benefícios que atendam às necessidades dos empregados mostra que a organização se preocupa com o bem-estar deles e os valoriza, gerando maior satisfação. Profissionais que veem essa atenção lhes sendo direcionada se sentem mais motivados e trabalham para garantir o sucesso da empresa.

Portanto, para fidelizar uma equipe, a corporação necessita investir em métodos que ultrapassem os benefícios obrigatórios. Listamos, abaixo, algumas sugestões:

Vale cultura

Ter momentos de diversão fora do horário do trabalho é importante para que o funcionário se desligue de sua rotina e possa descontrair um poucos com a família. O vale cultura pode ser ofertado em dinheiro ou por meio de descontos em cinema, teatro, shows, livros etc.

Bolsas de estudo

A maioria das pessoas sentem apresso por adquirir mais conhecimento. Os resultados do aprimoramento por meio dos estudos são vantajosos tanto para os profissionais quanto para a empresa, que passa a ter profissionais mais qualificados. A organização pode firmar convênios com instituições de ensino e ofertar bolsas integrais ou parciais.

Espaços de descanso

Já foi comprovado que as pausas durante o expediente são necessárias para uma melhor atuação. Elas trazem benefícios como maior concentração, diminuição do estresse, aumentam a criatividade e melhoram a produtividade. Disponibilizar um espaço para que essas pausas sejam feitas ratifica o cuidado com os funcionários e melhora o desempenho da equipe.

Ginástica laboral

Feita em pequenas pausas no horário de trabalho, a ginástica laboral fortalece a musculatura, auxilia na postura e evita problemas decorrentes do esforço repetitivo. Os exercícios, que devem ser orientados por um profissional da Educação Física, melhoram o desempenho dos empregados e aumentam a interação entre eles.

Convênio com instituições de beleza e academia

Cuidar do corpo está entre os itens fundamentais para se obter uma maior qualidade de vida. Ter convênios com academias e instituições de beleza incentivam tal prática. É ainda melhor que os locais conveniados sejam próximos à empresa, assim as atividades podem ser feitas no horário de almoço, antes ou depois do expediente.

Plano de saúde

Consultas médicas particulares costumam ter um preço bem salgado. Porém, algumas vezes são indispensáveis. Ter um plano de saúde garante um atendimento especializado, permitindo que o funcionário cuide da sua saúde com mais tranquilidade por ter acesso a preços menores. Existem vários tipos de planos, a cobertura pode ser acordada com cada profissional a fim de atendê-los no que eles mais necessitarem.

Flexibilidade de horário

Ter horários flexíveis permite aos profissionais resolver suas questões fora do horário de trabalho, sem que suas funções sejam prejudicadas. Cada vez mais esse diferencial tem sido adotado pelas empresas, pois diminui os atrasos e o absenteísmo.

Home office

O trabalho remoto, feito de casa ou de onde for mais conveniente para o empregado, é um benefício almejado por muitos. O profissional se livra do trânsito, pode trabalhar no conforto do seu lar e desfrutar de mais momentos com sua família e/ou ter mais sossego para exercer suas funções.

Vantagens da oferta de benefícios

A oferta de benefícios deve estar alinhada com as estratégias do negócio. As pesquisas de clima organizacional, nível de satisfação dos funcionários e retorno financeiro devem ser feitas periodicamente. Dessa maneira é possível mensurar o quanto as ações estão sendo vantajosas para a companhia.

O maior capital de uma empresa são as pessoas, elas definem o futuro de um negócio. Todo esforço feito para valorizá-las fortalece o vínculo entre empregado e organização.

Por isso, todos saem ganhando com os planos de benefícios. A empresa reduz o índice de turnover, atrai e retém os talentos, tem funcionários mais saudáveis e motivados. Tudo isso impacta diretamente na qualidade de vida no trabalho, que é fruto das ações implantadas no dia a dia da organização.

Pensar na cultura de uma empresa, com seus valores, sua missão e seu código de conduta faz com que o ambiente de trabalho seja mais agradável. Agir com transparência, incentivar feedbacks, fortalecer a comunicação etc. são ações que evitam ruídos, mas que também influenciam no clima da corporação, bem como promovem a qualidade de vida.

Diante disso, é essencial que as vantagens oferecidas sejam disseminadas de forma abrangente. Portanto, deve ser considerada a utilização de métodos eficientes como os praticados por uma empresa especializada em comunicação.

As ações do Endomarketing são potencializadas quando envolvem a qualidade de vida no trabalho, pois, gera confiança, motivação e fidelidade. Assim, os profissionais se tornam mais satisfeitos, produzem mais e melhor.

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diversidade nas empresas

Por que as empresas precisam investir em políticas de diversidade?

As organizações têm procurado se adequar cada vez mais à sociedade e às mudanças no trato com colaboradores. E esse é um dos motivos pelos quais as estratégias que envolvem as políticas de diversidade nas empresas têm ganhado mais visibilidade e força nos discursos organizacionais.

Ter um quadro de colaboradores que espelhe a miscigenação de um povo diminui o desequilíbrio em sua composição e torna uma organização mais justa e democrática. Os benefícios da inclusão são tangíveis não apenas para o profissional incluído, mas também para a sociedade que passa a ter mais membros exercendo a cidadania, tendo acesso ao consumo, cumprindo com suas obrigações fiscais e desenvolvendo seu potencial.

Quando se promove a igualdade, assumindo um compromisso com as minorias, se age com responsabilidade social, tendo como consequência equipes mais engajadas e produtivas. Além disso, a diversidade promove a oxigenação dos projetos, o que pode influenciar diretamente no resultado dos negócios.

Se você aposta na diversidade e acredita na importância de investir nessa política nas organizações, acompanhe este post e saiba mais sobre o assunto!

As políticas de diversidade

A Psicologia Social concebe o indivíduo como fruto da sociedade na qual ele está inserido, mas vai além quando diz que o sujeito influencia o meio e é influenciado por ele. Assim sendo, o conhecimento de mundo das pessoas consiste em uma construção social.

Entretanto, tal conhecimento é limitado pelo contexto em que foi produzido, bem como pelo conceito de veracidade presente nessa conjuntura. Com base em tal visão, pode-se dizer que o certo e o errado, o comum e o extraordinário podem ter várias versões. Por isso, falar dediversidade pressupõe abordar várias ideologias divergentes como sendo legítimas, cada uma dentro da realidade em que foi constituída.

Portanto, implantar uma política que traz profissionais com multiplicidade de etnias, gêneros, idades, crenças religiosas, orientações e identidades sexuais, com limitações físicas etc. para dentro da organização é aceitar e respeitar a história de cada um e assumir uma posição de destaque no mercado atual. Afinal, essa prática assinala a heterogeneidade de uma nação, harmonizando lucro e justiça social.

Os estudos sobre a diversidade

diversidade nas empresas ganhou mais força como tema de estudos a partir da década de 1980. A ideia central é a de que a inclusão das minorias comumente discriminadas torna o local de trabalho mais diversificado e democrático, melhorando, dessa forma, o ambiente como um todo.

Essencialmente, a diversidade está relacionada ao reconhecimento e ao respeito à individualidade, à maneira com a qual os indivíduos se percebem e identificam suas identidades explícitas ou implícitas. Os seres humanos se habituaram a classificar em categorias a si próprios e a outras pessoas, o que interfere nas relações estabelecidas. Esse processo implica estereótipos e, às vezes, estigmas.

Por esse motivo, não é raro que sujeitos que têm uma identidade não compartilhada pela maioria sejam alvos de preconceito e discriminação. Pesquisas evidenciam essa proposição ao constatar que afrodescendentes, portadores de deficiência física, pessoas com sobrepeso, homossexuais, transexuais, deficientes mentais, entre outros são estigmatizados com frequência.

Uma empresa, várias identidades

Não é possível consolidar um desenvolvimento sustentável de um país quando há desperdício dos talentos que ele dispõe. Por outro lado, organizações que buscam conquistar um diferencial competitivo têm se preocupado cada vez mais com a gestão de pessoas.

