Como a CI pode atuar para minimizar o impacto de notícias negativas

Redução de pessoal, corte de benefícios, necessidade de realocação de funcionários. Estas são algumas situações delicadas e que acabam se tornando desfavoráveis para a alta administração de uma empresa, pois afetam diretamente a vida das pessoas. Apesar do desconforto e da insatisfação serem inevitáveis, a atuação da Comunicação Interna pode minimizar (e muito) estes reflexos.

Além de trazerem mudanças desagradáveis para os funcionários, estas situações geram uma expectativa muito grande que é agravada pela falta de informação. É nessa hora que um plano de comunicação eficiente – elaborado desde o começo do processo em parceria com os setores responsáveis – faz toda a diferença!

A gestão de mudanças está intrinsecamente ligada à atuação da Comunicação Interna. A força de trabalho precisa ser informada de todas as etapas do processo por meio dos mais diversificados veículos para evitar, dessa forma, os boatos e rumores da chamada “rádio peão”. O pior cenário para um momento de desmobilização ou de corte de benefícios, por exemplo, é que os funcionários fiquem sabendo das notícias por canais não oficiais.

Por pior que seja a informação, ela precisa ser disseminada antecipadamente e da maneira mais completa possível para evitar falsas expectativas. Sabe-se que muitas dessas informações são estratégicas para a empresa e, por isso, há uma certa relutância por parte da alta administração em disseminá-las. Mas é exatamente neste momento de decisão que o profissional de Comunicação Interna pode atuar, auxiliando a empresa na definição das estratégias.

Para minimizar os impactos das notícias negativas várias ações de comunicação podem ajudar, como uma mensagem do presidente da empresa ou de um representante da área de RH (no formato mais adequado ao público, como uma carta ou até mesmo um vídeo), a disponibilização de um canal direto para tirar dúvidas dos funcionários ou ainda a criação de um hotsite específico para explicar as mudanças. Cada situação é peculiar e exigirá expertise do profissional de Comunicação Interna para apontar quais os veículos mais adequados e o cronograma das ações.

ARTIGO PUBLICADO EM 16/05/16 NO SITE DA ABERJE.

Quer receber mais conteúdo como este?
Assine nossa newsletter: