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duas pessoas se comunicando

Conheça 8 maneiras de se comunicar com o público interno

Toda empresa que busca o sucesso precisa acertar na maneira de comunicar com o público interno. É necessário que as mensagens sejam repassadas aos colaboradores de maneira eficiente, transparente e objetiva, sem a interferência de ruídos. Dessa forma, o trabalho flui, os profissionais atuam em conjunto e as metas da empresa são atingidas mais facilmente.

Entretanto, escolher a ferramenta adequada ou a combinação de ferramentas é essencial para garantir que as mensagens pretendidas cheguem de maneira satisfatória aos colaboradores. É necessário que haja planejamento e avaliações constantes, para que, caso necessário, novos rumos sejam tomados. Isso porque a comunicação é fundamental para a estratégia da empresa.

Entre os principais objetivos da Comunicação Interna Empresarial estão: engajar os colaboradores, manter todos atualizados sobre procedimentos, normas e regras de conduta, parabenizar ou comemorar um objetivo atingido, repassar informações importantes, entre outros.

Listamos abaixo oito ferramentas que podem ser utilizadas para a comunicação com o público interno da empresa. Confira quais são elas!

1. E-mail corporativo

Diante de toda a revolução tecnológica, o e-mail corporativo pode parecer ultrapassado, mas ainda é muito utilizado e tem eficácia comprovada. Por meio de disparos automáticos, é possível transmitir a informação a todos os interessados de maneira ágil e simultânea.

Além de poder ser acessado remotamente, o que é uma grande vantagem em razão de propiciar mobilidade aos colaboradores sem prejudicar o recebimento de informações, pode ser consultado a qualquer momento em caso de esquecimento. Além de transmitir informações, como avisos sobre imprevistos ou novidades, o e-mail ainda pode ser usado para agendar e confirmar participações em reuniões corporativas.

2. Drive compartilhado na nuvem

Documentos, planilhas, arquivos de texto, vídeos, apresentações em slides. Todos esses materiais são utilizados diariamente em todas as empresas em ampla atuação, tanto para a realização do trabalho em si quanto para o compartilhamento de informações relevantes.

Adotar drives compartilhados na nuvem é interessante para garantir a comunicação adequada com o público interno de maneira segura e eficiente. Isso porque, na nuvem, os documentos podem ser acessados remotamente por diversos colaboradores simultaneamente e com segurança. A construção do trabalho ou da mensagem a ser repassada é feita em conjunto. Entre os drives mais comuns estão o Google Drive, o DropBox e o Box.

3. Reunião “one on one”

A reunião “one on one” nada mais é do que uma conversa cara a cara. Deve ser feita periodicamente, com foco no colaborador. Nesses encontros, é importante que o gestor fale de maneira segura e séria, repassando as informações necessárias, promovendo feedbacks ou informando sobre projetos futuros. O momento é ideal para ajustar a postura do profissional às expectativas e demandas da empresa.

Também é necessário separar alguns minutos, preferencialmente ao final da conversa, para escutar o colaborador, ouvir possíveis dúvidas e explicitar que o canal de comunicação “one on one” funciona em duas vias.

4. Intranet

A intranet nada mais é do que uma rede corporativa de acesso exclusivo dos colaboradores. Desde gestores até estagiários, todos os contratados podem acessá-la e obter informações padronizadas e relevantes.

Também é possível integrar sistemas, permitindo, por exemplo, a consulta pessoal do relógio de ponto, recebimento de contra-cheques, avisos personalizados ou comunicados gerais, entre outras funcionalidades importantes que facilitam a comunicação com o público interno da empresa.

5. Newsletter

A newsletter consiste em uma espécie de revista da empresa. Deve conter informações bem trabalhadas e relevantes, e atua no estabelecimento de uma conexão entre empresa e colaboradores. Além do papel educativo, promove a valorização dos profissionais.

Pode ser desenvolvida no formato impresso ou digital, e deve ser esteticamente agradável e instigante, para despertar a atenção dos colaboradores e fazer com que desejem ler os textos disponibilizados. Também pode ser utilizada como vitrine para entrevistas com profissionais, apresentação de resultados, disseminação da cultura organizacional, apresentação de metas futuras, entre outras finalidades.

6. Mural de avisos

Os murais de avisos consistem em uma ferramenta offline utilizada pela empresa para se comunicar com o público interno. São estratégicos e de grande valor. Devem ser posicionados em locais previamente estudados, para que sejam vistos com frequência pelos colaboradores durante a jornada de trabalho.

É importante mantê-los fixos, para que tornem-se referência e sejam consultados quase que diariamente pelos profissionais em busca de informações. Como precisam captar a atenção dos colaboradores, devem conter informações claras e objetivas, mensagens curtas e diretas, além de serem esteticamente chamativos e agradáveis.

Precisam ser atualizados constantemente e podem conter avisos pontuais, mensagens de congratulação, dicas de de saúde e bem-estar, informações sobre feriados, etc.

7. Videoconferência

Se a rotina da empresa comporta viagens ou trabalhos externos constantes, apostar na videoconferência para a Comunicação Interna é uma ótima opção. É possível reunir simultaneamente todos os agentes necessários para a conversa a um custo muito baixo. Basta apenas utilizar um dispositivo com câmera e acesso à internet. A videoconferência encurta distâncias e aproxima gestores e colaboradores, permitindo a interação em tempo real.

8. Perfil comportamental

Para garantir a eficácia da comunicação com o público interno, é importante fazer o mapeamento do perfil comportamental. Isso porque a maneira de dialogar com uma equipe pode ser diferente da maneira adequada para transmitir mensagens à outra.

É importante avaliar os colaboradores um a um, e em seguida as equipes uma a uma, para entender melhor qual ferramenta deve ser utilizada para atingir satisfatoriamente os diferentes setores da empresa.

Alguns setores vão responder melhor às ferramentas online, como emails. Já outros vão se identificar com o mural de avisos, por exemplo. O direcionamento é essencial para garantir o êxito na Comunicação Interna.

É crucial ficar atento às tendências de Comunicação Interna e Endomarketing, braço fundamental de qualquer empresa que busque consolidação no mercado. Valorizar e dialogar com os colaboradores é tão importante quanto manter um bom relacionamento com o público externo, fornecedores e clientes, desenvolver um bom produto e inovar.

Mostramos acima oito maneiras de comunicar com o público interno da empresa. É necessário desenvolver uma estratégia eficiente e promover diagnósticos constantes, avaliando se os rumos tomados estão dando os resultados esperados ou se é preciso investir em novas metodologias para garantir a comunicação de maneira eficaz.

Agora que você já conhece algumas ferramentas para comunicação interna da empresa, que tal compartilhar esse post nas suas redes sociais e repassar a informação aos seus colegas de trabalho e amigos?

pessoas discutindo estratégia de CI

Quais os profissionais envolvidos em uma estratégia de Comunicação Interna?

Sempre em busca de estratégias eficientes para atrair novos clientes e aumentar o lucro de seus negócios, empreendedores normalmente colocam o foco do trabalho todo no público externo. Porém, se uma atenção especial não for dada ao público interno, todas as ações podem não alcançar os resultados esperados.

Desenvolver uma estratégia de Comunicação Interna é fundamental em qualquer tipo de organização para que todos os colaboradores possam explorar os recursos e desenvolver boas soluções.

Nesse sentido, a P3K Comunicação é uma agência referência no mercado, especializada em Comunicação Interna Estratégica e Endomarketing. Por isso, criamos este artigo com informações para você conhecer o trabalho dos profissionais por trás dessas ações. Confira!

O que é uma estratégia de Comunicação Interna?

A comunicação dentro de uma empresa tem um papel muito importante no seu sucesso. Diferentes áreas da companhia devem estar conectadas para que todas as oportunidades de mercado sejam exploradas e aproveitadas.

É importante quebrar as barreiras internas e promover um ambiente colaborativo e agradável. A integração entre os setores, a abertura de canais de comunicação, a desburocratização de processos e o conhecimento da identidade da marca e de seus colaboradores faz parte dessa ação.

Para que esse trabalho seja feito, é recomendado contar com a ajuda de uma equipe especializada que reúne profissionais de diferentes áreas preparados para criar boas estratégias de comunicação.

Quais são os profissionais envolvidos nessa estratégia?

Os profissionais que trabalham com a estratégia de Comunicação Interna têm perfis e habilidades bem variadas. Dentro das empresas, normalmente, quem trabalha com CI são profissionais da área de Comunicação Corporativa, Recursos Humanos e Marketing.

Esses profissionais podem ser jornalistas, administradores e publicitários, com conhecimento aprofundado sobre os negócios, e buscam trabalhar criatividade e experiência para elaborar estratégias específicas para as necessidades de cada cliente atendido.

Qual é o papel de cada profissional no trabalho de CI?

Dentro de uma agência especializada na estratégia de Comunicação Interna, há diferentes responsabilidades para cada cargo. Vejamos uma lista detalhada das funções:

Atendimento

O profissional responsável pelo atendimento deve analisar qual é a necessidade do cliente. É ele quem faz o contato direto e capta as principais informações para iniciar o trabalho. Ele aciona as equipes de criação sempre que o cliente precisa de uma nova solução.

Quem desempenha a função de atendimento também cuida do relacionamento com os fornecedores. Esse cargo pode ser desempenhado por um jornalista, publicitário ou um profissional de Relações Públicas.

Planner

Esse profissional, que pode ser um jornalista ou publicitário, trabalha desde o planejamento estratégico da comunicação das empresas até campanhas mais simples. É ele quem define o mote e os direcionadores da identidade visual, alinhando o plano tático da operacionalização dos trabalhos e campanhas.

Redator

O redator é o responsável pela produção de textos que envolvem as campanhas, gestão e produção de conteúdo para os canais de comunicação. O profissional para exercer essa função pode ser também um jornalista ou publicitário. Ele também será responsável pelas revisões de propostas e textos.

Diretor de arte

O diretor de arte tem formação em Design. Ele é responsável pela produção de conceito e identidade visual das campanhas, áreas ou canais. É dele a responsabilidade com a identidade da marca do cliente e do correto uso das imagens e tecnologia para encantá-los e fidelizá-los.

Assistente de arte

Esse profissional, também com formação em design, faz a produção das peças que chegam ao cliente final. É o responsável pela entrega dos móbiles, webcards, cartazes, banners, dentre tantos outros materiais que concretizam uma Comunicação Interna e um Endomaketing eficazes.

Como os profissionais buscam a capacitação?

Para obter bons resultados nessa área, é preciso investir em capacitação, sempre inovando e buscando novos conhecimentos. Os profissionais responsáveis pela estratégia de Comunicação Interna devem entender suas funções dentro da agência e analisar as habilidades e conhecimentos necessários.

Há diversos cursos de especialização interessantes para realizar um melhor atendimento ao cliente, utilizar boas técnicas de escrita, novas ferramentas para criação de artes digitais e impressas ou outras habilidades que são necessárias para cada função.

Quais são os diferenciais dos profissionais da P3K Comunicação?

A P3K Comunicação está há 9 anos no mercado, estabelecendo verdadeiras parcerias com seus clientes e promovendo grandes resultados.

O grande diferencial da agência é o alto nível de conhecimento de seus profissionais, especializados em diagnóstico, planejamento estratégico, execução de campanhas e ações e, ainda, a mensuração constante dos resultados, a fim de sempre otimizar o trabalho.

Os clientes da agência têm perfis bem variados, como bancos, empresas do ramo esportivo, companhias de telefonia, setor agrícola e varejistas do mundo da moda. Essa diversidade dos clientes exige uma grande adaptabilidade dos profissionais da agência, fazendo com que a criatividade seja explorada ao máximo e que eles estejam sempre motivados em busca de novos desafios.

Por que escolher a P3K Comunicação?

A P3K Comunicação é a principal escolha para trabalhar com uma agência especializada em Comunicação Interna e Endomarketing pois ela reúne o conhecimento e experiência necessários para atender os clientes, ajudando-os a criar um ambiente de alta performance que seja agradável e confortável.

Os profissionais possuem uma preocupação constante na entrega de resultados, sempre monitorando as ações e campanhas e avaliando os ganhos obtidos, no intuito de buscar a melhoria contínua.

Mais do que profissionais especializados em Comunicação Interna e Endomarketing, a P3K Comunicação traz pessoas apaixonadas por Comunicação, que buscam os melhores resultados para as organizações por meio das ferramentas mais adequadas e das estratégias sempre inovadoras, baseadas na experiência de mercado e na aplicação de melhores práticas.

Portanto, se você quer alcançar bons resultados com a sua empresa, atraindo novos clientes e fechando grandes negócios, precisa desenvolver uma estratégia de Comunicação Interna, estando atento aos seus colaboradores, que são as pessoas que fazem o negócio acontecer.

Seus colaboradores devem encontrar um ambiente colaborativo, sem barreiras para o crescimento e desempenho das funções. Para isso, conte com a empresa que é referência no mercado. A P3K Comunicação está pronta para atender você e desenvolver as melhores ações.

Então, quer implantar uma estratégia de Comunicação Interna realmente eficiente para a sua empresa? Entre em contato conosco e poderemos ajudar!

Reunião para investir em comunicação interna

5 sinais de que é hora de investir em Comunicação Interna na sua empresa

Os resultados do investimento em Comunicação Interna (CI) vão muito além do ambiente interno da empresa. Afinal, a forma como a corporação é vista pelo mercado e pelos clientes é reflexo do que ocorre em seu interior.

As informações devem circular dentro de uma empresa, pois isso melhora as relações com os colaboradores e evita uma série de problemas. Para tanto, é necessário um bom planejamento organizacional, que inclua a CI.

Investir em Comunicação Interna faz parte das estratégias para que os negócios fluam como o esperado. A qual é responsável por estreitar o elo entre os setores de uma organização. Entenda mais sobre as funções de uma comunicação eficiente e quando a sua empresa deve investir nessa estratégia.

Atribuições da Comunicação Interna

A Comunicação Interna é, basicamente, formada por processos de troca de informações em um ambiente empresarial. Existem vários canais que favorecem a circulação das notícias dentro de uma organização. Entre eles estão:

  • jornais (impressos ou eletrônicos);
  • revistas;
  • mural de avisos;
  • newsletter;
  • rede social corporativa;
  • intranet.

A escolha do melhor veículo depende do público que se quer alcançar. No entanto, seja qual for o meio de publicação, ele será uma ferramenta estratégica para aumentar a confiança dos colaboradores e otimizar o tempo nas tomadas de decisões — desde que todas as ações sejam bem planejadas, é claro.

Contudo, quando essas funções não estão sendo cumpridas e deixam de atender às necessidades da empresa, é preciso pensar em atitudes para que o sucesso da empresa seja alcançado. Há algumas situações que, ao serem detectadas, fornecem indícios da necessidade de intervenção.

Sinais de que você deve investir na Comunicação Interna

1. Clima organizacional desestabilizado

O ambiente de uma instituição é formado por vários fatores e, por essa razão, ele não é fácil de ser definido. Dentre as acepções de clima organizacional mais conhecidas estão:

  • as atitudes e os padrões de comportamento (formais e informais) existentes dentro de uma corporação;
  • os conjuntos de valores e atitudes que afetam a forma como os profissionais se relacionam entre si e com a empresa;
  • a percepção da qualidade da atmosfera que envolve a corporação (se as pessoas a avaliam positiva ou negativamente).