Isso acontece porque, com o avanço tecnológico, a grande maioria das empresas lança mão de equipamentos de última geração para alcançar seus objetivos materiais. No entanto, estipular políticas que valorizem os profissionais e sua diversidade tornou-se uma estratégia obrigatória para se obter vantagem no mundo corporativo contemporâneo.

Quando investem em práticas não discriminatórias, na busca pela legitimidade social, as organizações se qualificam como mais socialmente responsáveis do que aquelas que não assumem a mesma postura.

O envolvimento de todos

A inserção de pessoas com diferentes perfis tornou-se uma pauta sólida no ramo empresarial, devido às singularidades na força de trabalho. Mas a validade dessa ação é ameaçada quando os indivíduos não depositam crédito nela ou quando há falta de oportunidades de ascensão e/ou de reconhecimento.

Implementar uma política de diversidade é uma estratégia que demanda esforço e tempo, e isso não pode ser subestimado. Por ser algo que modifica toda a estrutura comportamental de uma corporação, sua execução não deve ser vista como um projeto pelo qual apenas o RH é responsável — toda a empresa tem que estar envolvida  por meio de políticas transparentes. ​

diversidade na contratação

A adoção de uma política de diversidade se resume em tratar os diferentes com igualdade.  E o posicionamento da empresa precisa estar claro desde a contratação, abrindo vagas com perfis específicos do programa de inclusão. Além disso, os responsáveis pelo processo de recrutamento e seleção devem evidenciar aos candidatos que a corporação tem uma política de diversidade.

Dessa maneira, será possível detectar entre os entrevistados quais entendem a importância e os desafios de se ter uma força de trabalho diversificada, bem como averiguar a capacidade dos possíveis colaboradores em lidar com pessoas que têm estilos de vida diferentes do seu.

O papel da liderança

As informações relevantes para a empresa devem ser amplamente divulgadas entre os profissionais. Colaboradores que não se adaptarem facilmente à política terão maior probabilidade de experimentar conflitos e uma diminuição em sua produtividade. No entanto, cabe à liderança gerenciar as situações que apresentarem maior grau de complexidade.

Os gestores devem ter total compreensão das leis contra discriminação e das penalidades por sua violação. Ao conhecer bem a legislação, é possível compartilhá-la com as equipes, possibilitando, assim, a redução no número de conflitos e de problemas comportamentais.

Reuniões e treinamentos

Levar informação sobre o que é diversidade e por que ela é crucial para o sucesso do negócio é muito pertinente e faz toda a diferença. Nesse sentido, as reuniões e os treinamentos de equipe são ferramentas muito úteis quando se quer aumentar a qualidade e a quantidade da produção de uma companhia.  No entanto, atividades como cursos, palestras e workshops também têm grande relevância quando o assunto é o comportamento das pessoas e a divulgação da cultura organizacional.

Por meio das reuniões e dos treinamentos, é possível reforçar e incentivar as políticas de diversidade. Em um ambiente adequado de aprendizagem profissional, os colaboradores são capazes de aprender a lidar com os desafios que possam eventualmente surgir em um cotidiano que propicie o convívio com indivíduos de outras raças, gêneros e culturas. Eles também podem sanar suas dúvidas por meio de sessões de perguntas e respostas. ​Entra aqui também o papel da Comunicação Interna como disseminadora dos comportamentos e da cultura organizacional. ​

As políticas de diversidade nas empresas do Brasil

Um estudo realizado em 2016 pelo Instituto Ethos e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) constatou que a questão da diversidade no cenário empresarial do Brasil está mudando, mas que ainda está longe do ideal. Os dados foram recolhidos junto às 500 maiores empresas brasileiras e mostraram que, apesar de não serem minoria na população, mulheres e negros ocupam uma porcentagem pequena nos cargos de chefia.

A desigualdade e a vulnerabilidade no mundo corporativo são expostas em números: 13,6% dos cargos executivos são ocupados por mulheres e 4,7% por afrodescendentes, enquanto 94,2% dos cargos de alto escalão pertencem a brancos. Dentre as empresas que procuram promover a igualdade, 43,1% tem políticas de inclusão para pessoas com deficiência, 28,2% para mulheres, e somente 8% para negros.

Esses dados mostram que, para viabilizar a equidade no ambiente de trabalho, a adoção de práticas que valorizem a diversidade precisa ser mais incisiva, e as informações amplamente divulgadas​, o que reforça, mais uma vez, o papel essencial da Comunicação Interna nas organizações.​

Empresas que têm políticas de diversidade

Muitas empresas já investem fortemente em diversidade, e o sucesso delas é inquestionável, tanto que estão no ranking das 15 melhores organizações que adotaram as práticas de inclusão. Abaixo, citamos alguns exemplos:

Mastercard

Ajay Banga, o presidente da Mastercard, criou uma cultura inclusiva, que tem como um de seus pilares o reconhecimento da colaboração. A equipe executiva é formada por 12 membros dos quais dois são latinos, quatro são asiáticos e duas são mulheres.

P&G

A Procter & Gamble está presente no ranking em nove dos últimos dez anos de pesquisa. Ela tem várias iniciativas que visam ao apoio e à propagação da diversidade. O público feminino é um dos mais beneficiados com seus programas, que têm reconhecimento mundial.

Johnson & Johnson

A empresa acredita que a diversidade gera valor e que as diferenças enriquecem o ambiente de trabalho. Por isso, investe em novas maneiras de pensar e de colaborar. Todos os seus fornecedores e empresas terceirizadas devem provar que investem em diversidade. Além disso, entre seus 13 executivos, a corporação tem três mulheres, três negros e um latino.

Dell

A empresa de soluções tecnológicas Dell criou uma estratégia de inclusão e diversidade baseada em três focos principais: cultivação de relacionamentos externos no mercado com comunidades e organizações diversificadas, criação de um espaço de trabalho inclusivo para todas as diferenças e crescimento de uma força de trabalho diversificada. A sua estratégia é continuamente analisada para que a equipe se sinta ouvida, compreendida, respeitada e capacitada.

Empregabilidade trans

Em dezembro de 2017, a revista Você S/A, da editora Abril, trouxe em sua capa uma matéria sobre a inclusão de pessoas transgêneros e travestis no âmbito organizacional, intitulada como “A vez dos trans no mundo corporativo”. A reportagem mostra cases de sucesso em empresas como Carrefour, IBM, Atento e GE.

Essas organizações fazem parte como signatárias e/ou patrocinadoras do Fórum de Empresas e Direitos LGBT+, que também tem em seu time de apoiadores a Coca-Cola, a PWC, a DOW, entre outras. O Fórum é uma organização informal que conecta empresas em torno do compromisso com o respeito e a promoção aos direitos humanos LGBT.

Importância das políticas de diversidade

O mercado de trabalho está repleto de talentos. Enquanto alguns estão bem posicionados, atuando com grande afinco em suas áreas, outros estão à procura de uma oportunidade por meio da qual possam demonstrar suas habilidades e se destacar. É para esse segundo grupo que as políticas de inclusão foram criadas — para que profissionais de qualidade, que estão fora do mercado, possam adentrá-lo pelas portas da frente.

Cada pessoa tem em sua bagagem conhecimentos únicos. Por isso, unir diferentes raças, gêneros, crenças, regiões, culturas e orientações sexuais pode acrescentar riquezas ímpares à organização. Promover esse encontro vai além de um mero preenchimento de cotas: é fazer emergir nos sujeitos a capacidade de interação com o diferente em favor da obtenção de resultados positivos.

Uma empresa que promove a diversidade cria uma condição primordial para que as pessoas se sintam livres para serem quem são, sem se omitirem diante dos demais. Ter profissionais de diversas origens traz como consequência a distinção de opiniões sobre cada temática, projeto etc., ampliando a visão de mundo da organização e potencializando sua marca.

