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O Home Office veio para ficar?

O Home Office veio para ficar?

Há pouco mais de quatro meses, o Home Office segue a todo vapor no dia a dia de muitas empresas. Essa nova demanda tem transformado a cultura das companhias, tanto que algumas já adotaram o modelo remoto permanentemente. Mas será que realmente funciona na prática?

Com o trabalho em casa, a expectativa é de que haja mais tempo para cuidar da vida pessoal, de ter uma rotina mais confortável e melhor alimentação, e parece que essa adaptação tem se mostrado positiva para as pessoas e aos negócios. Entretanto, é preciso pensar no futuro, pois tudo tem mudado.

Realizamos uma pesquisa interna com o objetivo de dar voz ao colaborador. O engajamento foi bem legal, com 93% de participação da equipe. De acordo com os resultados, 80% estão dispostos a discutir sobre um novo modelo de trabalho no pós pandemia. Para 75%, a preferência é de existam mais possibilidades à rotina em casa, mantendo as ferramentas e métodos que têm funcionado no período de quarentena. Por fim, 53% acreditam que a falta de interatividade presencial faz diferença.

Para essa transformação ser funcional, é preciso que as empresas se adaptem com canais apropriados e formas estratégicas alinhadas de comunicação interna e externa, para evitar divergências e ruídos no rendimento de ambos os lados – funcionário e instituição. Testar é uma boa opção!

Uma análise realizada pela Universidade de São Paulo (USP), com 1.300 respondentes, revela que 70% das pessoas gostariam de continuar trabalhando em Home Office, contra 19% que preferem retornar aos escritórios e 11% que foram indiferentes. Você acessa o conteúdo completo aqui.

Com tantos números e opiniões divergentes, é possível agradar todos os lados?

Ainda é cedo para afirmar, mas estamos no caminho, com maior flexibilidade na busca por qualidade de vida. De volta à pesquisa realizada com os colaboradores da P3K, por exemplo, a grande maioria acredita que o modelo híbrido seja fundamental após o retorno ao escritório, com o deslocamento apenas quando necessário.

Segundo os dados, esse novo formato pode ser o mais próximo de uma realidade mais humana e aberta em prol dos colaboradores e do próprio funcionamento dos locais de trabalho. O recomendado é decidir conforme as necessidades de cada local.

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