A empresa é um organismo vivo e, como tal, precisa de cuidados específicos para não adoecer. Quando o clima não está favorável, é hora de potencializar a cultura organizacional para que o rendimento da equipe não sofra declínio e prejudique o alcance de objetivos e metas. Boas práticas nesse momento podem ser campanhas, eventos ou comunicados.

2. Desmotivação

A rotina de um trabalho, por vezes, pode causar estresse e falta de ânimo. Os motivos que levam uma equipe a ficar desmotivada são vários e, dessa maneira, um diagnóstico bem-feito poderá revelar alguns.

Entre os mais citados em pesquisas feitas internamente nas empresas estão: o acúmulo de tarefas, a falta de reconhecimento profissional, a pressão e a cobrança em excesso. Contudo, o colaborador que não compreende o seu papel e/ou não tem informações precisas sobre dados importantes não se sente como parte da empresa.

Essa é uma das maiores causas da desmotivação. Para ter o engajamento dos profissionais, portanto, é preciso inseri-los no contexto empresarial e trabalhar sua confiança. Assim, ser transparente e ter diligência ao transmitir informações é essencial.

3. Falha na gestão de crises

Não é incomum que ocorram crises dentro de uma organização. Suas fontes podem ser diversas: dificuldade financeira (no mercado ou interna), algum acontecimento que abale a relação entre os colaboradores, erros na gestão, falha na produção, entre outros.

Independentemente do motivo, caso não haja um bom gerenciamento, o problema pode tomar grandes proporções e chegar à esfera externa, interferindo nos negócios. A Comunicação Interna tem a função de conciliar precisão e agilidade nos momentos de crise para que a informação chegue de forma correta e em tempo hábil aos profissionais.

4. Falta de produtividade

Quando as demandas não são supridas é sinal de que algo está errado. Porém, antes de tentar solucionar o problema, é preciso que a empresa saiba quais são as reais causas da baixa produtividade.

Insatisfação na função exercida, desgaste físico e/ou emocional, receio de ser demitido e contratempos com a liderança são algumas das explicações para essa questão. Para se prevenir de ocorrências como essas, vale a pena proporcionar aos profissionais um clima favorável a feedbacks.

Afinal, as pessoas têm mais liberdade para emitir opiniões e são mais abertas a receber críticas quando são motivadas a isso. Uma Comunicação Interna sem ruídos traz à tona as dificuldades enfrentadas pela equipe, proporcionando, dessa forma, uma solução mais objetiva.

5. Ineficiência na transmissão de informações

Muitas empresas circulam a maioria das informações relevantes apenas entre gestores e diretores. Quando as repassam para os colaboradores, o fazem de uma forma ineficaz e incompleta. O que grande parte dessas corporações não entenderam é que o maior capital que possuem são as pessoas que prestam serviços a ela.

Ao não levar em consideração que notícias importantes geram impactos diretos na vida dos colaboradores, essas empresas cometem um equívoco que pode provocar sérios transtornos. Como exemplo desse tipo de situação, pode-se citar a “rádio peão” que, muitas vezes, divulga inverdades que causam conflitos e perturbações no ambiente.

Para evitar esse tipo de cenário, a melhor solução é investir em Comunicação Interna. Dessa forma, não há perda de tempo na tentativa de reverter um quadro desfavorável, pois as chances de que algo assim aconteça serão praticamente nulas.

Terceirização da Comunicação Interna

Não é apenas o conteúdo que importa, mas a forma como ele é divulgado também é muito importante. Assim, a Comunicação Interna trabalha para propagar a boa imagem de uma organização e para mantê-la.

O planejamento da Comunicação Interna deve ser parte constante dos objetivos de uma corporação. Não se deve pensar nessa estratégia apenas em momentos de crise. Portanto, pensar na terceirização de uma equipe de especialistas em comunicação se torna uma boa opção.

Uma agência especializada em CI trata dos assuntos de modo estratégico. Ela torna o diálogo mais viável e cria fluxos de informações horizontais (da diretoria para os colaboradores) e verticais (entre os profissionais do mesmo nível na hierarquia) dentro da empresa.

Como resultado, a empresa alcança o sucesso na recepção, na compreensão e na apreensão da mensagem transmitida. A deficiência na comunicação, pela perspectiva da gestão de pessoas, é um dos maiores impeditivos para o crescimento das corporações.

Além disso, ao investir em Comunicação Interna, como consequência, obtêm-se incontáveis vantagens no curto e no longo prazo: colaboradores engajados, processos otimizados, recuperação do bom clima organizacional, diminuição do turnover e aumento no lucro são apenas alguns dos benefícios que se pode alcançar com a eficiência na transmissão de informações.

Se, ao ler o nosso post, você percebeu que sua empresa precisa investir em Comunicação Interna, não perca tempo! Entre em contato conosco e, juntos, nós buscaremos as melhores soluções para o seu negócio!

Transparência Organizacional: o que é e como adotar?

A transparência organizacional é uma tendência de mercado que vem ganhando espaço e conquistando empreendedores no Brasil e no mundo. Essa forma de administrar é um dos pilares da Governança Corporativa.

Empresas especializadas, de vários segmentos, estão conseguindo aumentar significativamente seu lucro anual após adotarem essa nova forma de gerenciamento. Seus princípios também envolvem a equidade, a prestação de contas (accountability) e a responsabilidade corporativa.

Não é difícil se empolgar com tal conceito depois de conhecê-lo e ver os resultados de sua implantação. Contudo, é necessário seguir alguns passos e atentar para alguns detalhes antes de colocar as mãos na massa e tornar a gestão de sua empresa mais transparente.

Se você quer saber mais sobre um dos pontos mais fortes da atual administração de empresas — a transparência — continue lendo o texto e tire suas dúvidas!

O que é transparência organizacional?

Gerenciar bem uma organização empresarial é uma arte. Desde a Revolução Industrial, gestores têm se adaptado e transformado a forma como lidam com colaboradores, sócios, acionistas, mercado e demais interessados nos negócios. Atualmente, não basta se preocupar apenas com o lucro e deixar de lado temas importantes, como imagem interna e externa da corporação, sustentabilidade, prestação de contas etc.

A transparência organizacional é o autêntico desejo de informar. E isso vale para os pontos fortes e pontos fracos, pois todos eles precisam ser trabalhados.

Assim sendo, uma companhia que deseja alcançar a melhoria na sua representação e na sua competitividade deve ter a consciência de que, se todos os profissionais interessados se envolverem, os objetivos serão conquistados em menos tempo e com maior excelência.

Acompanhe, abaixo, algumas vantagens de trazer a transparência para os âmbitos da organização:

1. Melhora no clima organizacional

Pode-se definir clima organizacional como o conjunto de atributos mensuráveis do local de trabalho percebido, direta ou indiretamente, pelas pessoas que vivem e trabalham nesse local. Essas características ambientais influenciam na motivação e no comportamento desses sujeitos.

Quem é que, em perfeita saúde mental, gostaria de conviver em um ambiente pesado, cheio de tensões, dúvidas e incertezas? A resposta para essa pergunta é bem simples: ninguém! Esses fantasmas desaparecem de uma organização quando se trabalha com transparência.

Os colaboradores sabem o que acontece na organização, seus problemas e conquistas, e podem opinar. Isso faz com que se sintam participantes ativos, e como parte integrante da empresa, que influencia e é influenciada por ela, a motivação para ver resultados melhores é crescente.

Nesse quadro, a segurança de se estar onde há valorização do colaborador passa a ser fator decisivo, o que eleva a autoestima e a autorrealização. O impacto disso no ambiente é positivo e facilmente percebido.

2. Maior colaboração

Com a transparência organizacional, cada colaborador sabe exatamente qual é o lugar que ocupa na empresa e quais sãos suas funções. Nessa lógica, a hierarquização perde seu sentido e a palavra cargo deixa de ter um significado restrito, ligado à obrigação.