Os valores da empresa

Um dos objetivos da implantação das políticas de diversidade nas empresas é atingir a excelência organizacional. No entanto, para que o sucesso da corporação seja alcançado após a miscigenação do seu público interno, é necessária a realização de algumas mudanças, principalmente no tocante à cultura organizacional.

Existem dois tipos principais de empresas no quesito diversidade: as que estão em seus anos iniciais, que tem um perfil mais inovador, e as que já estão no mercado há algum tempo.

Para o primeiro grupo, o processo de implantação de uma política de diversidade não é tão complicado, pois basta nortear desde o princípio todas as suas ações nesse sentido, a começar pela elaboração de sua cultura, com a definição de sua missão e de seus valores, passando pelo seu processo de contratação e chegando à determinação de seus objetivos.

Contudo, para o segundo grupo, a consolidação de uma nova forma de pensar e agir dentro da corporação exigirá um trabalho árduo, que precisará contar com uma estratégia de Comunicação Interna eficiente.

Algumas atitudes que poderão auxiliar na reformulação e execução da política de inclusão são:

  • colocar a mudança como uma prioridade;
  • promover a nova cultura (deixar claro a todos, por meio de cartas, declarações, manuais etc., quais são os direcionamentos desejados);
  • alinhar as funções do RH com a mudança realizada;
  • envolver toda a equipe no processo (desde o chão de fábrica aos gestores);
  • elaborar e executar um plano de reforço contínuo das políticas de diversidade.

É importante que não haja divergência entre o discurso e as práticas. Afinal, pouco efeito tem uma fala que reflete a modernidade se o que se vê em campo são ações carregadas de conservadorismo.

Maior empecilho para o sucesso

A cultura de preconceito e discriminação tem suas raízes na colonização. São mais de cinco séculos incutindo no psiquismo brasileiro que mulheres, negros, índios, homossexuais etc. têm capacidades inferiores. Portanto, ainda que esses grupos granjeiem postos de destaque, precisam comprovar diariamente que são tão capazes quanto qualquer outro profissional de outros grupos tidos como padrão.

Os resultados de algumas pesquisas têm sugerido contradições entre discurso e prática em algumas empresas que se dizem adeptas às políticas de inclusão. Na maioria das vezes, isso se dá por causa do preconceito velado dos próprios colaboradores e da permissividade e falta de posicionamento claro das lideranças.

Para barrar esse tipo de situação, o primeiro passo a ser tomado é o reconhecimento de que o preconceito existe. O segundo passo para vencer esse empecilho é trazer à tona uma série de ações que promovam o diálogo aberto, o convívio entre os colaboradores, e que demonstrem a disposição da organização em manter ativas as condutas de inclusão.

Em alguns casos, as orientações formais não são o suficiente. Sendo assim, comportamentos que desrespeitem a inclusão dos colaboradores precisam ser coibidos.

O Diagnóstico

Conhecer o público interno da organização é fundamental para colocar em prática qualquer estratégia que se deseja. E não é diferente no caso da implementação das políticas de diversidade.

Diagnóstico organizacional é um método de avaliação que torna possível uma análise profunda das principais áreas de gestão. Com os dados obtidos por meio das pesquisas realizadas, pode-se resolver os problemas de forma prática e direcionar os esforços para o que é mais importante, gastando menos tempo e garantindo resultados eficazes.

Deve-se avaliar o perfil dos colaboradores, suas impressões a respeito da liderança, dos colegas, do ambiente de trabalho etc., assim como descobrir o que os motiva e o nível de engajamento da equipe. Após a compilação das respostas, é o momento de desenvolver um plano de ação que aborde as principais dificuldades a serem trabalhadas para que o projeto de inclusão ganhe força e seja acolhido por todos.

A relevância de um plano de ação

Elaborar um plano de projeto formal para apoiar a estratégia de diversidade com objetivos mensuráveis ​​integrados ao resto dos objetivos e operações estratégicas da empresa é fundamental. Várias pesquisas mostraram que se esse projeto não for cuidadosamente planejado com antecedência por meio de processos testados e consistentes, os elementos críticos não receberão a devida atenção.

Tais planos de projeto devem levar em consideração o período de tempo necessário para cultivar uma mentalidade que reconheça que a diversidade faz parte da estratégia geral. O projeto também deve incluir um programa de avaliação de desempenho que funciona como um mecanismo de responsabilização.

Com o passar dos anos, a tendência de uma empresa que se consolida no mercado é contratar colaboradores que tenham comportamentos parecidos. É como uma receita de bolo que dá certo. Dificilmente o cozinheiro mudará algum ingrediente. Por isso, modificar os perfis contratados pode trazer algum desconforto para alguns profissionais admitidos há mais tempo na organização.

Entretanto, no caso da inclusão, a experiência de muitas corporações tem mostrado que a mudança é válida e que gera resultados satisfatórios em vários níveis. Logo, o que deve ser feito é encontrar meios que permitam a implantação do projeto de forma gradual, porém, sólida.

comunicação com os colaboradores deve ser clara e objetiva. Desse modo, o posicionamento da empresa precisa ser explícito e amplamente divulgado em todas as ferramentas informativas que estiverem disponíveis. Deve ser mostrada a visão que a organização tem dadiversidade, bem como a maneira que ela espera que seus profissionais tratem a temática.

Medidas para execução do projeto

Com a implantação da política de diversidade, algumas ações podem ser executadas, como a extensão dos planos de benefícios aos cônjuges homoafetivos, o prolongamento da licença maternidade e a flexibilização do horário de trabalho.

Criar grupos de discussão e propostas de melhoria dentro da corporação também é uma boa opção. A assembleias podem ser formadas por integrantes do projeto (mulheres, negros, LGBTs, pessoas com deficiência etc.) e pessoas que tenham afinidade com tais causas.

O objetivo das técnicas utilizadas deve visar ao recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento dos profissionais — buscando expandir a responsabilidade social e​ a sustentabilidade da organização.

Para que um programa de diversidade obtenha êxito, não basta apenas ter a concepção de que isso é o certo a ser feito. É preciso que haja uma reflexão do quão relevante é ter um verdadeiro compromisso com a criação de um ambiente que promova a melhor força de trabalho.

A avaliação dos resultados

Não é difícil mensurar os efeitos das ações em prol da diversidade. Tais decorrências são notáveis. Contudo, a avaliação de resultados pode ser feita periodicamente por meio de pesquisas com os colaboradores.

É possível mapear o desempenho das equipes, o alcance das metas, a qualidade dos relacionamentos e o aumento de mulheres, negros, homossexuais etc. em cargos de liderança. Deve-se observar também os níveis de produtividade e até mesmo os lucros e a maneira como a organização é vista externamente.

Uma pesquisa da Organização McKinsey & Company demostrou que empresas que investem em diversidade étnica e racial têm 35% mais chances de ter rendimentos acima da média; organizações com diversidade de gênero têm 15% de chances a mais de aumentar sua lucratividade.

Outra pesquisa — essa da Harvard Business Review — constatou que, nas corporações que reconhecem a diversidade, os colaboradores são 17% mais engajados e dispostos a cumprirem mais do que o exigido em suas funções. Essa mesma pesquisa identificou que há 50% menos conflitos em tais empresas. E isso ocorre porque, quando se trabalha em um ambiente que promove e valoriza as diferenças, as pessoas se sentem mais à vontade para aprender e compartilhar.

Os benefícios da política de diversidade

Organizações que prezam por uma força de trabalho diferenciada encorajam o desenvolvimento de habilidades únicas dos indivíduos, impulsionam a criatividade, fomentam a experiência e o conhecimento, gerando, dessa forma, o senso de pertencimento nos colaboradores.

Com a união de culturas, trajetórias e visões de mundo diferentes, a probabilidade de que sejam encontradas diversas soluções para os problemas cotidianos da empresa é bem maior. Afinal, é do confronto de opiniões divergentes que surgem os melhores projetos.

