Quem não considera valioso realizar benchmarkings para gerar insights e embasar a evolução das estratégias, não é mesmo? Aqui, na P3K, realizamos pelo menos um papo de bench por mês, envolvendo a comunidade que mantemos com mais de 200 comunicadores, a CInsights P3K. E já que hoje é dia de #tbt, vamos trazer aqui alguns pontos discutidos não só em um, mas nos dois benchs que realizamos no mês de março. Vale a pena conferir!
1. Bench sobre Descentralização da Comunicação Interna
A Ivi Silva, Gerente Global Sr. de Comunicação Interna, Cultura e Engajamento da Alpargatas S.A. compartilhou com a gente como tem sido a implantação da nova política de Comunicação Interna na empresa, que conta com um formato parcialmente descentralizado. Veja alguns pontos abordados:
- Na realidade da empresa, algumas áreas possuem autonomia para comunicar assuntos de rotina, mas sempre respeitando o tom de voz interno e o calendário de divulgações, para que não haja excesso de informação. Para citar algumas: fábricas e unidades internacionais, universidade corporativa e TI.
- A área estabeleceu critérios claros na sua política e tem usado os tópicos para sensibilizar e negociar as demandas com as áreas de negócio: Para ser veiculada pela área de Comunicação Interna, a informação deve ser corporativa, ter valor para a estratégia de negócio e de interesse da maioria dos colaboradores, além de disseminar e fortalecer a cultura e os negócios da empresa.
- Além disso, prevê a política que cabe à área de Comunicação Interna a definição da estratégia e melhor forma de comunicar determinado assunto nos formatos, layout e canais corporativos disponíveis.
“Com agenda priorizada com o CEO e Alta Liderança, além de múltiplas formas de mensuração, temos evoluído na consolidação da atuação da Comunicação Interna conforme a nova política, pois está totalmente conectada ao momento e prioridades do negócio”,comentou Ivi.
2. Bench sobre comunicação com o time operacional
Já neste papo, contamos com a participação da Aline Pereira , Gerente de Comunicação Corporativa e Diversidade, Equidade e Inclusão Américas do SIG Group , que compartilhou com a gente como tem evoluído as estratégias para alcance e engajamento do time operacional, desafio que há alguns anos aparecem nos top 10 do ranking dos maiores desafios da Comunicação Interna. Confira alguns pontos abordados:
- A instrumentalização e capacitação contínua da liderança para comunicar são fundamentais para alcance e engajamento do time operacional. Na SIG, a Comunicação Interna envia um boletim semanal para a liderança.
- Quando o assunto precisa de mais detalhes e aprofundamento, é elaborado ainda uma pauta para a liderança, com Q&A e orientações para esclarecer dúvidas e orientar os colaboradores.
- O processo de liderança comunicadora é medido por meio da pesquisa de clima realizada anualmente. São inseridas perguntas sobre a frequência e efetividade da comunicação realizada pelas lideranças junto aos times.
- Um trabalho individualizado é feito pela área de People e Cultura, em conjunto com a Comunicação Interna, para solucionar os gaps e oportunidades de melhoria com as lideranças das áreas de negócio.
- Considerar canais adequados à realidade e cultura da empresa para alcance do time operacional também é importante. Na SIG foi implantado o SIGerApp, um aplicativo que funciona como um hub de informações, notícias e serviços, que todos os colaboradores têm acesso. Além de toda a campanha de lançamento, é feito um trabalho de ativação do engajamento de forma contínua.
“Neste contexto, além de ações de engajamento serem realizadas no App, os demais canais internos existentes servem de reforço, para levar as pessoas para o App. Sempre trazem link ou QR Code para conferir o conteúdo ou realizar ações pelo App. Este case está no site da P3K, para quem desejar conferir”, disse Aline.
Falamos ainda sobre a importância de realizar pesquisa e ouvir as pessoas, sempre que houver um desafio de alcance ou engajamento, para compreender qual seria a melhor estratégia a implementar, incluindo a implementação de um novo canal.
“Sem ouvir as pessoas, corremos o risco de lançar um canal somente olhando para as tendências e este não ser o mais adequado, conforme a experiência do colaborador e a cultura da organização. Então, é muito importante contemplar essa etapa, para seguir com a segurança que os investimentos vão gerar os resultados esperados”, alertou Pâmera Ferreira, gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K.
Bom, estes foram os insights que destacamos dos benchs que realizamos neste mês. Que venham os próximos!
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