Isso não quer dizer que não haverá um líder. Ele estará presente, mas seu papel será diferente. Por sua vez, os juniores devem ouvir quem está há mais tempo na empresa, mas eles também têm voz ativa.  O respeito mútuo é o ponto central das relações.

A tomada de decisão é em conjunto. Com a cooperação da equipe inteira, a gestão não é mais vertical, mas horizontal. Com isso, a colaboração não vem de apenas um profissional — todos se empenham para ver a organização ser destacada no mercado em que atua.

3. Aumento da confiança na equipe

Nem todas as pessoas estão preparadas ou, até mesmo, dispostas a participar de uma corporação com transparência organizacional. E um dos porquês disso é que ser parte de uma empresa transparente exige de volta que a pessoa também o seja.

Uma questão interessante que surge é a de como a pessoa se relaciona com ela mesma. Se alguém não está pronto para ser transparente consigo, então, não estará pronto para participar de um grupo que exija esse comportamento de seus membros.

Em contrapartida, após montar uma equipe que sabe o que esperar da organização e tem consciência do que deverá oferecer em troca, a confiança é plenamente estabelecida.

4. Valorização dos feedbacks

“Eu sabia que ser uma grande chefe significaria dizer o que você realmente pensa de uma maneira que ainda permite que as pessoas saibam que você se importa” diz Kim Scott, ex-executiva da Google e da Apple e autora do livro “Radical Candor: Be a Kickass Boss Without Losing Your Humanity” (ainda sem tradução para o português).

Segundo Scott, o segredo para ser um bom chefe, surpreendentemente, é deixar os colaboradores darem feedbacks aos superiores, não apenas o contrário.

Sinceridade é a palavra-chave para que a transparência organizacional funcione em sua totalidade. E isso não só na comunicação externa (imprensa, clientes etc.), mas também, e principalmente, na esfera interna.

A solidificação de uma imagem transparente da corporação está diretamente ligada a uma estrutura de boa convivência entre colaboradores e liderança. Para que isso ocorra, os feedbacks devem ser parte da cultura e do cotidiano da empresa.

Contudo, a franqueza deve ser uma via tripla: de colega para colega, de líder para colaborador e de colaborador para líder. Analisar de forma positiva um feedback recebido é ter maturidade para saber que a pessoa que lhe disse aquelas palavras duras confia na sua capacidade de absorvê-las e empenhar-se para melhorar.

As reações iniciais, geralmente, são emocionais. Porém, é preciso suprimi-las para racionalizar em vez de discutir.

5. Fortalecimento da comunicação

Como dissemos, fazer parte de uma organização cujas informações são amplamente divulgadas traz confiança e motivação aos profissionais. A melhor política em uma empresa é a honestidade. Nenhum dado deve ficar de fora, tanto os positivos quanto os negativos. Essa é a melhor forma de alcançar a transparência.

Por isso, a Comunicação Interna tem um papel fundamental na divulgação das informações de forma transparente. É ela que vai moldar e mostrar para os funcionários como é trabalhar em uma cultura organizacional transparente e o tom de voz  que a empresa usa e espera que seus colaboradores usem.

Para garantir que a CI ocorra em todos os âmbitos da empresa, de forma ampla, faz-se necessária a adoção de algumas práticas. Algumas delas são:

5.1. Faça reuniões frequentes

A realização de reuniões periódicas com todos os colaboradores para apresentação do desempenho da organização é de extrema importância. Nessas reuniões, podem ser informados fatos que ocorreram no dia a dia e dados mercadológicos sobre o negócio.

Pode-se fazer um alinhamento de condutas e dos passos a serem seguidos nos próximos ciclos. Não se deve deixar de disseminar a missão e os valores da instituição, assim como projetos nos quais a empresa esteja envolvida.

5.2. Mantenha uma política salarial clara e bem definida

Ser transparente em relação à política salarial não significa revelar exatamente os valores dos salários. No entanto, os colaboradores devem saber das faixas salariais em que estão inseridos e das faixas seguintes.

Isso implica que cada profissional deve receber o valor médio de mercado para àqueles que exercem sua função. Não deve haver diferenças salariais inexplicáveis entre colaboradores de um mesmo nível, pois isso seria facilmente descoberto e causaria desconforto entre colaboradores e empresa.

5.3. Diga não à formalidade

Criar uma linha direta de comunicação com diretores é um bom recurso para deixar de lado certos regulamentos que remetem a um passado no qual a direção era inacessível.

O executivo deve ter disponibilidade de ouvir contrapontos e construir em equipe. Assim, os colaboradores terão mais liberdade e, consequentemente, se sentirão mais à vontade para conversar e expor suas críticas e ideias.

5.4. Deixe os números em um livro aberto

A prestação de contas, bem como a estratégia, as dívidas e as angústias, devem deixar de ser um tabu dentro da organização. Se todos sabem das dificuldades, podem buscar juntos as soluções.

Não há dúvidas que implantar a transparência organizacional dá mais trabalho do que manter ou adotar o modelo de gestão vertical. Porém, a recompensa por aceitar o desafio da mudança não é só financeira.

Os resultados elevam a empresa a um status de excelência diante do mercado e, ainda, proporcionam a melhora na qualidade de vida da liderança e dos colaboradores.

Outro benefício da política de transparência é que ela não só atrai talentos, como os retém. Fazendo com que a equipe fique cada vez mais entrosada e engajada.

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pessoas inseridas na cultura organizacional de uma empresa

Como definir e manter uma Cultura Organizacional?

Para os gestores que têm o desafio constante de administrar uma empresa, reconhecer a cultura organizacional pode ajudar de várias formas. Com ela, é possível ter ciência do alinhamento ao perfil de um negócio no qual está prestes a entrar ou garantir o auxílio ao desempenho da equipe que gerencia na empresa em que já atua.

Apesar dessa importância, muitas companhias não trabalham de maneira eficiente a cultura de sua organização e, com isso, não criam critérios essenciais para o desenvolvimento da empresa. As consequências dessa inobservância são muito impactantes para o negócio, que perde eficiência e competitividade, ficando para trás em comparação aos concorrentes que atentam a desenvolver com protagonismo essa identidade própria.

A cultura organizacional não se define como um mero conjunto de normas teóricas que podem ser adaptadas de forma padrão em todos os negócios. Cada empresa deve realizar o Diagnóstico e traçar as metas e o modo de agir, afinal, cada companhia entende a sua atividade e o mercado de trabalho de maneiras distintas, além de já ter em seu DNA, seja pelas mãos do presidente ou pelo ramo de atuação, uma cultura singular já em processo.

É importante reconhecer também que aprimorar a cultura está muito além de ter conhecimento da missão, da visão e dos valores da empresa. É necessário uma política de boa Comunicação Interna e desenvolvimento do Endomarketing para que os profissionais se sintam satisfeitos e engajados a ver o negócio como meio de crescimento. Confira, neste artigo, um pouco mais sobre cultura organizacional e seus desafios!

O que é cultura organizacional?

O termo cultura organizacional, também conhecido por cultura corporativa, foi criado em 1892, por um cientista Phd, em Harvard, e professor do MIT, chamado Edgar Schein. Muitos pensam que a cultura é algo escrito em pedra, que chega de algum lugar distante e acaba se instalando nas empresas, de forma que o ser humano não é capaz de controlar.

Todavia, a definição de cultura é muito diferente e trata-se da identidade da empresa, ou seja, um conjunto de regras, valores, ações e expectativas comuns a todos os membros do negócio, que foi aprendido à medida que os membros foram lidando com seus problemas de adaptação externa e integração interna.

Ou seja, a cultura nada mais é do que um aprendizado conjunto, no qual as pessoas chegam com suas subjetividades, sua história e seus valores. Porém, aprendem em união com um grupo (que também tem suas particularidades), como serão os valores de ambos.