A organização ganha com a melhora do clima organizacional, pois há mais humanização em seus processos. A melhoria também é visível no relacionamento entre os profissionais e a empresa: há baixa nos índices de turnover, as equipes se tornam mais flexíveis e menos resistentes a mudanças.

Diversidade está associada à qualidade e sucesso, e cada profissional da organização deve perceber e transmitir essa ideia. Sobretudo, é preciso que toda a equipe esteja alinhada a esses propósitos para que tais benefícios sejam perceptíveis. Como vimos, a adoção daspolíticas de diversidade nas empresas é uma tendência mundial, pois proporciona a inovação e aumenta a credibilidade da empresa melhorando sua imagem institucional.

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desenvolvimento profissional

Como o Endomarketing favorece os programas de desenvolvimento profissional?

Os programas de desenvolvimento profissional são de extrema relevância em uma corporação que tem como objetivo a obtenção de colaboradores de alta performance. Esses programas buscam conhecer e desenvolver o time, estimulando seus pontos fortes e dando subsídios para que minimizem pontos de melhoria.

Comunicação em empresas familiares: desafios e melhores práticas

Você sabia que mais de 90% das organizações brasileiras são administradas por famílias? Geralmente, o casal inicia o negócio e, à medida que os filhos crescem, são incentivados a trabalhar. Nesses casos, a comunicação em empresa familiar merece uma atenção redobrada.

Afinal, isso significa ter que lidar com situações emocionais que envolvem pessoas muito próximas, além de fazer com que essa relação permaneça completamente separada dos interesses profissionais.

Não é uma tarefa simples, pelo menos para quem está do lado de dentro. Por isso, hoje nós vamos falar sobre as dificuldades, os principais erros que os diretores cometem, como fazer para conciliar emoção e trabalho, além de dicas para lidar bem com a situação. Continue a leitura!

A diretoria e a comunicação em empresa familiar

Saber se comunicar com o público interno é a ferramenta mais importante de uma gestão corporativa. Além de integrar a equipe, promover mais engajamento entre os membros e aumentar a produtividade, é uma estratégia de negócio que fideliza também os clientes externos. Ou seja, é um benefício que contagia todos os envolvidos.

Acontece que são muitos desafios dentro de uma instituição que é guiada pelas mãos de parentes. Acompanhe cada um:

Dificuldade de conciliar a relação afetiva com a profissional

Uma das primeiras dificuldades do gestor é separar os interesses da família e os da empresa. Por isso, é importante definir o papel e a função exata do novo funcionário desde o início, assim como diferenciar o valor que vai ser investido no negócio do que vai ficar disponível para uso pessoal.

É normal que os familiares tenham um certo grau de intimidade uns com os outros, mas, no ambiente de trabalho, isso deve ser equilibrado. Afinal, é preciso focar o desenvolvimento da empresa com total imparcialidade.

Alinhamento das expectativas

Muitas vezes, a presença de parentes na equipe é entendida como uma maneira de reduzir custos. Nesse caso, o próprio gestor acredita que eles não vão exigir o rigor da lei no que diz respeito ao salário, benefício e limite de horários.

Essa realidade pode até se encaixar em algumas organizações, mas é bom tomar cuidado com a incompatibilidade de interesses. O ideal é que todos passem pela etapa de seleção, recrutamento e entrevista. Dessa forma, fica mais fácil alinhar as expectativas e tratar todos como iguais.

Dificuldade de transição

Nem sempre os filhos estão ligados com os mesmos interesses dos pais. Em algumas situações, a morte do diretor pega todos de surpresa. Em consequência disso, o herdeiro assume a responsabilidade por uma questão de obrigação.

Para que a transição seja bem-sucedida, antes de tudo, é preciso planejar, analisar a capacidade do sucessor, se ele deseja mesmo correr atrás dos objetivos da organização, bem como sua capacidade de liderança e outros quesitos.

Falta de capacitação dos herdeiros

Será que o filho do chefe vai dar conta de tudo? Ele tem responsabilidade para lidar com toda a dinâmica da administração de uma empresa? É notório que qualquer um que entre para assumir o comando precisa ser preparado para encarar essa missão.

Mas, quando começar um treinamento? O ideal é que isso aconteça antes que a presença dele seja essencial. O processo sucessório é uma continuidade que pode resultar em novas ideias para melhorar o que já estava bom — mas é preciso adquirir experiência antes.

Decisões centralizadas pelo gestor

Outro motivo de conflito é quando o gestor não costuma delegar tarefas e informações. Primeiro, porque ele não pode se ausentar: fica eternamente preso ao negócio. Segundo, porque não compartilha a responsabilidade com quem necessita desenvolver a autonomia.

Sendo assim, as pessoas não se sentem comprometidas com as demandas. Falta iniciativa e envolvimento, o que é bastante prejudicial também para a qualidade do que é produzido. O mais indicado é que os processos possam fluir naturalmente, mesmo sem a presença do dono.

Tipos de conflitos em empresa familiar

Diversos conflitos podem surgir dentro de uma empresa familiar. Por exemplo:

  • o filho não tem interesse em trabalhar na mesma área do pai, mas é forçado a entrar no grupo;
  • um dos irmãos se sente excluído nas decisões da empresa;
  • um membro da família acha que está trabalhando mais que os outros;
  • as novas gerações querem inovar na gestão, enquanto os mais velhos são apegados às práticas tradicionais;
  • parentes são escolhidos para ocupar cargos por conta do vínculo familiar e não pela competência;
  • disputas por dinheiro ou poder;
  • divergências quanto à escolha do sucessor do administrador;
  • envolvimento dos empregados nos conflitos da família.

Como resolver conflitos na empresa familiar

Agora que você conhece os principais desafios e conflitos, confira as melhores dicas para vencer as dificuldades:

Melhorar a Comunicação Interna

A falta de disposição para ouvir a opinião dos outros, dividir conhecimentos e trocar experiências não vai levar a empresa a lugar algum. A comunicação é uma habilidade complexa, cheia de nuances que podem ser interpretadas tanto como positivas quanto como negativas.

Também convém considerar que algumas atitudes podem prejudicar os relacionamentos. Fazer críticas pessoais em público, desprezar a sugestão do outro, evitar contato visual enquanto fala ou estar sempre na defensiva são alguns exemplos.

Boas práticas incluem a capacidade de ouvir, interagir com o grupo, estabelecer momentos específicos para o diálogo, adotar uma ferramenta de comunicação, oferecer treinamentos e outras.

Lidar com o desinteresse da família

Apesar de ser comum o empreendedor começar o negócio sozinho e, depois, as gerações futuras tomarem conta, há casos em que o herdeiro segue um caminho completamente diferente do que foi pensado inicialmente.

Antes de qualquer planejamento, é importante considerar o contexto, dialogar com a família e não forçar a barra. Muitos são infelizes hoje porque se sentiram obrigados a continuar uma tradição da qual não queriam fazer parte. Não esqueça de que cada um tem o direito de seguir os próprios talentos.

Ter um plano de desenvolvimento de negócio

É claro que conhecer cada departamento da organização é importante, mas nada se compara ao fato de fazer com que os filhos participem, mesmo que de forma indireta, das principais tomadas de decisão.

Para que a empresa seja sustentável por diversas gerações, é fundamental que todos vivenciem o plano de desenvolvimento do negócio. Dessa forma, a probabilidade de o herdeiro desejar assumir o controle é muito maior.

Fazer um acordo familiar

O acordo é uma série de normas que determina a relação entre sócios, família e negócios. Entre elas, estão informações sobre quem vai trabalhar, a responsabilidade de cada um, nível de autonomia dos parentes, processos de sucessão e outros detalhes.

É importante documentar as decisões por escrito e que todos os membros assinem o acordo. Assim, é possível ter mais segurança nas questões que envolvem a continuidade da empresa.

Formar um conselho familiar

A formação de um conselho ajuda na criação do código de ética da empresa, além de avaliar o cumprimento das metas estabelecidas, os critérios para a entrada de membros da família e outros aspectos.