Tais valores podem ser diferentes e, em tese, melhores do que os dos indivíduos. Isso serve para manter as equipes mais unidas e fortes e tem como objetivo deixá-las preparadas para lidar com outras equipes também.

A cultura organizacional apresenta três níveis. O primeiro é composto de artefatos, que são os mais perceptíveis e superficiais. Podemos notá-los por meio dos produtos, serviços e padrões que nos indicam, de forma visual e auditiva, características da empresa.

O segundo nível representa os valores compartilhados, que se referem aos valores importantes aos integrantes da empresa e são tão relevantes que podem ser a razão pela qual os colaboradores realizam suas atividades.

Já o terceiro nível é constituído de pressupostos – pensamentos e crenças não conscientes, mas nos quais os integrantes da empresa acreditam. As organizações são capazes de utilizar esses pressupostos para prescrever o modo como as atividades serão realizadas. 

A cultura faz referência ao compartilhamento de ideais por todos os integrantes da organização e dá identidade à empresa, distinguindo-a das demais. Ela constitui um modo próprio de pensar e agir, que expressa a maneira como faz seus negócios e trata seu público interno e externo.

Além disso, a essência da cultura é expressa pelo grau de autonomia que existe em suas unidades e por meio da lealdade demonstrada por seus profissionais em relação à empresa. A cultura representa as impressões dos colaboradores e líderes e explicita a mentalidade predominante na companhia.

Ela representa também as normas não formalizadas que orientam a atitude dos participantes de uma organização e que geram seus atos em prol do alcance dos objetivos institucionais. Por fim, é a cultura a responsável pela execução da missão e pelo estabelecimento das estratégias da empresa.

Perceba que é exatamente o oposto do que é pensado pelo senso comum. Quando fundadores de uma nova empresa pensam em criar uma cultura organizacional, logo imaginam um escritório com lazeres, massagem e videogames disponíveis. Porém, na verdade, essas são estratégias que deveriam vir posteriormente e que não são tão relevantes assim na definição da cultura.

Outro pensamento errôneo é o de que a cultura está fora do controle das pessoas e emerge do acaso. Sim, ela emerge do acaso se não for planejada nos mínimos detalhes! A cultura deve ser pensada e comunicada com antecedência, buscando perfis de profissionais que se ajustem a ela e que sejam capazes de caminhar juntos em prol das estratégias corporativas.

Quais os benefícios da cultura organizacional?

A cultura organizacional é a identidade do seu negócio e, quando bem definida, é capaz de dar direção aos próximos passos da empresa e dos colaboradores que nela atuam. Esse conceito não é uma exclusividade das companhias de maior porte, já que pequenos empresários também estão percebendo a importância de ter uma identidade própria e já começaram a atentar para a criação de uma cultura sólida em suas organizações.

Na sociedade atual, na qual existem tantos produtos semelhantes e com funções praticamente iguais, a postura das organizações conta muito no momento em que um cliente ou investidor está analisando onde depositar seu capital.

No momento em que o gestor é capaz de observar isso, ele para de se preocupar somente com estratégias de marketing para tentar diferenciar seu produto dos demais e começa a criar estratégias para atrair essas pessoas por meio do grau de confiabilidade e de caráter demonstrados na prestação de serviços.

Além disso, ser capaz de atrair e reter profissionais qualificados é uma característica de extrema relevância para uma instituição. E, quanto melhor posicionada no mercado a empresa estiver, mais colaboradores de qualidade vão se interessar em fazer parte do quadro de pessoal. Já os talentos que têm cargos na organização vão se empenhar cada vez mais para mantê-los e se orgulharão de atuar em uma organização que é comprometida, tanto com seu público externo quanto com o seu público interno.

Além dos citados acima, existem ainda inúmeros benefícios gerados pela consolidação da cultura organizacional. Dentre eles, podemos citar o engajamento das equipes. No momento em que os colaboradores passam a ter uma visão bem definida do negócio, eles começam a se sentir mais seguros, porque conhecem a missão, a visão e os valores. Tendo ciência de qual é a direção da empresa, a equipe permanece mais unida e motivada, tornando-se leal e satisfeita no longo prazo.

Ser capaz de recrutar o perfil ideal de forma mais precisa também é um dos benefícios quando se tem uma cultura consolidada. Fica mais fácil atrair talentos com objetivos pessoais e profissionais alinhados aos da empresa. Um candidato que se identifica com a cultura será ainda mais estimulado a conseguir fazer parte desse grupo.

A cultura tem ainda o papel de simplificar a tomada de decisões e trabalhar menos sua marca. Como a identidade diz respeito ao seu modo de agir, é possível definir valores básicos do seu negócio, deixando questões claras, que passam a nortear a tomada de decisões.

E quando a empresa reflete sua personalidade e é prudente com sua reputação na comunidade, cria uma cultura positiva que almeja não apenas a ascensão da companhia, mas do mercado, de modo geral, e que representa uma forma de aumentar sua credibilidade diante dos parceiros.

Por fim, a organização passa a atrair mais clientes, porque se mostra confiável e é bem recomendada pela maioria dos que com ela tiveram contato. Os clientes se atentam bastante à reputação que a companhia apresenta no mercado, então, tê-la, de forma positiva, é uma ponte para obter melhores resultados e alcançar a fidelidade dos clientes.

Logo, é necessário notar que, quando o líder é capaz de ser preciso com sua equipe e com seus consumidores, melhora o clima organizacional e torna as atividades menos penosas e os problemas mais fáceis de serem solucionados o que gera um aumento na produtividade e, consequentemente, nos lucros.

São incontáveis os ganhos gerados pela atenção da empresa em se colocar no mercado com firmeza, apresentando sua originalidade e respeitando os princípios éticos que são tão valorizados atualmente.

Como definir uma cultura e mantê-la?

Para definir a cultura organizacional, é necessário realizar um Diagnóstico da situação atual, reunindo toda a liderança da empresa. O Diagnóstico é uma ferramenta para levantar dados sobre todos os aspectos do negócio, processos produtivos, estoques, vendas, ações mercadológicas, estrutura de custos, posições financeiras e posicionamento no mercado.

Esses levantamentos e análises precisam compor uma sequência histórica para um comparativo interno, como os dados antecedentes da organização, e externo, dentro do setor no qual atuam.

Sua função principal é identificar objetivos, desafios e oportunidades para que a companhia possa crescer e desenvolver-se, quando já está equilibrada ou, recuperar-se e equilibrar-se novamente, quando estiver com problemas, sejam financeiros, sejam de lucratividade — ou ambos.

É preciso ter uma visão sistêmica da organização, analisando o estilo de gestão e dos planejamentos, os tipos de liderança, o plano de cargos e salários, a política de benefícios e o clima organizacional, chegando à missão e aos valores da instituição.

Com o propósito de fazer esse Diagnóstico, é crucial coletar as opiniões da maior parte dos membros da companhia a partir de questionários online, por exemplo, e também entrevistas com os indivíduos que compõem o papel de liderança em cada setor.

Dessa forma, é possível conhecer seu público interno, seus anseios e suas expectativas, podendo criar uma cultura que se enquadre em seus princípios.

O passo seguinte é definir ou revisar a missão, a visão e os valores do negócio. A missão se define como os princípios da empresa e o porquê de ela existir no mundo, explicitando seus objetivos perante a sociedade.

A visão representa onde a empresa deseja chegar futuramente, e o ideal é que ela seja repensada de 5 em 5 anos.

Já os valores representam os princípios éticos que regem o negócio e, a partir deles, as pessoas se baseiam para tomar suas decisões, ou seja, eles serão a base de sustentação para a cultura da empresa e serão fundamentais para a definição das estratégias.

O terceiro passo é comunicar os objetivos definidos aos colaboradores e ter ciência de que a cultura estabelecida é clara e livre de contradições. Quando ocorrem contradições e exceções no emprego das práticas da cultura, os profissionais se sentem enganados e perdem o engajamento.

A cultura deve ser justa, objetiva e imparcial e constituir uma regra de todos e para todos, objetivando um benefício comum.

É primordial atentar a essa questão da clareza e da imparcialidade, pois, quando a cultura não está bem definida, a empresa perde com o público externo também. O público interno é o primeiro consumidor das ideias daquela empresa – se ele não confia vai também transparecer para o mercado sua falta de confiança no serviço prestado e começará a considerar a organização bagunçada, falando sobre ela de forma negativa, seja na roda de amigos, no churrasco da família ou nas redes sociais.

Isso gera uma imagem ruim do negócio no mercado, afastando possíveis investidores, clientes e profissionais qualificados.

A fim de fazer a companhia conseguir manter a cultura organizacional é primordial que as pessoas estejam alinhadas às estratégias definidas. Por isso, é importante que a Comunicação Interna esteja diretamente ligada à cultura, já que ambas têm o objetivo de encontrar meios para se comunicar de acordo com as expectativas dos colaboradores.

Com esse intuito, invista em canais de comunicação, como a intranet, os murais, os jornais e as reuniões presenciais para deixar os profissionais cientes sobre tudo o que de mais importante ocorre na empresa. É indispensável desenvolver uma cultura transparente, que possa elucidar todas as dúvidas criadas pelo público interno e externo.

Quais são os desafios na manutenção da cultura?

Manter uma cultura organizacional implica diversos desafios e representa um papel, principalmente, do líder, atrelado ao setor de Recursos Humanos da empresa, que deve ser capaz de conhecer e controlar as dificuldades que a identidade da organização pode enfrentar.

Dentre esses desafios, podemos citar a subjetividade e a constante mudança de cada indivíduo que a todo momento passa a desejar algo diferente e tem a necessidade de ser provocado com frequência para se manter engajado.

Logo, se a organização não estimular seus profissionais a crescerem e não deixar claro que eles têm segurança e estabilidade na organização, é muito provável que essas pessoas percam o entusiasmo e não se sintam parte integrante do negócio.

Outro fator de extremo desafio para a manutenção da cultura é a substituição de um líder. Afinal, é ele quem serve de exemplo para seus liderados. Ao realizar uma mudança desse porte, é comum que os profissionais se sintam perdidos e sem um referencial, principalmente quando o novo gestor apresenta um perfil muito diferente do anterior.

Esse choque de culturas acontece também quando existe a fusão entre empresas, porque as normas variam muito de uma empresa para a outra. As pessoas têm resistência em sair de sua zona de conforto e, quando essa mudança é muito brusca, gera insatisfação e confusão.

Ao ocorrer essa necessidade de mudar a cultura organizacional, seja por fusão entre empresas, seja por mudanças no ambiente e demais intempéries, todos os envolvidos devem entender seus papéis no novo cenário.

O processo tem de ser muito bem planejado e gradual, e tudo deve ser exposto de forma clara e objetiva, sendo primordial que não se tenha pressa. Uma metamorfose abrupta na cultura pode ser desastrosa para a organização.

Além disso, é necessário conseguir reter seus talentos, pois quando a rotatividade é muito alta, a cultura acaba se perdendo. Isso se explica pelo fato de os profissionais apresentarem, na maioria das vezes, vícios adquiridos em trabalhos anteriores. Assim, fazer com que eles se adaptem à nova cultura leva tempo.

Logo, trocar de pessoal constantemente cria uma eterna fase de adaptação e não uma cultura consolidada na qual as equipes são dotadas de pessoas qualificadas e engajadas nas causas da companhia.

Para minimizar esses problemas, é imprescindível que o setor de Recursos Humanos atue de forma proativa e em conjunto aos gestores para realizar um processo de recrutamento e seleção adequado ao perfil da empresa.

Além do mais, é importante investir em Endomarketing para reter os talentos e apostar em práticas de gestão de clima organizacional, desenvolvimento de pessoas e direção participativa de projetos estratégicos e de mudança.

Outra forma de consolidar a cultura é mantendo uma Comunicação Interna estruturada e sistemática dos motivos e das regras da instituição, desde a chegada de novos colaboradores até a reciclagem continuada dos antigos.

Como a Comunicação Interna pode contribuir para a cultura organizacional?

Da mesma forma que os olhos e a boca são parte do corpo, a Comunicação Interna se mostra elemento inseparável da cultura organizacional. De qualquer forma, a comunicação está presente. Mesmo quando não há canais formais, os informais estão lá, da mesma forma como os líderes com os seus atos, comportamentos e discursos.

Tratar a comunicação apenas como um agregado é considerá-la somente como um emaranhado de táticas e regras a serem executadas, o que não é verdade! Ela deve ser tratada como parte da estratégia organizacional.

É importante que essa visão mude e ela só será alterada no momento em que a gestão e os colaboradores compreenderem que a Comunicação Interna é ligada à cultura da companhia, e sua função principal é garantir que todos os integrantes do negócio sejam participantes ativos da forma como a instituição age, pensa, sente e reage ao mundo externo.

A questão não é como instaurar uma Comunicação Interna, porque ela já existe, só que, provavelmente, de forma não adequada. O grande desafio é ser capaz de gerenciá-la para que ela caminhe alinhada à cultura organizacional, gerando frutos positivos para a empresa.

Nesses novos tempos tecnológicos, não existe mais o monólogo das organizações com o mercado. Esse cenário exige que os diferentes níveis organizacionais comecem a desempenhar os papéis que lhe competem, alinhados à identidade empresarial.

Ser honesto ao defender uma causa pela qual os indivíduos sintam desejo de ouvir o que a empresa tem a dizer é uma tarefa que a Comunicação Interna, como a principal responsável pela disseminação de uma cultura, deve realizar.

Os gestores têm de se preocupar menos em meios de encontrar novos argumentos  para enfatizar distinções de produtos e serviços que estão se tornando mais parecidos a cada dia  e mais em aprimorar e cuidar da cultura organizacional, de forma a fazer ela se transformar em uma vantagem competitiva, que, por ser constituída por indivíduos singulares, é impossível de ser copiada.

A Comunicação Interna auxilia no reconhecimento e disseminação da cultura da empresa, na definição dos valores que ela apresenta, nas suas maiores ambições e no impacto do trabalho de cada colaborador nesses objetivos.

Se sua equipe é capaz de identificar esses aspectos, significa que a comunicação é ótima e que a cultura certamente é forte e consolidada. Caso contrário, é necessário rever o cenário de comunicação de sua empresa e reverter essa situação.

Para conquistar um ambiente corporativo com profissionais motivados, satisfeitos e que se comunicam abertamente, deve-se saber usar a Comunicação Interna favorável à cultura organizacional.

Note que, para definir e manter uma cultura organizacional, é indispensável a realização de um planejamento estratégico — iniciando-se por um Diagnóstico preciso, partindo para a definição da missão, da visão e dos valores, e concluindo-se no aprimoramento da Comunicação Interna da empresa.

Além disso, utilizar ferramentas como o Endomarketing para engajar seus profissionais é fundamental, e não abrir mão da clareza e da objetividade das informações faz toda a diferença.

Consolidar uma cultura é um grande desafio, porém, com o uso de técnicas, fica mais fácil. Vale lembrar que ter uma cultura bem definida é um grande avanço competitivo no mercado de trabalho, e os gestores devem se dedicar a ela para garantir excelentes resultados.

Por fim, ao consolidar sua cultura e expor seus valores com confiabilidade, você começa a ter um público interno com um espírito de confiança, orgulho e camaradagem, além de atrair clientes e investidores que serão cada vez mais fiéis à sua empresa. Logo, aprimorar a cultura, significa também melhorar a produtividade, o clima organizacional, a obtenção de lucros e a imagem perante à sociedade.