Todos podem participar, até mesmo pessoas externas à empresa, como empresários, especialistas, consultores etc. Para que tudo funcione bem, é recomendável estabelecer a periodicidade das reuniões para não perder o foco nos objetivos.

Definir o futuro da empresa

Não é porque deu tudo certo na empresa durante 50 anos que ela vai continuar bem, concorda? O mercado muda constantemente e o comportamento do consumidor também. É um processo complexo que pode ser facilitado com algumas práticas.

Principalmente, se o comando da nova geração e a gestão atual se unirem para fortalecer o planejamento e as tomadas de decisão com foco no desenvolvimento sustentável. Nesse momento, é natural reconhecer a necessidade de procurar a ajuda de um especialista.

Incluir um mediador na resolução de conflitos

É sempre bom ter uma pessoa capaz de analisar situações, problemas e conflitos do lado de fora dos acontecimentos. Geralmente, quem está vivenciando não consegue enxergar as soluções, pois é influenciado por questões emocionais.

Entretanto, é possível buscar ajuda de terceiros, ou seja, gente que não tem vínculo familiar e nem faz parte do negócio diretamente, como profissionais de Comunicação Interna, por exemplo. Não hesite em procurar pessoas que têm experiência na área de comunicação para fazer a sua empresa decolar.

Principais erros na Comunicação Interna

Uma coisa é certa: a falta de interação entre um grupo que trabalha junto só traz prejuízos. Não adianta implementar sistemas de tecnologia da informação, fazer mudanças no atendimento ou adotar modelos de controle de qualidade se não houver uma Comunicação Interna eficiente.

Só uma cultura organizacional robusta é capaz de promover o terreno apropriado para simplificar e solucionar problemas que, em grande parte das vezes, estão relacionamentos à desvalorização do capital humano, o maior patrimônio de uma empresa.

Nesse cenário, falta de produtividade, baixo desempenho, perda de clientes, não cumprimento de prazos e metas são apenas algumas consequências geradas pela falta de diálogo entre os departamentos. Também podemos apontar como sequelas: ruídos, fofocas, brigas e disputas internas entre diretores, gerentes e funcionários.

Hoje, mais do que nunca é necessário incentivar a boa convivência entre todos e respeitar as diferenças. Conheça outros erros para trabalhar no sentido de evitá-los na sua rotina:

Não contar com uma equipe de suporte

A contratação de experts ajuda a pensar e executar as ações de Comunicação Interna de modo que elas permaneçam alinhadas aos objetivos externos. Isso acontece por que os profissionais têm habilidades e técnicas específicas, apontam gráficos de desempenho e conhecem as principais tendências de mercado, assim como as melhores ferramentas.

Falta de coerência entre pensamentos e atitudes

Toda empresa deve ter missão, visão (ou propósito) e valores determinados, mas isso não pode ser apenas um conjunto de frases. É preciso tomar muito cuidado para que as informações transmitidas não sejam uma mera formalidade, e sim um modelo a ser seguido com total credibilidade — tanto para funcionários da família como para os demais.

Receber informações da empresa por meio de terceiros

Um erro muito comum é quando o funcionário toma conhecimento sobre as mudanças da instituição por outro canal que não seja a própria empresa. Além de soar desrespeitoso com a equipe, essa atitude contribui para a disseminação de rumores que prejudicam ainda mais a comunicação em empresa familiar. Portanto, não cometa esse erro.

Não envolver os herdeiros nas decisões

Parente que trabalha no grupo também é funcionário. Além de ser informado, é importante que ele participe das discussões que afetem a empresa. Qualquer alteração na rotina de trabalho deve ser planejada em conjunto e esclarecida claramente. O diálogo aberto é um direito extensivo a todos.

Adotar uma comunicação unilateral

A comunicação é uma via de mão dupla, mas, muitas vezes, os canais são utilizados apenas para transmitir conteúdos da diretoria sem que as pessoas sequer participem, possam opinar ou contribuir com uma sugestão. Por causa disso, a equipe sente que está ali apenas para cumprir uma obrigação e o trabalho se transforma em um fardo pesado de carregar, afetando o senso de pertencimento.

Não emitir feedbacks

O feedback não pode ser usado só quando algo dá errado, para chamar a atenção de alguém ou reclamar. Ele é uma ferramenta extremamente útil para destacar pontos fortes, melhorias de desempenho e ainda serve como fonte de aprendizado contínuo, tanto para o liderado quanto para o próprio líder.

Desconsiderar os fatores emocionais

Toda comunicação envolve pessoas e, por esse motivo, convém considerar a natureza emocional delas. Nesse caso, as ações de Endomarketing contribuem para estabelecer uma relação de confiança, estimular o conhecimento, valorizar a força de trabalho e ainda ajudar a enfrentar os problemas que surgem durante o convívio com inteligência.

Como trabalhar o fortalecimento de marca

É natural que uma empresa precise se relacionar bem com os públicos interno e externo. Afinal, é importante divulgar a marca e os produtos, melhorar a reputação, e conquistar e fidelizar clientes. Observe as dicas para conquistar esses objetivos:

Conheça a personalidade da sua marca

Toda marca tem dois lados: uma parte é o que ela realmente é e a outra como é percebida pelo público. O segredo do negócio é fazer com que as pessoas a vejam e se identifiquem com ela: seja conservadora, moderna, inovadora, tecnológica, religiosa etc. Entenda a essência da sua marca para se comunicar com eficácia.

Tenha uma história interessante

É necessário ter um bom propósito para envolver a marca, além de fazer com que todos enxerguem os diferenciais que a tornam tão especial. Quando o funcionário percebe isso, ele transmite a mesma percepção para o cliente. Qual é a história da sua marca? Converta fatos em conteúdos de texto, audiovisuais e outras animações.

Invista na imagem

Para construir uma boa imagem você vai precisar de uma identidade visual poderosa. Afinal, as pessoas precisam reconhecer a sua marca e, para isso, é preciso um logotipo bacana com cores padronizadas e fontes legíveis.

Também é importante saber o que fazer com elas: use para destacar uniformes, informes impressos ou digitais, fachada das lojas, banners, outdoors, perfis nas redes sociais, marca d´água em posts autorais e em qualquer lugar onde for preciso, seja virtual ou não.

Ofereça uma boa experiência de compra

Para fortalecer a marca, é preciso conquistar seguidores, ou seja, é um trabalho contínuo. Faça com que eles se sintam especiais, únicos, exclusivos. Qualquer experiência na sua empresa deve ser positiva: tenha um atendimento personalizado com ajuda de softwares de automação, um site de fácil navegação etc.

Mantenha o foco na liderança

Com a entrada de novos membros da família na empresa, muitas vezes, a adaptação é difícil nos primeiros meses. Acontece que é importante conservar uma postura profissional e escolher sempre a pessoa mais capacitada para falar em nome da empresa, independentemente do parentesco.

Tenha uma cultura de marca

O nome da marca vai além das campanhas publicitárias, principalmente, porque inclui uma série de aspectos físicos e emocionais que constroem o próprio valor no mercado. A sua equipe desempenha um papel importante no que diz respeito ao compartilhamento de crenças, pois tudo começa dentro da empresa.

Cumpra as promessas rigorosamente

Jamais prometa algo que não possa cumprir: isso é propaganda enganosa. Obedeça aos prazos de entrega e garanta que o cliente não se decepcione em nenhuma etapa no processo de venda ou pós-venda. Pelo contrário: faça com que ele seja surpreendido positivamente.

Conquiste mais seguidores

Invista em técnicas de SEO (otimização de palavras-chave) para atrair mais tráfego para o site, alimente as redes sociais com conteúdos criativos, divertidos e relevantes, compartilhe dicas, experiências e tudo o que for necessário para interagir com o público-alvo.

Faça o bem sem olhar a quem

Que tal criar um programa de responsabilidade social ou ambiental? Muitas organizações colocam a marca em evidência dessa forma. Procure uma causa para abraçar e faça o seu papel como cidadão de bem. Além de ajudar, sua empresa vai ser visto como uma organização que se preocupa com o bem-estar da comunidade.