E então? Está pronto para definir e manter a cultura organizacional da sua empresa? Assine nossa newsletter e fique por dentro de novos artigos e dicas!

homem conectado com as tendências da comunicação interna

Confira as tendências de Comunicação Interna e Endomarketing

Cada vez mais interativo, conectado e digital, o mundo vem passando por transformações constantes e que revolucionam a forma com que as pessoas vivem, se informam e se comunicam.

Essas mudanças são visíveis não apenas nas relações interpessoais, mas também no ambiente corporativo. Com a tecnologia cada vez mais acessível e presente no dia a dia dos profissionais, é um erro ignorar as tendências de Comunicação Interna e Endomarketing.

Conheça algumas tendências de Comunicação Interna e Endomarketing, e saiba como elas são importantes para as empresas nos tópicos que listamos abaixo!

O que esperar da Comunicação Interna e do Endomarketing?

Com a popularização das redes sociais, os colaboradores tornaram-se produtores de conteúdo entre seus amigos e familiares. Utilizando seus smartphones, fazem vídeos, gravam áudios, transmitem situações cotidianas ao vivo, conversam em grupo, compartilham experiências e até fazem flagrantes de cenas cotidianas. São porta-vozes das crenças que possuem e difundem a forma com que veem o mundo.

Esse comportamento, já consolidado na esfera pessoal, está chegando também na esfera corporativa. Uma forte tendência de Comunicação Interna e do Endomarketing é justamente essa: a transformação dos colaboradores em produtores de conteúdo dentro da empresa. Para tal, ferramentas como Yammer e Workplace já estão sendo muito utilizadas.

Entretanto, a Comunicação Interna e o Endomarketing tornarem-se cada vez mais definitivos na tomada de decisões estratégicas para as empresas. Para atingir esse objetivo, os colaboradores — que são produtores de conteúdo — precisam passar por uma certa curadoria. Dessa forma, ocorre uma diminuição de ruídos, uma comunicação multilateral e um alinhamento de objetivos entre profissionais e corporação.

A CI e o Endomarketing atuam com ferramentas e se apropriam de conhecimentos variados como design thinking, antropologia, comunicação não-violenta, finanças, gestão de pessoas, entre outros, o que faz com que a área seja cada vez mais estratégica e cada vez menos meros produtores de conteúdo. Eles vão seguir produzindo e difundindo, mas alinhados com as diretrizes que a empresa necessita.

Como as empresas podem acompanhar as mudanças?

Essas mudanças vêm acontecendo de maneira gradativa. Uma tendência importante com relação à Comunicação Interna e o Endomarketing é o formato cada vez mais gráfico, visual e gamificado das mensagens.

Textos longos e monótonos não têm boa aceitação dos colaboradores. Já difundir mensagens por meio de vídeos informativos, modernos e criativos faz com que os objetivos sejam atingidos de maneira mais rápida e certeira.

Para acompanhar as mudanças que acontecem a todo momento, o ideal é que as empresas tenham ao seu lado agências especializadas e que sejam referência na área. Isso é importante pois, além de desenvolver as ações de comunicação de maneira estratégica, a agência ajuda a empresa a lidar com o capital humano de maneira adequada.

As relações interpessoais na empresa não podem ser deixadas de lado, pois ajudam a segmentar e difundir a informação por meio do diálogo.

Por que empresas não dão o valor necessário à CI?

Muitas vezes as empresas banalizam a Comunicação Interna, alocando recursos em outros setores e deixando de “olhar para dentro”. Isso é um erro, pois já é sabido que utilizar soluções adequadas gera bons resultados.

A nova cultura corporativa mostra que tão importante quanto pensar e comunicar-se com o cliente e o consumidor final é manter esse diálogo com os colaboradores. São eles que desempenham o trabalho, desenvolvem os produtos e atuam ativamente no crescimento da empresa. Por isso, falar com eles de forma adequada é primordial.

Um comunicado não é apenas a junção de informações fixadas na parede. Por trás das palavras é transmitida a cultura da empresa. A Comunicação Interna empregada como estratégia permite alinhar todos os profissionais com os objetivos da companhia. Além disso, é capaz de engajá-los, motivá-los e estimulá-los a desempenharem cada vez mais suas funções de maneira eficiente e bem-sucedida.

Como a P3K trabalha essas tendências com os clientes?

As estratégias de Comunicação Interna e Endomarketing devem ser personalizadas. Antes de definir rumos a serem tomados, é necessário desenvolver um diagnóstico da empresa, identificar gargalos, pontos a serem melhorados, aspectos positivos que devem ser encorajados e estimulados, entre outras questões.

Toda a habilidade criativa da P3K é empregada na adequação das macrotendências com o perfil e as necessidades reais da empresa. É preciso desenvolver um diagnóstico para definir estratégias a serem tomadas.

Contextualizar o que é a empresa no mercado, quais são seus objetivos e as suas aspirações, quem são os colaboradores, como eles se relacionam entre si e com a companhia, qual é a melhor maneira de se comunicar com eles e de que forma os profissionais querem essa comunicação é essencial para a redução de ruídos entre empresa e pessoal.

Somente assim a mensagem será passada corretamente. Definir qual é a intenção com a informação a ser difundida, quem são os receptores dela e quais canais vão promover mais resultados na propagação das palavras é algo que requer planejamento e estudo.

Conhecer quem são os colaboradores e qual é a melhor forma de se comunicar com eles é muito importante não só para que a empresa cresça e atinja os resultados esperados, mas também para que ela tenha segurança durante eventuais crises.

A CI ajuda a minimizar o impacto de notícias negativas entre os profissionais e a reduzir os reflexos indesejados em situações de dificuldade. Atua para fazer com que a empresa seja sempre transparente e inspire confiança às pessoas envolvidas em todas as etapas do trabalho.

Em resumo, as principais tendências de Comunicação Interna e Endomarketing são a comunicação cada vez mais visual e digital, além da transformação dos colaboradores em produtores de conteúdo alinhados ao planejamento estratégico da companhia. Essas duas vertentes estão cada vez mais conectadas com os propósitos da empresa e com o atingimento de resultados.

O foco, além do consumidor final, passa a ser também o colaborador. A CI e o Endomarketing ajudam no reconhecimento e na retenção de talentos, no fortalecimento da cultura organizacional, no entendimento das necessidades dos profissionais, na abertura de diálogo com eles, no aumento do engajamento e, por fim, na obtenção dos resultados financeiros esperados.

Agora que você já conhece as tendências de Comunicação Interna e Endomarketing, que tal conversar conosco para descobrir o que podemos fazer pela sua empresa?

Nextel é o novo cliente da P3K Comunicação

A P3K firma mais uma parceria de sucesso e é a agência da área de Customer Operation da Nextel. Entramos para desenvolver um amplo trabalho da Comunicação Interna com a equipe de Operações, formada por cerca de 4300 funcionários de atendimento a clientes e lojas.

A Nextel é uma empresa de comunicação pioneira na junção dos sistemas de rádio e telefonia celular, presente no Brasil há quase 20 anos. Dessa vez, o desafio será atingir um público de profissionais que são colaboradores de outra empresa, mas lidam diretamente com os produtos e clientes Nextel diretamente de Petrolina e Recife.

Dentre as missões que estão por vir, a P3K reformulará a identidade visual da Comunicação Interna dessa área da empresa, criará um novo tom de voz para a conversa com a equipe de Operações, desenvolverá campanhas de incentivo e canais de comunicação para este público, além de produção de conteúdos diversos e apresentações corporativas e treinamentos.

A Nextel é muito bem-vinda ao time P3K, que está confiante de que novos e promissores cases estão por vir!

Comunicação interna como área estratégica na empresa

 

No foco das discussões dentro das empresas e no meio acadêmico está a força da valorização das pessoas. Com isso, discute-se o papel da Comunicação Interna nas corporações.

Área estratégica ou apoio para outras áreas?

Podemos dizer que as duas afirmações estão corretas!

Uma vez que temos as pessoas como centro da organização, pois são elas que executam o planejamento estratégico da empresa e levam os objetivos a serem cumpridos, o papel da Comunicação Interna toma cada vez mais status de área estratégica.

As empresas começam a entender que é por meio da Comunicação Interna, que forma, informa e engaja os colaboradores, que a cultura organizacional se estabelece e a empresa fica uníssona, apesar da atuação de diferentes indivíduos.

Falar com colaboradores que já possuem uma visão de mundo, modos de agir e culturas diferentes é um desafio para as empresas. Mas o discurso pode ser alinhado a partir da atuação efetiva de uma Comunicação Interna ligada diretamente à direção, com foco em reforçar o planejamento estratégico e fazer com que as pessoas entendam os objetivos da empresa e se identifiquem com eles.

Esse alinhamento só é possível quando a Comunicação Interna atende às expectativas do planejamento estratégico e, ao mesmo tempo, se entende com as áreas de forma a identificar quais são as informações mais relevantes.

A Comunicação Interna não define o que é mais importante para a empresa, mas tem meios de, com essa informação em mãos, desenvolver ações que façam com que toda a empresa atenda ao que preconiza a direção. É a Comunicação Interna que vai valorizar a relevância das informações e dar o tom que merece para que os colaboradores entendam e se engajem na direção do cumprimento das metas.

Sendo assim, alinhamento com o planejamento estratégico e forte atuação junto às áreas são dois aspectos que definem a Comunicação Interna como área estratégica, diretamente ligada à rentabilidade de uma empresa.

Pesquisa de clima – ferramenta para envolver e transformar

Você já deve ter se deparado com um questionário circulando entre os funcionários de determinada empresa. Perguntas sobre o relacionamento entre colaboradores, destes com seus chefes, suas expectativas em relação ao crescimento dentro da organização, entre outras, são alguns exemplos dos temas presentes nesses questionários, conhecidos como pesquisa de clima.

Mas o que as pesquisas de clima representam para os responsáveis por uma empresa? O que ela traz de bom para os funcionários?

Para avaliar o índice de satisfação dos colaboradores, a pesquisa de clima é um instrumento muito recomendado. Quando bem formulada, ela pode trazer respostas e indicar caminhos a serem seguidos por diretores, gerentes e até mesmo a equipe de RH.

A eficiência da comunicação interna também pode ser medida através de pesquisas de clima. E-mails internos, murais, newsletter, e outros meios utilizados para a comunicação entre empresa e funcionários são avaliados nestas pesquisas, que irão mostrar se o material consegue atingir os colaboradores da maneira planejada.

Em um mundo corporativo em que é cada vez mais importante mostrar ao funcionário que ele faz parte e é essencial para a organização em que trabalha, a pesquisa de clima é uma ferramenta que irá mostrar aos colaboradores que a empresa em questão está interessada em ouvir o que eles têm a dizer.

É necessário ouvir os colaboradores para fazer com que eles se sintam valorizados como indivíduos. A valorização traz a motivação necessária para que continuem trabalhando, o que se transforma na corrente que ajudará a levar a empresa ao sucesso.

Vale lembrar: pesquisas de clima só devem ser feitas quando a empresa estiver preparada para receber possíveis críticas e se realmente houver a intenção de promover mudanças, já que os funcionários criam expectativas e aguardam por elas.

Nós da P3K podemos te ajudar no desenvolvimento de pesquisas de clima! Aposte nessa ferramenta para compreender seus colaboradores e melhorar o relacionamento entre todos na empresa! Entre em contato conosco e venha conhecer mais sobre nosso trabalho!

O papel da comunicação interna na sustentabilidade

A sustentabilidade é um diferencial que passou a ser algo obrigatório nas empresas, tanto nas ações internas quanto externas. Hoje em dia, seu papel é fundamental no plano de negócios. Nos calendários anuais de campanhas internas, são comuns ações direcionadas à disseminação de conceitos, filosofias e atitudes sustentáveis, que, na maioria dos casos, estão amarradas a uma data relacionada a essa temática, como o Dia da Árvore, Dia Mundial da Água, Dia do Planeta Terra, Dia Mundial do Meio Ambiente, entre outros.

O diálogo com outros setores da organização é de extrema importância para a elaboração dessas campanhas. Somente assim é possível promover a sustentabilidade em todas as ações e discursos da empresa. Mostrar o engajamento dos stakeholders é fundamental e faz parte das ações internas, bem como atitudes que provem que a sustentabilidade não é um mero discurso.

A empresa está no caminho certo quando se mostra sustentável por meio do exemplo, integrando o olhar da sustentabilidade aos canais de comunicação corporativa.

O resultado de ações sustentáveis é positivo para todos os envolvidos. Atualmente, há a busca pela satisfação de contribuir, e o papel das empresas é dar essa abertura. As áreas de comunicação interna devem atuar como facilitadores desse processo, contribuindo com elaboração de campanhas participativas, mostrando a importância do engajamento da liderança e alinhando a comunicação sustentável em todos os segmentos da empresa, fazendo com que ela esteja presente no dia a dia das pessoas.

Como a Copa do Mundo pode ser envolvida na comunicação interna

A cada quatro anos, o Brasil para e celebra a festa da Copa do Mundo. O evento consegue mobilizar quase o País inteiro, mesmo aqueles que não se consideram fãs do esporte. A euforia característica dessa época do ano é capaz de alegrar até os mau humorados e aproximar todos os tipos de pessoas.

Em um mundo corporativo em que a comunicação interna ganha cada vez mais atenção e se mostra indispensável para o bom andamento dos negócios, alguns responsáveis por empresas podem se perguntar: como fazer com que a Copa motive meus Colaboradores? Há alguma maneira de mobilizar os funcionários aproveitando esse período do ano?

A resposta é: sim! Saber aproveitar eventos externos é um ótimo caminho para o fortalecimento da comunicação interna das empresas. No caso da Copa do Mundo, o trabalho em equipe visto dentro de campo pode ser levado para fora dele. O trabalho deve ser feito para que os Colaboradores “vistam a camisa” da empresa em que trabalham, reforçando a ideia de um time em que todos têm seu espaço e sua importância.

É possível também fortalecer o papel de liderança e ratificar a importância do comprometimento de cada um dos Colaboradores, que, juntos, podem vencer os obstáculos e alcançar os objetivos em seu serviço, apesar da pressão que possam encontrar no caminho.

Com um bom planejamento e criatividade, as atividades desenvolvidas para o período podem aproximar as pessoas de diferentes áreas e departamentos. Para isso, a empresa pode organizar jogos internos, bolão, prêmios, sorteios de produtos relacionados à Seleção Brasileira, bandeiras espalhadas pelo espaço comum, campanhas com a temática da Copa e até mesmo palestras com personalidades do futebol.

Tabelas com os jogos da Seleção e troca de figurinhas do álbum da Copa também são opções bem humoradas e criativas de envolver os funcionários.

Além das medidas pontuais, os jornais e boletins internos, newsletter, intranet e murais, utilizados durante as outras épocas do ano, são fundamentais para a divulgação e sucesso da ação e podem inclusive ganhar uma personalização condizente com o tema.

O responsável pela comunicação interna deve aproveitar a paixão e o espírito de confraternização que o futebol desperta nos brasileiros para otimizar as relações que acontecem dentro da empresa.

Nós aqui da P3K já estamos planejando campanhas e ações para 2014, que está logo aí! Conte conosco para jogar no seu time!