Adote uma estratégia de comunicação uniforme

Mantenha o foco nos canais que você identificou como os mais adequados para construir um bom relacionamento com os públicos interno e externo. Dessa forma, a mesma mensagem pode ser entendida por diversas mídias. Isso otimiza os resultados da comunicação em empresa familiar, além de permitir que as pessoas reconheçam a sua marca em qualquer veículo.

Invista na segmentação da audiência

Quando a comunicação é voltada para um público específico (funcionários do departamento financeiro, clientes que estão em busca de ofertas etc.), a mensagem tem que ser segmentada, ou seja, é preciso selecionar apenas os interessados. Caso contrário, a informação é ignorada e você perde tempo e dinheiro. Por isso, personalize.

Torne sua marca presente no dia a dia das pessoas

Conectar pessoas é o que uma marca deve fazer para se fortalecer. Para fazer parte da rotina da sua audiência, mostre que você pode contribuir com algo. Desse jeito, todos vão saber que podem contar com a sua empresa para o que der e vier. Não se esqueça que investir em pós-venda é um bom motivo para encantar o cliente novamente.

Conte com a ajuda de uma agência especializada

Imagine a seguinte situação: a sua equipe está se desentendendo constantemente, você tenta resolver a situação, mas, quando menos espera, os problemas voltam a acontecer. Ao constatar que o problema maior está sendo criado pelo filho do gerente da empresa, provavelmente, o que você vai ganhar é uma senhora dor de cabeça.

É notório que a empresa familiar requer uma dinâmica diferente. Nesses casos, o ideal é fazer parceria com uma agência especializada em comunicação, principalmente no que diz respeito ao público interno. Por incrível que pareça, uma das vantagens de terceirizar o serviço é a redução de custos. Sem ajuda profissional, o gestor acaba gastando mais. Afinal, tudo é feito sem planejamento e os custos vão aumentando conforme as falhas e os retrabalhos.

Uma agência evita despesas com encargos trabalhistas, operacionais ou de manutenção de equipamentos, por exemplo. A expertise dos consultores existe justamente para atender às suas necessidades, de acordo com o perfil do seu negócio.

Ao investir no que realmente funciona, com as ferramentas adequadas, é possível melhorar o desempenho e não desperdiçar recursos em ações que não geram retorno. Outro benefício de investir é reduzir a rotatividade de funcionários.

Isso acontece por que eles se tornam mais produtivos, engajados e motivados. Não resta dúvidas da importância de melhorar a imagem da marca com a participação da equipe. Não é por acaso que o Endomarketing é uma estratégia que acolhe as pessoas de um jeito amigável.

Como você viu, a maioria das empresas brasileiras é administrada por famílias. Isso significa que o gestor tem que lidar com diversas situações, inclusive, equilibrar emoção e razão para agir com profissionalismo. Nesse sentido, saber se comunicar com o público interno é uma habilidade primordial.

Além de integrar as pessoas, promover mais engajamento de funcionários e aumentar a produtividade, essa estratégia de negócio fideliza também os clientes externos. É claro que os desafios são muitos, como conciliar a relação, alinhar as expectativas do negócio com as da pessoa, dificuldades na transição de membros, falta de capacitação do herdeiro e outros.

Os vínculos emocionais entre os membros da família no ambiente corporativo também podem impactar o relacionamento profissional. Motivo de preocupação é a ausência de capacitação, já que isso pode interferir no bom andamento dos projetos.

Com todas as suas características, as empresas familiares apresentam certas vantagens, como o comprometimento e a lealdade dos parentes que podem fazê-la crescer ainda mais e se tornar uma grande organização. Ao mesmo tempo, também apresentam desvantagens e desafios, que podem até ser motivo de falência.

No entanto, é possível driblar esses problemas ao melhorar o processo comunicativo, fazer um acordo familiar, formar um conselho, ter um plano de desenvolvimento e buscar ajuda de um mediador para ter uma visão imparcial capaz de apontar os melhores caminhos.

A comunicação em empresa familiar é um item indispensável para você alcançar o sucesso profissional. Se uma mudança estratégica interferir no comportamento do funcionário, agir com transparência e ética é sempre o melhor caminho. Um ambiente que valoriza a Comunicação Interna tem lideranças comprometidas em consolidar a cultura do diálogo.

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Dia das Mulheres P3K 2018: um convite à reflexão

O Dia da Mulher na P3K Comunicação foi mais uma vez marcado pelo convite à reflexão. Todos nossos colaboradores, homens e mulheres, levaram para casa o livro “Sejamos Todos Feministas” da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, e outras peças sobre o tema também foram divulgadas em nossa rede social interna para marcar a data e reforçar o questionamento: Vamos falar sobre Feminismo? 

A P3K reitera seu compromisso com a equidade e os direitos da mulher na nossa sociedade e no mundo, pois acredita que é ampliando a consciência de cada um e jogando luz sobre os temas que ainda precisam ser debatidos e refletidos que alcançaremos o sonho de viver numa sociedade pautada em princípios e valores. É neste mundo que queremos viver e trabalhar, é este mundo que construímos fazendo a nossa parte.

“O Dia Internacional da Mulher é uma ocasião para olhar para trás sobre as lutas e realizações passadas, e mais importante, para olhar em frente para o potencial inexplorado e oportunidades que esperam as futuras gerações de mulheres.” ONU

livro sejamos todos feministas
pessoas conversando

Compliance e o Endomarketing: como essas áreas podem beneficiar sua empresa?

O Compliance e o Endomarketing estão diretamente ligados e são muito importantes para a boa gestão das organizações. Entender o que ambos significam e de que maneira se relacionam é crucial para garantir que uma empresa tenha espaço, renome, relevância e sucesso no mercado.

Mas, afinal, o que é Compliance? A palavra é uma variação de “comply” que, em inglês, significa “agir de acordo com as normas”. Ampliada para conceito, implica na capacidade que uma empresa tem de cumprir todas as normas e regras determinadas pelos órgãos competentes, de acordo com os padrões estabelecidos.

Garante ainda a implementação de controles internos e externos, além de diretrizes necessárias para o bom andamento do trabalho em todas as esferas possíveis, como jurídica, financeira, tributária, fiscal, ambiental, contábil, ética, entre outras.

Já o Endomarketing nada mais é do que o marketing voltado para o público interno da empresa, ou seja, o conjunto de ações estratégicas desenvolvidas com foco único nos próprios colaboradores. Ele é fundamental para levar a todos os profissionais o conhecimento sobre as ações de Compliance.

Agora que você já conhece os conceitos de Compliance e Endomarketing, que tal entender melhor de que maneira essas duas áreas se influenciam e como podem beneficiar a empresa? Confira os tópicos que listamos abaixo!

Garantia da reputação

O Compliance e o Endomarketing atuam em conjunto para a garantia da reputação da empresa. Isso porque é por meio das ferramentas de Compliance que a empresa consegue crescer e atingir as metas de sucesso.

E o Endomarketing é fundamental nesse processo, já que dialoga diretamente com os colaboradores, que são as pessoas que executam o trabalho e são responsáveis não apenas pelo entendimento de que metas são essas, mas também pela realização do esforço para que elas sejam atingidas e superadas constantemente.

Para conquistar e garantir boa reputação no mercado, sendo reconhecida por seus clientes e seus concorrentes, uma empresa precisa necessariamente cumprir todas as normas em todas as esferas possíveis, além de ter colaboradores alinhados com esses valores e cientes do que é Compliance e da importância em alinhá-lo aos objetivos estratégicos da companhia.

Aumento da credibilidade interna e externa

O aumento da credibilidade interna e externa da empresa passa pelo Compliance e o Endomarketing. Isso porque atuar com consciência e segurança, dentro dos padrões estabelecidos por lei e agindo da maneira que os órgãos regulamentadores esperam, gera credibilidade.

Uma empresa que burla as regras, sonega impostos, não cumpre a legislação ambiental, erra na forma de contratar e remunerar seus colaboradores ou atua com outras irregularidades tem a credibilidade comprometida tanto com os próprios órgãos da esfera pública quanto no mercado em geral.

Além disso, perdem a credibilidade com os profissionais, que deixam de vestir a camisa e passam e enxergar toda a corporação com desconfiança.

Implementação da cultura organizacional

Ao passo que o Endomarketing deve atuar na propagação dos valores e missão da empresa promovendo uma comunicação clara, transparente e efetiva, que seja entendida por todos os colaboradores, o Compliance deve ser considerado para a definição desses valores, missão e para a implementação da cultura organizacional da empresa.

É necessário utilizar quadros de aviso, e-mails informativos, palestras, seminários ou mesmo conversas diretas para garantir o entendimento total de todos os profissionais sobre de que maneira devem desempenhar suas funções e o que a empresa espera deles.

Também é importante reconhecer as boas condutas e promover ações de recompensa, para motivar cada vez mais os colaboradores e reter talentos, além de aumentar a produtividade e estimular os demais profissionais.

Otimização dos processos

Trabalhando juntos, o Compliance e o Endomarketing garantem a otimização dos processos. Isso porque assegurar que todas as ações da empresa sejam desenvolvidas de acordo com as normas estabelecidas por lei minimiza a chance de erros e falhas que podem custar caro.

Além disso, elimina o retrabalho, propiciando mais eficiência e agilidade aos procedimentos realizados pelos profissionais. Também assegura que o diálogo seja objetivo dentro da empresa e faz com que todos tenham domínio da metodologia de trabalho. O resultado é, além da melhora do clima organizacional, a otimização dos processos, que são realizados com mais competência e agilidade.

Mais eficiência na gestão de riscos

O compliance permite que a empresa identifique todos os riscos inerentes à sua operação. Esse mapeamento é extremamente importante, pois é a partir dessa análise que são definidas as estratégias e que são estabelecidos os meios de controle interno para prevenir esses riscos, além de reduzir os impactos que podem provocar.

O Compliance garante mais eficiência na gestão de riscos, fornecendo informações cruciais para que os gestores possam tomar decisões estratégicas com plena consciência. Mensurar os impactos negativos que podem ocorrer é o primeiro passo para evitar que eles aconteçam e proteger de forma efetiva a empresa, seu patrimônio e colaboradores em todas as esferas de atuação.

Melhor nível de governança corporativa

A governança corporativa consiste no sistema que gere, monitora e incentiva a empresa. Envolve o relacionamento entre gestores, empresários, conselho administrativo e órgão fiscalizadores, ou seja, está diretamente ligada ao Compliance.

Garantir bons níveis de governança corporativa resulta em ética, transparência, abertura das informações, equilíbrio dos direitos dos acionistas e implica no estabelecimento de recomendações e diretrizes práticas que devem assegurar a obediência às regras do país, ou seja, no Compliance. Empresas que querem crescer e se firmar precisam valorizar a governança corporativa.

Conforme mostramos no texto, o Compliance e o Endomarketing estão diretamente ligados e são complementares. Uma empresa é feita não apenas de processos e tecnologias, mas também de pessoas.

Enquanto o Compliance garante que toda a metodologia corporativa esteja em dia com as obrigações fiscais, tributárias, contábeis, éticas, entre outras, o Endomarketing aumenta o engajamento e assegura que os colaboradores tenham conhecimento dessas normas e façam o que precisa ser feito para que elas sejam cumpridas.

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COLABORADORES EM AMBIENTE DESCONTRAÍDO

Saiba como implementar o marketing sensorial para o público interno

Provavelmente, você já ouviu falar de cores que estimulam o relaxamento, o apetite ou, ainda, sobre aquelas geram certo alerta a fim de atrair atenção. E quem nunca se deparou com um grande cartaz, vídeos explicativos e amostras grátis de comidas, perfumes, maquiagens, entre diversos outros produtos?

A esse tipo de estratégia damos o nome de marketing sensorial. Ela consiste em atrair e conquistar o público por meio de estímulos aos seus sentidos, que são, visão, audição, olfato, tato e paladar. A visão e a audição são os sentidos que, se bem estimulados, conquistam mais pessoas.

Todavia, este artigo não vai tratar da atração do público externo, mas do público interno. Você sabia que o uso do marketing sensorial também é capaz de atrair talentos e engajar os profissionais? Isso mesmo! Vamos explicitar, neste post, quais são os artifícios para fazer Endomarketing estimulando os sentidos dos colaboradores.

Vídeos de Endomarketing institucionais

Os vídeos de Endomarketing são estratégias de marketing sensorial muito bacanas. Em vez de ter uma pessoa falando sobre um assunto que precisa ser exposto, pode ser realizada a transmissão de um vídeo interativo.

Esses vídeos têm a característica de gerar conhecimento e transmitir informações de forma leve, didática e descontraída, prendendo a atenção dos profissionais, sendo claro e direto ao transmitir as ideias.

Cartazes motivacionais

Colocar cartazes motivacionais nos corredores da corporação é uma ótima estratégia. A cada semana, um tema pode ser escolhido para ser colocado em um quadro de avisos. Por exemplo, se tema da semana for saúde mental, um texto que aborde o tema pode ser redigido e exposto.

Com isso, os profissionais vão se sentir mais abertos e produzir conversas mais profundas. As conversas nutridas nos momentos de intervalo também são fonte de estímulo ou desânimo. Dessa forma, contribuir com temas que podem gerar assuntos interessantes é uma estratégia sábia para aprimorar a qualidade de reflexão dos profissionais.

Além disso, demais cartazes, desejando um bom dia de trabalho ou com uma frase de motivação, podem mudar o dia de uma pessoa e fazer com que ela, até mesmo, encontre soluções para seus problemas pessoais.

Intervenções teatrais usando marketing sensorial

Como foi exposto, a visão e a audição são os sentidos que mais atraem o público. Por isso, realizar o marketing sensorial por meio de grupos teatrais é uma estratégia muito inteligente. Inclusive, muitas empresas usam esses grupos para dar informações de utilidade pública, tais como a importância do exame da mama ou de próstata.

Abordar assuntos delicados de maneira lúdica é um modo bem gentil de deixar as pessoas confortáveis e abertas àquele tema. Além disso, esse tipo de abordagem pode ser feito apenas com o intuito de gerar entretenimento aos colaboradores, como depois ou antes de uma fase tensa. Alternar a tensão com esses momentos mais leves é um excelente estimulante.

Sabemos que, nesse mercado cada vez mais exigente e competitivo, fica difícil evitar situações que geram estresse. Todavia, cuidar para que o colaborador não esteja exposto apenas a isso é uma demonstração de valorização muito grande. Afinal, contribuir para a saúde mental de um indivíduo é uma atitude nobre e que deve ser cada vez mais difundida.

Grupos de exercício coletivo

O dia a dia corporativo é um convite ao sedentarismo e, com isso, muitas vezes os colaboradores desenvolvem dores musculares ou sofrem de lesão por esforço repetitivo.

Por isso, criar grupos de exercício coletivo é benéfico tanto para liberar a endorfina — que é o hormônio do prazer e se produz por meio de atividades físicas — quanto para gerar disposição e contentamento nos indivíduos.

Vale a pena separar alguns minutos no início do expediente a fim de os colaboradores fazerem alongamentos, instruídos por uma profissional capacitada.

Dessa forma, eles vão se sentir mais aptos a realizar suas tarefas de maneira positiva e livres de incômodos. Além disso, ao movimentar o corpo, as pessoas tomam uma postura mais aberta e ativa, o que os estimulará a serem mais compreensivos e proativos.

Jogos e competições internas

Jogos e competições internas são formas de unir e motivar as pessoas. Vale lembrar que essas dinâmicas devem ser conduzidas de maneira saudável, de forma a fazer com que todos colaborem entre si e possam sair beneficiados em maior e menor grau.

Realizar bingos, buscas na intranet, produzir um álbum e fazer com que os colaboradores “troquem figurinhas”, entre outras brincadeiras simples, são capazes de gerar extremo entusiasmo nas pessoas.

Os indivíduos têm o instinto natural da competição e se estimulam por meio de desafios. Logo, fornecê-los de maneira divertida e descontraída é muito benéfico para o desenrolar saudável das atividades organizacionais.

Comemoração de datas festivas e aniversários

Realizar uma confraternização mensal para agraciar os aniversariantes do mês é uma excelente estratégia de Endomarketing. Assim, você gera integração entre as pessoas e mostra que se lembrou delas. Além disso, oferecer brindes em datas comemorativas, tais como, chocolate em época de Páscoa, faz com que, de fato, o profissional se sinta em casa.

Isso ajuda a minimizar a pressão do dia a dia corporativo e a recordar que, mais do que gerar resultados, os colaboradores também criam histórias e fazem parte do alicerce que rege os sucessos da organização em comunhão com as próprias conquistas.

Dessa forma, caso precise comparecer ao trabalho em alguma data comemorativa, o indivíduo não fica tão desanimado ou insatisfeito, pois sabe que será acolhido e poderá aproveitar a temática daquele dia.

Como vimos, agregar o marketing sensorial às estratégias de Endomarketing é uma atitude muito sábia para engajar os profissionais e mostrar a eles o quanto são importantes.

Além disso, é possível auxiliá-los a sair da rotina e a criar memórias favoráveis dentro da corporação. Eles passam a se sentir parte integrante, atuando com mais engajamento. Portanto, os resultados aumentam e o clima organizacional se dá de maneira saudável.

E então, gostou do nosso post? Como se dão as estratégias de Endomarketing em sua empresa? Você conhecia o marketing sensorial? Deixe um comentário e conte suas experiências!

investir em endomarketing

Investir em Endomarketing: como definir um orçamento?

É consenso que, na contemporaneidade, a maioria das pessoas passa a maior parte do tempo no ambiente de trabalho. Além disso, uma pesquisa realizada com a Mindmetre em parceria com o diretor da empresa Regus do Brasil, afirma que, em média, 46% dos colaboradores levam trabalho para realizar em casa e até 32% dos entrevistados alegaram ter um trajeto de até 40 minutos para chegar ao ambiente corporativo.

Isso significa que, para esses profissionais atuarem com qualidade e satisfação, é ideal que a empresa se preocupe em proporcionar o melhor ambiente possível. Pensando nisso, na década de 90, surgiu o Endomarketing, embasado no pensamento de Saul Bekin que defendia a importância de direcionar o marketing, sobretudo, para o público interno. Afinal, é esse público que contribui imensamente para que a organização obtenha sucesso.

Contudo, ainda hoje, existem instituições que não adotam o Endomarketing por não conhecer a sua importância e pela ideia de que seria um custo em vão. Por isso, vamos explicitar neste artigo, os motivos pelos quais é benéfico investir em Endomarketing e quais são os passos principais a analisar no momento de implementá-lo em seu negócio.

Qual a importância de investir no Endomarketing?

É interessante analisar a grande relevância que as empresas dão em gerar uma boa visão para o público externo. Muitos investimentos são empregados em estratégias de marketing para difundir cada vez mais a marca do lado de fora. Todavia, para o público interno, o cenário é oposto. Muitas vezes, os colaboradores não são valorizados como deveriam e acabam perdendo o entusiasmo ao exercer suas atividades.

Isso acarreta um aumento na rotatividade e a queda de produtividade, gerando, consequentemente, a perda financeira para a corporação que terá de investir mais em recrutamento e seleção, além de tentar equilibrar os resultados perdidos. Há também o risco de haver uma baixa no clima organizacional, tornando os profissionais tensos e inseguros.

Por isso, é primordial que a empresa se empenhe em melhorar sua imagem diante de seus colaboradores. Aí entra o Endomarketing, com estratégias que visam fazer com que o público interno se sinta acolhido e parte integrante da organização. Dessa forma, tal ferramenta se torna um investimento, pois aumenta o engajamento profissional e, em seguida, os resultados positivos.

O que levar em consideração na hora de separar a verba?

Para separar a verba no momento de implementar estratégias de Endomarketing, é importante analisar a relevância dos assuntos que serão tratados, quais canais de comunicação serão utilizados, quais tipo de ações serão feitas, o número de pessoas e, mais importante, o retorno que será obtido por meio desse trabalho.

Com essa análise sistêmica, fica mais fácil observar o que de fato dará certo. Avaliar as verdadeiras necessidades dos profissionais é importante também. Afinal, se você ofertar uma viagem internacional a um colaborador que não tem domínio do inglês, por exemplo, é bem provável que o retorno seja mais de desânimo do que de interesse. Por isso, é indispensável embasar-se em um planejamento realista e empático.

Qual a diferença entre Endomarketing e Comunicação Interna?

A Comunicação Interna é complementar ao Endomarketing. Contudo, suas distinções são notáveis. A primeira tem o objetivo de transmitir aos profissionais os comunicados necessários para o bom andamento das tarefas por meio de canais oficiais. Feita com clareza e ética, é capaz de ampliar o engajamento dos colaboradores que vão se sentir valorizados e vão ter confiança na corporação.

Já o Endomarketing é composto por ações para que o profissional se engaje. As principais práticas desse método são brindes, festas, e-mail marketing, happy hours, peças gráficas, entre outros. Ou seja, tem o intuito de fazer com que o público interno se sinta mais à vontade e diminua a pressão no ambiente de trabalho.

Existe algum valor mínimo para investir em Endomarketing?

Não há um valor mínimo para investir em Endomarketing. O que deve ser levado em consideração é o caixa disponível e os objetivos que a empresa deseja atingir ao colocar em prática tais estratégias. Por isso, é bom realizar um checklist para avaliar qual é o retorno esperado, quais necessidades dos profissionais podem ser atingidas, como trabalhar com sabedoria de acordo com a realidade da organização, entre outras questões que vão gerar maior clareza no momento de investir.

Por que o trabalho em parceria com uma empresa especializada é importante para obter os resultados esperados?

Na maioria das vezes, os profissionais que seriam responsáveis pelo Endomarketing da empresa possuem demandas mais urgentes e acabam deixando essas estratégias em segundo plano por falta de tempo hábil para planejamento. Por isso, entrar em parceria com uma organização especializada é tão benéfico.

Por meio de uma agência capacitada, a corporação acaba ganhando uma extensão e pode contar com pessoas de qualidade que vão trabalhar em prol de atender as suas necessidades, fazendo o planejamento das ações a serem tomadas, a produção de conteúdo, o contato com fornecedores e as demais tarefas. É uma garantia de um trabalho com excelência que cumprirá prazos e desafogará os profissionais do negócio.

Por que contratar a P3K é uma boa estratégia de investimento em Endomarketing?

A P3K é uma corporação que possui uma equipe extremamente capacitada e engajada, com o objetivo de atender seus clientes de forma criativa e eficiente. É uma agência que tem 100% do seu foco voltado à implementação e ao aprimoramento de estratégias de Comunicação Interna e Endomarketing.

Além disso, a P3K busca realizar suas atividades em contato direto com o cliente, analisando suas necessidades e apresentando uma visão mais ampla de mercado capaz de alavancar os resultados de qualquer corporação.

Como vimos, investir em Endomarketing gera diversos benefícios para a corporação. Além de manter os profissionais engajados e satisfeitos, aumenta a produtividade e a qualidade do que está sendo produzido. Por isso, para se tornar ainda mais competitivo no mercado de trabalho, é ideal que a implementação do Endomarketing seja feita. Vale a pena, ainda, ressaltar a importância de entrar em contato com uma empresa especializada para que o processo se conclua de forma efetiva.

E então, gostou do nosso artigo? Que tal não perder mais tempo e investir no Endomarketing da sua empresa? Entre em contato conosco e confira!